Certas situações na vida acontecem de forma tão inesperadas e tão profunda, que quando tudo já aconteceu apenas percebemos que nossa realidade é algo totalmente distinto ao que estávamos acostumados. Foi assim que aconteceu comigo.
Me chamo Andrea, hoje tenho 42 anos e o que vou contar aconteceu há 2 anos atrás.
Eu trabalhava no setor jurídico de uma multinacional, tinha um alto cargo e ganhava super bem, mas tinha que trabalhar feito uma louca. Saia de casa todos os dias às 6am e não voltava para casa antes das 10pm. Tinha 1 filho que nessa época era adolescente, se chama Pedro. Nessa época ele tinha 18 anos.
Vivíamos somente eu e ele em casa e praticamente nunca conversávamos. Sempre que chegava em casa eu estava tão cansada e nos fins de semana tinha que fazer as tarefas domésticas. Éramos como dois estranhos.
Talvez pelo stress ou pela falta de um sono tranquilo ou pela sobrecarga de trabalho, tive um AVC e quase perdi minha vida. Fiquei internada no hospital por 4 dias, a única pessoa que esteve comigo todo o tempo foi meu filho. Nunca conheci meu pai e minha mãe já tinha falecido há alguns anos. Senti tão bonito quando abri meus olhos e vi meu filho ali sentado no sofá dormindo. Não sei explicar a gratidão que senti por vê-lo ali comigo. Quando ficamos entre a vida e a morte é que refletimos bem sobre como vivemos nossas vidas. Esse fato me fez dar um basta para a vida que tinha. Pedi um licença do meu trabalho e decidi que iria mudar minha vida.
Decidi viajar e convidei meu filho para que me acompanhasse, não queria estar sozinha, e ele aceitou – ele ficou assustado também com o que tinha acontecido.
Fomos para a um lugar no sul da Bahia, procurei um lugar mais afastado de tudo. A viajem foi longa. Desde Salvador tomamos outro voo até Porto Seguro, então aluguei um carro e foram mais 3 horas de viajem.
Durante a viajem eu e meu filho conversamos pouco, percebi que ele era tímido e muito inteligente, foi nesse momento que vi o quanto tinha me afastado dele. Queria recuperar o tempo perdido.
Quando chegamos ao nosso destino o lugar era perfeito. Ficava como uns 20 minutos de uma pequena cidade com não mais que 1000 habitantes. Era um sítio onde o proprietário construiu uns chalés. Foi uma recomendação de uma amiga que tinha passado as férias nesse lugar com seu marido.
Dos 4 chalés, dois estavam com problemas, o terceiro era muito pequeno, ficamos com o maior. Era uma casa simples, de 1 cômodo. Uma sala com uma pequena mesa com duas cadeiras, um balcão dava acesso a uma cozinha pequena, mas bem equipada. A cama ficava ao lado da sala com uma porta que dava acesso ao banheiro. A propaganda dizia duas camas, mas somente tinha 1 de casal, mas lugar era tão bonito que não me importei e dividir a cama com meu filho. Deixamos nossas coisas e fomos até a cidade comprar mantimentos, não tinha um supermercado, somente uma quitanda. Voltamos para o chalé no final da tarde. Vesti uma roupa confortável e me sentei na varanda com uma cerveja bem gelada em mãos. Se podia ouvir o som tranquilo das ondas do mar. Foi estranho ver meu filho tomando cerveja comigo. Tudo parecia tão diferente. Ele me contou coisas que fazia que eu nem imaginava que pudesse ter acontecido. Como disse ele era tímido, tinha poucos amigos e no fundo de sua voz se sentia uma solidão parecida ao que eu mesma sentia dentro de mim, mas que nunca tinha tido tempo para ter atenção a isso.
Dormimos cedo, estávamos tão cansados. Acordei com a luz do Sol no meu rosto. Me levantei e fiz u café, meu filho permaneceu deitado. Fiquei olhando como ele dormia. Assim que ele se levantou comemos um sanduiche e fomos à praia. Era uma enseada pequena, muito isolada, foi quando percebi onde realmente estava. Dei um mergulho e depois ficamos deitados sobre uma esteira na areia. O caseiro apareceu para perguntar se estávamos bem, conversamos um pouco e ele comentou de alguns lugares que poderíamos visitar. Um deles me chamou muito a atenção, era uma praia de nudismo. Ficava como uns 40 minutos de onde estávamos. Me animei para conhecer esse lugar.
Passamos o dia ali mesmo, almoçamos macarrão com atum e de noite um sanduiche de presunto e queijo. Dormimos super bem essa noite.
No dia seguinte perguntei para o Pedro se ele queria conhecer a praia de nudismo, ainda que meio contrariado ele aceitou.
Seguindo as instruções do caseiro pegamos a estrada por uns 30 minutos, depois uma estrada de terra por uns 10 minutos até que chegamos ao final e vimos uma placa:
“PRAIA NATURALISTA”
Descemos do carro, pegamos nossas coisas e seguimos a pé por uma trilha. Caminhamos por uns 20 minutos até que chegamos ao local. Logo no acesso para a praia tinha uma placa enorme dizendo:
“PRAIA NATURALISTA – A NUDEZ É OBRIGATÓRIA”
Em letras menores tinha uma lista de instruções estranhas que não me lembrar agora.
