Marlon então empurrou a esposa na cama,fez ela abrir as pernas e caiu de boca na xoxota. Mamou com vontade, fazendo-a entrar no clima. Eu ali assistindo, vivendo um sonho surreal.mesmo vendo ele de 4 com o cu para meu lado,reparei que ele era meio laceado no Cu.
Logo ela estava gemendo, com as duas mãos na cabeça dele, forçando seu rosto ao encontro da boceta.
O marido então perguntou:
Qual dos dois você quer primeiro?
Sem nada dizer, Cristina levantou da cama e veio em minha direção. Ajoelhou e abocanhou meu pau começando um boquete. Seu esposo assistia manipulando o cacete.
A boquinha quente da Cristina estava demais! Daquele jeito eu ia gozar logo. Com as duas mãos, peguei no seu ombro e a fiz levantar. Trocamos um beijo profundo, lascivo, de língua. Nisso, Marlon tinha pego camisinha e gel lubrificante. Surpreendeu ao dizer:
Tina, hoje quero experimentar um pau de verdade! Antes dele te comer, deixa ele meter um pouco em mim?
Puta que pariu! Ele viu meu pau e resolveu criar coragem de fazer o que tinha vontade: ser enrabado!
Eu já tinha comido um gay na adolescência, porém, depois de adulto, como hétero convicto, tinha passado uma borracha no passado.
Agora meu melhor amigo estava pedindo para eu comer ele, antes de meter na sua esposa!
Nem deu tempo para dizer nada. Marlon já encapou minha vara e passava gel no meu pau. Ficava espremendo em cima da ponta porções generosas.
Apoiou na beira da cama, empinando a bunda enquanto dizia:
Vem seu puto Mete em mim.
Maquinalmente, me aproximei e encostei o pau no rego do seu cu, procurando o botãozinho. Empurrei, mas, escorregou e não entroupela grossura . A situação era inusitada deixando minha mente confusa. Precisei da sua ajuda para finalmente, achar a entrada do buraco.
Ái, devagar, amigo! É a primeira vez que dou o cu para um pau de verdade,Vai com calma!
Já tinha entrado a cabeça. Atendendo a tal apelo, fui fazendo pressão moderada, empurrando meu cilindro de carne dura dentro do seu rabo.
Um cu é sempre um cu. Seja de mulher ou homem. Quente e apertado. Fui enfiando mais e mais. Quando entrou o bastante, comecei o vai e vem. Pelos gemidos roucos, Marlon estava gostando. Com a mão, se masturbava. Até pediu:
Mete mais! Pode meter mais!
Pediu eu atendi. Comecei a bombar pra valer. Porra, o pior é que eu estava gostando de enrabá-lo.
Ele gozou primeiro, espirrando porra no chão. Vi que seu corpo amoleceu como um pneu quando perde pressão. O cu piscando, mastigando minha rola.
Saí dele, tirei a camisinha e fui ao banheiro jogar no lixo. Cristina veio atrás. Pegou um pedaço de papel higiênico e limpou meu pau. Pensei em lavar, mas ela me beijou, ajoelhou iniciando outro boquete.
Marlon entrou no banheiro com o pau meia bomba. Passou por nós e me disse:
Você arrombou meu cu! Puta que pariu! Está ardendo, mas foi gostoso demais!
Entrou no box para tomar uma ducha. Cristina levantou e puxando pelo pau, me conduziu para o quarto.
Finalmente ia comer aquela gostosa! A deitei de costas na cama e caí de boca na sua bocetinha, chupei com vontade, dando linguadas no grelo, penetrando-a com a ponta da língua. Depois, meti um dedo dentro, enquanto lambia o clitóris.
Ela se contorcia como uma cobra. Gemia alto, a ponto de eu ficar preocupado que as crianças ouvissem. Ainda mais porque a porta do quarto estava aberta.
Não demorou muito, o marido voltou e trancou a porta. Aquilo me tranquilizou. Com certeza ela gozou na minha boca.
Coloquei o preservativo, subi em cima, pronto para finalmente meter. Nesse instante ela travou. Colocou as mãos no meu peito, o quadril fugindo do pau.
Desculpe, . Não sei se devo. Eu só dei pro meu marido até hoje.
Caracas! Aquilo foi um balde de água fria. Eu tinha até comido o marido dela e agora, assim, sem mais nem menos, ela estava tirando o dela da reta! Argumentei:
Por favor, Cristina. Eu estou louco pra te comer! Sei que você também quer. Não tem nada demais. Ninguém vai ficar sabendo. Respeito e sigilo é fundamental. O Marlon disse que pode.
É, mas, não sei se isso é coisa de vadia.
Claro que não é! Você é um tesão de mulher! Dar pra mim não vai mudar nada. Deixa só um pouquinho, deixa! Tudo bem?
Nem lembro o que mais eu disse. Só sei que pedi, implorei, argumentei, tentando convencê-la. Falei um monte.
Enquanto isso, fui me acomodando no meio das suas coxas roliças, buscando a xoxota. Ela indecisa relutava e eu ia avançando. Até que a cabeça chegou esftegava e ela se contorcia toda melada coloquei lá e entrou fácil.
Quando entrou, empurrei tudo. Até o talo. Tinha prometido não forçar a barra, mas foi puro instinto. Cristina tentou fugir porém já era tarde. Eu estava com o cacete todinho cravado fundo na boceta dela.
Beijei na boca, abafando seus protestos. Como ela parou de reagir, passei a puxar e empurrar a vara.
Logo Critina correspondia ao beijo e com o quadril, colaborava na foda, rebolando em busca de maior prazer.
Ficamos nisso bom tempo. Nossa, como era gostosa a mulher do Marlon! Eu tinha desejado ela outras vezes. Mas afastei esses pensamentos da cabeça até envergonhado por ela ser esposa do meu amigo.
Ela gemia sem parar. Acho que estava tendo vários orgasmos, dizendo:
Me come! Me come! Ahh, delícia! Vai, me come com força! Ahhh, ahhh.mete safado,roludo..olha amor ele me fodendo.
Aquilo me enlouqueceu de vez. Não aguentei e gozei. Ejaculei um monte. Forte, intenso. Que mulher incrível é Cristina!
Depois dessa foda, tivemos mais umas noitadas. Essas foram ainda melhor, porque, quando souberam que sou doador de sangue no hospital das clinicas a anos , deixamos a camisinha de lado e virei amante do casal.
Enchi de porra o cu do Marlon e também o da Cristina que sofreu um pouco pela grossura , numa dupla penetração com o marido metendo na frente e eu atrás.
Acho que nossa amizade está mais sólida e vai durar para sempre.
Aindo saio com casadas e casais de São Paulo quando tenho tempo .
Nada melhor que realizar as fantasias.
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