O abuso que me marcou pra sempre como bicha submissa

Hoje tenho 32 anos. Sou pardo, moreno claro, olhos mel, cabelo castanho cacheado, 1,78m. Não sou magro e nem gordo, faço academia, tenho peitinhos e bundão. Às vezes deixo um bigode por estilo.

Quando tudo começou eu ainda era pré-adolescente. Meus pais eram comerciantes em uma avenida movimentada na zona leste de São Paulo, onde eu gostava de ir para ajudar e participar do trabalho, por vontade própria. A loja tinha uma mesa com computador em um dos cantos e eu ficava por ali a maior parte do tempo durante a tarde. É comum que os comércios de rua tenham seguranças compartilhados para circular ao longo do dia. Por lá sempre teve dois ou três. Um deles tinha o apelido de Gaúcho e tinha por volta de uns 47 anos na época. Branco queimado de sol, olhos claros, cabelo curto arrepiado com gel, forte, mãos e pernas grossas, pés 43.

Gaúcho sempre foi um Macho Alfa do pedaço, dando em cima de várias mulheres jovens que passavam por ele, sempre assoviando e as assediando de alguma forma. Era comum vê-lo inclinar o corpo para observar melhor e de modo mais certeiro a bunda das fêmeas que lhe chamavam atenção. Num dado dia, eu não estava passando muito bem, muito provavalmente com uma gripe a caminho, estava deitado no banco de trás do carro dos meus pais, no estacionamento interno da empresa. Gaúcho tinha entrado para usar o banheiro e me viu dentro do carro, no que perguntou se estava tudo bem. Eu respondi que não estava um pouco indisposto. Ele se aproximou, olhos para os lados e em seguida apontou seu dedo indicador próximo do meu rosto, no que começou a tocar meus lábios, de modo a invadir minha boca as poucos. Ele mandou eu chupar e obedeci de imediato, mas sem entender nada, achando que aquilo seria algo para eu me sentir melhor. Quando já estava chupando aquele dedo grande e grosso, ele colocou o dedo do meio também, sem nenhuma explicação.

Alguns dias depois, eu estava no canto do computador de novo, na loja, e o Gaúcho sempre passava pra saber se estava certo com o estabelecimento. A partir daquele dia, ele passou a entrar na loja e ir até mim ver o que eu fazia no computador. Se posicionava atrás de mim, perguntava o que eu fazia e até que em um momento, ele pega a minha mão e coloca sobre a calça dele, mas sem me deixar olhar o que estava acontecendo.

Eu: o que está fazendo?
Gaúcho: continue o que está fazendo, olhe pra frente.

Ele usava minha mão para esfregar a rola e o saco dele por cima da calça, entre suas coxas enormes, onde eu sentia uma ansiedade enorme sem saber exatamente o que estava acontecendo. Enquanto colocava minha mão por lá, ele colocava os dois dedos na minha boca e mandava eu chupar, como no dia que eu estava no carro me sentindo mal.

Depois de alguns dias, chegou o momento dele mandar eu cheirar a calça e aproximar o rosto. Ele disse que estava me treinando para o momento certo de aprender o meu lugar no mundo, na vida e na sociedade. Eu estava entendendo que algo sexual estaría acontecendo, mas ainda de forma muito inocente, sem conhecer nada daquilo. Ele confirmou que não havia ninguém se aproximando e mandou em ajoelhar ali mesmo, no que tirou a rola pra fora e me fez cheirar antes de ordenar que eu colocasse na boca e chupasse. Disse que o nome daquilo era boquete ou chupetinha, que era obrigação de toda menina ao servir o seu Homem. Uma humilhação necessária pra determinar hierarquias, uma prova de inferioridade e de submissão diante da Superioridade do Homem. Ele me abusou dessa forma por algum tempo e até gozar, no que imediatamente me mandou engolir. Foram muitos tapas na cara e violências verbais e morais. Gaúcho dizia que era importante eu passar por aquilo e aprender com ele sobre minha condição e meu lugar de viado, de bicha, de mulherzinha. Desde então, aquilo me marcou profundamente nas minhas relações sexuais e afetivas, sempre em busca de Homens Conservadores e Machistas politicamente, que acreditam nas hierarquias sociais e afins.

Bom, esse foi o primeiro conto e dependendo da repercussão, pretendo compartilhar outras experiências da minha vida com vocês. Espero que gostem.


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Comentários


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amaduro Comentou em 21/04/2026

Pra isso servem os submissos

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vivianecd Comentou em 21/04/2026

Amiga, n´so submissas devemos sempre obedecer os machos \alfas, eles são nossos donos. Conte mais suas experiencias de bichinha. bjnhos

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stickroger Comentou em 21/04/2026

Conta mais aventuras de bichinhas submissas... 😶‍🌫️




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O abuso que me marcou pra sempre como bicha submissa

Codigo do conto:
259962

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
21/04/2026

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