Ao lado desta placa tinha uma pequena cabana bem simples. Ficamos ali parados sem saber o que fazer.
De repente a porta da cabana se abriu e um casal com duas crianças saíram totalmente nus.
“É a primeira vez de vocês?”
Me perguntou de forma simpática a mulher do casal.
“Sim”
Respondi meio sem graça por vê-los pelados ali na minha frente. Ela riu e disse com seu sotaque baiano:
“A primeira vez é assim mesmo. Vocês podem tirar suas roupas ali na cabana, leve suas coisas com vocês.”
E sem dizer mais nenhuma palavra simplesmente foram em direção à praia. Eu e meu filho nos entreolhamos confusos. Não sei direito o que se passou pela minha cabeça quando decidi conhecer esse lugar, acho que pensei que seria divertido ver as pessoas peladas, mas tinha esquecido que eu mesma deveria também ficar sem roupa. Meu filho então sorriu e me chamou para irmos até a cabana. Já que tínhamos chegado ali ....
O lugar era feito de tiras de madeira com um telhado de palha, o chão era areia fofa. Tinha um pequeno balcão improvisado e um banco de dois lugares. Não tinha porta.
“Bem, então acho que devemos tirar nossas roupas” Disse dissimulando meu nervosismo por saber que meu filho iria me ver nua. Simplesmente não tinha pensado nisso.
Pus minha bolsa sobre o banco e tirei minha camiseta e a acomodei dentro da bolsa, depois desfiz o laço da parte de cima do meu biquini, me virei de costas para meu filho e com meus seios soltos no ar acomodei na minha bolsa, puxei minha bermuda para baixo e em seguida a tirei a parte de baixo do meu biquini. Acomodei tudo na bolsa e me virei de frente para meu filho. Ele estava nu, tinha posto sua bermuda e camiseta sobre o balcão enquanto usava suas mãos para esconder seu membro. Eu ri:
“Filho, não é para ter vergonha, tira a mão daí e me passa suas roupas”
Disse mostrando indiferença a sua nudez. Foi nesse momento que vi que ele estava com uma ereção indisfarçável. Por um segundo, como que hipnotizada, não pude evitar olhar diretamente para seu membro, logo em seguida disfarcei dissimulando naturalidade, como se nada estivesse acontecendo. Guardei suas roupas na bolsa e disse com um tom de indiferença.
“Você consegue levar a esteira e o isopor?”
“Claro que sim”
“Então pega e vamos para a praia”
Dei as costas para ele e saímos da cabana. Eu na frente e ele atrás de mim. Enquanto caminhávamos a imagem do membro ereto dele não saia da minha cabeça. Era visivelmente grosso e pelo generoso tamanho ele se erguia esticado para frente, era levemente torto para o lado esquerdo. A cabecinha lisa, vermelha e inchada parecia um cogumelo. Os poucos e escassos pelos deixava ainda mais visível sua forma e tamanho. Enquanto buscava um lugar para nos acomodar pensava comigo mesma:
“Se só estávamos eu e ele na cabana por que ele teve uma ereção naquele momento! Acaso ele ficou excitado por mim?”
Esses pensamentos me davam certos calafrios.
Finalmente encontramos um lugar na areia sob a sombra de uma árvore. Esticamos nossas esteiras ali e nos acomodamos. Quando meu filho se sentou ao meu lado vi que ele permanecia de pau duro.
“Filho, porque você não vai dar um mergulho para ver se você se acalma?”
Disse quase rindo da situação ridícula. Ele riu também, não dava para não falar do que estava acontecendo. Ele concordou e foi correndo até a água e deu um mergulho. Abri o isopor e peguei uma garrafa térmica com suco e me servi. Depois me deitei na esteira e procurei não pensar mais nisso. Como uma meia hora depois meu filho voltou:
“A água está deliciosa”
Se sentou ao meu lado e se serviu com um copo de suco.
“Se sente melhor?”
Ele riu e disse que estava tudo bem. Ficou em silêncio por um momento e depois disse todo envergonhado:
“Me desculpe aquela hora mãe, não pude evitar”
“Tudo bem, são coisas que acontecem”
Disse ainda deitada com um boné cobrindo meu rosto. Ao mesmo tempo sentia que algo estava acontecendo que eu mesma não sabia explicar. Tentando desviar o assunto, me sentei na esteira e comentei:
“Que lugar tão bonito, é tão calmo aqui”
Então meu filho se levantou:
“Onde você vai?”
Perguntei erguendo meu tom de voz
“Dar outro mergulho”
Disse disfarçando sua evidente ereção.
“Não é possível” Pensei comigo mesma.
Fiquei sentada na esteira observando ele nadar. Depois de uns 15 minutos ele voltou. Fiquei olhando como seu membro mole balançava de um lado para o outro enquanto caminhava.
Ele novamente se sentou ao meu lado, deu um suspiro e disse:
“Vai ser difícil, não consigo controlar”
Percebi que não adiantaria desviar o assunto e decidi conversar com ele sobre o que estava acontecendo.
