As Putices de Mamãe 2

O tempo passa, mas certas coisas não mudam. Há 12 anos, mexendo no notebook de minha mãe, descobri que ela traia meu pai, conforme narrei no conto “As Putices de Mamãe”. De lá pra cá algumas coisas mudaram na minha vida. Depois de terminar a faculdade morei alguns anos em SP (onde fiz mestrado), depois voltei pro Rio onde finalmente me fixei. Hoje com 33 anos, conquistei o meu tão sonhado consultório de fisioterapia, tenho minha própria casa e vivo com total independência dos meus pais.
Pelo próprio rumo que a vida tomou, deixei de acompanhar a “vida paralela” de minha mãe, Letícia, que atualmente tem 54 anos. Mesmo já tendo passado dos 50, como sempre se cuidou demais, ela continua com um corpaço que inúmeras mulheres da minha idade não tem. Muito embora tenha feito alguns procedimentos estéticos no rosto e nos seios.
Apesar disso, não posso negar que aquelas cenas que presenciei há 12 anos, dela trepando com um salva-vidas, num posto de salvamento, nunca saíram da minha cabeça. Volta e meia eu me pegava recordando aquelas imagens com uma intensidade alucinante: ela de quatro, gemendo alto enquanto ele a dominava com vigor, a porra grossa e pegajosa escorrendo pelo seu cu enquanto o salva-vidas gozava... Apesar da raiva que senti à época, de certa forma aquilo me excitava, como garras afiadas que nos rasgam a alma. Como eu podia sentir tesão pela traição da minha própria mãe?
Quinta e sexta-feira, após a quarta-feira de cinzas, são dias meio mortos aqui no Rio. Não abri o consultório e combinei com duas amigas de, na quinta, irmos à praia da Reserva. Um trecho menos movimentado da orla, entre a Barra e o Recreio, com uma vegetação nativa densa do outro lado da pista. Estávamos na praia desde umas 10h da manhã e, como já eram quase 14h, bateu aquela fome. Resolvi ir a um quiosque no calçadão comer alguma coisa. Observava o movimento na avenida quando vi um carro igual ao de mamãe parar do outro lado, um pouco mais à frente. Fixei o olhar e, quando dei por mim, realmente era ela. Pensei em ir ao seu encontro, mas, subitamente veio o insight, aí tem coisa…
Ela saiu do carro ajeitando um vestido soltinho e curtíssimo, quase obsceno, que subia pelas suas coxas bronzeadas, revelando a pele lisa e hidratada, os músculos flexionando sutilmente a cada movimento como se seu corpo fosse esculpido em mármore vivo, pronto para ser devorado. Letícia atravessou a avenida e caminhou em direção a um quiosque ao lado do que eu estava. Lá, um sujeito alto, de uns 35 anos, a esperava apoiado no balcão tomando um chopp. Mulato, sem camisa, apenas com uma bermuda de praia, um sorriso safado e um olhar que a devorava como um predador faminto. Mamãe se aproximou rindo, e eles se beijaram ali mesmo, um beijo rápido mas intenso.
Percebendo que poderia ser notada por ela, me escondi atrás dos carros estacionados, sentindo o sol quente, e pensei: “Mas que vadia! 12 anos depois e ela continua dando pra esses garotões da praia…”. Ao deixarem o quiosque, caminharam alguns metros pelo calçadão e pararam num ponto, próximo a um semáforo para atravessar. Em seguida adentraram na área de mata contígua à praia. O tal sujeito parecia conhecer o local, e a guiou por um emaranhado de arbustos espinhosos e árvores baixas retorcidas como garras. Ali é uma região de manguezal. Escondidos das vistas casuais, mas com o mar ao fundo como uma trilha sonora constante de ondas batendo ritmadamente.
Eu os segui discretamente, me esgueirando como podia, os galhos e folhagens densas arranhavam minha pele, o cheiro de vegetação úmida misturando-se ao ar salgado da praia formavam uma névoa asfixiante em meio aquele calorão. Meu próprio suor escorrendo pelas costas como um rio gelado de ansiedade e desejo proibido, enquanto me agachava para não ser vista, o coração pulsava forte no peito com a adrenalina da espionagem. Ao redor, além daquela vegetação, eu via pelo chão algumas guimbas de cigarro, preservativos usados e sentia um cheiro forte de urina. Provavelmente ali era algum point de pegação.
Em meio a esse cenário eles chegaram numa pequena clareira, já quase na margem do canal de Marapendi, onde Letícia pendurou sua bolsa num galho e voltaram a se beijar com fome. Seus corpos se pressionavam com uma urgência crua, enquanto ele falava coisas em seu ouvido (que eu não tinha como escutar), ao mesmo tempo que suspendia seu vestidinho - revelando que ela já estava sem calcinha - e apertando suas nádegas. Deu-lhe um tapa no bumbum cujo som ecoou no ar úmido como um estalo elétrico que reverberava nos meus ouvidos.
Eu me escondia como podia, morrendo de medo e excitação, atrás de um arbusto espesso. As folhas roçando minha pele, o coração batendo forte no peito enquanto via tudo de perto. O sol filtrado pelas copas das árvores criava sombras dançantes nos corpos deles como fantasmas lascivos. Parecia um replay de 12 anos atrás. Sentia minha própria excitação crescer de forma avassaladora, o ar quente me deixando ofegante e mais suada, o cheiro do mar misturando-se ao odor terroso do mangue, mais aquele cheiro de mijo, era como um perfume proibido.
Nisso, mamãe ficou de cócoras, desabotoou a bermuda dele, libertando o pau já duro, grosso, com uns 20cm, pulsando no ar úmido como uma serpente viva. Ela lambeu a cabeça da rola devagar, e massageou as bolas do macho da vez com a mão. Seus cabelos longos e pretos caindo sobre os ombros balançavam com o movimento ritmado de seus lábios deslizando no cacetão. O cara gemia um som rouco como um rugido gutural, segurando-a pelos cabelos e forçando mais fundo o pau na garganta.
Consegui me aproximar um pouquinho mais quando ele falou alto num tom de extrema satisfação e prazer:
Isso engole tudo, sua putona casada! Seu marido nem sonha que você mama assim, né?!

