Estava andando de skate numa praça meio vazia aqui perto de casa, por conta do calor intenso vestia apenas um bermudão camuflado e um boné. Descia a rampa e subia por algumas vezes, passando uns quinze minutos totalmente sozinho na praça, até que vejo um homem maduro que devia ter em torno de 50 anos indo se sentar em um banco onde conseguia ficar me observando e vice e versa. Era um coroa bastante interessante, alto e robusto, ficava me assistindo andar de skate por um tempo.
Uma meia hora depois de praticar bastante no skate, resolvi ir até um bebedouro perto da escada que dava acesso a uma passagem subterrânea onde ficavam os banheiros. Percebo o olhar do coroa me acompanhando conforme eu andava, me inclinava para beber água e assim que me levanto, me deparo com o coroa encostado na ponta do corrimão, esfregando a bunda enorme na calça jeans e me olhando com uma cara de cadela no cio, parecendo desesperado para dar o botão que coçava em busca de piroca. Começo a massagear a minha mala, sentindo o meu membro endurecendo rapidamente com a situação, de vez em quando olhando para os lados em busca de alguém que possa nos flagrar, o volume na minha bermuda crescia tanto que era impossível de não ser notado, fazendo com com o coroa umedeça os lábios com a língua feito uma puta barata, e sem pudor algum começa a abaixar a calça e expor o seu rabetão branquelo e lisinho, esfregando o cuzinho direto no corrimão, deixando a boca entre aberta e soltando gemidos bem baixos enquanto me fitava sensualmente. Respondo a provocação, abrindo o zíper da minha bermuda e revelando a minha rola de vinte centímetros, levemente babada na ponta do cogumelo rosado, por causa da pré porra que escorria de tanto tesão que sentia. Ao ver o tamanho da minha pica, a puta no cio para de roçar o anelzinho no corrimão gelado, bota a sua calça e vai caminhando em direção aos banheiros, empinando bem o bundão farto para me provocar e olhando para minha direção fazendo sem falar um "a", um convite para ir ao banheiro. Caminho até o corrimão onde o coroa se esfregava e me inclino lentamente, fungando de leve até encostar a ponta do nariz, onde eu conseguia sentir o cheirinho do cuzinho no cio da cadela putona, não resisto e passo a língua pelo corrimão doido para sentir o gosto do rabo da puta, ficando assim com a trolha latejando de tão dura.
Entro no banheiro e fico a procura do coroa, vou diretamente na cabine com a porta encostada, abro devagar e então me deparo com o seu rabo colossal arrebitado na minha direção, piscando efervescente implorando por atenção, fico com a boca cheia de água com a visão que tinha e logo ia me ajoelhando atrás daquele rabo gigante, segurando cada banda e abrindo ainda mais para exibir com totalidade o anelzinho fogoso. Me aproximo com a língua para fora, feito um cachorro, e começo a lamber o buraquinho dele, sentindo as suas pregas abrindo e fechando, e ouvindo o coroa murmurando com a mão na boca para não fazer muito barulho. Chupava aquele cuzinho como se fosse uma bucetinha, deixando ele molhado rapidamente, forçava a entrada da minha língua bem no fundo, dando estalos enquanto sugava o buraco delicioso do coroa sem vergonha, deixando-o encharcado de baba e pronto para ser enrabado. Me levanto, abro o zíper e deixo a minha bermuda cair até o chão, exibindo a minha jeba dura feito pedra, roçando a cabeçona babada dela pelo bundão dele, até que finalmente ouço a sua voz.
- Me fode, molecão!
Sua voz grave me fez ficar mais excitado, e sem pensar duas vezes, começo a penetrá-lo, sentindo o seu buraco quente mordiscando o meu pau enquanto entrava cada centímetro, se aconchegando perfeitamente no seu cuzinho macio. Ele solta um grito alto quando sente a minha tora entrar até sentir as minhas bolas encostarem, revirando os olhos e virando a cabeça para me ver, sorrindo maliciosamente e me encarando direto nos olhos.
- Pode ficar a vontade pra estourar esse cu, quero que você só pare depois de despejar todo o seu leite dentro dele...
Seguro na sua cintura e começo a fazer vai e vêm, metendo gostoso e não demorando para aumentar a velocidade de cada estocada, fodendo sem parar o cu do coroa putão, encarando ele de volta enquanto socava sem piedade alguma, estourando cada preguinha e abrindo um buraco, moldado pela grossura do meu caralho grosso. O barulho do meu saco batendo contra o seu bundão ecoava pelo banheiro e se misturando com os nossos gemidos intensos. Continuava a comer aquele rabo sem dó, por vezes enchendo a mão e dando tapas em sua bunda, marcando-a com o desenho dos meus dedos. Depois de ficar uns dez minutos deflorando o cu do coroa, começo a sentir o meu corpo estremecer, um arrepio subir pela espinha e com um rugido animalesco, começo a sentir jatos de porra sendo depositados na cuceta arrombada do coroa. Ele mordia o lábio inferior deixando o meu leite preencher o seu vazio e começava a gozar em cima da tampa do vaso sanitário, gemendo feito uma putinha, afinando a voz algumas vezes, saindo total do personagem metido a macho que provavelmente se seguia na sua vida particular. Estava com a respiração ofegante e o corpo levemente suado, deixando até a última gota de leite ficar dentro da minha cadela no cio, para garantir que fique prenha do garotão. Ele coloca a mão no meu pau e tira de seu cu melado, se virando e sentando no vazo, me olhando ali de baixo com uma cara de pidão, e sem falar nada abocanha a minha pica meia bomba, engolindo ela até o talo e trazendo a cabeça para trás lentamente, sugando o meu cacete e deixando-o totalmente limpo, aperta a cabeçona e tenta tirar mais uma gotinha de leite, que para sua surpresa conseguia e se deliciava com o néctar do seu molecão. Ele limpa a boca, lambendo os dedos para ter certeza que não iria perder nem um miligrama do meu leite fértil e se encosta contra a caixa acoplada do vaso, me olhando com um olhar satisfeito e quase apaixonado.
- Você me destruiu, garotão! Vou levar a sua lembrança aqui dentro do meu cu e guardar com muito carinho, deixar impregnado dentro das minhas entranhas...
Totalmente exaurido com a foda vigorosa, coloco a minha bermuda, ajeito o meu boné e vou até a pia lavar as minhas mãos, enquanto isso o coroa vestia a sua roupa e saia do banheiro, passando por trás de mim e me mandando um beijo através do espelho, onde eu apenas retribuo com um sorriso da lado, meio timído, apesar de toda a sacanagem que acabava de rolar.