Mamãe se limitou a balançar a cabeça afirmativamente, sem tirar o pau da boca, e seguiu firme no boquete. Eu via sua boca se esticando ao redor do pirocão grosso, a saliva escorrendo pelo queixo em fios brilhantes e viscosos, o rosto dela corado e concentrado, os olhos semicerrados em êxtase. Logo em seguida ela se levantou e tirou o vestido, ficando nua exceto pela rasteirinha, a pele brilhando de suor sob o sol manchado como se estivesse untada em óleo reluzente, as curvas do corpo – coxas grossas e firmes como pilares de carne, bunda empinada e redonda como uma fruta madura, peitos fartos balançando levemente com peso – se destacando na luz filtrada, cada músculo se contraindo visivelmente com a tensão erótica. Obviamente ela não tinha mais o mesmo tônus muscular de 12 anos atrás, mas sua forma continuava invejável.
Ele a colocou contra uma árvore baixa, a casca áspera arranhava suas costas, abriu suas pernas, enterrando a língua na buceta dela. O som molhado de lambidas ecoava como beijos úmidos, misturado aos gemidos dela:
Aaaah, isso! Lambe a minha xota, seu safado! Me deixa bem molhada pra você meter.
Ele a chupava com vontade, enfiou-lhe dois dedos na buceta e começou a lamber seu cuzinho fazendo-a tremer de prazer, as coxas contraindo ao redor da cabeça dele com espasmos visíveis, seu corpo arqueando contra a árvore como um arco tensionado ao limite. Instantes depois ela pegou um sua bolsa uma canga, estendeu no piso e ficou de quatro empinando bem o bumbum. Ele veio por trás e enterrou o pau na buceta de uma vez, o som de carne contra carne ecoando como um tapa úmido e ritmado, reverberando no ar abafado como trovões distantes. Mamãe gritou:
Porra, que pau grosso! Me arromba, vai!
Ele bombava forte, seu suor pingava nas costas dela, as nádegas tremendo a cada estocada como ondas em um lago agitado por uma tempestade. Ele dava tapas fortes em sua bunda, metendo sem dó nem piedade, o estalo agudo deixava marcas vermelhas que ardiam no ar salgado, o bundão dela balançava como gelatina com cada impacto violento e ensurdecedor. E ele a provocava:
Gosta assim, né? De ser tratada como uma vadia enquanto o corno acha que você está trabalhando… - Ela respondia entre gemidos:
Sim, me fode com força! Enche essa buceta de leite, safado!
O cheiro de sexo dominava o matagal, misturando-se ao do mar próximo enquanto eu via os músculos das costas dela se tensionando ao máximo. Eis que eles mudaram de posição: ele deitou-se na canga e ela começou a cavalgá-lo. Rebolando com uma maestria selvagem no pau do sujeito, seus seios balançavam e o suor escorria deixando trilhas brilhantes na sua pele. Ele apertava seus mamilos siliconados e endurecidos, puxando-a para si a fim de chupá-los. Num dado momento ele abraçou-a suspendendo um pouco o seu quadril e passou a meter rápido de baixo pra cima. Mamãe gemia alto, quando num urro ele gozou e soltou o corpo dela. Sem tirar o pau de dentro ela girou e curvou-se sobre ele para se beijarem intensamente. Quando levantaram fiquei alerta, pois, na minha cabeça, eles iriam sair dali em breve. Nesse intere eles ficaram de papo, e ela começou a dar voltinhas em torno de si empinando o bumbum pra ele, enquanto conversavam e riam espontaneamente ou um para o outro. Notei que ele perguntou algo a ela, que sorriu maliciosa, deu alguns passos em direção à sua bolsa e pegou um tubo de gel lubrificante.
