Me olho pela terceira vez no espelho, estou tão nervosa, hoje serei dada para Drácula, o demônio,como sua noiva, a cada 100 anos uma sacerdotisa deve o acordar de seu sono profundo, e agora é minha vez, tive que nascer logo nesce milênio, caramba, ele vai me tomar como esposa, se eu sobreviver até lá. Rebeca a grande sacerdotisa bate na porta, ela entra e me olha da cabeça aos pés, seu olhar e de puro desgosto. Hoje faço 25 anos, Meus cabelos castanhos claros caem em ondas suaves até a altura da cintura, refletindo a luz com um brilho dourado sutil. Meus olhos verde-safira chamam atenção imediatamente intensos, profundos e cheios de vida, por enquanto, contrastando delicadamente com minha pele clara. um vestido branco de estilo refinado, com um espartilho ajustado ao corpo que valoriza minha silhueta, O decote é marcante, mas mantém uma elegância clássica, enquanto a saia longa e fluida se movimenta com leveza a cada passo, como se dançasse com o vento. O conjunto transmite pureza. -- está pronta para cumprir o que nasceu para fazer? - ela pergunta com um sorriso de satisfação. Nasci de uma sacerdotisa que se apaixonou por um bruxo, nasci desse relacionamento que elas consideram impuros, não nasci com bruxaria. Assim que meus pais morreram Rebeca me tomou sobre suas assas, disse que eu compraria um grande papel, fui uma tola, meu sangue será dado um demônio, que se eu sobreviver me tomara na frente de todos, uma grande sacerdotisa e três ansiões vampiros, os mais antigos, e sem mencionar sua primeira esposa, Ester a demonia. Espero que minha morte seja rápida. -- Sim grande sacerdotisa! - respondo me curvando Ela se aproxima de mim, sua mão passa pela minha bochecha, ela olha nos meus olhos e fala as palavras que me fazem arrepiar. -- tenha certeza que eu sorrirei por dentro a cada grito seu bastarda! Ela dá um sorriso macabro e sai, uma lágrima escapa de meus olhos, não irei gritar, não darei esse gosto a esses demônios. A sigo até um grande salão, com um grande caixão no meio, a sala é escura com estátuas de gorgunas nos cantos, os ansiões estão sentados em tronos com caveiras em uma pequena elevação no lado oposto a porta, ao lado do caixão a uma pequena mesa de pedra, um altar, onde se eu sobreviver ele me tomara como sua, tirando minha virgindade na frente de todos, que Deus me ajude! Ao lado do caixão está Ester, uma mulhe vampira de aparência marcante e sedutora. Seus cabelos negros são longos e lisos, caindo como uma cortina escura sobre os ombros. Seus olhos vermelhos têm um brilho intenso, quase incandescente, revelando sua natureza sobrenatural. Ela usa um espartilho preto justo, que destaca sua silhueta, combinado com uma saia longa fluida em tons de preto com detalhes em vermelho profundo, que lembram sangue o tecido é leve, mas carregado de dramaticidade, ondulando ao redor dela como sombras vivas. Suas presas de vampiro completam o visual, tornando-a ao mesmo tempo fascinante e perigosa. Ela me causa calafrios. Seus olhos percorrem meu corpo ela olha para Rebeca, a senhora de meia idade rechonchuda de cabelos grisalhos, e com tom frio e sombrio que me arrepiam ela fala. -- Espero que esteja comprimido com o juramento que foi passando de geração a geração, a melhor sacerdotisa deve ser entregue, e virgem. -- Ela é virgem - Rebeca fala com uma doçura falsa na voz - é nossa melhor e mais querida sacerdotisa. Espero que cuidem bem dela, a criei tenho um afeto por ela! Que vagabunda descarada, se a vampira descobrir que o acordo nunca foi comprido, que eu era só descartável, todas nos estaríamos mortas. -- Não conte com isso, nunca nem uma delas sobreviveu o suficiente pra ser tomada, se aproxime garota - a vampira olha em minha direção, seus olhos me fazem tremer de medo suas palavras me paralisam - AGORA! Seu