No entanto, na semana passada, aconteceu algo que colocou-me num dilema e situação complicada, que talvez me force a abandonar toda essa vida e excluir esse perfil, para minha segurança e do meu segredo.
Estava no trabalho quando recebi uma mensagem no meu celular pessoal, de um desconhecido com a foto minha, quando estava chupando meu amigo pela primeira vez que fui surpreendido e iniciaram as chantagens. Permaneci tranquilo e respondi, pois achei que fosse meu amigo que quisesse retornar aos encontros, mesmo que não precisasse mais chantagear.
Então vem a resposta: "Safada! Aqui é o Pedro. O nosso amigo me passou seu contato e disse pra me obedecer. Aceitou te emprestar, pois sei que você posta as fodas de vocês"!
Voltou aquele sentimento de desespero do início dos encontros com meu amigo chantageador. Sentimento que acostumei, pois havia uma confiança surgida pelos encontros e experiencias vividas. Meu dia acabou! Desesperou tomou conta.
Seguiu fazendo exigências. Disse que me esperava na empresa dele nu horário impossível de ajeitar desculpa pra esposa e sair pra encontrar um cara. Me mantive calma e pensei nos problemas que acarretariam, caso cedesse ou não cedesse.
Então fiz o que nunca cogitei, liguei pro meu amigo chantageador. Pra minha surpresa atendeu e nem me deixou perguntar algo, respondeu de pronto que o cara era madeireiro e que precisou fazer varanda no seu sitio e que como eram amigos, tomaram uma após a entrega das toras e comentaram algo sobre travestis e de um jeito ele, o amigo madeireiro, viu coincidências na histórias com os relatos que ele lia nos sites de contos. Disse o amigo Pedro insistiu em saber a minha identidade, diante das recusas de revelação e dizendo que não dividiria com ninguém. Então, Pedro fez a proposta. Disse que não cobraria pelas madeiras, se deixasse ficar comigo por uma vez. Ele disse que aceitou como acordo de cavalheiros e mais como troca de favores. Ainda completou dizendo pra cumprir com o acordo, pois sabia quais as consequencias de estragar seu negócio.
Fiquei abismado e decepcionado. pois desligou telefone. Mas aceitei. Não rebelei antes e agora que não vou fazer isso.
Em casa a noite, disse que precisaria fazer uma pequena viagem, pois um cliente estava com problemas de saúde e estava em local mais remoto. Sem mais questionamentos, segui a noite em claro.
Levantei cedo e me tranquei no banheiro, algo que não faço. Por isso fiz minimo barulho pra não acorda-la. No banho, raspei a bunda e cuzinho, até meio das coxas, fiz a higienização, a barba e saí rápido. passei no trabalho e peguei os apetrechos da Letícia, pois não sabia se teria que improvisar como Priscilla.
Aguardei no carro, em frente ao endereço passado, eram 6 da manhã. Pra meu espanto, chegaram dois homens ao mesmo tempo e pararam em frente a loja. Pensei e ir embora, pois não me sujeitaria a uma suruba, apesar de ter vivido algo parecido n posto daquela vez. Mas aguardei com medo do que pudesse acontecer com meu segredo sendo revelado. Então aglomeram-se 6 homens em frente ao estabelecimento. Coração a mil, bunda contraindo e cuzinho piscando de medo.
Então eis que um homem de pele escura, troncudo, baixinho, calvo, barrigudo com uma penca de chaves na mão, chega e abre o portão para os outros entrarem, em seguida olha em volta, me vê no carro e como se adivinha, dá uma piscadinha e entra.
Meu rosto, parece que vai pegar fogo de tanta vergonha, mas pego a minha bolsa e entro. No escritório pergunto pra esse baixinho quem era Pedro e responde que era ele mesmo.
Me estende a mão em cumprimento perguntando meu nome. Não respondi, apenas disse que estava com pouco tempo. Então ele sorri sarcastico dizendo que não precisava dizer nome, pois me reconheceu quando me viu.
O desespero tomou conta. Observei que chegou uma moça, depois de desejá-la bom dia, ele exigiu que não fosse interrompido, pois estaria em reunião importantes e desgastante.
