Mas vamos ao conto. A história que vou contar alguns podem não acreditar, mas garanto ser 100% verídica. Aconteceu em dezembro de 2009, quando fui a Brasília participar do aniversário de 15 anos da filha de uns amigos. Essa seria a minha primeira viagem de avião. Então, por inexperiência e muita vontade de voar, ao invés de escolher um voo direto, comprei na extinta companhia aérea de cores verde e branca (com as iniciais WJ) um voo que saía de Recife para o Rio, do Rio para BH e de BH para Brasília. Na ida, ocorreu tudo bem; o voo saiu e chegou no horário. Conheci Brasília, participei da festa e chegou a hora de retornar a Recife.
Não lembro exatamente o horário do meu voo, mas era à tarde. Meus amigos me deixaram no aeroporto, nos despedimos e entrei na sala de embarque. Não sei se vocês vão lembrar, mas nessa época houve uma crise aérea em que vários voos eram cancelados e os atrasos eram imensos. Meu voo foi "premiado" com um desses atrasos, tanto que a companhia deu vouchers para alimentação. Durante todo esse tempo de espera, eu ficava olhando a movimentação dos coroas, procurando um cruzamento de olhares; ia aos banheiros, mas não aparecia nada! Peguei o computador na esperança de, pelo bate-papo do UOL, encontrar alguém, mas infelizmente não conheci ninguém.
Chegou a hora do embarque e me dirigi ao portão. O embarque foi realizado através de ônibus. Geralmente os ônibus vão cheios; todos estávamos cansados e estressados, querendo apenas voltar para casa. Fiquei em pé, despretensiosamente, sem pensar em mais nada. Já havia desistido de que pudesse aparecer algum coroa àquela altura do campeonato, quando, no balanço do ônibus, um coroa que estava na minha frente com a mulher roçou a bunda no meu pau.
Pensei: "Não é possível... aqui? Agora? Será? Deve ter sido sem querer...". Só que essas roçadas se repetiram algumas vezes e meu pau ficou duraço! Pensei: "Porra! Não podia ter aparecido antes?". Mas, beleza... vida que segue. Subi no avião, acomodei minha bagagem e sentei na janela, que era o meu lugar. Na época não havia conectividade nas aeronaves, então baixei alguns filmes para assistir, pois a viagem seria longa devido às conexões.
Estou eu com meu fone de ouvido assistindo ao filme quando, de repente, sinto algo do meu lado direito, no vão que existe entre o assento e a fuselagem do avião. Vou abrir um parêntese, pois esqueci de contar que o destino colocou o coroa que estava roçando em mim sentado exatamente no assento atrás do meu. Então, esse "algo" que senti era a mão dele. Ele se espreguiçava, esticava o braço invadindo o meu espaço e, confesso, no início eu não estava entendendo o que ele queria... até que ele começou a procurar algo e eu entendi: ele queria pegar meu pau, rsrsrs.
Queridos, foi algo que eu jamais imaginava que poderia acontecer, no lugar que aconteceu e da forma que aconteceu. Ao meu lado havia um casal e em nenhum momento eles notaram, pois eu estava com o notebook no colo e dava para disfarçar bem. Meus amigos... ele veio praticamente o voo inteiro "amolegando" o meu mastro, rsrsrs. E não foi só por cima da calça; ele pegava por dentro! Óbvio que eu facilitava o trabalho dele, me inclinando, desabotoando e o resto ele fazia.
No momento em que o serviço de bordo passou, usei o guardanapo e uma caneta emprestada para anotar meu número. Como ele estava com a mulher, não seria uma situação fácil. Mas, voltando ao relato, foi uma sensação única; nunca vivi algo parecido. Foi muito gostoso e excitante.
Quando o avião pousou em Recife, para minha surpresa e alegria, vi que eles também iriam desembarcar ali — era a chance de passar meu telefone. Descemos e fui ao banheiro; quando abri o zíper e baixei a cueca, vi que estava toda melada. Não cheguei a gozar, mas "melou" muito, rsrsrs. Conversamos de maneira breve, passei meu número e fiquei na expectativa.
Passaram-se vários dias e nada. Cerca de 15 a 20 dias depois, ele me ligou. Descobri que ele tinha vindo a Recife para o velório de um parente da mulher. Conversamos por alguns meses; ele sempre dizia que viria aqui, mas nunca voltamos a nos encontrar. Restou a memória dessa aventura que, para mim, foi inesquecível.
Espero que gostem. Não foi um conto de sexo propriamente dito, mas foi uma aventura diferente. Abraço!