Quando o desejo acontece sem pedir permissão!

Meu nome é Angélica, 37 anos, magra, 1,72, quadril largo, cintura fina, pele clara, cabelos castanhos, seios médios. Meu marido tem 47 anos, alto, forte e viril. A história que vou relatar eu não planejei, não quis, mas foi assim que aconteceu. Me casei com o Ricardo há 5 anos, ele sempre foi um ótimo marido, bonito, gostoso, provedor. Nunca o traí e sempre estive satisfeita com meu casamento. Ele tem um filho do primeiro casamento, Bruno, um garoto que conheço desde pirralho. Nunca me interessei por homens mais jovens. Na verdade nunca olhei pra ele como homem. Meu marido é carinhoso no sexo, mas as vezes sabe como é. Acontece de chegar cansado do trabalho, já bebeu umas e não é tão atencioso assim. Nesta sexta ele chegou em casa por volta das dez da noite, eu já estava com sono, mas não sou de negar fogo para meu marido porque não sou boba. Nesse dia ele chegou, eu já estava na cama, ele deitou de conchinha e foi mordendo minha orelha, beijando meu pescoço, já foi tirando minha calcinha e enfiando em mim, sem nem um beijo nem nada. O pau entrou agarrando e me machucando, até pedi pra ele parar mas ele continuou socando forte arrancando meus gemidos de dor. À medida que ele metia fui ficando molhada e parou de doer, mas no começo entrou rasgando mesmo, quem é mulher sabe o que estou dizendo. Ele não demorou nada para gozar, logo senti o jato de porra dele dentro de mim. Eu estava cansada e chateada com ele, não dei uma palavra. Do jeito que estava fiquei e adormeci. No dia seguinte acordei com a camisola levantada, sem calcinha e com a porta do quarto aberta. Achei estranho, aqui as portas dos quartos sempre ficam fechadas. A nossa e do meu enteado também. Com certeza meu marido não fechou quando entrou e acabou ficando aberta. Não me preocupei com isso. Meu enteado é muito respeitador, nunca tinha visto ele olhar pra mim de forma maliciosa. Meu marido é desses pais rígidos, que dá bronca e surra no filho se for preciso. Agora ele já tá grandinho pra apanhar, mas presenciei muitas surras. Nesse dia o Bruno veio tomar café logo cedo com o pai. Ele não é muito de acordar cedo, principalmente no sábado. Ele fica aqui em casa apenas em finais de semana alternados. Ele nem precisava mais seguir com essa rotina, mas tem o quarto dele e gosta de estar com o pai. Meu marido tomou café, me deu um beijo e foi trabalhar. Curiosamente o Bruno continuou na cozinha conversando comigo. Ele sempre foi educado, mas nunca me deu atenção, nunca conversou comigo mais que o necessário. Comportamento padrão dos adolescentes eu diria. Eu estava de camisola ainda. Nada que mostrasse demais o meu corpo. Já tinha colocado a calcinha. Percebi que ele estava sem graça, não me olhava nos olhos. Notei que ele estava reparando meu corpo. Ele nunca tinha olhado pra mim assim. Fiquei constrangida e me perguntando se minha camisola estava muito indecente, entretanto fiquei na dúvida se realmente era isso. Aquilo despertou uma curiosidade em mim, dei uma reparada nele também. O menino já tem mais de 1,80, magro, forte e com cara de garoto. Realmente não é meu tipo, mas é inegável que o moleque tem um belo corpo. Fui para o quarto me trocar e sem refletir bem tive vontade de ter certeza se ele olhava pra mim como eu suspeitava. Coloquei uma camiseta de alcinha sem sutiã e um short pequeno de lycra. Fui para a arrumação semanal da casa. rapidinho tive certeza que algo estava diferente. Ele sempre ficava no quarto com a porta fechada o dia inteiro, mas hoje estava perambulando pela casa. Sentou na sala e ficou mexendo no celular, acho até que tirou uma foto minha despistado. Ele não tirava os olhos de mim. Realmente ele estava me olhando com maldade. Não me importei, finge que não notei e continuei meus afazeres. Meu marido chegou para almoçar e após o almoço eles foram assistir a um jogo de futebol. chegaram por volta das 19 horas. Meu marido bêbado e o Bruno animado. Rapidinho meu marido apagou no