Mamãe se limitou a balançar a cabeça afirmativamente, sem tirar o pau da boca, e seguiu firme no boquete. Eu via sua boca se esticando ao redor do pirocão grosso, a saliva escorrendo pelo queixo em fios brilhantes e viscosos, o rosto dela corado e concentrado, os olhos semicerrados em êxtase. Logo em seguida ela se levantou e tirou o vestido, ficando nua exceto pela rasteirinha, a pele brilhando de suor sob o sol manchado como se estivesse untada em óleo reluzente, as curvas do corpo – coxas grossas e firmes como pilares de carne, bunda empinada e redonda como uma fruta madura, peitos fartos balançando levemente com peso – se destacando na luz filtrada, cada músculo se contraindo visivelmente com a tensão erótica. Obviamente ela não tinha mais o mesmo tônus muscular de 12 anos atrás, mas sua forma continuava invejável.
Ele a colocou contra uma árvore baixa, a casca áspera arranhava suas costas, abriu suas pernas, enterrando a língua na buceta dela. O som molhado de lambidas ecoava como beijos úmidos, misturado aos gemidos dela:
Aaaah, isso! Lambe a minha xota, seu safado! Me deixa bem molhada pra você meter.

Ele a chupava com vontade, enfiou-lhe dois dedos na buceta e começou a lamber seu cuzinho fazendo-a tremer de prazer, as coxas contraindo ao redor da cabeça dele com espasmos visíveis, seu corpo arqueando contra a árvore como um arco tensionado ao limite. Instantes depois ela pegou um sua bolsa uma canga, estendeu no piso e ficou de quatro empinando bem o bumbum. Ele veio por trás e enterrou o pau na buceta de uma vez, o som de carne contra carne ecoando como um tapa úmido e ritmado, reverberando no ar abafado como trovões distantes. Mamãe gritou:
Porra, que pau grosso! Me arromba, vai!

Ele bombava forte, seu suor pingava nas costas dela, as nádegas tremendo a cada estocada como ondas em um lago agitado por uma tempestade. Ele dava tapas fortes em sua bunda, metendo sem dó nem piedade, o estalo agudo deixava marcas vermelhas que ardiam no ar salgado, o bundão dela balançava como gelatina com cada impacto violento e ensurdecedor. E ele a provocava:
Gosta assim, né? De ser tratada como uma vadia enquanto o corno acha que você está trabalhando… - Ela respondia entre gemidos:
Sim, me fode com força! Enche essa buceta de leite, safado!

