Venci pela insistencia

Eu estava completamente louco de tesão. Fazia meses que a fantasia não saía da minha cabeça: ver minha esposa sendo comida por outro homem bem na minha frente, enquanto eu assistia tudo. Na vida real ela sempre recusava com firmeza. Toda vez que eu tocava no assunto, ela ficava séria, quase brava: “Não, amor. Eu te amo de verdade. Nunca vou te fazer de corno na vida real. Isso é só fantasia, para por favor.”
Eu insistia com carinho, contava os detalhes, mostrava o quanto meu pau ficava duro e babando só de imaginar. Passava noites inteiras descrevendo a cena enquanto me masturbava devagar na frente dela, o pré-gozo escorrendo pela cabeça do pau e pingando na barriga. Ela ouvia, às vezes ficava vermelha, mas sempre terminava dizendo não, com os olhos marejados: “Você não entende o quanto isso me machuca? Eu me sinto como se não fosse suficiente pra você.”
Foram semanas de insistência. Eu não pressionava de forma pesada, mas voltava ao assunto com paciência. Algumas noites ela se irritava de verdade, quase chorando: “Você não entende? Eu não quero! Isso me faz sentir estranha, como se eu não fosse suficiente pra você. Eu te amo tanto… por que você precisa disso?” Outras noites ela ficava quieta, pensativa, olhando para o chão com uma mistura de confusão e dor, mas ainda resistia com todas as forças.
Depois de quase dois meses de conversas, eu comecei a notar pequenas rachaduras. Ela parou de mudar de assunto tão rápido. Uma noite, depois de muito vinho, ela me deixou falar mais tempo que o normal. Eu falei baixinho no ouvido dela o quanto eu a amava, o quanto aquilo era só uma fantasia minha e o quanto meu pau babava só de imaginar ela se entregando. Ela ficou em silêncio por um longo tempo, respirando fundo, com os olhos brilhando de lágrimas não derramadas.
“Eu não sei, amor… isso é muito pesado pra mim. Eu te amo demais pra te trair, mesmo que você queira. Me sinto culpada só de pensar. E se depois disso algo mudar entre nós? E se eu não conseguir mais te olhar da mesma forma?”
Eu não forcei. Deixei ela pensar. Nos dias seguintes ela ficou mais distante, pensativa, às vezes me abraçando forte como se pedisse perdão por algo que ainda nem tinha feito. Uma semana depois, numa conversa longa no sofá, ela finalmente admitiu, com a voz embargada:
“Eu fico imaginando às vezes… mas eu tenho medo. Medo de não conseguir parar, medo de gostar e depois me arrepender, medo de que mude tudo entre a gente. Eu não sou assim.”
Eu prometi que seria só uma vez, que eu respeitaria se ela quisesse parar a qualquer segundo, que eu estaria lá o tempo todo e que nada mudaria nosso amor. Ela balançava a cabeça, ainda resistindo, com lágrimas nos olhos:
“Não sei… eu não tô pronta. Talvez nunca esteja.”
Passou mais uma semana. Eu já quase tinha desistido de insistir. Então, numa noite de sexta, depois de um jantar gostoso e de uma garrafa de vinho, ela me puxou pro quarto, sentou na cama e ficou em silêncio por uns minutos longos, lutando visivelmente consigo mesma. Finalmente, com a voz baixa, trêmula e cheia de dúvida, ela disse:
“Tá bom… eu vou fazer isso. Mas só dessa vez, e só porque eu te amo pra caramba e vejo o quanto isso te excita. Eu tô morrendo de medo e de vergonha. Se em qualquer momento eu falar pra parar, você para tudo na hora, entendeu? Eu não vou fingir que tô gostando se não estiver. E depois disso, a gente nunca mais fala nisso de novo. Promete?”
Eu prometi tudo. Ela ainda ficou uns segundos balançando a cabeça, como se não acreditasse no que tinha acabado de dizer, com lágrimas escorrendo silenciosamente. “Eu não acredito que eu tô aceitando isso… meu Deus, o que eu tô fazendo? Eu te amo tanto…”
O combinado foi que o Luiz, um cara alto, forte, com um pau grosso e experiente que eu havia escolhido com muito cuidado depois de conversar bastante com ele, viria no sábado à noite.
O dia todo ela ficou extremamente nervosa. Andava de um lado para o outro pela casa, não conseguia ficar parada. Tomou banho demorado, trocou de roupa várias vezes, olhando no espelho como se estivesse se arrependendo a cada segundo. Várias vezes ela veio até mim e disse, com a voz trêmula:
“Amor, eu tô arrependida… ainda dá tempo de cancelar, né? Eu posso mandar uma mensagem pra ele agora e dizer que não vai rolar. Eu tô com um frio na barriga horrível.”
Quando o Luiz chegou, ela quase voltou atrás de novo. Sentada no sofá, apertando minhas mãos com força, o corpo tenso, ela disse baixinho, com a voz tremendo:
“Amor… eu tô com muito medo. Eu te amo tanto. Não quero estragar nada entre a gente. Acho que não vou conseguir… vamos cancelar?”
Eu beijei ela devagar, acariciei seu rosto e respondi: “Eu também te amo. E eu tô aqui o tempo todo. Se quiser parar agora, a gente para. Mas olha como eu tô…” Meu pau estava pra fora da calça, a cabeça brilhando de tanto pré-gozo que não parava de escorrer.
Ela olhou para o Luiz, depois para mim, respirou fundo várias vezes, fechou os olhos por uns segundos longos e, com a voz quase inaudível, finalmente concordou: “Só porque eu te amo… e porque eu prometi. Mas tô nervosa pra caramba e ainda acho que vou me arrepender.”