sofá. Fiquei conversando com o Bruno na cozinha, eu ainda estava com a mesma roupa. Perguntei sobre o jogo e ele falou que estava triste que o time dele havia perdido. Ele me pediu um abraço. Ele me abraçou forte apertou o meu corpo contra o dele, senti que ele tocou o meu bumbum. Também senti o corpo forte, musculoso, duro. Não imaginava que ele tivesse um corpo assim. Percebi que ele estava excitado. Continuamos a conversar, ele disse que eu era muito bonita. Eu falei para ele que sou velha e que ele que está na flor da idade. Ele falou que não que eu sou muito bonita, que as meninas do colégio dele nenhuma é tão bonita quanto eu. Senti um arrepio percorrer meu corpo. Ele então pegou minha mão e olhando nos meus olhos disse que não concordava com a maneira que o pai dele me tratava. Disse que uma mulher tão bonita e meiga como eu merecia ser tratada com carinho e mais respeito. Eu disse não entender do que ele estava falando. Ele então contou que viu o pai dele me comendo na noite anterior. Que o pai tinha sido um idiota, bruto, praticamente me comendo a foçar e que nunca faria isso comigo ou com qualquer outra mulher. Perguntei o que exatamente ele tinha visto. ele contou que escutou um gemido meu e como estava acordado foi verificar. E que viu ele me colocar de 4 e me comer mesmo eu pedindo ele para parar. Fiquei muito envergonhada com a coragem dele de falar tudo aquilo olhando nos meus olhos. Perguntei o que mais ele tinha visto e ele disse que me viu seminua pela manhã, com a camisola levantada. Fiquei vermelha de vergonha, meu coração disparou, olhei para baixo e vi que ele estava de pau duro. Não sei porque eu o abracei forte e comecei a chorar. Senti o pau dele duro dentro do short apertado contra o meu corpo. Senti a respiração dele no meu pescoço. E senti que estava muito excitada. Se ele me beijasse e tirasse a minha roupa eu não seria capaz de resistir, ele me comeria ali mesmo, mas ele apenas pegou em minhas mãos e disse que eu poderia contar com ele para qualquer coisa. Eu apenas disse que o pai dele é um bom homem e que não se preocupasse comigo. Entrei no meu quarto, tirei toda minha roupa e ainda incrédula me toquei para ter certeza do que estava sentindo. Sim, eu estava completamente molhada. Molhada como não ficava há muitos anos. Fui tomada por sentimentos contraditórios. Como pude ficar excitada por aquele garoto? Ao mesmo tempo senti uma força brotar dentro de mim, uma sensação de estar viva. Recobrada minhas faculdades vi a loucura que passara na minha cabeça. Eu jamais faria uma coisa dessas. Podia não fazer, mas eu podia imaginar. Fui tomar banho e coloquei um vestidinho curto que tenho. O garoto nem quis sair de casa neste sábado. Ele não tirava os olhos do meu corpo. Meu marido também acordou para a vida e percebeu o meu fogo. Ele me pegou pelo braço e falou no meu ouvido que achou que eu estava com raiva, mas que pelo visto eu queria mais. Falei que estava sim com raiva e que hoje ele teria que se redimir e fazer valer a pena. Mais tarde, o clima esquentou no nosso quarto, fiz questão de deixar a porta aberta e a luz acesa, meu marido nem percebe essas coisas, sou sempre eu que fecho a porta. Começamos os beijos, eu estava de baby doll, ele tirou a roupa e me colocou de quatro chupando o pau dele. Quando ele estava quase gozando na minha boca parei e perguntei se ele ia me comer direito ou se ia ser como ontem. Nesse momento vi uma sombra no corredor do quarto. Ele estava nos observando. Fiquei muito excitada. Empinei ainda mais a bunda enquanto mamava meu marido. Meu marido me chamou de vagabunda e disse que ia me rachar gostoso, me jogou na cama, tirou minha calcinha, abriu minhas pernas e me penetrou bem gostoso. Cada enfiada me arrancava um gemido. Pela sombra vi que ele estava se masturbando. Dá para meu marido com ele ali tão perto me deixava cada vez com mais tesão. Vi que ele parou de se masturbar e lentamente começou a aparecer na porta do quarto, primeiro só com um olho, depois