Eu te percebo primeiro. Esta linda igual quando estávamos juntos. Parece que não envelheceu, mas se tornou mais elegante. Com o mesmo rostinho de princesa agora fingindo ser rainha, porém eu sempre vi por trás da sua máscara e conheço muito bem quem a veste. Acho graça do seu teatrinho social, interpretando a boa esposa de seu marido pros anfitriões, mas não assisto muito. Sei que mais cedo ou mais tarde você irá vir atrás de mim.
Horas depois, já falei com quem queria e fumo sozinho do lado de fora enquanto termino aquele que seria meu último copo. Como se fosse planejado, você chega desacompanhada na varanda interrompendo minha solidão. Me pede fogo e acende seu cigarro. Mesmo no meio da fumaça, seu perfume se sobressai, inconfundível e inesquecível. O silêncio não dura. Tagarela como sempre, você começa a falar sobre a festa, sobre as pessoas, como você acabou ali através de um amigo de seu marido e eu interrompo:
- E ele foi ficar com os amigos e te abandonou com pessoas que falam mais que você, que maldade.
Seu sorriso envergonhado de quem foi pega no pulo seguido de um trago me confirmam o caso. Mudando de assunto, você me pergunta como eu vim parar ali. Respondo que vim a convite de um colega de trabalho sem dar mais detalhes.
- Foi uma noite boa pra mim, mas você deve estar morrendo de tédio pra vir aqui falar comigo. Tentando ter pelo menos uma conversa interessante hoje?
De novo o sorriso seguido de confissão que não gostou da festa. Esperava se divertir mais depois de uma longa semana, mas faz parte da rotina.
- Faz parte da sua rotina ser deixada de lado pelo seu marido que se diverte com os amigos enquanto você fica entediada?
Sua cara fecha. Tenta explicar que não é assim, que vocês tem suas diversões e que recentemente tem sido difícil, mas a sua vida é tranquila e estável.
- Sei. Dá pra ver na sua cara que você não está feliz. Por que você se força a viver uma vida que não quer?
Impactada, você ainda tenta negar. Sem nenhuma confiança e com raiva, diz que não é nada disso e que eu não sei como a sua vida é, nem o que você quer.
- Você pode até mentir para si mesma, mas nunca vai conseguir mentir pra mim. Eu te conheço muito bem, muito melhor do que você imagina. - digo enquanto olho profundamente em seus olhos - Está estampado na sua cara a sua vontade de se empolgar com algo de novo. De fazer algo diferente, sair da rotina. Por isso que veio aqui falar comigo.
Você desvia o olhar e dá uma risada debochada, fingindo ser segura e confiante. Diz que veio falar comigo por educação e pergunta se eu não ia falar com ela a noite toda, cobrando satisfação.
Eu me aproximo e travo seu olhar êmulo no meu.
- Por que eu faria isso se era só esperar você vir até mim? Você continua a mesma garota curiosa, mas finge que ser adulta é ser outra pessoa. Eu sei quem você é de verdade, mesmo que você tenha esquecido.
Minha voz soa um tom mais baixo e mesmo assim, é o único som que você consegue se concentrar. A música, as risadas e os convidados desapareceram de seus ouvidos. Ansiosa para ouvir as minhas próximas palavras, você me pergunta desafiadoramente “e quem eu sou então?”.
- Você é uma puta. Uma piranha boqueteira que quer ser dominada e posta no seu lugar, que é de joelhos, com um pau na sua cara pra você mamar e não pensar em mais nada. Você quer ter sua boca fodida com força até levar porra na garganta e nessa sua cara de cachorra. Você serve pra ser usada pelo seu dono, eu posso ver nos seus olhos a sua vontade e é só por isso que você veio falar comigo. Você está com saudade de ser minha e não vai conseguir segurar a sua curiosidade com o que eu vou dizer: vou no banheiro do segundo andar que está vazio e não vou trancar a porta.
Sem reação, você me vê entrar na casa e ir na direção das escadas. Subo e entro no banheiro. Fecho a porta, mas não tranco. Começo a mijar e pouco tempo depois ouço batidas na porta.
- Entra.
Você entra rapidamente, fecha a porta e encosta suas costas nela. Sinto seus olhos fixos em meu pau que balanço algumas vezes enquanto caem as últimas gotas. Limpo a cabeça com papel, abaixo a tampa do vaso e dou descarga, mas não fecho minha calça. Me aproximo de você até meu pinto quase encostar na sua barriga, apoio meus braços na porta com você entre eles e tranco a porta.
- Você não tira o olho do meu pau. Por que não vem olhar mais de perto?
Eu te puxo e faço você sentar no vaso. Meu pinto agora está na frente do seu rosto e cada vez mais duro.
- Pronto, assim você pode ver melhor.
Sem falar uma palavra, seus olhos atentos e boca entreaberta denunciam seu tesão enquanto meu pau endurece na sua frente.
- Tava com saudade de ver ele assim de perto, né?
Eu seguro na base e lentamente movimento a mão.
- Só olhar é pouco, sente o cheiro também.
Apoio minha outra mão na parede atrás de você e aproximo meu corpo ainda mais. A cabeça do meu pau quase encosta no seu nariz e sua respiração fica ofegante. Me masturbo lentamente e no movimento, pincelo de leve seu nariz com minha pica. Você suspira e olha nos meus olhos por um instante, antes de voltar a encarar meu pau. Uma gota de pré-gozo sai devagar.