grito ecoa pela parede, onde será meu túmulo, me mexo automaticamente, paro ao seu lado, meu coração está disparado, ela pega meu pulso, seus dedos frios como a morte me fazem tremer, ela posiciona minha boca acima de Drácula, uma cadáver, sua pele está enrugada e esbranquiçada como se estivesse rachando, uma lágrima escapa dos meus olhos, não quero morrer, queria ser livre, maldita hora que Rebeca apareceu. Meu sangue pinga em sua boca, ele abre os olhos, um vermelho escuro, seus olhos me fitam, em um segundo ele está em cima de mim, me precionando contra o altar, seus dentes perfuram meu pescoço, sinto a dor e tento o empurrar, ele segura meus pulsos, ele suga meu sangue, me sinto enfraquecer, não não não, por favor não. -- por favor não me mate - falo em um sussurro perto de seu ouvido, ele para de sugar - por favor! Ela afasta suas presas do meu pescoço, seus olhos prende nos meus e caralho, ele não é mais um cadáver medonho, um homem de meia-idade me encarava uma aura imponente e sombria. Seu corpo é musculoso e bem definido, indicando força e experiência. Seus cabelos negros são levemente desalinhados, com fios brancos que denunciam o passar do tempo e acrescentam ainda mais intensidade ao seu visual. Seus olhos vermelho-escuro brilham com um tom ameaçador e hipnótico, e suas presas de vampiro ficam visíveis quando ele esboça um leve sorriso, mais intimidador do que amigável. Sua presença é dominante, carregando um ar de perigo e autoridade, como alguém acostumado a comandar e ser temido. Puta merda ele era um gato. Seus olhos percorrem meu corpo, um arrepio sobe pela minha espinha quando suas mãos me segura pela cintura me sentando no altar, ela não afasta as mãos, sinto o gelo de sua pele através do espartilho,ele fica entre minhas pernas, sua mão sobe minha saia até acima dos joelhos, olho pra Rebeca que está com um sorriso de desdém, coloco minhas mãos sobre as suas, um choque percorre minha pele, ele me olha seu grito ecoa pela sala me fazendo encolher de medo. -- TODOS PRA FORA AGORA! Meu coração dispara, todos saem apressados, somente eu ele e Ester que está ao nosso lado ficam, eles me encaram, vou virar banquete de vampiros.dracula ergue as mãos, me escolho e fecho os olhos, mas o golpe não vem, sua mão acaricia minha bochecha, abro os olhos e ele esta me encarando. -- qual seu número menina? O que? Pra que ele quer saber, ele pergunta o nome de todas suas refeições, olho para Ester que me encara do mesmo jeito que ele, esperando uma resposta. -- Lu... - a palavra não sai, limpo a garganta e falo de novo - Luminá. Seus dedos descem para meu lábios, seu dedão passa levemente por eles, sua mão desce para meu colo, ele passa levemente por cima dos meus seios apoiando na cintura, seus olhos percorrem meu corpo, Ester se aproxima do meu lado, suas mão desliza por meu braço me fazendo arrepiar, ela se inclina e beija meu pescoço descendo os lábios até a curva de meu decote, Drácula levanta minha saia e beija minha perna, sinto seus lábios frios percorrer em minha pele, uma sensação prazerosa toma conta de mim, largo um gemido baixo, e como sinto os lábios deles se repuxarem em um sorriso tenho certeza que ouviram, Ester se afasta, sua mão descansa em minha costas, ela desfaz as amarras do meu espartilho o soltando, não uso nada por baixo, Rebeca disse que me fazia parecer mais magra, quando ela solta a última amarra, meus espartilho se solta, o agarro com força contra o peito, eles me encaram, não fazem nada só me observam, não tentam tirar de mim a força, o que eles querem, Drácula se inclina, sua boca cobre a minha seus lábios são frios, mas são macios, sua língua abre espaço entre meus lábios tocando a minha, explorando minha boca, Ester desliza a mão pelo meu braço, Drácula larga meus lábios, Ester os