A negra caralhuda e o bundudo

O tesão me faz confessar. Aqui estou, escrevendo com o cú comido, pulsando, sentindo toda a região anal formigar, quente, e uma sensação de "inflamação". Ainda tenho leves escalofrios que sobem e descem pela espinha. Também sinto ondas de cócegas nas ancas e nas virilhas. Um formigamento na cintura e ânus. Quase tudo ao mesmo tempo. O meu corpo da sinal que foi comido, e bem comido, pela primeira vez. Sinais de que fui "montado" de verdade, pela primeira vez.

Técnicamente falando eu nunca tinha sido "comido de verdade" pelo cú. Já tinha tido massagens e vários dedos curiosos e hábeis de varias mulheres. Até já tinha feito brincadeiras de "inversão de rol" com algumas delas bem sacanas. Brincadeiras e sacanagens já fiz muitas. E até tinha levado algumas estocadas... Tinha sido uma vez, faz muitos anos, que dei para uma boneca pela primeira vez. Ela me deu três ou quatro estocadas e me fez sentir pela primeira vez um pau cutucando a minha próstata. Não aguentei. Acabei gozando na hora. Nem tinha começado direito e eu já tinha gozado. Foi muito rápido.

Por tanto, nunca tinha sido realmente comido, tipo devorado, pelo cu. Esse negócio de ser "colocado de quatro", montado, domado e comido; isso não. Por tanto, eu considerava ainda ter "cabaço".

Ninguém, muito menos outro macho, tinha tirado o meu cabaço psicológico, e então considerava que ainda o tinha.

No entanto, faz tempo que tem um cara me convencendo a dar a bunda para ele. Ele me explicou coisas que eu sentia e coisas que já tinha percebido no meu corpo, mas que não sabia que era parte normal e natural do meu tesão. Ele sabia muito de fantasias e parecia adivinhar as minhas e oque me dava tesão. Mesmo eu não sendo gay, ou não gostando de homem, ele conseguiu fazer que eu fique com muita vontade de dar a bunda para ele. Ele sabia tocar nos pontos e nas fantasias que me faziam ficar com o pau babando e o cu froxo e quente.

Antes desse cara aparecer, já fazia tempo que eu tinha esse tesão quieto... Já não aflorava mais, se bem sempre estava lá no fundo. Era um tesão instintivo de imaginar fazer sexo no rol da fêmea. Ele me acabou convencendo que a pegada e a experiencia dele, e o tesão que tem em um "macho x macho", iam me dar um gozo potente é bem diferente. E ele sabia fazer todo o ritual. Era o cara certo para me comer e me "inaugurar".

Como eu disse, eu nunca tinha imaginado dar para um homem. Mas ele me deixou tão convencido de que eu precisava dar a bunda para ele que, quando visitei a cidade onde ele morava, eu estava pronto para deixar rolar uma brincadeira e acabar sendo comido. Ele ia tirar o "cabaço" que eu tinha de pau de macho.

Ele me convenceu e eu fiquei antecipando ser comido. Mas quando cheguei lá, ele não conseguiu marcar. Acabei ficando com a vontade acumulada e a frustração.   

Entao decidí que tinha que tirar aquela vontade acumulada. O tesão que eu tinha já vinha de varios meses, e tudo por causa das coisas que ele falava. E além disso, já tinha mais de três anos, ou até mais, que eu estava sem sexo. Sexo de verdade.

Eu queria cumprir a fantasia de dar e ser comido. Não só penetrado, mas comido mesmo. Uma experiência nova e excitante. Maluca, mas muito tesuda.

Não sou homoafetivo, gosto só de mulher. Mas desde adolescente sentia uma excitação estranha no ânus. Já nessa idade percebí que tinha um bumbum "de menina", que depois virou bumbum "de mulher". Tenho a bunda grande, carnuda, redonda e quando fico de cuatro ela parece mesmo uma bunda de mulher, branca, tipo cavala. Eu mesmo fico muito excitado com a minha bunda. E esse é o problema.

Mas sempre me segurei. E agora, que estava pronto e maduro para dar para aquele cara que sabia me excitar, ele acabou não aparecendo.

Mas precisava tirar o fogo de querer empinar a bunda para uma pica.

Então resolví dar uma olhada em um site de bonecas.

Depois de olhar varias, e não gostar de nenhuma, uma delas me chamou a atencão. Era uma mulata oscura com um corpo fit, bundinha empinada, alta, com cabelão cacheado, um sorriso amplo. Ela parecia experiênte e que sabía oque queria.

