Tive que me mudar, e mudança é uma droga, embalar tudo, jogar no caminhão, desembarcar e organizar tudo na nova casa e etc...
Mas o que interessa é minha vizinha Ana.
Ana é uma mulher de baixa estatura, cabelos pretos lisos, pele parda, nem gorda nem magra, seios fartos, quadril largo e um bumbum enorme de encher os olhos, porém ela é casada com outra mulher. Uma mulher branca de baixa estatura tbm, cabelo curto e se veste igual homem.
Eu não tenho muito horário certo no trabalho, tem dias que trabalho fora, tem dias que trabalho em casa, esses tempos atrás fiquei em casa por uma semana, como moro na casa de frente com a dela notei que um homem de uma borracharia próxima aparecia na casa dela sempre que a mulher dela Joyce não estava, não notei nada de mais, ele entrava e ficavam conversando coisas corriqueiras do dia a dia e como ela fala alto da pra ouvir quase tudo que falavam.
Mas essas visitas duraram de segunda até quarta feira com assuntos normais, porém na quinta feira o assunto tomou proporções engraçadas e excitantes...
Borracheiro: Ana não acredito que você casou com uma mulher, você é uma gostosa, faria qualquer homem Feliz
Ana: hahahahahaha eu prefiro mulher, elas sabem o que fazer, onde tocar, onde lamber... E não sinto falta de homem.
Borracheiro: A é? Então você não sente falta de um pau duro, grosso e quente , com as veias marcadas na sua mão, na sua boca, entrando em você?
Ana: Vixi claro que não!
Nesse momento, notei que a voz dela ficou meio estridente, como se estivesse mentindo...
Borracheiro: Sei sei, olha se deixasse eu faria você voltar às configurações de fábrica hahahahaha
Ana: Me respeita que sou casada tá, minha mulher te mata!
Borracheiro: Tudo bem, desculpa, mas é só o que penso, sabe que sempre falo o que vem na cabeça.
Ana: É eu sei kkkk agora vai trabalhar vai, me deixa, o vizinho está aí, deve estar escutando toda essa putaria aí que você tá falando, vai embora, se ele fala uma barbaridade dessas pra minha mulher já sabe né, vai vai vai trabalhar.
O borracheiro saiu rindo e foi embora. Percebi na minha mente que nada iria acontecer se eu estivesse lá, e como mente vazia é oficina do diabo eu elaborei um plano.
Meu plano era simples, fingir que fui trabalhar fora e ficar à espreita de tudo. Como a casa dela é frente a frente com a minha e separados por um corredor, esses dois conversam numa espécie de quintalzinho que parece um Corredor tbm na frente da casa dela, então se minha janela estiver fechada consigo ver pela fresta o quintal dela todo, que só tem como proteção as grades do portão dela, o portão de saída do nosso quintal é elevado, fica no final do corredor que divide as duas casas, da rua não dá pra ver nada dentro do quintal.
Na quinta feira bem cedo, fechei tudo e fiz o mais absoluto silêncio, eis que o nosso amigo borracheiro apareceu novamente, sentou na cadeira do quintalzinho dela com um copo de café na mão.
Borracheiro: Bom dia Ana, tranquila?
Ana: Tudo bem né, já veio perturbar?
Borracheiro: oxe mulher, falei nada kkkk
Ana: Mas vai, te conheço!
Borracheiro: Falar o quê exatamente?
Ana: Daquelas putarias que estava falando ontem!
Borracheiro: aaaaaaah nem lembrava disso, hahahahaha parece que ficou pensando nisso né? hahahahaha tá querendo que eu faça reset em vc?
Ana: VAI TOMAR NO CU MEO, PARA DE FALAR BESTEIRA, SABE NEM SE O CARA ESTÁ AÍ PRA FALAR TANTA MERDA!
Borracheiro: Calma caraio, tá tudo fechado lá, tem ninguém.
PEDRO!? O PEDROOOO!?
Mantive o mais absoluto silêncio...
Borracheiro: aí caralho, o cara nem está aí hahahahah,
Mas então, ficou pensando né?
Ana: Não acredito que vou falar isso logo com você né, mas fiquei mesmo, mas não pensando em você... Faz anos que não me relaciono com um homem, sou muito satisfeita pela minha mulher, mas ainda lembro da pegada de um homem sabe, é diferente.
Borracheiro: Se você quiser eu posso resolver isso!
Nesse momento o rosto do cara estava em êxtase, nem prestou atenção quando a mulher falou que não pensava nele KKK
Ana: VAI A MERDA!
Já disse que não penso nada com você, somos amigos e só. Tu é casado, eu sou casada, vá tomar um banho frio.