“Não sei mãe, não consigo evitar”
“Mas não tem ninguém aqui para provocar você”
Ele me olhou constrangido e disse com voz suave e direta:
“Tem sim, tem você”
“Você está ficando assim por minha causa?”
Ele concordou movendo sua cabeça afirmativamente. Senti uma pontada no meu estômago, tinha sido minha culpa.
“E o que você quer fazer?”
Perguntei sem saber o que dizer.
“Nada ... deixa para lá” Disse suspirando novamente.
“Você quer que eu me vista?”
“A praia é de nudismo, se lembra”
“Quer ir embora então”?
“Não, na verdade estou adorando te ver assim como você está”
De novo senti uma pontada no meu estômago. Meu filho de 18 anos acaba de me dizer que gosta de me ver pelada. Não foi somente isso, porque ele já estava de pau duro de novo.
Ele já ia se levantar quando pedi que ficasse, peguei uma toalha e dei para ele se cobrir. Tinha quase ninguém mesmo.
Procurei reorganizar minhas ideias para poder compreender aquela situação. Decidi fazer uma abordagem mais direta com ele.
“Então você se excita ao me ver nua?”
“Sim mãe”
“Mas se sou sua mãe?”
Então ele respondeu quase como quem protesta:
“Olha seu corpo, suas coxas, sua bunda é linda, toda redondinha ... seus seios são perfeitos ... o que mais posso te dizer?”
Ao ouvir suas palavras me pus tão vermelha como um pimentão.
“Preciso beber algo”
Abri minha bolsa e peguei outra garrafa térmica onde tinha feito uma caipirinha. Servi um copo e dei para ele beber. Peguei outro copo e servi para mim. Bebericamos em silêncio quando percebi que a toalha sobre seu colo permanecia erguida.
“Está doendo?”
Perguntei buscando alguma forma de ajuda-lo.
“Só minhas bolas ... quando ficamos excitados e não ejaculamos as bolas começam a doer”
“Desde quando você sente isso por mim?”
Nesse momento parecia que sua voz travou na sua garganta.
“Preferiria não ter que responder sua pergunta”
“Ahh .. já que estamos aqui nessa situação ... foi na cabana?”
Ele suspirou e deu outro gole e não disse nada. Depois ele olhou para mim, vi como seus olhos percorrem meu corpo ardendo de desejo. Pôs o copo sobre o isopor e sem dizer nada se levantou e correu até a água.
Desse vez preferi ir com ele até a água, dei um mergulho e nadei na direção dele. Sentia pena dele, sentia culpa por ter provocado isso, não entendia de onde vinha esse desejo dele por mim. Com a água até os ombros me aproximei dele
“Estou preocupada com você”
“Está tudo bem mãe, é que não consigo evitar”
Me aproximei um pouco mais dele:
“Você deixa ver como está agora?”
Ele disse que “sim” como quem se rende.
Então por debaixo da água toquei seu membro com minhas duas mãos. Estava completamente duro. Pude sentir o volume e sua força incrível. Comecei a massageá-lo olhando diretamente nos seus olhos. Queria aliviá-lo de alguma maneira. Ele soltou um suspiro contido, abaixou sua cabeça e um gemido abafado pela contração dos seus lábios, em seguida senti um líquido quente saindo dele. Esperei que ele terminasse de gozar, mas não parava de sair. A cada esguicho via como seu corpo se torcia para frente enquanto seus lábios contraídos buscavam abafar seus gemidos. Finalmente ele ergueu sua cabeça e soltou um suspiro profundo. Queria soltar seu membro mas simplesmente não consegui. Ainda massageando seu membro perguntei para ele:
“Se sente melhor agora? Está mais aliviado?”
“Sim mãe ... obrigado pela ajuda”
Eu sorri para ele com tanto carinho .... finalmente soltei seu membro e fui nadar um pouco, precisava de um tempo só para mim. Não era para ser assim, o fato foi que eu tinha adorado sentir seu membro grosso e duro pulsar na minha mão quando ele ejaculou. Aquela sensação tinha me tirado do sério e agora era eu que me sentia contrariada, porque não fazia parte do meu plano ter me sentido tão excitada.
Quando voltamos para a esteira tudo entre eu e ele estava tão diferente. Tinha tocado ele, tinha feito meu filho gozar dentro da água. Isso era algo que uma mulher faz por um homem, não uma mãe pelo filho.
Nos sentamos e simplesmente pinto um clima super estranho entre eu e ele.
“Melhor a gente ir embora não acha?”
Perguntei já me levantando, somente pensava em me vestir novamente. Ele se levantou e começamos a recolher nossas coisas.
No caminho de regresso eu falava sem parar sobre qualquer coisa, me sentia nervosa porque estávamos indo para o chalé e dividiríamos a cama novamente, mas desta vez era diferente.
Chegamos ao chalé no meio da tarde, o sol ainda estava alto. Assim que entramos fui tomar uma ducha gelada, queria tirar a areia e acalmar minhas ideias.