toma, seu beijo é urgente, sua língua me envade minha nuca lambendo e chupando, ela se afasta, meu coração está disparado, seguro o espartilho com mais força contra o peito, eles são a personificação da beleza e do perigo, sinto uma umidade entre as pernas, sei que estou exitada, e eles são gentis, não me forçam, ele não me toma a força, como se não quiserem me machucar, isso é impossível, eles são demônios, ou não. Solto o espartilho Drácula o pega e joga no canto, seus olhos descem para meus seios, são pequenos impinados, meus mamilos estão duros, seus lábios descem sugando um enquanto Ester suga o outro, eles chupam e lambem, arquei as costas dando a eles mais espaço, gemidos escapam por meus lábios, eles ainda estão completamente vestidos, mas que se dane, se eu ia morrer, morreria feliz, Drácula de afasta de meus seios, suas mãos deslizam por minha saia, Ester sobe os lábios por meu pescoço, suas presas raspam minha pele levemente, mais ela não morde ou me corta, levo a a mão até o seus cabelos, ela não me afasta, a puxo levemente para meus lábios, ela corresponde ao meu beijo, Drácula desliza a mão mais para dentro do meu vestido, ester se afasta de meus lábios, apoio as mãos no peito de Drácula, como Ester, ele também não me afasta, desamarro sua capa, abro seu blazer, ele deixa que eu tiro completamente, começo a desabotoar sua blusa, a retiro, seu peito e definido, sua pele branca com pequenas veias azuladas é fria como gelo, deslizo minhas mãos por seu abdômen, ele sorri, meus olhos se prendem ao seu sorriso. -- Vocês não são nada do que aquela bruxa falou! Só percebo que falei em voz alta quando uma pequena gargalhada sai de sua boca, Ester o acompanha, eles são tão espontâneos, como se já me conhecem, não querem me machucar, se quisessem já o teriam feito, eles me tocam de vagar como se eu fosse quebrar, não me forçam ou me obrigam a nada, deslizo minha mão por trás da cabeça de Drácula e em um pico de coragem o puxo para meus lábios, calando sua risada, ele não me afasta apenas corresponde ao meu beijo, o empurro levemente e ele da um passo para trás, me levanto deixando meu vestido cair aos meus pés, seus olhos percorrem meu corpo nu, se demorando em minha parte íntima, Ester chega por trás de mim, afasta meu cabelo e beija meu pescoço, ofereço mais a ela, sua boca chupa e lambe minha pele, Drácula se aproxima de mim, sua mão desliza por meu corpo, sua lábios beijam os meus, me viro de costas para ele de frente para Ester, ele percorre meu pescoço com a boca, inclino mais e ele me morde, sua mordida é diferente da de antes, sinto uma leve picada antes de uma onda de prazer subir por minhas pernas ele para e beija onde me mordeu, meu coração está disparado, não doeu pelo contrário, quero sentir sua mordida em todo meu corpo, puxo Ester pela cintura oferecendo o outro lado do meu pescoço, ela morde e um gemido escapa de meus lábios, me encosto mais em Drácula que me abraça pela cintura, Ester afasta sua boca e lambe os lábios, caramba isso foi tão sexy, a puxo e a beijo com a mesma urgência que sua boca devora a minha, minhas mãos abrem seu espartilho ela deixa cair ficando nua, seus seios são grandes e fartos, sua cintura e fina e seu quadril levemente largo, sua pele e branca com pequenas veias azuladas é fria, desço a mão pelo seus seios apertando levemente seus mamilos, ela larga um gemido, Drácula desliza a mão pela minha barriga até o centro de minhas pernas, ele esfrega levemente meu clitóris um gemido alto sai de meus lábios, ele beija e chupa meu pescoço, Ester brinca com meus seios, apertando e beliscando meus mamilos, meus gemidos preenchem casa canto da sala, a algumas horas estava morrendo de medo de ser devorada por eles e agora é tudo o que quero. Minhas mãos deslizam pelo seios de Ester em