Vim trazer a continuação do “O Hostel de Madri”… depois que fiquei todo gozadinho na cara com o colega de quarto pegando eu e o Sebastian no flagra, eu ainda precisava me aliviar e fiquei na vontade, mas Sebastian disse que sabia como ia ser.
O colega da outra beliche se cobriu e ficou lá na dele. Sebastian foi tomar banho e eu me limpei com a toalha e logo ia me banhar também. Seria até bom tomar banho com Sebastian, mas com o outro no quarto preferi evitar. Enquanto eu pensava em como seria nosso segundo ato, Andrea voltou falando que tirou as dúvidas dos passeios que eles iriam no dia seguinte e que ia dormir. Ela se ajeitou na cama debaixo do outro colega que já dormia e eu fiquei ali… Já era tarde e todos indo dormir. Sebastian saiu do banho enrolado na toalha, mesmo com os outros no quarto. Ele me deu uma olhada e tirou a toalha revelando aquele pau delicioso já meia bomba. Eu já me excitei na hora, ele veio até mim, o pau foi crescendo e começou a encostar no meu rosto aquela delícia. Comecei a mamar de novo e ele começou a sorrir. Avisei que ia tomar banho e já voltava pra gente continuar.
Ele subiu peladão na cama dele, deitou virado pra cima e aquele pau perfeito e rosado apontando para o teto. Quase que subi na hora, mas queria tomar banho antes de me aventurar com ele de novo. Ainda tava todo cheirando a porra. Tomei meu banho e não conseguia relaxar o pau, só de pensar no Sebastian e no tesão que tava no ar eu já ficava todo duro. Fiz o serviço completo e quando terminei, me enrolei na toalha e saí do banho com meu pau duro bem marcado na toalha… Sebastian já me olhou e começou a bater uma na cama dele. Eu deixei a toalha cair e ouvi a Andrea se mexendo e mexendo no celular, ou seja tava acordada. Na hora peguei a toalha porque seria bem estranho ela me ver assim ainda mais com o amigo dela. Como tava tarde, apaguei a luz pra não atrapalhar. O Sebastian pegou meu Instagram e começou a mandar mensagens mais quentes e falando que queria me comer. Aí perguntei como faríamos, porque ali não poderia ser, não podia fazer barulho e no hostel não tinha nenhum lugar tranquilo pra isso (detalhe que essa conversa era meio em português e meio em espanhol).
Falei de irmos pra outro lugar, mas ele disse que o tesão dele era em lugares proibidos. Ele queria ali e naquela hora. Então entendemos que na cama de cima era mais discreto que na de baixo caso alguém levantasse. Discretamente, subi na cama dele e nossos corpos nus começaram a se roçar e dar ainda mais tesão. O corpo dele tava cheiroso e um pouco frio, eu precisava esquentar. O pau dele era algo que eu não sabia explicar, a vontade era chupar e não tirar mais da boca.
Como eu tava por cima, sentei nele e comecei a esfregar minha bunda no pau dele. Eu tenho uma bunda bem gostosa, de encher a mão… é bem durinha e grande. Ele ficou doido… Começamos a nos beijar, e o beijo dele era bom demais também. Eu tava delirando com o Sebastian, facilmente eu me apaixonaria (sou desses, mas sei aproveitar a putaria gostosa tb, rs).
Eu sou viciado em pescoços e adorava ficar beijando aquele pescoço dele, ele era tão branquinho que ficava marcado a cada apertão, tapinha um atrito.
Eu perguntei se podia chupar o pescoço dele e ele disse que sim, nossa, aí eu pirei, que delícia. Comecei a lamber a orelha dele todinha e ele foi a loucura. Eu sentia aquele pau de 20cm cutucando a entrada do meu cuzinho em cada arrepio dele. Nos beijamos mais e ele quis me lamber também… ele levantou e ficamos sentados na cama, como sou mais baixo pra mim tava de boa, ele que era mais alto quase batia a cabeça no teto, rs. Ele começou a chupar meus mamilos, me lamber todinho e meu pau latejando. Meu pau não é tão grande, tem 14cm, grossinho na medida e cabeçudo. Ele ficou babando sozinho com essa situação. Sebastian tinha uma boca deliciosa tanto pra beijar quanto pra mamar, ele sabia o que tava fazendo, colocava meu pau todinho na boca, ele fazia movimentos circulares com a língua e ia me levando à loucura. Começou a juntar bastante saliva e aquele barulho delicioso de chupação e lubrificação. Eu demoro pra gozar, mas eu acho que foi a melhor mamada que já recebi e meu tesão tava tão alto que tava quase gozando.
Afastei ele um pouco e nos pegamos mais um pouco deitado…os corpos já estavam suados e grudando um no outro. Eu amo essa sensação, tudo desliza, meu cu tava piscando de vontade e ele me apalpando com as duas mãos apertando minha bunda farta. Ele não queria parar de me beijar enquanto começou a enfiar um dedo molhadinho do meu buraco… eu queria gemer, mas não podia. A gente já tava fazendo barulho demais pra um quarto onde os outros dormiam.
