Essa noite, de segunda para terça, ela me pediu para ir dormir na outra cama, no quarto de hospedes, para ela ficar mais a vontade, claro, não quer mandar a menina embora, mas está desde logo me castigando por causa dos ciúmes que ela tem, essa noite escutei as duas gemerem, e num certo momento elas transarem mesmo forte, não fui lá, mas fui olhar pela fresta da porta, que aliás elas deixaram aberta de proposito.
Escutei ela falar... o meu marido pode ficar só olhando nós duas e deixar o pau dele dentro do short...Foi desse jeito que Carolina falou ao sentir que eu poderia estar brechando elas se pegando.
Elas estavam já nuas e se beijavam, mas ainda não era nada de muito sério, só coisa de meninas mesmo, esquentando, passando a mão uma na outra, só se atiçando mesmo.
Carolina começou a passar a mão na menina e a beijar ela com mais ardor e vontade, Mariana se entregou logo, deixou a Carol lhe chupar o peito, segurando a cabeça dela contra os mamilos duros de tanto tesão, eu só olhando bem no meu canto, mas logo de pau duríssimo com o espetáculo delicioso.
A Carolina logo lhe meteu a mão dentro da bucetinha e a menina se abriu toda para facilitar a penetração dos dedos da amiga...-...simmmmmmmm...issoooooo...hummm...-...a Carol meteu enquanto a beijava.
Então Carolina pegou ela pelo cabelo e a fez chupar o peito dela, começou a ai a domina-la como se a minha menina fosse uma boneca nas mãos dela, primeiro lhe deu um tapa no rosto, depois a obrigou a chupar os bicos, então se levantou, abriu as pernas e fez a menina lhe chupar a buceta, ela em pé e a Mariana de joelhos na sua frente, esfregava a buceta na cara dela e lhe puxava pelos cabelos.
Então a Carol começou a puxar ela pelos cabelos a obrigando a ir de gatas ao lado dela em cima da cama, nossa cama é king size, enquanto a xingava de puta, vadia, safada e a arrastava até ficar de quatro virada para a porta onde eu estava no escuro olhando.
Então recomeçou a bater nela, no rosto, nos peitos, depois a mandou ficar de pernas abertas e lhe meteu dois dedos na buceta, rápido e com força a fazendo gritar, ao mesmo tempo lhe dava tapas na cara e a xingava muito, era uma cena animal e selvagem mesmo...toma puta, abre as pernas, abre safada, vadia...cachorra...abre mais...PUTAAAAAAAAAA...safadaaaaaaa...-...Mariana se acabava nos dedos de Carolina...simmmmm...AHHHHHHHHHHH....Meteeeeeeee...meteeeeeeee...maissss....estava toda aberta, o seu rosto vermelho de apanhar, mas gozando de mais.
Então Carolina a colocou de 4 no banco que tem em frente da cama e começou a lhe meter os dedos no cuzinho, com força e ao mesmo tempo lhe dando tapas na bunda...-...toma puta...toma...safada...vadia...cadela...toma no cu...-...minha Mariana se acabava de gozar...-...Hummmmmm....simmmm...mete...mete na cadela...sou cachorra mesmo...meteeeeeeee...gozooooooooooo...hummmmmmm...AIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....-...seu corpo empinou contra os dedos da amiga e ela gozou pelo cu mesmo.
Então Carolina se levantou, abriu as pernas e urinou nela, no corpo dela, no rosto dela, no cabelo dela, ao mesmo tempo que se masturbando gozava, pernas abertas, toda se melando de mijo que escorria pelas pernas e por minha esposinha.
Então elas ficaram quietas, Mariana parecia que estava sem saber como reagir, depois de ter apanhado tanto e de ter gozando tanto em tão pouco tempo, Carolina olhou para a porta e disse...viu como se come uma cadela... eu nada falei nem mostrei que ali estava, sai de fininho, mas ainda escutei ela falar ... se você tocar nessa puta na minha ausência vou acabar com vocês dois, a putinha e o corno... eu só ri de tanto ciúme que ela tem.
A semana tem sido assim todos os dias, eu bem calado e a menina Mariana bem submissa a poderosa Carolina.
Eu tenho dormido no quarto de hospedes, mas vamos ser sinceros, amo o ciúme dela.
Eu queria muito mostrar fotos delas, fizemos uma sessão de foto com as duas, faz uns dias, são maravilhosas, mas por motivos óbvios só posso mostrar todas cortadas e muitas vezes até com as cores alteradas, já que Carolina não deixa, e eu concordo, que exista a possibilidade de serem reconhecidas.