Vesti uma saia e camiseta, não sei porque não quis colocar sutiã. Algo em mim tinha mudado.
Assim que sai do banheiro ele foi tomar uma ducha também. Fui até a cozinha desfazer o isopor e guardar as coisas, buscava algo para entreter meus pensamentos, mas o som do chuveiro me fazia lembrar que eu não estava sozinha.
Decidi preparar algo para comermos. Pus a panela com água no fogo e cozinhei macarrão, preparei uns ovos com presunto e queijo, fiz outro suco com uma melancia que tinha comprado no caminho.
Ainda estava cozinhando quando ouvi o som da água do chuveiro se silenciou. Fiquei nervosa. Logo em seguida meu filho apareceu na cozinha, vestia somente uma bermuda e camiseta regata.
“Que legal que está preparando algo, sinto fome”
Senti um alivio quando ouvi ele falar qualquer coisa. Pedi para ele colocar a mesa que estava quase pronto. Servi os pratos e nos sentamos para comer.
Novamente me senti nervosa, quando percebi os bicos dos meus seios estavam duros, tentei disfarçar curvando meu corpo para frente, mas meu filho já tinha percebido.
“Como você se sente mãe?”
“Que?”
Indaguei buscando mais tempo para saber o que ia responder para ele.
“Perguntei como você se sente? Você está estranha!”
Não podia mais segurar, aquela situação estava por explodir:
“Claro que estou estranha ... meu filho ficou de pau duro para mim e eu o masturbei dentro da água ... como você acha que estou me sentindo?”
Ele me olhou em silencio, e segurando uma risada disse num tom irônico:
“Mas você ....”
Olhei diretamente nos olhos dele como quem impõe uma advertência para o que vai dizer. Percebi que ele mudou suas palavras e disse:
“... se sente bem?”
“SIM”
Respondi desviando meu olhar e enchendo minha boca com outra garfada.
Novamente se fez um silencio incomodo, tínhamos que conversar sobre isso.
“Tá bom .... tenho que te dizer, sentia culpa por ter provocado você. Por isso te fiz aquele favor”
“Adorei o que você fez por mim”
“Que bom que você gostou”
Tudo ficaria por isso mesmo se não fosse o fato de eu estar tão excitada. Era um tesão que queimava meu corpo, os bicos dos meus seios começaram a doer, de tão duros que estavam já não podia disfarçar.
Percebendo que algo estava acontecendo, meu filho decidiu abrir o jogo comigo:
“É sério, gostei muito de sentir suas mãos me tocando ... somente queria saber o que você sentiu, não me diga que você se sentiu indiferente a isso.”
Terminei de comer, pus o garfo sobre o prato e limpei minha boca ainda cheia com a ultima garfada com um guardanapo. Pensei bem no que iria dizer.
“Claro que não me senti indiferente ... só que tudo isso mexeu muito comigo. É isso”
“Tá bom” Desta vez era ele quem se mostrava indiferente ao que estava acontecendo. Então ele se levantou para tirar os pratos quando vi sua bermuda totalmente erguida para frente.
“FILHO .... VOCÊ ESTÁ ....”
Me espantei ao ver que ele estava de pau duro de novo.
“Claro que estou assim, já te disse, não consigo controlar”
Fiquei quieta sem saber o que dizer. Ele terminou de tirar os pratos da mesa e começou a lavar a louça. De costas para mim ele mesmo continuou seu novo protesto:
“É como um impulso que não consigo controlar, fico pensando em coisas que não deveria pensar, como se meu corpo falasse um idioma que lhe é próprio. Uma necessidade de fazer coisas com você que nem me atrevo a dizer. É isso”
Percebi que a coisa era mais séria do que tinha pensado.
“E o que vamos fazer?”
“Deixa, depois que terminar aqui eu vou para o banheiro me aliviar”
“Você vai para o banheiro bater uma punheta?”
“Sim”
“Para mim?”
“Acho que sim .... e você, o que acha?”
Minha cabeça dava voltas e mais voltas, aquilo não podia estar acontecendo.
“Não ... você não precisa ir para o banheiro ... “
“Como assim?”
Disse colocando o ultimo prato enxaguado sobre uma toalha que estava estendida sobre a pia. Ele se virou de frente para mim e insistiu:
“Como assim mãe que não preciso ir ao banheiro?”
Nossa, me senti tão sem graça nesse momento. Disse isso de forma impulsiva, mas dado que eu era a causa do que ele sentia, me vi na obrigação de não deixá-lo resolver isso sozinho.
“Você pode fazer aqui mesmo”
“Na sua frente?”
“Sim”
Então ele simplesmente desabotoou sua bermuda tirando para fora seu membro duro. Sua bermuda escorregou pelas suas pernas até tocar o chão enquanto ele acariciava seu pau duro.
“Acho que não consigo mãe”
Pedi que ele se sentasse na sua cadeira e fiquei de pé encostada na pia.
