Olá, meus amores…voltei. Bora de história fresquinha. Conheci a Eduarda no meu serviço. Baixinha, 1,58, cabelos vermelhos, magrinha, com um sorriso largo que chamava atenção. Entre uma conversa e outra, em meio à correria do trabalho, combinamos de sair um dia com o pessoal da empresa pra tomar alguma coisa. Nunca senti nada por ela e nem teria por quê. Até esse dia. Era uma quarta-feira. Duda chegou sorridente, como sempre, vestindo uma calça jeans uns dois números maiores e um corselet preto que destacava o corpo dela. Disse que iria se divertir horrores, porque fazia tempo que não saía. Fomos para o barzinho e começaram os “trabalhos”: desce um drink, dois, três e assim foi. A garota bebe bem. Eu ainda estava no meu segundo drink quando já tinha perdido a conta de quantos ela tinha tomado. As horas foram passando, o pessoal começou a ir embora, e quando me levantei pra sair, me despedi de todos. Perguntei à Duda se ela queria uma carona até o metrô ou até a casa dela porque ela mal se mantinha em pé, só ria. Ela aceitou. No caminho, de repente, ela resolveu tirar o corselet e ali, na minha frente, ficaram à mostra os seios pequenos, firmes, com aquele tom delicado. Eu já tive atração por mulher mas aquilo mexeu comigo. Era impossível não olhar. Pareciam duas perazinhas de pontinha rosada… dava vontade de chupa coloca-los na boca. Enquanto eu dirigia, tentava manter o foco, mas minha xaninha já dava sinais claros de que estava reagindo aquela imagem . Meu corpo respondia antes mesmo da minha mente entender. Chegamos na casa dela. Ajudei a Duda a descer, meio cambaleando, e a entrar. Enquanto ajudava ela a se ajeitar, não resisti passei o dedo de leve pelo peitinho dela. Foi rápido mas o suficiente a xaninha começa a pisca e molhar Voltei pro carro ainda sentindo aquilo tudo. Fiquei parada por alguns segundos minha bucetinha já estava completamente molhada, pulsando, como se ainda estivesse presa naquela imagem. No caminho de volta, não aguentei. Comecei a me tocar ali mesmo. Uma mão no volante, a outra explorando meu corpo acariciando meus seios, descendo devagar até a bucetinha , sentindo o quanto eu estava molhada. Levava os dedos à boca, imaginando os peitinhos dela entre meus lábios. Estacionei na garagem de casa mas não consegui sair. Me entreguei ali mesmo. Quanto mais eu pensava nela, mais o tesão aumentava. Me toquei sem pressa, mergulhada naquela fantasia, até gozar ali, dentro do carro, só com aquela imagem na cabeça. Quando entrei em casa, fui direto pro quarto. Meu esposo estava meio adormecido. Acordei ele ainda com o corpo quente, cheio de desejo, e contei o que tinha acontecido. Aquilo acendeu algo nele também. Ele veio pra cima de mim, começou a mama meus seios e enquanto ele fazia isso, minha mente ainda estava nela. Na Duda. Desci devagar, comecei a mama o pau dele duro grosso, com cuidado, sentindo, mas imaginando outra coisa. Outra pessoa. Imaginando-me mamando a Duda Minha buceta completamente molhada de novo ofereci meu corpo a ele, pedindo, querendo mais. Ele me puxou, me tomou, me fudeu com intensidade me chamando de vagabunda por querer os peitinhos da Duda . E ali, naquele momento, tudo se misturou. O toque dele A presença dela na minha mente O desejo crescendo Gozei mais uma vez completamente entregue àquela fantasia que não saía da minha cabeça.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.