Fui olhar nos comentários no perfil dela. Ela tinha a fama de ser "comilona" e uma fudedora insaciável, com um pau que não abaixa nem depois de gozar e que ela usa magistralmente para foder muito, muito, sem parar e com um vigor e tara poucas vezes encontrados. Essa era a fama dela.

Ela era uma negra caralhuda com sede de sexo e uma potência e disposição sexual fora do comúm.

E então só poderia ter dado no que deu...

Eu não resistí e acabei marcando com ela.

Antes mesmo de eu chegar, ela já me avisou pelo zap: "Vou querer fuder muito".

Combinei e fui para um motel. Quando ela chegou ela tinha um vestido apertado, tipo tubinho, e dava para ver todas as suas curvas, bumbum em destaque, e a corpo em forma. Com salto alto ela chegava pelo menos a 1,85 m. Um cabelão cacheado e abundante.

Nem bem entramos, eu fui tomar uma ducha. Quando acabei, me enchuguei e fui para a cama. Ela já estava lá. Ela me disse para mamar. Eu disse que não tinha certeza se ia querer fazer isso. Ela disse que era obrigação mamar e que eu ia mamar sim. Os dois estávamos nus na cama. Ela colocou um filme porno na tv e disse: "olha, você pode fazer tudo oque ela fazer"... Então ela gentilmente, mas com convicção, me disse para chegar perto do pau dela. Me disse para apoiar com a cabeça na cintura dela, bem perto do seu membro, que estava bem limpinho e cheiroso.

Ela disse: pode ficar ai. Coloca a tua cabeça ai e olha ele bem de perto... fica perto dele. Eu obedeci. Ela começou então a bater uma punheta de leve e me disse: "olha como se faz". Você pega aqui da base e faz suave, para cima e para baixo, devagar. Assim. Está vendo?

Ela mostrava para mim e logo pegou minha mão e me fez pegar. Segurei naquela jeba, que já dava para ver que ia ficar bem dura e grossa mesmo. Mas na hora que peguei, e a minha cabeça ficou perto daquela pica, tive vontade de chupar. O pau dela começou a crescer e a ficar mais rigido na minha mão. Então segurei pela base, estiquei e cheguei olhando bem de perto, não resistí. Lambi a cabecinha... Fiquei lambendo a cabecinha. Queria agradarla. Queria fazer direito... Chupava e linguava a cabecinha. Dava vontade de dar beijinhos. Até que depois, quase sem perceber, estava dando beijinhos e mamando a pica toda dessa negra cavalona. Coloquei na boca. Subia e descia. Ela parou e falou: Assim não... Faz mais devagar. Só mama.

Então fiquei mamando por alguns minutos como um bezerro tentando tirar leite da cavala. Ela me guiava e dizia como fazer.

Quando a pica dela já estava bem dura, grossa e preparada, ela se levantou e anunciou: Agora já vou te comer. Fica de quatro aqui. - Ela ordenou e me colocou de quatro na hora.

Eu perguntei: você vai me dar uma lição de sexo? Você vai me comer de verdade? Porque eu quero que você me mostre como se come a bunda de uma fêmea -- provoquei.

Então voltei a falar para ela: - Quero imaginar eu sendo uma fêmea, e você mostrando para mim oque sente uma fêmea madura quando é bem comida por um cacetudo viril. Quero que você tire o meu cabaço de não ter sido "comido". E como você também é uma fêmea, mas com essa pica grossa e grande que você tem... vai aproveitar que eu sou um macho com uma bunda que parece de mulher. Você vai me mostrar como se faz um cuzinho virar cuceta? Desafiei novamente.

Ela só sorriu e falou: -- Isso mesmo. Você vai ver. Eu vou te dar uma lição. Agora, chega aqui mais perto da borda da cama e empina a bunda.

Ela era de poucas palavras. Ela só queria escutar eu gemendo de tesão enquanto ela me comia.

Eu fiz oque ela pediu. Fiquei empinado de quatro. Ela me pegou pelo ombros e me abaixou. -- Abaixa o tronco e empina a bunda! Ela ordenou e sentí o pau dela encostar no meu cu.

Empinei a bunda e gemi, ainda provocando ela.