“Tá bom, e se eu tirar minha roupa para você”
Ele arregalou os olhos ao me ver me despindo ali na frente dele. Fiquei nua de pé na sua frente
“Já vejo que você se sente mais a vontade agora”
Ele já estava movendo sua mão para cima e para baixo enquanto seus olhos permaneciam fixos no meu corpo. ]
Sempre fui magra, com coxas grossas e firmes. Meus seios são médios, como abacates maduros, com bicos grandes, centrados e rosados, meio deslocados para fora. Escassos pelos pubianos cobrem meu monte de vênus.
Fiquei ali parada de pé observando como meu filho se tocava olhando para mim. Aquela cena era irreal, nunca nenhum homem tinha se masturbado para mim na minha frente. Isso me fez sentir tão desejada, tão mulher, tão amada.
Senti um calor imenso subir pelo meu corpo, minha respiração ficou ofegante e uma sensação intensa me fez ficar toda molhada para ele.
Um urro grave dele ecoou pelas paredes do chalé e um esguicho enorme voou por cima da sua cabeça até respingar na parede atrás dele. Outro urro e outro esguicho tão forte quanto o primeiro. Ele fechou os olhos e moveu sua cabeça para trás, um gemido trêmulo e outro esguicho mais fraco respingou sobre seu peito e ventre. Depois disso gotas enormes escorriam entre seus dedos. Finalmente ele abriu novamente seus olhos e com a respiração ainda ofegante olhou novamente para meu corpo e depois para meus olhos.
“Isso foi intenso” Disse com palavras entrecortadas. Nesse momento eu já tinha uma de minhas mãos entre minhas pernas, enquanto meus dedos exploravam as regiões internas de meus grandes lábios encharcados. O orgasmo veio logo em seguida, de forma abrupta e sem aviso. Soltei um gemido agudo, senti meu ventre se contrair forçando meu corpo se curvar levemente para frente. Me apoiei sobre a mesa e o orgasmo se intensificou alcançando um nível fora do meu controle. Comecei a gemer enquanto minhas pernas tremiam e meu corpo se torcia todo. O orgasmo vinha em ondas e não parava sugando minhas energias. Finalmente senti como se voltasse para a terra, tirei minha mão e a usei para me apoiar melhor sobre a mesa enquanto me recuperava. Foi somente um momento, olhei para meu filho e ele olhou para mim. Eu estava ali nua com o corpo curvado apoiada sobre a mesa, foi como um chamado para ele. Pedro se levantou e se acomodou atrás de mim. Senti ele buscar uma forma para me penetrar, mas não conhecia o caminho. De minha parte sabia que aquilo já era inevitável. Eu mesma estendi meu braço entre minhas pernas, segurei seu pau, estava completamente duro, o acomodei em mim e disse para ele:
“Agora empurra para frente devagar”
Senti as mãos dele me segurarem pela minha cintura e me puxarem levemente para trás enquanto seu membro duro começou a deslizar lentamente para dentro de mim.
AFFF ... me arrependi ao instante, podia sentir seu pau tão duro, parecia uma lapa de madeira, lentamente foi deslizando para dentro me invadindo e abrindo espaços dentro de mim. Soltei um gemido grave e flexionei meus braços sobre a mesa apoiando meu corpo sobre meus cotovelos. Então suas mãos me seguraram forte pela cintura, ele aliviou a pressão e voltou a investir em mim. A cada metida ele ia mais fundo, aquilo parecia um trem rompendo barreiras, foi deslizando para dentro de mim sem nada que o impedisse. Então ele aliviou a pressão e voltou a investir, mas desta vez ele veio com toda força metendo seu pau até o saco arrancando de mim um urro grave dos meus pulmões que fez eco nas paredes da cozinha. Ele aliviou a pressão, então tentei erguer meu corpo para olhar para trás, mas ele voltou a meter com força enterrando tudo dentro de mim, me fazendo virar para frente soltando outro gemido forte. Então ele repetiu o mesmo movimento, tirava até quase sair e voltava a meter inteiro. A cada metida sentia ele ir tão fundo como se seu membro estivesse tocando meu estômago. Ele repetia esse movimento uma e outra vez aumentando o ritmo. Acho que comecei a gemer muito alto, ele de repente aliviou a pressão e parou de se mexer. Então ele se debruçou por cima de mim e perguntou com voz ofegante no meu ouvido:
“Mãe ... estou te machucando?”
“NÃO FILHO .... VOCÊ ESTÁ ME COMENDO”
Respondi com a voz entrecortada pela minha respiração ofegante. Então ele ergueu novamente seu corpo, me segurou forte na minha bunda e voltou a meter seu pau dentro de mim, mas dessa vez com mais força aumentando o ritmo das estocadas a cada metida. Minhas pernas ficaram moles e começaram a formigar, ele metia em mim como se o mundo fosse acabar naquele mesmo instante ... aquela sensação de formigamento aumentou subitamente de intensidade como se uma energia se acumulasse dentro de mim, de repente explodi num intenso orgasmo que fez meu corpo inteiro tremer ... Nesse momento ele soltou minha bunda e me segurou com força pelos meus ombros ao mesmo tempo que ouvi ele soltar um urro e grave e forte que ecoou nas paredes do chalé, então sem parar de meter em mim ouvi ele dizendo de forma ofegante alternando suas palavras com gemidos:
“MÃÃÃÃEEEE .... MÃÃÃÃEEEE ..... AHHHHH ..... ESTOU GOZANDO ..... ESTOU GOZANDO .... AHHHH ... ESTOU TE ENCHENDO PORRA .... CARALHO .... ARGHHH .... ESTOU GOZANDO ....