Ajoelhou-se na sua frente e fez outro boquete. Quando o pau do cara ficou duro ela passou a punheta-lo besuntando seu pau com o gel. Ele pegou o tubo de sua mão, lhe disse algo e ela apoiou os braços numa árvore fina, como se a abraçasse e empinou bem o bumbum. O safado abriu suas nádegas e começou a passar o gel no seu cu. A cara de satisfação da piranha era impagável. Eis que ele introduziu um dedo no cuzinho dela e ficou brincando, depois dois, quando ele colocou três passou a imprimir um vai e vem mais intenso cu adentro, que parecia que ele estava socando sua bunda. Mamãe se limitava a gemer abraçando a árvore e mantendo o bumbum bem empinado, que era invadido com força e rapidez pelos dedos do sujeito, demonstrando intenso prazer anal.
Quando parou, ele a manteve na mesma posição e atolou o cacete no seu rabo, que recebeu tudo sem dificuldades.
Vem! Pode vir com tudo, meu gostoso! Só - ela lhe disse quase que num gemido.
Ele a fodia sem dó, bombando forte no cu, o som úmido e ritmado preenchia o ambiente como uma sinfonia proibida e ensurdecedora, o pau deslizando com facilidade entrando e saindo com um brilho viscoso, até que ele anunciou em alto e bom som:
Vou gozar no seu cuzinho, sua cachorra!
Gozou forte, enchendo o reto dela com jatos quentes e viscosos que pareciam explodir dentro, quando ele tirou o pau a porra escorria do seu cu como uma cascata de leite. Eles se abraçaram num intenso beijo, e o cara o tempo todo com as mãos espalmadas em suas nádegas. Sentaram-se na canga, ele acendeu um cigarro que eles compartilharam enquanto conversavam calmamente, como se aquilo fosse algo corriqueiro. O vento leve secava o suor de sua pele. Eu via seu rosto corado e satisfeito em êxtase puro. “Que cachorra! 54 anos e trepando com a desenvoltura uma puta”, pensava comigo…
Eles ficaram ali por mais uns minutos, fumando e trocando carinhos. Letícia respirava fundo, recuperando o fôlego, mas o homem não parecia satisfeito – seu pau começava a endurecer novamente, pulsando com uma fome renovada. Ele lhe disse algo ao pé do ouvido, ela sorriu e se colocou de quatro novamente na canga empinando bem o bumbum. Ele abriu suas nádegas e, enquanto ambos gargalhavam de algo que conversavam, o cu dela piscava (involuntariamente, ou não). O anel - brilhoso e frouxo - ainda parecia lubrificado e escorregadio. Ele besuntou o pau com mais um pouco de gel e meteu no rabo dela novamente. Devagar no início, mas logo acelerando em estocadas profundas e implacáveis.
Aaaaiiii, porra, que ardência deliciosa! Me fode, seu safado!” - Ela gritava enquanto o pau grosso invadia seu reto, esticando-o ao limite, o som do seu saco batendo na bunda dela preenchiam o matagal como um bate estaca.
Ele bombava sem piedade, alternando ora cu, ora buceta, até gozar enchendo o seu rabo com mais jatos quentes que escorriam pelas coxas. Mamãe tremia em um orgasmo final, gemendo alto como uma fera no cio enquanto massageava o grelo e pedia para ele não parar de bombar seu traseiro pois ela estava gozando também.
Ao fim, trocaram mais alguns beijos preguiçosos, vestiram-se minimamente e foram embora. Enquanto caminhavam saindo do matagal ela lhe entregou a chave do carro, e eles foram embora com ele dirigindo. Eu saí em seguida e fui ao quiosque em que estava para tomar uma ducha, a fim de tirar o suor do corpo. Depois retornei à barraca que minhas amigas estavam. Elas estranharam a demora e como eu estava meio aérea. “Flavinha, vc foi comer ou foi beber?” - perguntou uma delas. Logo depois fomos embora.
Quando entrei no meu carro, excitada e confusa até o osso, minhas pernas tremiam de tanto tempo agachada e o coração acelerado como um animal encurralado. Assim que cheguei em casa fui tomar banho e, debaixo do chuveiro, toquei-me enquanto ensaboava o corpo, pensando naquilo tudo, e no que viria a seguir... Eu não sabia, mas, assim como há 12 anos, algo em mim queria descobrir mais…
labella