O amor ainda existia, tipo um velho sofá que ninguém troca, só que agora ele estava ali, meio esquecido. Então, Rafael o personal trainer, apareceu em nossa vida inesperadamente. Um rapaz jovem, sarado e cheio de energia. Ele chegava nos treinos com um entusiasmo que faltava em tudo o resto da nossa vida, em especial da Laura. As conversas entre Laura e o personal trainer, começaram leves, tipo “como foi seu dia?”, e viraram confidências, com risadas enchendo o vazio que o casamento tinha deixado.
A amizade entre nós três veio de repente, sem ninguém planejar. Laura se sentia viva de novo, com o coração acelerando perto de Rafael, ela me confessava. Eu percebia tudo e, em vez de ficar puto, só observava. O envolvimento começou devagar, mas logo ficou intenso — toques que pareciam inocentes, olhares que queimavam. Minha hotwife me questionava se era pelo tesão ou pela novidade, mas a verdade é que ela não se arrependia. Ela me dizia sentir uma forte sensação de culpa batia, não pelo que rolava, mas pelo medo de estragar o nosso casamento. Eu via que ela ficava no espelho, se olhando e falando em voz alta: “Eu estou fugindo do meu casamento ou só acordando pra vida?”
Foi então que surpreendi Laura ao incentivá-la a iniciar-se como hotwife, e expliquei-lhe o que isso envolvia. Eu disse que isso podia reacender o fogo entre nós, sem ameaças ao casamento. Acrescentei: “Vamos experimentar juntos”, disse-lhe um dia com uma calma que deixou minha esposa confusa, mas excitada.
Quando transávamos, ela me dizia que imaginava o corpo de Rafael, todo musculoso, e eu incentivando-a a se soltar. A minha proposta foi clara: um encontro a três, tudo consentido, para apimentar o que já estava existindo. Laura hesitou, mas a curiosidade venceu. “Tá bom, vamos nessa”, disse-me ela. Acrescentou que estava sentindo uma mistura de nervosismo e umidade entre as pernas.
O primeiro encontro rolou em uma noite comum, mas com uma tensão sexual no ar que Laura não conseguia ignorar, eu notava. Eles começaram com vinho e conversando no sofá, mas logo as mãos começaram a explorar. Rafael puxou Laura para perto, beijando seu pescoço enquanto eu assistia, com meus olhos acesos de desejo. “Vai em frente”, murmurei entre dentes, e senti Laura se arrepiando. Ela tirou a blusa, expondo os seios firmes e durinhos, e Rafael os chupou com força, lambendo os mamilos até ela gemer alto. “Ah, porra, isso é bom demais”, disse Laura após algum tempo. “Estou sentindo a buceta latejar segredou em meu ouvido”, ao me juntar a eles, tirando a calça e mostrando a rola já dura, pulsante.
Laura agarrou os dois caralhos, uma mão em cada pau, sentindo a diferença: o de Rafael mais grosso, esticado e quente, e o meu familiar, mas ainda excitante. Ela chupou primeiro o meu, lambendo a cabecinha inchada, provando o gosto salgado, enquanto Rafael apertava sua bunda por cima da calcinha. “Você é uma putinha safada”, Rafael sussurrou, e Laura como que se derretendo, com a culpa sumindo no meio do prazer.
Nós a deitamos no tapete, e Rafael abriu as pernas dela, enterrando a cara na boceta da mais nova hotwife. Ele lambeu tudo, sugando o clitóris como se fosse um docinho, enquanto eu penetrava por trás, metendo devagar no cuzinho dela. Laura gritou: “Fode mais forte, porra!”, e senti ondas de tesão subindo pelo corpo. O quarto encheu de barulho: gemidos, peles batendo, o som molhado de enfiar e tirar. Ela gozou forte, o corpo tremendo, com os dois rapazes se revezando — Rafael enfiando a rola grossa na boceta, esticando tudo, e eu lambendo os seios dela no intervalo.
Depois, Laura se sentiu vulnerável, mas não arrependida ela me disse. Os finais de semana ganharam um novo ritmo: nem sempre, mas quando rolava, era pura luxúria controlada. Um olhar na sexta-feira e pronto, o convite vinha. Laura se arrumava com cuidado, escolhendo uma saia curta que mostrava a calcinha vermelha, enquanto eu a observava ou ajudava na escolha, com um sorriso safado. Entretanto, Rafael chegava, e o clima esquentava rápido: mãos subindo pelas coxas, bocas se encontrando, rolas endurecendo nas calças.
Em um desses encontros, Laura estava no centro, de joelhos, chupando os dois alternadamente, sentindo o gosto de porra misturado com suor. “Engole tudo, vadia”, Rafael ordenou, e ela obedeceu e gozando só de ouvir. Eu a fodia por trás como gostava, o pau deslizando fácil na boceta encharcada, enquanto Rafael metia os dedos no cu dela, esticando e provocando. O prazer era intenso, uma mistura de dor e êxtase que deixou Laura viciada.
No final, ela percebeu que o casamento não tinha quebrado — só tinha ficado mais quente. O desejo vinha da confiança, do risco, e Laura se sentiu mais viva do que nunca, com a boceta ainda latejando no dia seguinte me dizia, ao querer que eu complementasse a noite anterior.
Aquilo não era sobre amor fofo; era sobre foder com vontade e escolher o que excitava.
E, porra, funciona.





Oie. "(...) sentindo o gosto de porra misturado com suor(...)" O melhor sabor que existe. Hhhuumm... Fiquei com uma pontinha de inveja e muito desejo. Parabéns. Bxos.
Votadissimo ! Laura sabe é bom, sentir desejada, bem comida, empolgação, macho novo, forte, sarado, musculoso, toda esposa tem que sentir. Casamento fica apimentado cumplicidade total. Minha esposa ama ter machos, personal, amigos da academia, fode com eles, no motel, em casa, eu apoio e incentivo. Amo ser mansinho.
Parabéns, tudo vale quando é consentido.
Ai Laura que sortuda que inveja de ti no meio desses dois lindos homens, vou votar