Ela me segurou pela cintura, colocou um creme frio no meu cu e lambujou o pau dela com a capa. Colocou na entrada do meu cu e fez uma pressão de leve. Empurrou a cabeça do seu pau duro no meu buraquinho. Eu gemi. Mas ela não teve pressa. Fez assim varias vezes, foi cutucando devagar, até ir abrindo. Eu comecei a gemer mais. No meio o pau dela ficava mais grosso e quando chegou a esse ponto, travou. Então ela deu um pequeno empurrãozinho, só um pouquinho. Eu gemi forte e pedi para parar. Ela parou, tirou tudo e começou de novo. Explicou que ela ia penetrar de novo até esse ponto e uma vez chegado lá, ela ia ficar quieta. E eu podia controlar e deixar a minha bunda engolir o pau devagar.

Ela enfiou de novo e parou naquele ponto onde ficava mais grosso. Eu fiz como ela disse, mas pedi para ela tirar de novo. Eu estava arisco.

Ela negou: Não vou tirar não... Agora já está e eu vou ficar aqui quieta para você se acostumar.

Depois de dizer isso, me pegou pelas ancas e fez um pouquinho mais de força e iniciou uma penetração lenta e firme, bem devagar, até chegar a enfiar quase tudo. Ela rebolou e eu gemi e percebi que agora já não tinha mais como fazer ela desmontar. Ela estava no comando. Me fazendo gemer involuntariamente. Eu voltei a levantar o tronco e fiquei de quatro de novo. Ela me segura nessa posição. Eu estava todo arreganhado para ela. Ela estava começando a me montar.

Eu estava sendo montado e domado pela primeira vez, por uma negra caralhuda.

Nessa hora eu já tinha 19 cms da jeba daquela cavala enterrada no rabo. Faltavam só dois centimetros para chegar até o talo. Ela então me disse: você aguenta até o talo sim.

Então me segurou de novo pelas ancas e empurrou com o quadril até selar o pau dela no meu cú. Eu sentí o talo, a parte mais grossa da pica entrando e abrindo: Depois senti ela selando o meu cu. Dei um gemido forte. Sentí muito tesão. Nessa hora abri as pernas ainda mais e empinei a bunda no máximo. Ela estava entalada no meu bundão empinado. Aquela negra tinha me pego.

Eu fiquei assim. De quatro, as pernas bem abertas, empinando a bunda, o meu pauzinho babando, o ânus engatado e selado. Aquela cavala estava colada no meu rabo pelo pau de 21 cm, grosso e potente.   

Ela segurou por alguns segundos, estabelecendo o territorio e tirando finalmente o meu cabaço. Eu gemia alto e bufaba. Nessa hora, assim, com a bunda empinada, excitado: rebolei. Ela então me segurou pelas ancas e falou:

- Shhhh....Não faz isso. Não me provoca mais... Você não precisa rebolar, pois eu vou te foder muito. Não me provoca.... Sou eu quem vai te comer... Teu trabalho é só gemer e dar essa bunda para mim.

Eu então pedi para ela pulsar o pau.

-Assim? - ela perguntou.

Eu sentí o pau dela latejar uma vez e estufar ainda mais o meu cu. Então, de repente, logo depois que ela fez eu sentir o pau dela pulsar, o meu cu, quase involuntariamente, mordeu a pica dela. Estava acontecendo aquilo que aquele cara tinha me explicado. O meu cu estava "mordendo" o pau da boneca.

O meu cu contraiu uma vez e apertou. Depois, apertou ainda mais. Apertava forte e travava a jeba dela. E ficou assim, mordendo e travando o pau dela. Enquanto isso, ela ficava quieta. Me segurava de quatro. Eu arfando e sentindo o meu cú involuntariamente apertar e morder o membro pulsante dela. As minhas nádegas empinavam sozinhas em leves espasmos. Se contraiam, parecendo querer empurrar a pica para dentro enquanto o cu apertava ainda mais. Não conseguía fazer o meu cu deixar de morder.

Ela então falou: Vai, tranquilo gato. Relaxa... deixa ele soltinho agora.

Devagar eu soltei. Mas logo o meu cu mordeu de novo. E ficava assim. Soltando e apertando, soltando e apertando. O meu cu estava mamando e engolindo o pau, do jeito que aquele cara tinha me explicado.

Mas ela insistiu: Fica relaxado... Não precisa morder bêbe.

Eu me relaxei com as palavras dela. O meu cuzinho relaxou de novo e ficou assim.

Nessa hora, ela iniciou o vai-e-vem suave.

Eu perguntei: - É assim que voce está tirando o meu cabaço?

Ela deu uma risada marota, e respondeu:

Eu já tirei o teu cabaço antes...

