Meu zelador, meu amante.

Meu zelador, meu amante.

O conto que irei contar é verdadeiro e relato o ocorrido porque sei que muitas mulheres passam pelo mesmo e guardam segredo, mesmo com vontade de contar ao mundo.
Me chamo Débora, tenho 28 anos, sou gaúcha, branquinha, cabelos castanhos e longos no meio das costas, olhos verdes, seios médios e uma bunda que fazia receber cantadas na rua.
Há pouco mais de 06 meses, devido o trabalho do meu marido, nos mudamos para um condomínio novo num excelente bairro de São Paulo. No dia da mudança conhecemos o zelador Jailton, ele era mulato, alto, uns 40 anos, braços fortes, falava com sotaque típico nordestino e rústico nas palavras. Foi bastante prestativo, mas desde o primeiro momento ele me secou dos pés a cabeça, como se estivesse vendo um pedaço de carne, não liguei, fingi não perceber para não tirar a felicidade do meu marido com a nova fase do trabalho e moradia.
Os dias foram passando e tudo era maravilhoso, o ambiente no condomínio, as mulheres eram simpáticas e os homens educados. Somente o Jailton sempre que nos encontrávamos não fazia questão de esconder como me olhava, eu não ligava, já que ele não era nada atraente e muito menos o tipo de homem sem cultura que eu me interessaria.
Mas com o passar do tempo meu marido se tornou cada vez mais ausente, deixando de me procurar também na cama, mesmo eu criando meios para incentivá-lo, já que sempre adorei sexo. O tempo passou e tínhamos cada vez menos momentos íntimos, então eu descontava fazendo caminhadas e utilizando a academia do condomínio, onde fiz algumas amizades e tínhamos horário em grupo.
Certo dia, ao fazer exercícios com as amigas, o zelador Jailton entrou na sala, logo saiu e as meninas começaram a rir, fiquei sem entender, mas a Maria tratou de me matar a curiosidade, disse que todas sabiam que o Jailton transava com a Sandra do sétimo andar, que contou pra uma delas que o pênis do zelador Jailton era enorme, parecia um cavalo e que a deixava toda dolorida e arrombada, ri muito também.
Certo dia eu assistindo um filme com uma cena picante, acabei pensando no Jailton e fiquei muito excitada, eu não entendia como, mas a imagem na minha mente de um homem bem dotado mexeu comigo. Numa das noites de raro sexo com meu marido, pensei cavalgando sobre o zelador e fiquei louca de desejo, a ponto do meu marido perguntar o porquê eu estava assim, dei desculpa do tempo que não tínhamos sexo.
Com o tempo, esse desejo aumentou, a ponto de ser mais recíproca ao cumprimento do zelador, até sorrindo para ele, mas não passava disso. Creio que ele precisava ter mais certeza para tentar algo real comigo. Eu não tinha dúvidas que agora precisava daquele homem, já que pensava nele diariamente, naqueles braços fortes em volta de mim.
Pensei em como criar uma situação, lembrei quando o disjuntor da luz caiu quando ligamos várias aparelhos e chuveiro, então bolei um plano para trazê-lo no apartamento. Desliguei o disjuntor, coloquei um shorts de lycra bem apertado me marcando e um top que deixava os bicos dos meus seios saltados com o desejo que eu estava sentindo.
Liguei para zeladoria e ele atendeu, pedi então se ele não poderia ver o que acontecia com meu chuveiro que não esquentava. Vinte minutos ele tocou a campainha, abri e ele me olhou dos pés a cabeça, creio que sem acreditar no que via, fingi estar tudo normal e expliquei sobre o chuveiro, se prontificou a ver, entramos no banheiro, testou os fios e foi olhar os disjuntores, voltou e disse que tinha achado o problema, fez de propósito e me pediu para testar se agora esquentava, entrei no box, empinei a bunda e liguei sentindo a água nas mãos, confirmando que esquentava, olhei pra ele e secava minha bunda quase que babando.
