Fim de semana na chácara O sol já estava baixo quando o carro de Alex parou na porteira da chácara em Monteiro Lobato. O cheiro de mato molhado e lenha queimada chegava pela janela aberta. Ingrid desceu primeiro, o short jeans curtíssimo marcando a bunda redonda, a regatinha branca quase transparente deixando o contorno dos mamilos à mostra sem sutiã. Eu, Marcos, carreguei as malas com um sorriso meio nervoso. Alex, alto, ombros largos, barba rala e aquele jeito descontraído de quem treina todo dia, deu um tapa forte nas minhas costas. — Caralho, que lugar foda, Marcos. Tô sentindo que esse fim de semana vai ser daqueles. Ingrid riu alto, jogando o cabelo castanho comprido pra trás. — Se prepara, Alex. Aqui a gente solta mesmo. A tarde correu leve: cerveja gelada, piscina, som alto, Ingrid dançando descalça na grama molhada, o biquíni minúsculo deixando metade da bunda de fora. Alex não disfarçava os olhares. Eu também não disfarçava que gostava de ver ele olhando. Quando o sol caiu, fizemos churrasco na área coberta. Ingrid já estava meio alta, rindo de tudo, roçando o corpo em mim e em Alex de propósito. Em certo momento ela subiu no meu colo, me beijou com língua devagar enquanto esfregava a buceta quente por cima da minha bermuda. Alex ficou quieto, mas o volume na calça dele não mentia. Mais tarde, Ingrid disse que ia tomar banho e dormir cedo — “tô moída, amor, mas vocês fiquem aí aproveitando”. Beijou minha boca devagar, depois deu um selinho rápido e provocador na bochecha de Alex antes de sumir dentro da casa. Eu e ele ficamos na área de churrasco, luz baixa, som mais baixo ainda, só o crepitar da brasa e o barulho distante de grilos. Eu já tinha bebido o suficiente pra ter coragem. Levantei, disse que ia pegar mais gelo na cozinha. Mas, em vez disso, entrei no quartinho dos fundos onde guardávamos roupa velha e material de limpeza. Tirei a cueca, vesti uma calcinha preta de renda da Ingrid que eu tinha escondido ali há meses. O tecido fino abraçando meu pau meio duro, a tira subindo entre as nádegas. Olhei no espelhinho rachado e senti o tesão subir como febre. Voltei devagar, achando que ele ainda estava olhando pro fogo. Mas Alex tinha se levantado. Estava parado exatamente na passagem entre a área de churrasco e o quartinho. Me viu. Calcinha, pau marcando, pernas ligeiramente abertas. Silêncio absoluto por uns três segundos. — Porra… Marcos… — a voz dele saiu rouca, baixa. Eu não consegui falar nada. Só fiquei ali, exposto, o coração batendo na garganta. Ele deu um passo. Depois outro. Parou a poucos centímetros. A mão grande dele subiu devagar e segurou meu queixo, me obrigando a olhar pra ele. — Você queria que eu visse isso? Engoli em seco. — Queria… que você fizesse alguma coisa com isso. Ele não perguntou mais nada. Me virou de costas com firmeza, empurrou meu tronco contra a parede de madeira da área. A mão desceu pelas costas, puxou a calcinha pro lado com violência. Senti o pau dele, já duro pra caralho, roçando entre minhas nádegas enquanto ele abria o zíper. — Relaxa… — murmurou no meu ouvido. — Vou te foder devagar primeiro. Cuspiu na mão, esfregou no pau, depois na minha entrada. A pressão veio firme, lenta, ardendo gostoso. Eu gemi baixo, mordendo o lábio pra não gritar. Ele entrou até o meio, parou, deu um tapa forte na minha bunda por cima da renda. — Caralho, que cuzinho apertado… — grunhiu. Começou a meter mais fundo, ritmo constante, segurando minha cintura com as duas mãos. Eu empinava mais, querendo tudo. A calcinha estava esticada de lado, o elástico marcando a pele. O barulho molhado dos corpos se chocando misturava com nossos gemidos abafados. Ele acelerou. Me puxou pelo cabelo, virou meu rosto pro lado e me beijou com força enquanto metia até o talo. O pau pulsando dentro de mim, preenchendo tudo. Eu sentia cada veia, cada latejada. Foi quando ouvi um barulhinho quase imperceptível. Ingrid. Ela estava parada na porta dos fundos da casa, celular na mão, a luz da tela iluminando o rosto dela. Olhos vidrados, boca entreaberta, a outra mão já dentro da calcinha do pijama curto. Ela não falou nada. Só apontou a câmera, enquadrou nós dois com precisão cruel. Alex não viu. Estava perdido, metendo forte agora, grunhindo no meu pescoço: — Vou gozar dentro de você, Marcos… caralho… vou encher esse cu… Eu olhei pra Ingrid por cima do ombro dele. Nossos olhos se encontraram. Ela mordeu o lábio inferior, aumentou o zoom, capturou o exato momento em que meu pau babava dentro da calcinha sem nem ser tocado. Ela filmava tudo: o pau grosso do Alex entrando e saindo, a calcinha preta rasgada de lado, meu rosto contorcido de prazer, os tapas ritmados na minha bunda. Ele gozou com um gemido rouco, longo, enterrado até o fundo. Senti o jorro quente me enchendo, escorrendo pelas coxas enquanto ele ainda pulsava dentro de mim. Quando ele saiu, devagar, o sêmen escorreu pela minha perna. Ingrid ainda filmava, silenciosa, o dedo indicador fazendo círculos rápidos no clitóris por baixo do tecido. Só então ela guardou o celular no bolso do pijaminha, lambeu os próprios dedos devagar e falou, voz doce e safada: — Boa noite, meninos… não façam barulho quando forem dormir. Virou as costas e entrou em casa como se nada tivesse acontecido. Alex me olhou, ainda ofegante, pau molhado pingando. — Ela…? Eu sorri, pernas tremendo. — Ela filmou tudo. E amanhã… a gente vai assistir juntos. Ele riu baixo, puxou minha nuca e me deu um beijo lento, sujo. — Então esse fim de semana tá só começando. E, lá dentro, Ingrid já assistia ao vídeo no escuro do quarto, uma mão entre as pernas, a outra segurando o celular bem pertinho do rosto, gemendo baixinho toda vez que via o pau do Alex desaparecer dentro de mim.
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