Sentia suas mãos me segurando tão forte pelos meus ombros, era como se ele quisesse se assegurar de que eu não sairia dali enquanto ele me enchia com seu sêmen – mesmo que quisesse não poderia, ele é mais forte que eu e mais alto. A cada ejaculada que despejava dentro de mim ele metia ainda com mais força e mais fundo e enquanto ele gozava não parava de meter em mim. A mesa rangia e se movia para frente e para trás a cada estocada que recebia dele. O excesso do seu sêmen começou a escorrer pelas partes internas da minha coxa de tanto que saia. Finalmente ele diminuiu a força das investidas, como quem se rende a algo desconhecido, senti ele relaxar a força com que me segurava pelos ombros e se curvou sobre mim apoiando seu corpo sobre minhas costas. O corpo inteiro dele tremia enquanto sentia sua respiração ofegante no meu pescoço e ouvido.
“Mãe ... você é muito gostosa .... não sabia que eu podia gozar tanto assim ... não quero sair de dentro de você”
Ele dizia isso ao mesmo tempo que sentia o pau dele se mexendo soltando pequenas metidas como reflexos do seu gozo. Achei que tinha terminado, mas lentamente ele começou a aumentar o ritmo e sem tirar de dentro seu pau começou a ficar duro de novo.
“Não é possível, ele apenas terminou e já está me comendo de novo” Pensei comigo mesma.
Então a mesa deu um estalo forte, parecia que ia se romper. Pelo susto ele ergueu seu corpo de imediato, mas não tirou de dentro de mim. Fiz um movimento para erguer meu corpo, mas ele me segurou me empurrando novamente contra a mesa. Então ele voltou a me segurar com força pela minha cintura e lentamente senti seu pau duro deslizando novamente dentro de mim. Rapidamente ele foi aumentando o ritmo das estocadas a cada metida, senti que ele se soltou mais e e parecia que metia muito mais a vontade.
“MÃE ... AINDA QUERO METER MUITO ... VOCÊ É MUITO GOSTOSA ... AHHHH ... QUE BUCETA GOSTOSA ..... QUERO METER MUITO NESSA BUCETA MÃE .....”
Jamais imaginei que algum dia ouviria meu filho dizer algo assim ... sentia meu corpo inteiro mole feito gelatina ...
“METE FILHO ... PODE METER O QUANTO QUISER ....”
Respondi com voz entrecortada. Ele devia ter me deixado tão aberta que seus movimentos já não encontravam nenhuma resistência, então ele começou a meter com a força e ritmo constante, a cada estocada que recebia dele comecei a ouvir aquele som: “POC ... POC ... POC ... POC”
“MÃÃÃÃEEEE .... AHHHHH .... MÃÃÃÃEEEE ... VOU GOZAR DE NOVO MÃE .... ARGHHHH .... MINHA PORRA É PARA VOCÊ MÃEEE .... AHHHHHH ...”
Dessa vez com uma de suas mãos ele me segurou pela nuca me empurrando contra a mesa e com a outra me segurou por trás puxando minha bunda para cima enquanto ele me enchia por dentro com seu gozo. De novo ele não parava de gozar. Recebi toda a força de suas investidas até ele se render pelo cansaço. Quando terminou ele soltou minha nuca e senti sua mão alisar minhas costas, lentamente ele se afastou um pouco e senti seu pau escorregar para fora de mim. Uma cascata de porra escorreu entre minhas pernas, parecia uma cachoeira, saiu muito. Fiquei ali debruçada sobre a mesa me recuperando um pouco.
“Mãe? Está tudo bem?”
Fiquei ali debruçada sobre a mesa, simplesmente não sentia forças para ficar de pé. Estendi meu braço pedindo para que ele me ajudasse a me erguer novamente. Ele pegou na minha mãe e finalmente pude ficar de pé. Sentia um pouco de tontura e a sensação foi como se tivesse retornado ao mundo material.
“Mãe, você está bem? Te machuquei?”
Ele então me ajudou a me apoiar sobre a pia da cozinha, abri a torneira e lavei meu rosto. Pedro estava preocupado comigo, insistiu em saber se eu estava bem, se tinha me machucado. Então já me sentindo melhor, me virei de frente para ele, soltei um sorriso cansado, acariciei seu rosto e de forma exausta respondi:
“Sim, um pouco, mas não se preocupe, faz parte!”
Passei minha mão pelo meu rosto acomodando meu cabelo para trás. Olhei para ele sem acreditar no que tínhamos feito juntos. Finalmente disse
“Acho que preciso de outro banho, olha como você me deixou”
E soltei uma risada relaxada enquanto olhava todo o sêmen que ainda escorria entre minhas pernas.
Já estava na porta do banheiro quando ouvi ele me perguntar:
“Deixa eu tomar banho com você?”
“Claro que pode, já estamos pelados mesmo!”