Vi uma luz de celular na cama da Andrea de novo. Acho que ela tinha acordado com o barulho. A gente ficou imóvel evitando fazer mais barulho, mas o Sebastian enfiou mais um dedo no meu cu, eu queria gritar de prazer, ele sabia fazer, não doía. Meu pau roçando a barriga dele, ele me fodendo com os dedos e aquele beijo molhado e gostoso. Eu comecei a puxar aqueles cabelos loiros dele com um pouco de força e ele gostou, lambi aquele suor do peitoral dele e então ele tirou os dedos de mim e puxou um lubrificante que ele tinha debaixo do travesseiro e me lambuzou, assim como o pau dele. Sentei de uma só vez, entrou gostoso, não doeu, foi escorregando, eu tava relaxado, com desejo, tesão a mil. Comecei o sobe e desce devagar, que delícia! Meu cu engoliu aquela pica de 20cm todinha, comecei a rebolar e Sebastian fechou os olhos e começou a gemer. Coloquei meu dedo na boca dele pedindo silêncio e ele começou a chupar meu dedo, enfiei mais um e continuei a rebolar. Ele me pegou pelo quadril e começou a acompanhar o movimento de sobe e desce, começou a socar forte em mim e eu queria gemer alto, meu pau esbarrando na barriga dele e eu quase gozando. Pedi pra ele ir mais devagar porque eu ia gozar, mas ele continuou, fui me concentrando pra segurar porque eu não queria gozar ainda, queria mais daquela pica… Parece que ela foi desenhada pro meu cuzinho, encaixe perfeito.
Ele continuou, ficou me olhando com cara de safado e suando bicas, ele aumentou o ritmo e falou que ia gozar. Eu tava quase explodindo e gozamos juntos!
Ele me encheu o cu de porra e ao mesmo tempo eu gozei na barriga, peito e queixo dele. Eu senti uns 4 jatos fortes dentro de mim. Ele continuou a socar mesmo depois e eu estava mole, sem forças já, minha pica toda melada e meu cu nutrido.
Me deitei em cima dele ainda com o pau dele dentro de mim e foi saindo aos poucos. Mas a cabecinha ainda ficou. Comecei a lamber a minha própria porra do queixo dele, nos beijamos e ficamos melados da minha porra na barriga, que delícia. Aquele cheio de sexo tomou o quarto e tava abafado lá dentro depois disso tudo. O pau dele saiu de mim e senti escorrer a porra que armazenei, que sensação!
A cama dele ficou em sopa e não tinha como dormir mais ali. Fiquei deitado nele por um tempo, a gente ainda ofegante e ele me abraçou todo melado. Sentia a barriga dele subindo e descendo da respiração e o coração batendo forte. Assim ficamos até desacelerar, descemos da cama e fomos tomar outro banho, mas dessa vez juntos, já que todos dormiam.
No banho nos pegamos mais um pouco, mas estávamos fracos. Aos poucos o pau do Sebastian crescia de novo e ele quis me linguar, eu só encostei na parede e fui feliz. Meu pau ganhou vida de novo e a coisa esquentou… Ele começou a me comer em pé. Que delícia, ele era mais alto e ficou se encolhendo pra encaixar, ele socava e eu sentia a ponta do pau bem no fundo. Tava tão bom que eu não queria parar. Eu comecei a bater uma em mim mesmo enquanto era comido em pé debaixo do chuveiro, ele metia sem dó, e eu o segurava de costas com a mão na cabeça dele pra sentir ele ainda mais grudado em mim. Ele meteu mais forte ainda e mais rápido, eu tava vendo estrelas já! Não de dor, porque a dor era gotosa, mas pela sensação, o lugar, o proibido, o medo de alguém aparecer, de não poder fazer barulho, aquilo me excitava demais e a ele também.
Ele já prestes a gozar tirou o pau de mim, me virou, mas eu abaixei e chupei ele com gosto, aquele gosto de porra com bunda e todo melado… ele gozou na minha garganta e eu bebi tudinho, odeio desperdiçar… limpei aquela pica perfeita e ele bateu com ela no meu rosto igual da outra vez, eu adorava aquilo. Eu fechei os olhos e me permitia a sentir.
Sentir aquele prazer enquanto me masturbava levando pica na cara. Ele me levantou e se ajoelhou, começou a me chupar do jeito que ele sabia bem fazer. Eu não aguentei nem um minuto daquela boquinha de veludo, gozei muito, mais ainda que da primeira vez, minha porra escorria da boca dele porque ele não curtia engolir. Minha porra é bem grossa, e mesmo sendo a segunda da noite ainda tava assim. Ele levantou todo cheio de porra escorrendo e eu adoro essa cena. Piro só de lembrar. Nos beijamos. O gosto da própria porra é interessante de sentir, eu gosto da minha, aliás adoro todas, não jogo fora jamais!
Nos banhamos de novo e quando nos secamos fomos dormir na minha cama porque a dele tava molhada demais. Dormimos pelados e juntinhos debaixo da coberta. Nosso plano era acordar mais cedo que os outros e ninguém perceberia.
Dia seguinte: fomos acordados pelo recepcionista nada simpático querendo satisfações sobre o que aquilo significava. Ao acordar assustado percebi que empurramos a coberta, estávamos de conchinha peladões, eu virado pra fora e meu pau duraço apontando pra porta. Alguém nos denunciou, agora agente sabia que tinha dado ruim.
Essa história ainda continua, esse hostel rendeu histórias…
***Pessoal, sempre se protejam, nesse dia me empolguei e deu tudo certo, mas não esqueçam sempre de usar preservativos.