Borracheiro: Mas o que tem a ver meu? Você disse que tem lembranças, que a pegada é diferente, eu sou a pessoa perfeita pra isso, somos casados e o que fizermos aqui, vai morrer aqui, não tem ninguém no quintal, não dá pra ver nada lá de cima, bora!?
Fixei no rosto dela, enquanto ele falava percebi uma leve expressão de aceitação e confusão ao mesmo tempo, até que do nada ela fez uma cara de brava.
Ana: VAI SE FODER, NEM SE VC FOSSE O ULTIMO HOMEM NA TERRA KKKKKKKKKK DEVE SER UM PIROQUINHA HAHAHAHHAA!
Borracheiro: Ta gritando pq doida, piroquinha?
Vindo de uma mulher que só vê grelo, sai fora, faz o seguinte então, vê aí se sou piroquinha!
O cara levantou, abriu a calça e sacou pra fora, não sou nenhum manjador de caralho alheio, mas era quase do tamanho do meu.
Minha vizinha fixou o olhar, colocou o dedo na boca rapidamente e tirou e começou a gritar sem tirar os olhos do pau do cara.
Ana: QUE POUCA VERGONHA MEU, OLHA ISSO, SEU FILHO DA PUTA, TIRA ISSO DE PERTO DE MIM, TA MALUCO?
Mas ela não tirava os olhos!
Borracheiro: Então pq não para de olhar? Pode pegar se quiser.
O cara pega na mão dela e coloca no pau dele, ela abaixa a voz...
Ana: Mano, para com isso, olha o que vc tá fazendo, se alguém vê isso, guarda essa porra vai!
Mas ela não tirava a mão enquanto falava.
Borracheiro: Eu guardo, mas você não tira a mão dele, faz o seguinte, chupa ele e eu guardo, nunca mais falamos disso!
Ela ficou olhando pra ele sem falar nada. Nesse momento tive a grande ideia de pegar meu celular e gravar aquela putaria toda.
Ana: Cara... Faz assim... Nunca mais falamos disso?
Borracheiro: Nunca mais!
Ana: Senta aí então!
Ele sentou, ela se ajoelhou, eu com a câmera gravando, ela olha pra ele e fala.
Ana: Se você falar pra alguém, meu casamento já era, e eu não quero me separar jamais, então se abrir a boca eu te mato!
Borracheiro: Sou casado também meu, pra que vou falar alguma coisa se também perco, única que eu quero que abra a boca é você!
O cara vai e empurra a boca dela contra o pau dele, e queridos leitores, essa mulher que não queria, fez uma senhora mamada nesse cara, ela subia e descia com maestria, nem parecia que fazia tempo que não tinha um pau na boca, ela se transformou, mamava com uma fome sem fim, engolia a pica toda, tirava pra respirar, olhava pra ele e batia uma enquanto ria, caia de boca outra vez .
O cara estava em êxtase, teve um momento que ele levantou, pegou pelo cabelo dela e socou fundo na garganta da Ana, de uma forma que fez ela quase vomitar, aqueles barulhos de engasgos dignos de uma boqueteira profissional.
O cara judiava mesmo, fazia ir até a garganta, tirava batia com o pau na cara dela!
Borracheiro: Só chupa buceta mesmo? Agora tá engolindo minha pica sua puta safada, buceta o caralho, toma mais pau!
E empurrava mais e mais na boca dela, o cara já estava dando sinais de que ia gozar, de repente ele não aguenta mais, tira o pau da boca dela e solta leite na cara dela toda, ela começa a rir e ele espalha com o pau. Eu gravando tudo kkkk
Ela levantou, foi até o tanque sem falar nada, lavou o rosto, olhou na cara dele e deu risada.
Borracheiro: Caralho mano, tu mama muito bem, slk, me secou hahahaha
Ana: Cala a boca!
Borracheiro: Agora só falta me dar essa buceta, você de 4 deve ser uma delícia com esse rabão.
Deu um tapa na bunda dela, ela não gostou.
Ana: VAI SE FODER, NUNCA VAI ACONTECER!
Se você falar isso pra alguém, eu vou falar com a sua mulher, ouviu?
Borracheiro: Tá, calma, ninguém vai saber...
Nesse momento parei de gravar, eu estava coladinho na janela, quando de repente... Meu celular toca...
Nessa hora saí de perto da janela e corri pro quarto, só deu pra escutar um breve diálogo...
Ana: Caramba, o Pedro está aí?
Borracheiro: Putz parece que sim!
Ana: E agora, meu Deus, se minha mulher souber?
Borracheiro: Relaxa, o cara tava dormindo.
Ana: Vai, sai fora daqui, vai vai.
Escutei o cara subir as escadas e sair.
Aquela cena ficou na minha cabeça, revendo o vídeo, fiquei com muita inveja desse cara, e um tesão enorme por Ana, ele não conseguiu comer... Mas acho que eu consigo!
Fim da primeira parte!