O cheiro de sexo dominava o matagal, misturando-se ao do mar próximo enquanto eu via os músculos das costas dela se tensionando ao máximo. Eis que eles mudaram de posição: ele deitou-se na canga e ela começou a cavalgá-lo. Rebolando com uma maestria selvagem no pau do sujeito, seus seios balançavam e o suor escorria deixando trilhas brilhantes na sua pele. Ele apertava seus mamilos siliconados e endurecidos, puxando-a para si a fim de chupá-los. Num dado momento ele abraçou-a suspendendo um pouco o seu quadril e passou a meter rápido de baixo pra cima. Mamãe gemia alto, quando num urro ele gozou e soltou o corpo dela. Sem tirar o pau de dentro ela girou e curvou-se sobre ele para se beijarem intensamente. Quando levantaram fiquei alerta, pois, na minha cabeça, eles iriam sair dali em breve. Nesse intere eles ficaram de papo, e ela começou a dar voltinhas em torno de si empinando o bumbum pra ele, enquanto conversavam e riam espontaneamente ou um para o outro. Notei que ele perguntou algo a ela, que sorriu maliciosa, deu alguns passos em direção à sua bolsa e pegou um tubo de gel lubrificante.
Ajoelhou-se na sua frente e fez outro boquete. Quando o pau do cara ficou duro ela passou a punheta-lo besuntando seu pau com o gel. Ele pegou o tubo de sua mão, lhe disse algo e ela apoiou os braços numa árvore fina, como se a abraçasse e empinou bem o bumbum. O safado abriu suas nádegas e começou a passar o gel no seu cu. A cara de satisfação da piranha era impagável. Eis que ele introduziu um dedo no cuzinho dela e ficou brincando, depois dois, quando ele colocou três passou a imprimir um vai e vem mais intenso cu adentro, que parecia que ele estava socando sua bunda. Mamãe se limitava a gemer abraçando a árvore e mantendo o bumbum bem empinado, que era invadido com força e rapidez pelos dedos do sujeito, demonstrando intenso prazer anal.
Quando parou, ele a manteve na mesma posição e atolou o cacete no seu rabo, que recebeu tudo sem dificuldades.
Vem! Pode vir com tudo, meu gostoso! Só - ela lhe disse quase que num gemido.

Ele a fodia sem dó, bombando forte no cu, o som úmido e ritmado preenchia o ambiente como uma sinfonia proibida e ensurdecedora, o pau deslizando com facilidade entrando e saindo com um brilho viscoso, até que ele anunciou em alto e bom som:
Vou gozar no seu cuzinho, sua cachorra!

Gozou forte, enchendo o reto dela com jatos quentes e viscosos que pareciam explodir dentro, quando ele tirou o pau a porra escorria do seu cu como uma cascata de leite. Eles se abraçaram num intenso beijo, e o cara o tempo todo com as mãos espalmadas em suas nádegas. Sentaram-se na canga, ele acendeu um cigarro que eles compartilharam enquanto conversavam calmamente, como se aquilo fosse algo corriqueiro. O vento leve secava o suor de sua pele. Eu via seu rosto corado e satisfeito em êxtase puro. “Que cachorra! 54 anos e trepando com a desenvoltura uma puta”, pensava comigo…
Eles ficaram ali por mais uns minutos, fumando e trocando carinhos. Letícia respirava fundo, recuperando o fôlego, mas o homem não parecia satisfeito – seu pau começava a endurecer novamente, pulsando com uma fome renovada. Ele lhe disse algo ao pé do ouvido, ela sorriu e se colocou de quatro novamente na canga empinando bem o bumbum. Ele abriu suas nádegas e, enquanto ambos gargalhavam de algo que conversavam, o cu dela piscava (involuntariamente, ou não). O anel - brilhoso e frouxo - ainda parecia lubrificado e escorregadio. Ele besuntou o pau com mais um pouco de gel e meteu no rabo dela novamente. Devagar no início, mas logo acelerando em estocadas profundas e implacáveis.
Aaaaiiii, porra, que ardência deliciosa! Me fode, seu safado!” - Ela gritava enquanto o pau grosso invadia seu reto, esticando-o ao limite, o som do seu saco batendo na bunda dela preenchiam o matagal como um bate estaca.

Ele bombava sem piedade, alternando ora cu, ora buceta, até gozar enchendo o seu rabo com mais jatos quentes que escorriam pelas coxas. Mamãe tremia em um orgasmo final, gemendo alto como uma fera no cio enquanto massageava o grelo e pedia para ele não parar de bombar seu traseiro pois ela estava gozando também.
Ao fim, trocaram mais alguns beijos preguiçosos, vestiram-se minimamente e foram embora. Enquanto caminhavam saindo do matagal ela lhe entregou a chave do carro, e eles foram embora com ele dirigindo. Eu saí em seguida e fui ao quiosque em que estava para tomar uma ducha, a fim de tirar o suor do corpo. Depois retornei à barraca que minhas amigas estavam. Elas estranharam a demora e como eu estava meio aérea. “Flavinha, vc foi comer ou foi beber?” - perguntou uma delas. Logo depois fomos embora.
Quando entrei no meu carro, excitada e confusa até o osso, minhas pernas tremiam de tanto tempo agachada e o coração acelerado como um animal encurralado. Assim que cheguei em casa fui tomar banho e, debaixo do chuveiro, toquei-me enquanto ensaboava o corpo, pensando naquilo tudo, e no que viria a seguir... Eu não sabia, mas, assim como há 12 anos, algo em mim queria descobrir mais…


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico labella

Nome do conto:
As Putices de Mamãe 2

Codigo do conto:
259338

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/04/2026

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