Entramos no chuveiro juntos, abri a chave no máximo e um esguicho de agua fria envolveu nossos corpos. Ele me abraçou por trás e ficamos ali parados deixando que a água escorresse.
Em seguida ele pegou um sabonete e começou a me ensaboar toda alisando todo meu corpo. Saímos da água, ele pegou o shampoo e começou a ensaboar meus cabelos enquanto sentia o corpo dele todo ensaboado roçando minhas costas naquele box apertado. Foi quando senti o pau dele começar a ficar duro novamente.
“Filho, não é possível, você está ficando de pau duro de novo?”
“Não consigo controlar mãe”
“Mas você acabou de me comer duas vezes sem tirar de dentro!!”
“Você deixa eu te comer de novo?”
Soltei uma gargalhada, simplesmente não podia acreditar na energia que ele tinha. Não respondi nada, se ele quisesse me comer teria que fazer do jeito dele.
Então ele começou a esfregar o corpo dele nas minhas costas enquanto seu pau já duro permanecia encaixado entre minhas nádegas. Ele começou a aumentar a intensidade dos seus movimentos, então de forma abrupta e inesperada seu pau atravessou meu anel ... PUTZ ... não estava preparada, senti uma dor forte, estou segura que vi estrelas:
“FILHO ... ESPERA ... AÍ NÃO!”
Ele não se moveu e manteve somente a cabecinha metida na minha bunda. Então insistiu comigo:
“Mãe ... está gostoso aqui .... deixa vai .... deixa eu meter aqui também ...”
Eu estava de costas para ele com seu pau cravado na minha bunda ... o box era pequeno e nós dois estávamos ali meio apertados. Pensei comigo mesma: “Já que começou que vá até o fim”
Então eu empurrei minha bunda para trás deixando que seu pau deslizasse um pouco mais para dentro de mim. Mesmo assim ele hesitou e se afastou um pouco deixando só a cabecinha metida na minha bunda. Percebi que ele ficou indeciso. Olhei para trás e disse para ele:
“VAI, O QUE ESTÁ ESPERANDO FILHO .... PODE METER”
Ele soltou um sorriso e envolveu meu corpo com seus braços: um pelo ventre e o outro pelo peito, segurando um dos meus seios com força. Então ele começou a empurrar seu pau duro ainda mais para dentro me abrindo toda para ele. Tentei relaxar meu esfíncter o mais que pude, não pude evitar que lágrimas escorressem dos meus olhos enquanto aquele pau grosso dele me abria inteira. Ele foi metendo, aliviando a pressão e metendo de novo, a cada investida ia mais para dentro de mim até sua pélvis se encaixou na minha bunda. Então ouvi ele me dizendo baixinho no ouvido:
“QUE BUNDA GOSTOSA MÃE ....”
Ele aliviou a pressão e voltou a meter seu pau em mim. O shampoo se encarregou de lubrificar bem meu anel facilitando a penetração. Ele me segurou forte com seus braços envolvidos ao redor do meu corpo e começou a meter feito um cachorrinho. Ele fazia diferente, eram investidas curtas e rápidas, em algum momento ele parou e começou a mover sua cintura para cima e para baixo, esfregando seu corpo em mim, depois voltava a meter dando estocadas com mais força. A cada metida ele empurrava meu corpo contra o azulejo frio da parede enquanto seus braços me seguravam com tanta força, como se ele não quisesse que eu saísse dali. Enquanto ele comia minha bunda, não parava de dizer no meu cangote:
“QUE BUNDA GOSTOSA MÃE ... TENHO QUE METER MUITO NESSA BUNDA .... TODA REDONDINHA .... QUE DELICIA DE CU MÃE ....”
Não parava de me dizer essas coisas. A sensação que sentia era como se ele fosse a qualquer momento me partir em duas partes.
Nunca tinha feito sexo anal antes, era minha primeira vez, a cada metida que recebia sentia como se o pau dele mexesse com todo meu intestino. De repente ele começou a meter como que de baixo para cima, com estocadas longas e constantes, não sei dizer como ele fazia isso. Logo em seguida ele me segurou com força novamente e voltou a dar estocadas curtas e rápidas. Já estava me acostumando com todo aquele volume de carne metido na minha bunda quando comecei a sentir um formigamento subir pelas minhas pernas, não podia acreditar que era o aviso de que um orgasmo se aproximava. Enquanto isso meu filho não parava de meter, no mesmo ritmo da mesma forma. Então um orgasmo anal fez todo meu corpo tremer e se contrair para frente. Minhas pernas perderam a força e comecei a ceder com a gravidade. Então meu filho me puxou para cima me mantendo de pé enquanto continuava a meter na minha bunda. Logo em seguida ele soltou um urro forte bem no meu ouvido direito que quase me deixou surda e seu corpo inteiro começou a tremer.
“MÃE .... MÃE .... MÃE ... AHHHHHH .... AHHHHHH .... “
Desa vez ele diminuiu a força de suas investidas e relaxou seus braços dando-me mais espaço enquanto seu pau duro permanecia metido na minha bunda despejando todo seu sêmen dentro de mim. De novo ele não parava de gozar: “De onde sai tanta porra?” Pensei comigo mesma.
