Bom, essa história começou há muitos anos atrás, quando eu ainda era bem jovem. Tenho um amigo desde sempre de infância mesmo, o André, e muitas das minhas primeiras "Brincadeiras" foram com ele, eu vivia na casa dele, bem como ele na minha, nossas famílias se conheciam há anos. Descobrimos muitas coisas juntos, pornô, chat online, brotheragem.... Depois posso contar melhor esses momentos com ele.
Enfim, um dia, fui para a casa do André, jogar vídeo game, sentamos no chão do seu quarto e logo um olhou para o outro e já fomos botando os paus para fora e começamos a revezar a mamada. O André sempre teve o pau maior que o meu, ele era bem branquinho com cabelos bem escuros e olhos castanhos claros, então seu pau era bem rosinha, já cheio de pêlos, e soltava baba como nenhum outro. Enquanto eu mamava o cacete dele, do nada a porta do quarto se abre e quando olho seu pai, estava ali, estático olhando para nós, cobrimos nossos órgãos rapidamente enquanto o seu Rogério saía dali, olhei para o André e só me levantei e fui para casa, morrendo de medo, do que ia acontecer, se o Rogério ia falar com meus pais.... de qualquer forma não fui mais na casa do André por um bom tempo. O assunto não estourou, então aos poucos as coisas foram voltando ao normal, um dia estava no portao de casa com meu pai e o pai do André passou de carro, cumprimentando e comentando que eu não tinha aparecido mais por lá, só sorri, mas levei aquilo como uma forma dele de dizer que tava tudo bem. Aos poucos minhab rotina com o André foi voltando ao normal e voltei a frequentar sua casa. Um dia estávamos jogando algum jogo da época e sua mãe nos chamou para um lanche, fomos e em seguida fui lavar meu copo, quando seu Rogério chegou para beber água e como o espaço era pequeno me pressionou na pia, mas eu notei um volume considerável em minha bunda. E assim foram os nossos encontros ele sempre procurando um jeito de sarrar ou se encostar, as vezes até sentia seu pau pulsar em mim, acredito que ele esperava eu tomar alguma atitude para correr menos risco, mas não aconteceu, os anos foram passando, a rotina mudando e nada rolou.
Anos depois quando eu já tinha perdido minha virgindade, o André me chamou um fim de semana para ir em sua casa, para beber e botar o papo em dia, e claro, aceitei o convite. Chegando lá, estavam somente ele, a namorada, e seus pais, ele me contou que tava pretendendo se casar em breve e fiquei muito feliz com a notícia, continuamos conversando, principalmente sobre a relação deles, como se conheceram, e talz... quando fui até a pia pegar um copo, assim como antes, seu Rogério, um homem por volta dos 50 anos, bem conservadão pela corrida, veio por trás de mim e se encostou, eu dei uma risadinha pra ele e ouvi aquela voz grossa no meu ouvido...
_Lembra disso?
_Oh se lembro....
_Gostava né?!
_Claro!
_Pois é, pena que não rolou né....
Ouvimos um barulho se aproximando e ele saiu da cozinha, voltei para a varanda onde estava bebendo com o André e seguimos nosso papo. Algum tempo mais tarde, me levantei para ir no banheiro segui o corredor até o fim da casa, quando cheguei em frente à porta do banheiro ela estava entreaberta, empurrei e tomei um susto com seu Rogério lá dentro.
_Desculpa, achei que tava vazio.
_Relaxa, tava só lavando a mão.
Nisso ele colocou a cabeça para fora e verificou se mais alguém estava ali, percebendo que não, fez sinal de silêncio, e me chamou para entrar, e claro, eu entrei, ele fechou e trancou a porta, quando me virei para ele, ele já estava sacando a rola pra fora, uma rola peludona, bem parecida com a do André uns 18cm, bem rosinha, ele arregaçou o prepúcio e pude ver sua glande toda babada. Me ajoelhei, e ele colocou sua mão em minha cabeça, me segurou pelos cabelos e me guiou ao seu pau duro, seu pau tinha um cheiro forte, cheiro de macho, excitado, babando por um cu há dias, ele socou o pau todo na minha boca, senti ele adentrar minha garganta, quase me engasgando, depois começou a colocar e tirar a rola, fodendo minha garganta, meu olho lacrimejava, e ele nem um pio para não chamar atenção de ninguém, total silêncio mas eu podia ver em seu rosto a cara de putão que ele fazia. Depois me soltou e me deixou mamar a vontade, suguei todo líquido daquele pau, e ele só ficava mais duro, era uma barra de ferro, seu pau era inclinado para cima, então eu o segurava pelo saco para que ele ficasse apontado para mim e metia a boca sem dó, tava uma delícia sentir o sabor daquele macho maduro, que sabia muito bem o que fazer e quando fazer.
Ele me levantou e falou no meu ouvido.
_Quer sentir no cuzinho?
_Mas aqui? Como vamos fazer?
_Vai lá pro quarto de hóspedes que dou um jeito de te comer rapidinho lá.
Me recompuz e saí do banheiro olhando antes pelo corredor para me certificar que não havia ninguém ali. Fui até o quarto de hóspedes e fiquei aguardando. Ele chegou e apontou com o dedo para um cantinho ao lado do guarda roupas onde quem quegasse pela porta não viria com facilidade, me encaixei ali, de frente para a parede e abaixei minha bermuda de elastico deixando minha bunda à sua disposição, ele chegou por trás, se ajoelhou e deu uma bela chupada no meu rabo, beijando bem lubrificado e até deu umas dedadas para preparar o caminho. Ele tirou uma camisinha da carteira e botou novamente o pau pra fora, encapou e mirou.
_Tá pronto? Posso meter?
_Vai mete nesse rabo, ele tá esperando isso há muito tempo.
Ele tampou minha boca com uma das mãos e a outra me abraçou pela cintura, assim ele começou a forçar e meteu o pau todo de uma vez dentro de mim, eu não tive nem reação, minha lágrima escorreu, eu não tinha nem voz, ele meteu até o talo e ficou um pouco parado, quando meu anel deu a primeira piscada em seu pau, ele começou um vai e vem, aos poucos fui começando a sentir prazer em ter aquele pau todo atolado em mim, sentia seu corpo todo grudado ao meu, sua respiração ofegante em meu ouvido, aquele cheiro de macho, e o perigo da situação. A rola dele esfolando meu cu, aquele ardido gostoso, aquela dor prazerosa. Ele gemia baixo.
_Huuuum que rabão, já tá todo arrombado, vou kmeter até gozar, que delícia.... Gostava de mamar meu filho agora vai chorar na rolona do papai.
Ele não parava de meter um instante, aquilo tinha que ser rápido, mas não é por isso que ele fazia de qualquer jeito, tava muito gostoso. Ele começou a respirar pesado no meu pescoço e seu pau começou a pulsar em mim, ele continuou metendo até sua rola começar a amolecer, nisso ele tirou o pau, arrancou a camisinha, deu um nó e a guardou no meu bolso.
_Fica de lembrança pra você!
Ele se recompôs e foi saindo dali, mas quando viramos, seu filho André estava na janela olhando a cena com cara de assustado. Eu saí só quarto sem graça e quando cheguei fora da casa eu tava até sem palavras, então me despedi e fui pra casa, fui para o banheiro derramei aquela porra no meu pau e né masturbei com aquele liquido branco e espesso do seu Rogério, gozei litros, tomei um banho e segui a vida....
Continua no próximo....