Comi o amigo do meu namorado

Fala pessoal hoje vou contar algo que nem eu sabia que ia acontecer um dia, uma vontade que eu nem sabia que tinha. Transar com um amigo do meu namorado (ele totalmente passivo e submisso).
Eu nunca tinha imaginado que aquela noite tomaria esse rumo. Estávamos só nós três eu, Ricardo (namorado) e Lucas, no apartamento, a luz baixa, taças de vinho ainda pela metade.
Lucas, sentado no sofá ao meu lado, sorria de forma quase tímida, mas o brilho nos olhos dele denunciava algo. Ricardo, no canto, o observava como se já soubesse exatamente onde tudo ia dar.
Quando me levantei para pegar mais vinho, toquei a mão dele ao entregar a taça… e não soltei rápido. Senti o jeito como ele respirou, como se aquele contato tivesse dito muito mais que qualquer palavra.
Ricardo se aproximou e inclinando-se por trás de Lucas, falou algo no ouvido dele. Eu não ouvi, mas o sorriso que surgiu me deixou claro que não era nada inocente.
Voltamos a nos sentar e os joelhos se encostaram. Eu passava o braço por trás do Ricardo, mas minha mão, “sem querer”, pousava perto demais do ombro de Lucas. Ele não recuava.
Ricardo se levantou, foi para trás dele e pousou as mãos sobre seus ombros. Eu vi quando ele fechou os olhos, se entregando ao toque.
— Está pronto para obedecer? — perguntei, baixo, quase um sussurro.
Ele hesitou, mas Ricardo se inclinou, os lábios roçando o ouvido dele:
— É só confiar…
Ricardo estava recostado no sofá, quase imóvel, com aquela expressão que misturava calma e curiosidade. Eu sabia que ele queria assistir. Talvez até mais do que participar.
Lucas estava sentado na minha frente, um pouco tenso. Peguei a garrafa e servi mais vinho para ele. Quando entreguei a taça, deixei minha mão encostar na dele por um segundo a mais e vi seu olhar mudar.
Dei um passo para trás, estudando-o e percebi que Ricardo acompanhava cada movimento meu, como se quisesse memorizar cada detalhe.
Me aproximei de Lucas, coloquei a mão em seu ombro e me inclinei para falar no ouvido dele:
— Quero que você apenas obedeça.
Ele não respondeu, mas senti ele leve estremecer. Ricardo observando como se fosse uma cena de filme.
Sentei ao lado dele, as pernas se tocando. Peguei sua mão e a guiei, devagar para o meu pau. Ele me seguiu sem resistência.
— Isso… bom garoto — murmurei, e percebi que Ricardo mordeu o canto da boca ao ouvir.
Não havia pressa. Eu controlava o ritmo, o espaço entre nós, cada centímetro de aproximação. Lucas respirava fundo, quase sem saber onde colocar os olhos, enquanto Ricardo se inclinava levemente para ver melhor.
Olhei para o Ricardo por um instante. Ele não disse nada, apenas ergueu uma sobrancelha, como quem me autorizava a ir mais longe. Voltei a encarar Lucas, sentindo que estávamos no limite do que podia ser dito em palavras.
A sala parecia menor, o ar mais quente. Ricardo, imóvel, era minha plateia silenciosa e eu, no centro, comandava o jogo que ele queria assistir até o fim.
Ricardo não se mexia muito, mas cada pequeno gesto dele me dizia mais que mil palavras. O jeito como segurava a taça, como passava a ponta do dedo pelo vidro, como mantinha os olhos fixos em nós… tudo era calculado.
Lucas parecia cada vez mais entregue. Eu me aproximei mais, diminuindo o espaço entre nós até que ele não tivesse para onde recuar. Ele me olhava como quem esperava instruções.
— Olhe para mim — pedi, num tom baixo, firme.
Ele obedeceu na hora. Ricardo suspirou baixinho, quase imperceptível, mas suficiente para eu perceber que estava tão envolvido quanto nós.
Coloquei minha mão na nuca dele, sentindo a tensão se desfazer pouco a pouco. Era um jogo de controle e eu estava vencendo. Cada reação dele confirmava isso.
