Podem me chamar de Nando, tenho 1.70, 78kg, branco, cabelo castanho, rabão grande, brancão, macio, aquele tipo de rabão de puta que os caras piram. Desde criança sempre tive o quadril um pouco mais largo, o que sempre favoreceu a minha bunda.
Vou começar a minha saga de contos dizendo como fui iniciado pelo meu primo o Tom, moreninho, 1.72, 72kg, corpinho de atleta, safado.
Tom foi criado comigo desde mlk. Sempre viajávamos e dormíamos na casa um do outro.
Minha família e a família de Tom viajaram para o interior mas como de costume eu e ele ficamos no mesmo quarto. Molecada vocês sabem como são né? Sempre com o tesão nas alturas.
Sábado a tarde depois de tanto a gente brincar na piscina fomos para o chuveiro tomar um banho, até então sempre de cueca e sem nenhuma maldade. Mas tudo mudou naquele dia. Pela primeira vez, Tom tirou sua cueca e eu pude contemplar o volume da sua pica, que mesmo mole parecia que estava meia bomba. Senti um calafrio, nunca tinha sentido aquilo na minha vida. Não conseguia disfarçar e acho que o primão percebeu as minhas olhadas, só que o mlk era tão safado que começou a bater uma de baixo do chuveiro.
Nando: E ai primo, qual foi?
Tom: Qual é, somos primos, nada demais, só uma punheta de leve.
Como eu já estava com a pica dura de ver a pica dele, aproveitei a deixa e comecei a bater uma com ele, tudo que eu queria era ajoelhar e sentir o gosto daquela rola.
Tom: Caralho primo, que tesao que eu to, na maior vontade de gozar numa boquinha, faz tempo que eu não dou de mamar.
Nando: to ligado primo, to com tanto tesão também que to quase gozando aqui.
Tom: Bora gozar junto então, puto.
Nessa hora, Tom gozou em cima da minha pica e eu gozei com a porra dele no meu pau, foi a coisa mais gostosa que vivi até ali.
Quando chegou a noite fomos para o quarto e como sempre Tom tinha a mania de dormir de cueca e claramente com aquele volume de pica de sacão marcando. Não conseguia mais prestar atenção em outra coisa a não ser o volume do meu primo.
Tom: E aí primo, tesão não passou acredita? Bora bater mais uma, chega pra lá.
Tom deitou do meu lado e colocou a pica pra fora, uma pica morena, uns 18cm, lisinha, com aquele sacão de encher a boca de água.
Resolvi colocar a pica pra fora e bater uma junto. Enquanto eu batia eu olhava pra pica do meu primo e desejando mamar ela. Acho que ele percebeu e soltou:
Tom: Ai primo, aquela hora no banho não pude deixar de reparar que você tem um rabão né? Slk
Nando: Qual foi primo, agora tá olhando pra minha bunda?
Tom: Pô primo, com um rabão de puta não tem como deixar de olhar, olha como eu fico só de pensar nela. Nessa hora, Tom mostra a pica toda babada.
Nando: Ih, primo. Cê tá me tirando
Tom: To nada. Eu percebi você olhando pra minha pica e ver você gozar com minha porra melando sua pica foi gostoso pra caralho. Tenta bater uma com a baba do meu pau.
Nessa hora tom esfregou a cabeça da rola dele na minha e meu pau ficou todo babado. Que tesão.
Começamos a aumentar o ritmo da punheta, e no auge do tesão Tom puxa minha cabeça pro pau dele. Comecei a mamar e Tom gemia;
Tom: isso, mama teu primo, mama esse cacete moreno, sei que é isso que você queria. Que boca macia.
Nessa hora me transformei e mamava com tanta vontade, engolindo a pica toda e até as bolas.
Tom: Caraalho, que mamada surreal mlk. Melhor que das meninas que como por aí. Assim vou leitar sua boca mano.
Ao ouvir isso engoli a pica até a garganta e senti ela pulsar leite enquanto Tom gemia.
Tom: Porra primo, eu to leitando tua garganta, caralho, engole tudinho, vai minha putinha, ordenha seu primo.
Nessa hora Tom esfregou o dedinho na entradinha do meu cuzinho e eu gozei gostoso.
Tom; Bora dormir que amanhã tem mais piscina.
Nos limpamos e cada um dormiu na sua cama.
(Isso foi o começo de muita aventura.)