Fomos ao escritório, ele fecha as cortinas, tranca a porta e começa esvaziar a mesa, deixando sem nada em cima. Dirigiu-se a mim, pegou minha bolsa, abriu e mandou-me maquiar, colocar peruca e a sandália, apenas. Meu estomago, gelou quando ele tocou meu rosto, erguendo o braço, pois a altura dele dava no meu peito. Virei o rosto como que desaprovava a situação que estavam me fazendo passar e fui ao banheiro. Despi-me e preparei-me. Calcei os saltos e saí do banheiro, escondendo com as duas mãos o meu grelinho que já estava bem encolhido. Veio em minha direção com a calça já estufada, alisando meu corpo e beijando meu peito liso, segura minha bunda com as duas mãos, em seguida puxa minhas mãos para ver meu grelinho, debochando: "Isso é mesmo um grelo, tem nada de homem aí!"
Me puxa pela mão e me debruça sobre a mesa. Dá a volta e amarra minhas duas mãos. Minhas primeiras palavras são de espanto: "O que você está pretendendo fazer?" Ele segue calado. Tento me soltar, mas é em vão. Atrás de mim, ele abaixa e amarra meus pés, me deixando de braços e pernas abertas, a mercê daquele tarado. Ele sobe lambendo minha perna até chegar no meio da minha bunda e me invade com a língua, segurando cada nádega com muita força. Nunca senti minha bunda tão molhada de baba a escorrer. Já estava me entregando.
Ele vem até a minha frente e ri, da posição que estava, amarrada a mesa, sem reação. Tira o pau pra fora, sinto o cheiro bom de pau de macho muito molhado. Mas antes, abaixa e fala no meu ouvido: "Bati tanta punheta nesse escritório lendo seus relatos. Gozei muito por você cadela! Sempre te imaginei aqui desse jeito que está agora!". Então vejo um pau preto, entre pequeno e médio, grosso, envolto a muito cabelo que esfrega na minha boca e abro pra engolir. Coube certinho. Era tanta baba e engoli um pouco. Assim, estocava minha boca me chamando de cadela.
Entrei em extâse e gemia com aquele pau já suado pela manhã, com a barriga batendo no meu rosto e mão grossa alisando minhas costas.
Retira o pau da minha boca e o vejo a despir-se. Um macho parrudo, barriga e pau cabeludo duríssimo. Instintivamente, mesmo amarrada, me esforço pra empinar mais e me abrir pra ele. Percebendo isso, se posiciona atrás de mim e pincela o meio da minha bunda, arrancando muitos gemidos num lugar perigoso, mas sabendo que o barulho das máquinas me permitiam demonstrar meu deleite. Ele também sabia disso e desferiu vários tapas na minha bunda. Com tanta força que gritava, mas me contia sentindo prazer ao mesmo tempo. Continuava me chamando de cadela e não ligava quando dizia que estava custando caro pra ele. Até gostava. Então vem até a minha frente denovo e me beija. A essa altura, já nem sabia o que estava fazendo. Correspondi ao beijar, mas eis que enche minha boca com muita saliva e me manda cuspir no seu pau. Assim obedeci.
Então de olhos fechados e fora de mim, sinto aquele pau curto me invadir, entrando fácil, colando a barriga sobre minha bunda. As estocadas são fortes, com as mãos cravadas na minha cintura. O barulho invade o escritório. Meu quadril bate na mesa e mistura o prazer com dor, chegando ao ápice de qualquer submissa servindo ao seu macho. Então aquele macho baixinho num impulso sobre mim, segura em meu pescoço e em impulsos, crava seu pau em mim e jorra tudo que tinha pra mim, no fundo, bem fundo. Tanta loucura que não houve como exigir camisinha. O macho chucro desce de cima de mim, sinto meu cuzinho assoprar e escorrer o gozo quente. Pedro coloca a mão por baixo de mim, apalpa meu grelo e ri satisfeito, percebendo que mantinha-se encolhido e escondido.
O vejo se vestir. Pega um copo d´agua e me dá pra beber, em seguida sai da sala e tranca. Percebo máquinas desligarem e um certo silêncio, podendo ser intervalo de café ou algo assim.
Entra novamente, ele abaixa e beija meu rosto e lambe minha boca, com muito tesão e fissura, assim percebo que despertei algo nele com meus relatos e minhas aventuras. Ele me disse que teria que sair, mas que dispensou os funcionários, alegando que precisaria de tranquilidade e silencio pra continuar a reunião. Que voltaria logo pra continuar, pois eu custei muito caro pra uma gozada só e que nosso demonstrou-se ciumento, seguido gargalhadas.
Assim saiu e trancou-me naquela sala, amarrada, aberta, debruçada na mesa, peladinha só salto, maquiagem e peruca. Nunca pensei que poderia despertar tanto desejo em alguém desconhecido, apenas contando o que acontecia comigo.
Depois continuo, pois ficou grande este relato, sendo que exige detalhes para contar o que realmente senti.