Sai, agradeci e trombei com ele no banheiro apertado, de propósito, ele sorriu e disse que me sentindo perto assim era quase irresistível pra ele, sorri e perguntei o que ele faria se pudesse. Não pediu permissão, me puxou pela cintura, me forçando junto ao seu corpo, com aquelas mãos fortes e firmes, me disse no ouvido que ele me desejou desde o primeiro momento que me viu, senti seu cheiro de macho viril e suspirei, ele me virou, encostou na minha bunda e beijou meu pescoço, percorrendo a mão da cintura até meus seios.
Me apalpou com força, perguntou se era isso que eu desejava, confirmei balançando a cabeça, me levou para o quarto, puxou meu top e começou a lamber meus seios, eu já estava louca de tesão, desceu a mão me tocando entre as pernas. Gemi alto, completamente entregue a aquele homem, ele puxou meu shorts e me deitou na cama, me deixando completamente nua, abaixou e começou a me lamber, que língua deliciosa, fazia tempo que alguém não me chupava por tanto tempo e vontade.
Ele levantou, abriu a calça, puxou o zíper e desceu saltando pra fora seu pênis, era imenso como elas diziam, mesmo ainda não totalmente duro era magnífico, enorme e grosso, fazia o pênis do meu marido parecer de uma criança. Me puxou e entendi, era para eu mamar aquele cacete, fiz, abria bem a boca para mal engolir aquela cabeça, precisaria de três mãos para segurá-lo todo, a medida que eu lambia e sugava ficou ainda maior e duro. Enquanto eu mamava e passava a língua naquele cacete todo, minha vagina ficava mais molhada ainda e após uns minutos, ele me empurrou na cama e puxou minhas pernas, colocou na entrada e começou a deslizar aquele cacete dentro de mim. Que sensação louca, não pensava em nada mais e senti sensações como uma adolescente. Depois de aos poucos colocar tudo, começou o vai e vem, era delicioso demais, gemi muito, mas me contendo com medo dos vizinhos escutarem.
Após um bom tempo, me mandou ficar de quatro, obedeci e me penetrou novamente, começando a fazer com força me segurando pelo quadril, não dava mais pra me conter e comecei a gemer alto. Ficou uns 20 minutos, me virou, subi sobre ele e cavalguei naquele mastro com força até eu sentir dentro de mim o jato quente do seu esperma e seu urro de prazer, me segurando com ele todo dentro. Curti cada segundo, aquela transa deliciosa.
Quando terminou ele foi no banheiro, se limpou e eu ali na cama deitada, com o esperma escorrendo entre as pernas.
Ele me disse que eu era tudo que ele imaginava, que agora ele iria querer outras vezes, mas que ele deveria voltar pro trabalho. Me deu o seu celular e mandou eu anotar meu número.
Depois desse dia foram várias vezes, cada vez mais ousadas nossas transas. Ele exigiu que eu a deixasse raspadinha, que a porta do apartamento estivesse sempre destrancada às 10 da manhã e o esperasse sem calcinha. Isso me deixava mais molhada ainda e até inventei pro meu marido que a depilação era pra ele.
Ele me fez quebrar todos os meus tabus, gozava na minha boca e me fazia tomar todo o sêmen, fizemos anal, mesmo eu implorando que não, morrendo de medo com aquele tamanho todo. Passei a ser uma puta para ele, como ele mesmo me chamava, eu adorava isso, deixei de ser tratada como uma princesa para ser chamada de vagabunda, vadia, cadela e muito mais.
Aquele homem brusco passou a ser tudo pra mim, sou louca por ele, faço comida para ele, dou presentes e a confiança e força que ele demonstra me deixa mais vulnerável e submissa aos caprichos dele.
Beijos para todos.



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu zelador, meu amante.

Codigo do conto:
260088

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/04/2026

Quant.de Votos:
6

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