Então eu pedi para ela ficar quieta de novo, para me dar tempo. Me deixar descansar pois o ritmo dela era forte e sem parar. Mas ela não queria esperar. Ela disse: Já esperei, agora já vou comer. No sexo não tem descanso. Voçê venho aqui pensando que eu não ia te comer? Agora vai ser bem comido seu puto. Vai ter que descansar depois...

Ela recomeçou o seus movimentos. Continuou lento, mas depois comecou a dar mais profundidade. Depois de ficar assim indo e vindo e eu gemendo sem parar, ela comecou a aumentar o ritmo e a dar estocadas. Depois eram estocadas cada vez mais firmes e no ritmo de "bombar". Ela me dando sem pena, bombando, fazendo o meu cu virar buceta de macho. Eu afroxando tudo sentindo como ela dava cabeçadas no fundo das minhas entranhas e tocando o meu "sininho".

Eu gemendo e xingando. - Ai Caralho! Ai Caralho. Ai, sua filha da puta! Voçe está comendo a minha bunda sua puta, ai caralho, ai caralho!

Ela respondia: fica quieto gato, o teu trabalho é só gemer e dar a bunda para mim. Só geme e empina essa bunda larga que você tem!

E continuava bombando sem pena. Eu segurava o tranco, gemendo. Mas tive que pedir uma folga. Ela negou. Nao ia conceder pausa.

Disse para eu sair da posição de quatro e me colocou de frango assado na frente dela. Eu me levantei, as minhas pernas já estavam fracas. Ela me deitou de frango assado. Abriu as minhas pernas, as colocou nos ombros dela, se ajeitou no meio e apontou a cabeça dura da sua pica no meu cu. Empurrou e enfiou até o talo de novo. Eu gemi profundo e ela sorriu. Ela começou a bombar de novo e dar estocadas profundas. O barulho das bombadas era forte em todo o quarto: plof, plof, plof, plof, plof, plof, e se juntavam aos meus gemidos e xingamentos.

Ela não parava, tinha um vigor de um animal no cio e a virilidade de um garanhão. Estava batendo estaca em mim sem dar tregua ou chances de escapar. Tudo isso misturado aos gemidos de uma mulher que estava sendo enrabada ao mesmo tempo em um filme na tv.

Eu já sentia o cu todo arregaçado. Eu deixava ela entrar e sair deixando agora o cu todo froxo. O cu estava quente, as estocadas chegando até o fundo e batendo no meu sininho, o meu ponto P. Eu bufando, gemendo a cada estocada e pedindo para ela disminuir.

Ela só ficava mais arrefecida, dizia que não ia parar, e segurando as minhas pernas no ar batia a estaca dura dela no me cu macio e frouxo, falando: venho para ser comido, e me provocou, agora eu vou te comer mesmo. Não tem essa de não aguentar, aguenta sim.

Ela então comentou: "até pensei que o seu cu ia ser mais apertado. Mas ele é macio". Eu gemendo e o meu cu virando uma bucetinha macia que ela aproveitava e continuava a estocar.

No meio dos gemidos, perguntei se ela já ia acabar. Ela disse que não. Que ainda ia me comer muito. Me virou de novo de quatro e nessa hora eu empinei de novo e deixei ela me bombar. Segurei o tranco empinando as ancas, me segurando nos lençóis e deixando ela deflorar o meu cú que já fazia barulho de estar todo arregaçado pela tora dela. Plof, plof, plof, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc.

Finalmente estava sendo comido. Isso era ser comido pela bunda, e imaginei que era isso oque uma fêmea sente na hora de ser bem comida pela bunda por um macho pauzudo e vigoroso. Ela continuava com as estocadas: plof, plof, plof, plof, plof, plof.

Eu pedi arrego. Ela não concedeu. Continuou bombando. Me virou de novo, me colocou de lado, se segurou nas minhas ancas e continuou as estocadas e bombando.

Eu sentia aquele pau que parecia ter um osso dentro entrar e sair, sem resistência. Eu não conseguia escapar dela. Pedi para trocar de posição, voltar a ficar de quatro, só para dar um respiro para o meu cu, mas ela não deixava.

As estocadas dela eram firmes e eu sentia o cu sendo todo laceado e a cabeça pontuda do pau batía na minha próstata me deixando todo vulnerável e aberto e emitindo gemidos sem parar. Não tinha outro caminho que não fosse relaxar o cu e aceitar que ela estava me devorando.

