O amigo hétero de academia

Diogo era um típico hétero de academia. Adorava malhar, tinha um corpo bacana, o chamado “bombadinho” e uma cara de nerd daquelas bem sexy. Apesar de trabalharmos juntos e sermos amigos bastante próximos, eu nunca havia tentado nada com ele, mesmo sendo tarado nele. Eu sou bi não assumido e, na época, namorava uma menina. Ela tinha uma amiga que estava a fim dele, e como eu sabia que ele era mulherengo, resolvemos organizar um encontro. Fomos para uma balada eu, minha namorada, a amiga dela e o meu brother. Chegando lá curtimos o show em casais e eles dois trocaram alguns amassos, mas nada demais. Quando o show acabou as meninas quiseram ir pra casa, pois iriam trabalhar cedo no outro dia. Deixei as duas em casa e segui pra minha casa levando meu amigo, tínhamos combinado de dormirmos lá, já que ele estava sem carro e morava longe. Quando chegamos, peguei duas cervejas e sentamos no sofá. Ficamos conversando por um tempo. Eu tirei os sapatos e a camisa, ele tirou apenas o sapato. Quando a cerveja dele acabou, ele levantou para ir ao banheiro - eu adoro homens mijando, até o barulho da mijada me excita e com ele não foi diferente fiquei escutando ele mijando, depois o barulho da rola sendo balançada, queria estar no banheiro com ele... Mas ainda não arrisquei. Ele retornou pra sala com mais duas cervejas. Com o tesão a mil, resolvi puxar uns assuntos mais safados e comecei a perguntar sobre a mina que ele tinha ficado. Falamos de mulheres, sexo, transas inesquecíveis... e eu estava cada vez mais excitado, pois ele era muito tímido e nunca falava dessas coisas tão abertamente comigo. Em um dado momento da conversa, eu comentei que estava com tesão acumulado e que estava bolado que as meninas quiseram ir embora. Ele (muito timidamente) revelou que havia imaginado que o encontro com a mina ia evoluir e que iria “tirar o atraso” dele. Foi aí que eu sugeri assistirmos uns pornôs e bater uma. Ele quase levantou e foi embora com a minha proposta, imagine se ele soubesse qual era a minha intenção por trás disso...