foi se mostrando totalmente pra mim, ele estava completamente nu, um pau duro grande. Ele olhava em meus olhos e eu gemia cada vez mais na vara do pai dele, coloquei o seio pra fora do baby doll, ele fechou os olhos, mordeu os lábios e eu gozei imediatamente, ele balançou a cabeça e saiu silenciosamente, meu marido também gozou. Depois desse dia tudo mudou. Eu nunca tinha traído o meu marido e não ia começar a fazer isso com o próprio filho dele, entretanto, a conexão entre nós já havia sido criada eu querendo ou não. No domingo de manhã levantei para tomar água e ir ao banheiro bem cedinho. Ao passar pelo quarto dele, vi a porta aberta e tive a curiosidade de olhar. Lá estava ele dormindo, totalmente nu, corpo lindo, sarado, um pauzão meio duro enorme, se não fosse pelo rosto seria perfeito, um Deus grego. Ele nunca tinha feito aquilo, com certeza era para me provocar. Eu estava de babydoll e robe. Comecei a fazer o café. Ele rapidamente se levantou e veio até a cozinha. Ele estava usando apenas um short. Me deu bom dia e continuei com a preparação do café. Ele então abriu os braços e me pediu um abraço, eu meio sem graça de negar o abracei. Ele então apertou o corpo contra o meu e pegou na minha bunda. Eu imediatamente me desvencilhei e disse que ele estava ficando louco. Ele disse que sempre foi louco por mim, que sempre me desejou, que eu fui a primeira mulher que chamou sua atenção como homem. Dava pra ver sua ereção. Eu disse que ele não sabia o que estava falando e que deveria arrumar uma namorada. Meu marido se levantou e ele imediatamente voltou para o quarto. Eu sabia que aquilo era muito errado, meu coração estava completamente disparado. Eu estava arrepiada, meus mamilos intumescidos, minha calcinha molhada, mas eu jamais ficaria com ele por mais que o meu corpo quisesse. Continuei com meus afazeres, com a cabeça nas nuvens, por mais que eu tivesse certeza que isso seria uma loucura, fantasiar me deixava extremamente viva e excitada. Meu marido saiu para fazer compras e rapidinho ele voltou para a cozinha. Eu estava lavando os copos quando ele me abraçou por trás, beijou meu pescoço e tocou meus seios. Eu mandava ele parar, mas ele continuava a esfregar o pau duro na minha bumba e a passar a mão pelo meu corpo. chegou a colocar uma mão dentro do babydoll tocando meu seio. Me virei e mandei ele sumir dali pois aquilo era um absurdo e eu contaria tudo para o pai dele. Disse isso com um seio à mostra e encostada na pia, perguntei se ele seria louco de fazer qualquer coisa comigo contra minha vontade. Ele disse que era louco comigo, que queria me beijar todinha, me chupar, me comer, mas que jamais forçaria nada. Disse que é difícil se controlar ao meu ver, mas que jamais me machucaria ou me faria mal. Me recompus e voltei a lavar a louça. Ele disse que nunca tinha sentido aquilo na vida, me pediu para me ver apenas com o babydoll. Eu falei que não. Ele insistiu, pediu por favor, que não aguentava mais apenas me imaginar que queria me ver. Eu perguntei se seria só isso e se ele me deixaria em paz. Ele disse que sim. Eu então, não sei porque deixei o robe cair e fiquei apenas de babydoll, curtinho, mostrando meu corpo. Ele é muito curto e deixa aparecer a polpa do meu bumbum. Fiquei imaginando ele olhar para o meu corpo, ele tocou a minha bunda e fui firme e mandei que ele não me tocasse, era só pra ver. Mesmo de costas vi quando ele tirou o pau pra fora e começou a se masturbar. Meu corpo ardia. Ele se aproximou mas não me tocou. Senti os jatos de porra na minha bunda, e coxas. Me arrepiei toda, minha bocetinha piscava de vontade de ser penetrada. Ele foi para o quarto, peguei meu robe e fui para o meu. Passei a mão na minha bunda e senti o esperma dele. Passei a mão na minha calcinha e estava completamente ensopada, não sei se do meu prazer ou do dele. Me toquei pensando nele me comendo ali na cozinha e senti um orgasmo forte, avassalador. Fui tomar banho e não saí do quarto até meu marido chegar. Durante