Eu ainda tinha 20 anos, hoje prestes a completar 21, uma fase de transição, de descobertas, de um corpo que, confesso, já era motivo de orgulho. Morena clara, com um rosto que, segundo dizem, é bonito, uma vaidade que não me permito esconder, seios médios que se acomodavam perfeitamente em qualquer decote, pernas grossas e uma bunda que, sem o suor de academia, era um presente da genética, empinada e grande. Tudo isso, e a memória vívida de Thiago, o homem que se tornaria meu pecado.
Naquela época, Thiago era o quase noivo da minha melhor amiga, Patrícia. Uma relação que, para quem via de fora, parecia uma montanha-russa de paixão e tormenta. Briga após briga, eles eram o exemplo vivo de que o amor pode andar de mãos dadas com o caos. E eu, de alguma forma, me via no meio desse redemoinho. Desde o primeiro olhar de Thiago, senti algo diferente. Não era apenas a admiração que um homem pode ter por uma mulher, era algo mais profundo, mais elétrico. Ele me olhava de um jeito que me desarmava, que me deixava arrepiada, e eu não podia negar a corrente que corria pela minha pele, um prenúncio do que estava por vir.
A primeira vez que nossos corpos se encontraram, que a linha tênue entre a amizade e o desejo foi cruzada, aconteceu em uma daquelas festas entre amigos, em uma chácara ensolarada e despreocupada. A noite já avançava, e com ela, as discussões entre Thiago e Patrícia. Eu, já sentindo os efeitos do álcool, sabia que não teria forças para resistir se ele decidisse dar o primeiro passo. E a ausência de Patrícia naquele momento, que havia se retirado mais cedo, criava uma brecha perigosa.
Fui até a cozinha em busca de mais bebida, quando senti mãos fortes me puxando pela cintura, colando um corpo quente e firme ao meu. Era ele. Thiago. Seu corpo, duro e excitado, pressionava contra minha bunda, um contato que me fez perder o ar. Eu usava um vestido azul, soltinho e curto, perfeito para o calor da festa, mas que naquele momento parecia uma armadilha. Ele me beijava o pescoço, sussurrando palavras que se misturavam ao meu desejo. “Você é muito gostosa, Larissa. Eu sou louco pra te comer. Eu sei que você quer isso também.” Aquele momento, a certeza dele, a minha própria entrega inconfessa, selaram o destino.
Ele segurou minhas mãos com firmeza e me conduziu para longe do burburinho da festa, em direção a uma casinha abandonada nos fundos da chácara. A poeira cobria tudo, a escuridão era quase total, mas o que importava era a intensidade daquele encontro. Ali, naquele cenário improvisado e precário, o proibido se tornou realidade. E foi ali que, entre suspiros e gemidos, entre o cheiro de mofo e a urgência dos nossos corpos, me apaixonei por Thiago, o homem que pertencia à minha melhor amiga.
Ele me tomou de um jeito que palavras não conseguem descrever. De quatro naquele chão sujo, ele me possuía, me devorava. As horas se arrastaram em um ritmo febril, e aquele foi apenas o prelúdio de uma paixão avassaladora e perigosa, um segredo que guardei por muito tempo, mas que hoje, com a clareza que o tempo oferece, posso relatar com a euforia de quem provou o doce sabor do proibido. Aquele encontro na casinha abandonada não foi apenas um ato de desejo, foi o início de uma história que, para o bem ou para o mal, marcou a minha vida para sempre. Pra resumir tudo e ir pra minhas aventuras atuais. Thiago com o tempo terminou com Patrícia e entre idas e vindas hoje estamos juntos, noivos. Ao passar do tempo notei nele um tesão estranho quando descobria que eu tinha feito sexo com outro cara, mesmo não estando com ele. Depois de um tempo ao provocar ele algumas vezes vi que tinha razão e pra resumir ele tinha mesmo o tesão de ser corno, o famoso voyeur. Ja dei inúmeras vezes enquanto ele assistiu tudo e o papel dele era fotografar as cenas e as vezes deixava ele me tocar enquanto outro me comia, na maioria das vezes mandava ele beijar meus pezinhos enquanto eu estava de quatro. Hihi