Ele relutou um pouco, mas concordou que eu colocasse uns vídeos, disse que só iria assistir, sem se tocar e que eu poderia ficar a vontade, pois a casa era minha. Era só o que eu precisava. Liguei a tv e abri a minha conta no xvideos. Fiz questão que ele visse os meus vídeos salvos, as minhas listas de reprodução e as minhas curtidas, repletas de conteúdo gay. Abri uma lista de vídeos bissexuais e escolhi um vídeo com uma mulher e dois caras, mas ele não sabia que um dos caras comia os dois. Antes que eu desse play ele comentou: “vc tem um gosto bem diferente pra pornô hein... conheço vc há tanto tempo e não imaginava que vc era safado a ponto de ter uma conta nesse site e ainda por cima com vídeos desse tipo”. Senti meu coração gelar nessa hora, mas precisava seguir com o plano que tinha acabado de bolar. Respondi meio sem jeito dizendo que era viciado nisso, mas que o sigilo tornava as coisas mais legais, já querendo que ele percebesse a minha intenção. Ele então perguntou: “sua namorada sabe disso?” E eu respondi: “saberia se ela fosse um homem, isso é um segredo entre brothers" (como ele mesmo gostava de nos chamar), mais uma vez querendo transparecer que queria algo mais íntimo entre a gente. Ele não disse mais nada. Eu dei play no vídeo e me sentei no sofá de frente ao que ele estava, ficamos de frente um pro outro, mas olhávamos ambos na direção da tv. Eu abri minha calça e enfiei a mão na minha cueca. Meu amigo me olhava de rabo de olho e imóvel. Quando o vídeo chegou na parte que os caras se beijavam e começaram a se chupar ele deu um grito e levantou dizendo: “tá de sacanagem! Tira essa porra daí, mano! Os caras tão se chupando, mano!” Eu comecei a rir e falei pra ele se acalmar, ele havia me deixado escolher o filme, garanti que ele ia gostar do final. Me olhando incrédulo ele se sentou. Eu resolvi ser mais ousado e tirei toda a minha roupa, peguei minha cueca e joguei em cima dele. Pra minha sorte, ele levou na brincadeira, pegou a cueca e esfregou dentro das calças, passando no pinto e no cú, depois jogou de volta em mim e falou: “toma sua cueca, seu otário!” Nem preciso dizer que fui a loucura, né?! Peguei a cueca e comecei a cheirar e punhetar na frente dele. Ele falou pra eu parar de brincadeira e que estava achando aquilo tudo muito estranho. Não dei ouvidos, falei que o cheiro da cueca estava delicioso, que o pau e o cú dele tinham um cheiro incrível de macho e eu estava muito louco naquilo. Bati punheta até gozar (o que aconteceu bem rápido, dado o tesão que estava sentindo) e quando gozei gemi falando o nome dele. Quando olhei pra ele, ele estava feito uma estátua sentado no sofá a minha frente, visivelmente assustado, mas percebi que o volume em sua calça estava maior, ou seja, o que eu fiz de alguma forma havia excitado ele. Não perdi tempo, levantei e fui na direção dele dizendo: “sua vez de gozar, mas eu quero te ajudar nisso” Quando cheguei perto, me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a abrir sua calça. Ele não sabia o que fazer, estava completamente sem jeito, só sabia repetir baixinho “mano, não faz isso, na moral”, mas não fez nada pra impedir que eu prosseguisse. Eu, obviamente ignorei seu pedido e abri sua calça, tirei para fora uma rola linda, morena, muito dura, curvada para cima, com uns 18 cm e incrivelmente lisa! Fiquei admirado que nem mesmo no sacão roxo dele ou abaixo do saco entre as pernas havia um pelo sequer. Parecia até que havia sido depilado a laser. Antes que ele falasse qualquer outra coisa, caí de boca e chupei como nunca havia chupado antes. Eu olhava pra ele, buscando seus olhos, mas ele estava com a cabeça jogada pra trás e esboçando gemidos ainda tímidos, enquanto seus braços musculosos buscavam no sofá um lugar pra se segurar. Perguntei se ele queria que eu parasse e ele me respondeu colocando as duas mãos na minha cabeça e me forçando a chupar a rola dele. Engasguei por algumas vezes escutando ele falar: "chupa seu viadinho, você não queria minha rola? Agora você tem a minha rola!" Escutar aquelas coisas me deixaram ainda mais louco. Sem pensar duas vezes levantei e sentei no pau dele. Entrou todo de uma vez, me rasgando. Eu gritei de dor, mas era uma delícia aquela sensação de sentar num macho que até então eu sabia que era hétero. Aquilo era tudo que eu queria e que eu tinha planejado para aquela noite. Ele ainda estava completamente vestido, apenas com o pau para fora e eu completamente pelado, me sentindo uma puta. Depois de algumas sentadas ele me pediu pra levantar. Achei que ele queria parar, mas ao ficar de pé ele tirou toda a roupa. Que corpo lindo! Quando eu vi aquilo voei pra cima dele e comecei a beijá-lo. Ele sentou no sofá e me puxou pra sentar nele de novo. Sentei de todas as formas que eu podia, mesmo com as pernas já fracas queria viver pra sempre cavalgando naquele macho gostoso. Segurava nos peitos musculosos dele com tanta força que ficaram marcados. Enquanto sentava nele virado de frente pra ele, comecei a me punhetar e gozei mais uma vez, deixando aquele peitoral másculo dele cheio de porra. Logo em seguida ele urrou anunciando que ia gozar, pedia pra eu parar pq ele queria segurar, mas aí é que eu rebolava naquele pau. Ele gritou mais uma vez que ia gozar e encher meu cú de leite e finalmente gozou. Foi tanta porra que escorreu pro sofá! Eu sentia a rola dele latejando e soltando cada um dos jatos quentes dentro do meu cú. Quando ele terminou de gozar ficamos imóveis de olhos fechados com a cabeça pra trás respirando muito ofegantes. Nos beijamos de uma forma deliciosa e eu ainda com o pau dele dentro de mim. Eu então levantei do cacete gostoso dele, que continuava duro e comecei a chupar deixando tudo limpinho. Fui até a cozinha, peguei outra cerveja e me sentei ao lado dele no sofá. Bebemos e começamos a conversar, sem roupa, suados e sujos de porra. A sala com as nossas roupas espalhadas, estava com um cheiro delicioso de sexo. Falamos muita putaria, ele me confidenciou fantasias, estava totalmente relaxado, mas ainda estava com medo de que alguém soubesse o que tinha acontecido. Eu tinha bem mais a perder do que ele se contasse o que rolou e acalmei-o dizendo isso. Naquela noite ainda demos mais uns amassos, trocamos carícias e eu chupei o pau dele entre uma cerveja e outra. Quando amanheceu ele tomou um banho e fui deixá-lo em um local mais acessível de ônibus. Ao descer do carro ele apertou minha coxa com força e disse "até a próxima". Eu nem consegui responder, ainda sem acreditar que minha fantasia tinha dado certo.


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Comentários


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paraty Comentou em 08/04/2026

Caralho, que tesão de contos gostoso! Acabei de ler e ainda tô de pau duro. É um conto real ou fictício? Se for real, vc ganhou um macho fico para o resto de dia vida.




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Ficha do conto

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marcospelegrini

Nome do conto:
O amigo hétero de academia

Codigo do conto:
258944

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/04/2026

Quant.de Votos:
6

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