Depois que ele terminou de gozar ficamos na mesma posição, enquanto seu pau foi escorregando lentamente para fora. Depois que saiu fiquei de costas para ele apoiada na parede por um momento. Sentia meu corpo todo tremendo como se estivesse com frio.
“Mãe ... está tudo bem?”
Soltei uma gargalhada, me virei de frente para ele e nos abraçamos.
“Sim filho, é que não estou acostumada que alguém faça em mim na minha bunda”
Ficamos abraçados por um bom momento. Depois terminamos de tomar banho, fomos para o quarto, eu vesti um pijama leve, liguei o ventilador de teto e me deitei na cama, me sentia tão esgotada, apaguei num sono profundo.
No dia seguinte acordei novamente com o Sol no meu rosto. Estiquei meus braços despreguiçando-me e vi que a cama estava vazia. Então vi que meu filho estava na cozinha preparando um café. Fiquei olhando para ele pensando como seria minha relação com meu filho a partir de agora. Já tinha feito sexo com outros homens, é claro, mas nunca ninguém tinha me comido dessa maneira. Era para eu ser a mãe dele, mas da maneira que ele me possuiu na noite anterior, era impossível que nossa relação ficasse como era antes.
“Bom dia mãe”
“Bom dia piruzinho”
A palavra escapou da minha boca. Ele riu e perguntou se queria café. Me serviu uma xícara na cama.
“Sério, piruzinho?”
Eu ri e disse:
“Falei sem pensar, mas no seu caso acho que você está mais para piruzão”
Rimos juntos. Vi que ele tinha tomado banho, seu corpo estava fresco. Então ele começou a me olhar com aquele olhar de novo.
“Você quer mais né?”
“Mais? Eu?”
Eu ri
“Agora que você provou da minha frutinha, você vai querer me comer sempre”
“Sim, olha como estou”
“Tá bom. Só vou te pedir uma coisa, pode ser?”
“Claro”
“Deixa dessa vez eu ir por cima, é que ontem você me deixou meio dolorida”
“Como quiser mãe”
Então ele se levantou da cama e tirou seu short na minha frente, somente vi seu piruzão duro saltando e balançando no ar.
“Espera um pouco, deixa eu tomar um café, pode ser?”
Ele tirou a camiseta e se deitou na cama ao meu lado. “Não é possível isso” pensei comigo mesma enquanto tomava café e via o pau dele duro pulsando totalmente erguido sobre seu abdômen, como se estivesse me esperando a vez dele gozar novamente dento de mim.
Apenas terminei de tomar meu café e ele já veio para cima de mim puxando o short do meu pijama para baixo. Tirei a camiseta ficando nua para ele e me acomodei por cima me sentando sobre suas coxas. Segurei seu pau na minha mão, foi a primeira vez que pude ver com atenção o tamanho do seu membro.
“Que pintão você tem filho”
Estava tão duro, pulsava na minha mão e era grosso. Me veio à mente como imagens estroboscópicas todas as coisas que tínhamos feito na noite anterior. Senti um tesão tão forte, naquele momento ele já não era meu filho, era o homem que ia me comer. Olhei para ele e sorri, então ergui meu corpo e me acomodei por cima dele e deixei que seu pau fosse deslizando lentamente para dentro de mim novamente.
Nem preciso dizer que os 4 dias restantes que ficamos no chalé passamos fazendo sexo. Nunca levei tanta piroca na minha vida. Ele gozava e logo em seguida já queria de novo. Sinceramente houve momentos que achei que não ia dar conta dele. Seu ímpeto era tão intenso que simplesmente não tinha tempo para as preliminares. Fiz sexo oral para ele somente no terceiro, o pau dele mal cabia na minha boca. Ele adorou a novidade e retribuiu o favor fazendo sexo oral em mim. Ele também comeu minha bunda mais de uma vez, aconteceu sempre quando tomávamos banho juntos, ele dizia que ver meu corpo ensaboado dava vontade de comer meu cu.
Tudo aconteceu de forma tão inesperada que foi por pura sorte que não fiquei grávida do meu filho.
Voltamos para São Paulo me sentindo toda inchada e dolorida. Dois dias depois do nosso regresso pedi demissão do meu emprego e abri um escritório de consultoria jurídica para empresas. Eu e meu filho passamos a compartilhar a cama tal como um casal faria. Hoje ele está com 20 anos e continua muito ativo comigo, fazemos sexo todas as noites e as vezes também acontece durante o dia. Ele continua comendo minha bunda também, sempre acontece no chuveiro: quando ele entra no box comigo ou quando ele pede para tomar banho comigo eu já sei o que ele quer de mim.
Sei que algum dia ficarei velha e ele já não vai mais me querer como mulher. Aceito isso, incluso agora ele tem uma namorada e os dois transam no quarto dele. Posso ouvir os gemidos dela enquanto estou trabalhando no meu escritório que montei num quarto da casa. Sinto um ciúme horrível, mas me contenho. Sua namorada não tem ideia do que acontece quando ela não está em casa.