direção a sua boceta, deslizo um dedo entre seus lábios encharcados, seu gemido alto se mistura aos meus. Ester me dá um beijo antes de me virar de frente para Drácula, seus olhos estão escuro de desejo, sua calça está apertada entre as pernas, sei o quanto ele deve estar se segurando pra não me jogar em cima do altar e me tomar, desço a mão pelo cós de sua calça e desabotoou a abaixando, seu pau pula para fora, longo grosso e emponente, como sua pele, é pálido e as veias azuladas, estico a mão o tocando levemente, seu gemido me faz recuar, ele pega minha mão e coloca sobre seu membro novamente, o toco, passo a ponta dos dedos levemente por sua cabecinha ele geme, um pequeno líquido, mela meus dedos, isso me deixa exitada, me aproximo beijando seu pescoço, o mordo levemente arrancando outro gemido, sussurro em seu ouvido. -- Me tome como sua! Em um segundo ele estáva sentado na ponta do altar comigo entre suas pernas de costas para seu peito, sua mãos sobe e apertam meus seios, Ester se ajoelha em minha frente, sua boca dá um leve beijo em meu monte, sua boca desliza pelo meu clitóris, sua língua me lambe me fazendo largar um gemido alto, jogo a cabeça para trás encostando no peito de Drácula, Ester guia o membro dele para minha entrada, prendo a respiração quando sinto sua ponta deslizar para dentro de mim, o sinto me esticar a ponto de quase me fazer sentir dor, ele encontra minha barreira, sinto um leve sorriso se espalhar por seu rosto, ele coloca uma mão em cada lado da minha cintura, ele me afasta tirando quase todo seu membro dentro de mim, ele me puxa seu pau desliza até minha barreira, ele preciona me fazendo largar um gemido de dor, ele para, apoiando a cabeça em meu pescoço, ele inala meu cheiro. -- Vou tentar ser o mais gentil possível com você! Suas palavras me tranquilizam, Ester continua me chupando, fazendo pequenos estalos, arqueio mais as costas. -- Eu acredito em você! Ele beija meu pescoço, me afasta de novo pelo quadril e puxa firme e forte, sinto seu membro romper minha barreira, em grito escapa de meus lábios, minha boceta queima a dor arranca o ar de meus pulmão tento me afastar dele suas mãos me seguram firme. Ester afasta a boca da minha boceta, ela se levanta me beija suavemente nos lábios, suas mãos descem sobre meus seios apertando e apalpando, Drácula limpa minhas lágrimas. -- Tudo bem pequena, quando estiver pronta eu continuo Ester desce a mão entre minhas pernas, seus dedos frios tocam meu clitóris, um arrepio percorre meu corpo, ela começa esfregar levemente, começo gemer, me afasto de Drácula e desço sobre seu pau novamente, de vagar, ele me apoia pela cintura, não me apressa, sinto seu membro esticar minhas paredes, a dor começa a se transformar em prazer, meus gemidos de dor se transforma em puro prazer, desço minhas mãos para o meio das pernas de Ester e a começo esfregar, começo de vagar e aumento ela da leves gritinhos, começo a me movimentar mais rápido no pau dele, quee puxa pela cintura com mais força, Rebeca tinha razão, ela escutaria meus gritos, mais não se dor, de prazer, puro prazer, Ester se agarra ao meu ombro se contorcendo, seu quadril rebola em meus dedos. -- Oh querida, você está me levando ao limite! Drácula começa aecher seu quadril de encontro ao meu, me fazendo quicar,eus seios pulam enquanto seu pau me come sem dó, não grito de dor, mas de prazer, Ester da um grito e goza gemendoeu nome, sinto seu líquido escorrer por meus dedos, sinto meu próprio orgasmo se formar em minhas entranhas, uma onda de prazer sobe por meu corpo e explode em meu núcleo, me fazendo ter espasmos. -- Oh Drácula - goza gemendo seu nome - isso tá muito bom! Ele estoca mais uma vez antes de sentir seu sêmen me encher e escorrer por minhas pernas, ele pressiona o nariz no meu pescoço inalando