- Olha só, ele tá feliz em te ver tbm. Dá um beijinho nele pra matar a saudade.
Aponto meu pau na direção da sua boca e seguro firme. Você hesita um segundo, mas não consegue resistir. Se aproxima e beija a cabeça de leve, se afastando devagar. O pré-gozo forma uma linha entre meu pau e seus lábios que é quebrada por sua língua passando por eles e recolhendo o líquido para sua boca. Tiro minha mão da parede e seguro seu queixo, inclinando sua cabeça para trás e te fazendo olhar nos meus olhos.
- Tá com saudade de sentir o gosto também, né, piranha? Deixa eu te ajudar a lembrar
Com minha outra mão eu seguro meu pau e começo a esfregar lentamente nos seus lábios, de um lado pro outro. Sua boca fica cada vez mais melada e sua língua aparece entre seus lábios. Começo a bater de leve com minha pica na sua boca enquanto falo:
- Tá doida pra me mamar, né, sua puta? Abre essa boca gulosa.
Seguro com as duas mãos nos lados da sua cabeça e aponto meu pau para sua boca que me espera aberta e obediente. Encosto a cabeça da minha pica na sua língua e deslizo devagar pra dentro, sem parar até encostar na sua garganta. Você geme levemente e eu deslizo pra fora até só ficar a cabeça na sua boca. Repito o mesmo movimento cada vez mais rápido.
- Isso… chupa, piranha… ahn… chupa com vontade….
Meu pau entra e sai cada vez mais rápido e bate com força na sua garganta.
- É para isso que serve essa boca de puta que você tem…. Mama gostoso na minha pica, sua boqueteira….
Seguro sua cabeça com meu pau encostando na sua garganta e forço devagar até entrar um pouco e você engasgar. Tiro da sua boca completamente babado e puxo seu cabelo inclinando seu rosto pra cima de novo. Bato minha pica na sua bochecha e esfrego no seu rosto.
- Isso que você queria, né, sua safada? Só precisa mamar meu pau pra ser feliz, não é? Vem aqui que eu vou foder a sua garganta agora. Olha pra mim e faz o que eu mandar.
Aponto meu pau pra sua boca,
- Bota sua língua toda pra fora e mantém ela assim. Eu vou botar devagar no começo pra você se acostumar.
Obediente, você estica a língua olhando nos meus olhos e meu pau desliza nela até encostar na sua garganta. Com as duas mãos, puxo sua cabeça pra mim ao mesmo tempo que empurro com o quadril meu pau pra frente que entra na sua garganta. Por reflexo, você tenta sair, mas eu seguro você no lugar por mais alguns segundos. Te solto e você puxa o ar ofegante enquanto eu esfrego meu pau babado na sua cara.
- Bom começo, putinha.
Enfio de novo meu pau na sua boca, mas dessa vez tirando e metendo a cabeça da pica na garganta algumas vezes e no final segurando por mais tempo. Mas uma pausa pra respirar e batidas de pica na sua cara. Dessa vez vou um pouco mais fundo e começo a meter mais rápido. Sua garganta já mais relaxada se abre mais a cada enfiada de pica nela, sempre acompanhada de um gostoso gemido de prazer que vibra todo meu pau. Seu nariz encosta na minha barriga indicando que meu pau está todo dentro. Seguro sua cabeça e deixo você sentir a minha pica pulsando. Tiro e te deixo respirar um pouco.
- Muito bem, sua cachorra. Conseguiu engolir tudo. Agora você tá pronta, vou te fuder gostoso.
Aponto meu pau pra sua boca e você instintivamente já abre a boca com a língua pra fora sem tirar os olhos pidões dos meus, completamente entregue. Enfio minha pica inteira até o fundo de sua garganta, seguro sua cabeça no lugar com as duas mãos e começo a meter rápido e forte. Nossos gemidos tomam conta do ambiente enquanto meu pau desliza pela sua boca e baba pinga no vaso. Seu corpo reage toda vez que minha pica bate na sua garganta e seu nariz na minha barriga. Seus olhos reviram em êxtase e sua cara de prazer me leva ao limite.
- Eu vou gozar! Engolhe toda minha porra, piranha do caralho!!
Enfio tudo e seguro sua cabeça contra mim enquanto urro e atiro jato atrás de jato de porra direto na sua garganta. Tiro o meu pau e você cai relaxada no encosto, ainda ofegante. Diversas linhas de baba e porra misturadas ainda conectam sua boca a minha pica. Me aproximo de novo e imediatamente você começa a beijar e lamber meu pau, tentando saborear cada resquício de porra nele.
- Gostou de ser usada, sua cachorra? Aprende a não duvidar mais de mim, eu te conheço muito bem.
Sua respiração se acalma, mas o seu corpo ferve de tesão. A dúvida da traição e o desejo por ser fodida batalham na sua mente. Antes de você conseguir falar qualquer coisa, eu me arrumo rapidamente, me abaixo, te seguro pelo pescoço, olho nos seus olhos e digo:
- Da próxima vez que você vier atrás de mim, eu vou comer o seu cu e gozar na sua cara.
Eu saio do banheiro e vou embora da festa.
lobinho138