Então ela, sem tirar da minha bunda, me pegou e me fez sair da cama. Me colocou de pé contra a parede. Me fez abrir um pouco as pernas e empinar a bunda. Se posicionou e continou as estocadas.

Ela estava me comendo de pé. Eu só conseguia gemer e sentia ela dando as cabeçadas com o ariete duro dela no fundo do meu cu frouxo, dando cabeçadas na minha próstata e fazendo pressão. Eu gemia e sentia o gozo começar no cu e ir para o meu pintinho que estava mole mas babando muito. A baba do meu pinto caia no chão com as estocadas dela e um fio de baba ficava pendurando nas minhas coxas.

Ela continuava as suas estocadas de touro quase me levantando do chão. Eu gemendo: Ain, Ain, Ain, Ain, Ain caralho... Ain sua puta, Ain, Ain, Ain. E ela dando as estocadas sem parar, plof, plof, plof, plof, plof, ploc, ploc, ploc. Já não tinha nenhuma resistência... Aquela negra caralhuda estava arrombando o meu cu. Ela estava fazendo eu ficar com "buceta de macho".

Depois de uns minutos assim de pé, falei que não aguentava mais. Ela só respondeu: aguenta sim, eu vou te comer mais ainda. Então me mandou ficar de frango assado de novo. Colocou dois travesseiros na beira da cama e me disse para eu ficar de franguinho...meteu, meteu muito, fazia um barulho forte das estocadas, eu gemia e nessa hora achei que se provocasse ela, ela ia gozar. Então no tesão e na loucura das bombadas, do barulho, das estaladas, dos gemidos e escutando o pau dela entrar e sair, eu pedi pra ela me fuder:

Me fode sua puta! Vai caralho, me fode então sua puta! Mostra oque eu mereço sua puta!

Ela voltou a falar: o teu trabalho é só gemer. Gemer e dar essa bunda para mim.

Eu já só gemendo de novo pois a minha "buceta de macho" já estava encharcada. Sentia seu pauzão enorme quase betendo no meu estômago. Tudo aberto, indo até o fundo mesmo.

Nessa hora eu perguntei se ela já ia gozar. Ela falou que ainda não, que ainda faltava muito. Então eu disse que eu não conseguia mais segurar o tranco dela. Ela tinha ganho... e eu ia gozar.

Ela só disse "ok" com a cabeça e continuou bombando segurando as minhas pernas no ar. Eu comecei a bater uma punheta e o meu pau jorrou. Mas antes de gozar tudo, eu soltei e esperei um pouquinho. A minha barriga ficou toda molhada. Eu queria mostrar para ela que eu podia dar uma boa foda, e não me entregava ainda. Mas depois logo deixei isso de lado, e peguei de novo no meu pauzinho e continuei me masturbando, e então sentí que ia explodir em um gozo completo. Sentí o orgasmo explodindo no meu pau e no meu cu, que começou a piscar e morder o caralho dela, enquando ela continuava o vai vem rápido sem perder fervor e nem vigor. Senti o meu pau soltar jatos no meu peito e barriga.   

Falei: estou gozando caralhooo! Ela aumentou o ritmo da metida e começou a sorrir... Eu urrava, gemia, e sentía os espasmos no pau, no cu, e nas minhas pernas, enquando ela olhava com tesão e bombava dentro de mim. Ela me fez gozar bem fundo, tirou o pau quase todo e penetrou novamente uma última vez até o fundo.... e depois foi tirando devagar toda satisfeita, mas com o caralho ainda duro.

Ela desmontou e falou: Agora você foi bem comido. Levou uma surra de pica. Nota 10 esta trepada.   

Depois ela me deixou descansar e ficou na cama, deitada de lado e me olhando...Como uma leoa que espera a sua presa se recuperar só para brincar de novo e devorá-la uma vez mais. Ela me deu uma hora de descanso, depois me comeu de novo. Foi outra trepada nota 10.

Foi uma experiência muito intensa. Uma negra maravilhosa, pauzuda, comedora, gostosa e que me fez tomar no cu!

Nunca antes tinha sido comido desse jeito. Fiquei com o cú quente e piscando por varios dias. E agora bato muita punheta lembrando dessa foda.

Foto 1 do Conto erotico: A negra caralhuda e o bundudo

Foto 2 do Conto erotico: A negra caralhuda e o bundudo

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realiza2021 Comentou em 18/04/2026

Lindas fotos




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Ficha do conto

Foto Perfil Alqu
Alqu

Nome do conto:
A negra caralhuda e o bundudo

Codigo do conto:
259710

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
18/04/2026

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4

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