meu cheiro, minhas pernas ficam bamba, Ester me ampara, minha respiração está ofegante, meu coração bate tão forte que parece sair do peito. Drácula se levanta me sentando com cuidado sobre o altar, seus lábios me beijam e descem pelo meu pescoço, Ester faz o mesmo do outro lado, eles beijam e lambem antes de me morder, eles sugam meu sangue, minhas mãos sobem e os seguro pelos cabelos, eles afastam as presas de mim, me olham com um misto de desejo e adoração, porra acabei de transar com o vampiro mais temido e sua esposa, e foi a melhor transa que eu poderia ter. Uma pequena gota de sangue escorre da boca deles, me aproximo de ester primeiro, passo a língua limpando o sangue de sua boca, a beijo sentindo o gosto, escuto Drácula gemer, me afasto dela e vou até seus lábios faço o mesmo, limpo o rastro de sangue o beijo. -- Ah pequena humana você não faz ideia o do querei com você! Não sinto medo quando as palavras dele saem em minha direção, sinto uma excitação, um gemido escapa de meus lábios. -- levante as pernas, uma de cada lado alta faço o que Ester pede, Drácula puxa meu quadril mais pra frente me deixando bem aberta e exposta, eles gemem me olhando, se ajoelham na minha frente, eles beijam e lambem cada um uma coxa, subindo em direção a minha boceta, suas línguas tocam meu clitóris, eles lambem, puta merda, me deito no altar, suas línguas me fazem ver estrelas, me contorço, eles prendem minhas pernas tentando me deixar mais imóvel, é impossível, rebolo o quadril em suas línguas. -- fique quieta Luminá, está dificultando nosso trabalho - Drácula fala com a voz colada a meu clitóris me fazendo arquear e gemer. -- Você estão me torturando - falo entre gemidos e gritinhos de prazer - oh céus isso tá muito gostoso! Sinto seus lábios se repuxarem em um sorriso, desgraçados, estão me torturando e não querem que eu me contorço. Suas línguas descem para minha entrada, então entendo o que eles estão fazendo, estão limpando o sangue da minha virgindade perdida, isso não me dá nojo,e faz arquear as costas tanto que só meu quadril e minha cabeça tocam o altar, sinto suas presas gravarem uma de cada lado da minha coxa, perto da boceta, grito antes de um orgasmo varrer meu corpo ee transformar em pó, meu corpo convulsiona, eles se levantam pairando sobre mim, meus olhos estão fechados, mas os sinto me olhando. -- Acho que quebramos nossa pequena humana - sinto um leve ar brincalhão na voz de Drácula Abro os olhos e dois pares de olhos vermelhos me encaram, seus sorrisos me faz sorrir também. -- A vida inteira acreditei que vocês me matariam da pior forma possível - vejo seus semblantes ficarem sérios - se é assim que vão me matar, podem me matar quantas vezes quiserem! Eles explodem em gargalhadas, eles beijam minhas bochechas, Ester se afasta vestindo seu vestido, Drácula faz o mesmo, vestindo somente a calça, não tenho forças pra levantar do altar, meu corpo tá pesado e tudo o que quero e dormir, fecho os olhos por um segundo, sinto uma brisa balançar meus cachos, abro os olhos e os dois estão com um olhar de preocupação. -- Estou bem, só cansada, preciso dormir um pouco, sou humana! Eles assentem, sinto um par de braços passar por baixo de mim me erguendo e aninhando ao peito, sei que é Drácula, escuto um farfalhar de tecido e logo em seguida algo quente e macios cobre meu corpo, graças a Deus eles não vão me tirar nua da sala, passar pelos ansiões e a bruxa da Rebeca nua é a última coisa que quero. -- Obrigado! - minha voz é um fino mormurio, mas seis que eles escutaram. -- Pelo que? Drácula pergunta andando em direção a porta. -- por tê-los mandado sair e não ter me matado Escuto sua risada ecoar pelo salão, apago ouvindo o som mais assustador e que me dá segurança.
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