o restante do fim de semana não saí de perto do meu marido. Morria de medo dele perceber alguma coisa. Meu enteado voltou para a casa dele e tudo voltou ao normal. Pelo menos era isso que eu imaginava. Eu pensava muito no rapaz, mas sabia que aquilo não podia passar de uma fantasia e que até já tinha ido longe demais. Ele não me mandou nenhuma mensagem, não me ligou, não nos vimos naqueles quinze dias. Sonhei com ele várias noites. À medida que o fim de semana se aproximava eu ficava cada vez mais nervosa e excitada.Transava pensando nele. Quando finalmente chegou a sexta-feira eu era apenas fogo. Minha intenção era apenas brincar com a situação. Quando meu marido saiu e ficamos sozinhos coloquei uma calça de lycra rosa claro sem calcinha, marcando bem minha rachinha e um top de ginástica. Eu sabia que ele ia ficar doido comigo. Fui fazer a arrumação da casa. Ele não tirava os olhos de mim. Ficava de quatro limpando as coisas no chão com a bunda empinada, desfilava pela casa. Quando fui para a cozinha lavar a louça ele começou a passar e esbarrar na minha bunda. Fingi não notar. Depois ele ficou atrás de mim e passou a mão no meu bubum. Eu falei que ele estava louco de fazer aquilo e mandei ele sumir dali. Ele saiu, mas não demorou muito voltou, me agarrou por trás, me deu um beijo no pescoço, na orelha e tocou minha bocetinha. Eu mandei ele parar, mas dessa vez ele continuou. Ele pressionou meu corpo contra a bancada de forma que não consegui sair. Mandava ele parar, mas ele apenas falava no meu ouvido o quanto sou gostosa e o quanto ele queria me comer. Ele tocava meus seios e todo meu corpo, tocava minha bocetinha por cima da calça de lycra, senti quando ele tirou o pau e roçou na minha bunda, a respiração dele era ofegante, eu já não falava mais nada, apenas apenas balbuciava sílabas indecifráveis, ele abaixou minha calça até os joelhos, passou o dedo na minha xoxota e falou que eu estava muito molhada prontinha pra ele, colocou meus seios pra fora do top, colocou meu rosto contra a pedra fria da pia. Senti o pau dele lentamente entrar em mim, era quente, grosso e muito duro. Entrou me arrancando gemidos. Aquele pauzão estava me arreganhando todinha. Ele me segurou pelos quadris e começou a meter forte. Eu me sentia safada, poderosa, gostosa, estava no auge da excitação, senti que ele ia gozar dentro de mim, senti ele gozando e minhas pernas começaram a tremer, meu ventre se contraiu, senti minha boceta piscar com aquele pau grosso dentro dela. Gozei muito forte. Ele saiu e me deixou ali em pé. Com a calça na altura do joelho, ainda tremendo, gozada e confusa.
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Comentários


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glarius Comentou em 13/04/2026

Trai mais o seu marido fofa. Que gostoso

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glarius Comentou em 13/04/2026

O dia que beijei a menina do serviço, a gente foi pra escadaria dos fundos da empresa. Ela me contou que traía o namorado dela. Foi muito gostoso, pena que não transamos. Hoje em dia só penso em encontrar uma mulher casada pra botar um chifre no corno sentando na minha jumenta.

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glarius Comentou em 13/04/2026

Eu tenho 21, adoro histórias de traições. Até hoje não tive a oportunidade de comer uma mulher adúltera a fim de botar chifre no corno. Até hoje só beijei uma menina que tinha namorado, mas meu desejo mesmo é comer uma mulher mais velha, casada safada. Adoro ver esses relatos de esposa infiel




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238563 - Esquentei a janta para meu marido - Categoria: Traição/Corno - Votos: 60

Ficha do conto

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Nome do conto:
Quando o desejo acontece sem pedir permissão!

Codigo do conto:
259310

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/04/2026

Quant.de Votos:
12

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