Olhei de novo para o Ricardo ,ele estava mais inclinada para frente agora, como se não quisesse perder nenhum detalhe. Seus olhos brilhavam na penumbra e aquele brilho me dava ainda mais vontade de continuar.
Lucas sem exitar, começou a me chupar, como se a vida dele dependece disso.
— Muito bem… — falei para Lucas, sem desviar o olhar dele. — Continue assim.
Era como se estivéssemos conectados por um fio invisível: eu e Lucas no centro da ação e Ricardo puxando as cordas com o simples ato de assistir.
O silêncio na sala não era vazio, era carregado, cheio de respirações, olhares e aquela tensão que nos cercava por todos os lados. E eu sabia que Ricardo estava ali, sentindo cada segundo tanto quanto eu.
Ricardo finalmente se mexeu, mas só o suficiente para deixar claro que estava participando sem tocar. Um leve inclinar de corpo, a mão repousando sobre a coxa, um sorriso quase imperceptível. Cada gesto seu falava mais que palavras.
Olhei para Lucas, que agora respirava mais rápido e percebi que ele também notava a presença dele de forma mais ativa, mesmo que silenciosa. Era como se cada movimento dele nos impulsionasse a avançar no jogo que ele mesma havia criado apenas com o olhar.
— Ele gosta de ver — murmurei para Lucas e ele engoliu em seco, sem saber se deveria se envergonhar ou se entregar totalmente à situação.
Ricardo, ainda em silêncio, ergueu a sobrancelha, indicando que aprovava cada reação dele, cada gesto meu. Era incrível como apenas observar a transformava em parte do controle, quase como se fosse a diretora daquele pequeno espetáculo.
Eu mantive o olhar fixo em Lucas, mas não pude deixar de perceber cada detalhe de Ricardo, o modo como os olhos dele brilhavam, o leve tremor das mãos sobre a taça, a respiração mais rápida. Tudo isso nos empurrava adiante, sem que ele precisasse dizer uma palavra sequer.
O clima na sala estava denso, carregado, quase palpável. Eu senti que não havia mais barreiras: Lucas entregue, Ricardo em seu papel de observador poderoso e eu no centro, conduzindo o ritmo. E, ainda assim, tudo era silencioso, sugestivo, como se cada gesto fosse uma promessa não dita, cada olhar uma permissão para continuar.
O mais incrível é que Lucas parecia uma menina de tão meiga que delicia.
Lucas já estava entregue a situação, neste momento o que mais ele queria era continuar ali, se exibindo e matando sua sede.
Lucas me chupava olhando para Ricardo, como se confirmando que ele poderia seguir.
Ricardo neste momento estava nu, apenas se deliciando com a cena.
Coloquei Lucas de 4 no sofá, Ricardo imediatamente se levantou e foi até nós. Ele queria ver de perto, eu sabia que o que ele iria fazer, preparou o território para mim.
Lucas pedia, quase implorando para preencher o vazio dele. Eu aguardava Ricardo me autorizar a seguir.
Ricardo chupava o cuzinho do Lucas, preparando para eu ter a melhor experiencia. Busquei lubrificante, Ricardo colocou a camisinha em mim, lambuzou de lubrificante e com a cabeça deu o sinal verde, VAI!
Foi como soltar um faminto diante de um banquete.
Me diverti ali, cada momento ali era um prazer, algo diferente. Ricardo observava ao lado, sugerindo o que eu fazer com Lucas e se tocando.
Depois de eu degustar todo o banquete, avisei que o fim estava proximo.
Ricardo imediatamente avisou que a sobremesa era somente dele e Lucas apenas assistiu o resultado daquele banquete. (Ricardo deixou ele limpar depois que bebeu o leitinho)

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Ficha do conto

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klebersilva

Nome do conto:
Comi o amigo do meu namorado

Codigo do conto:
259652

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/04/2026

Quant.de Votos:
3

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