Antes de começarmos, o Luiz pediu com um sorriso educado:
“Vocês se importam se eu tomar um banho rápido? Quero ficar bem cheiroso pra ela.”
Minha esposa e eu concordamos. Ele foi para o banheiro e deixou a porta entreaberta. Enquanto ele tomava banho, ela não conseguiu evitar e ficou olhando discretamente pela fresta da porta. Quando ele saiu do chuveiro e começou a se secar, ela viu claramente o pau dele pendurado, pesado e ainda semi-duro. A cabeça era grande, exposta, num vermelho intenso quase roxo, brilhante da água, parecendo um cogumelo grosso, macio e delicioso. Ela ficou parada, olhos arregalados, respirando mais fundo, claramente impressionada e afetada pela visão.
Depois de alguns minutos, o Luiz voltou para o quarto só com a toalha na cintura, o corpo ainda úmido e cheiroso.
Fomos para o quarto. Eu me sentei na poltrona ao lado da cama, pau na mão, já babando muito. Eles começaram devagar. Beijos tímidos, mãos explorando. Ela ainda resistia um pouco, virando o rosto, mas aos poucos o corpo dela foi relaxando. O Luiz beijava seu pescoço, apertava os peitos dela por cima da roupa, descia a mão devagar entre as pernas. Eu via a respiração dela mudar, via ela mordendo o lábio.
“Amor… tira a roupa pra ele”, eu pedi com a voz rouca de tesão.
Ela olhou pra mim, hesitante, respirou fundo e, depois de alguns segundos de resistência, levantou os braços e começou a tirar o vestido sozinha. Depois deslizou a calcinha pelas coxas, revelando o corpo bonito. Quando ficou completamente nua, ela cobriu os seios com as mãos por instinto, claramente envergonhada. O Luiz tirou a toalha e, quando ficou nu novamente, ela arregalou os olhos mais uma vez ao ver de perto aquele pau grosso.
Luiz ficou de pé na frente dela. Magicamente, seu pau se ergueu, duro e balançou pesadamente de um lado para o outro. Aquele membro grosso e pesado balançava devagar, a cabeça grande, roxa e brilhante molhada de pré-gozo, quase batendo no rosto dela.
Ele olhou para ela com calma e disse com a voz baixa e firme:
“Quero sentir essa boquinha linda me mamando…”
Ela balançou a cabeça, ainda resistindo:
“Não… eu não quero fazer isso…”
O Luiz não insistiu com palavras. Com carinho, ele acariciou o rosto dela com o dorso da mão, deslizando os dedos suavemente pela bochecha corada. Depois, segurou delicadamente o queixo dela e aproximou devagar o pau, encostando a cabeça grande, quente e brilhante contra os lábios fechados dela. Ele esfregou lentamente a glande roxa e macia contra sua boca, sem forçar, apenas deixando ela sentir o calor e o peso.
Depois de longos segundos de hesitação, com o pau dele pressionando suavemente seus lábios, ela finalmente cedeu. Abriu a boca timidamente e deixou que a cabeça grande e roxa entrasse. Olhou pra mim com os olhos cheios de lágrimas, uma mistura profunda de vergonha, culpa e submissão. No começo mamava devagar, quase contra a vontade, com lágrimas escorrendo pelo rosto.
O Luiz acariciou seu cabelo gentilmente e murmurou com carinho:
“Isso... assim... mama devagar, bem gostosinho. Sente ele pulsando na sua língua. Tocando o céu da sua boquinha quente...”
Ela não resistiu mais. Chupava com desejo real, babando no pau dele, olhando pra mim de vez em quando com os olhos vidrados de tesão. De repente o Luiz gemeu alto, segurou a cabeça dela firme e gozou forte dentro da boca da minha esposa. Jatos grossos e quentes encheram sua boca. Ela engoliu parte, mas um pouco escorreu pelo canto dos lábios. Quando ele tirou o pau, ainda semi-duro e brilhando de saliva e porra, ela respirava ofegante, limpando a boca com o dorso da mão, claramente abalada pelo que tinha acabado de fazer.
Eu assistia tudo, o coração acelerado, meu pau babando sem parar.
Depois disso, eu me aproximei da cama, o coração disparado. Cheguei bem perto do rosto dela e pude sentir claramente o cheiro forte e quente da porra do Luiz que ainda estava na boca da minha mulher. Dei-lhe um beijo rápido, quase tímido, sentindo o gosto salgado nos lábios dela. Em seguida, desci minhas mãos até seus joelhos, segurei firme suas coxas macias e, com carinho misturado a tesão, abri suas pernas bem devagar, expondo completamente sua buceta já encharcada e inchada para o Luiz.
“Vai, amor… deixa ele te comer. Eu tô aqui”, sussurrei com a voz rouca.
Ela olhou nos meus olhos, ainda com um resto de resistência e vergonha no rosto, mas sua respiração estava pesada e acelerada. Seus mamilos estavam visivelmente duros e ela apertava as coxas uma contra a outra, como se tentasse controlar o desejo que tomava conta dela. Depois de alguns segundos, murmurou com a voz baixa, rouca e cheia de emoção:
“Você realmente quer isso, meu amor? Eu tô surpresa… nunca te vi tão excitado assim. Olha pra você… todo entregue, pauzinho latejando e babando sem parar… Eu nunca imaginei que você pudesse ficar desse jeito por mim.”
Ela mordeu o lábio inferior, claramente dominada pelo tesão, e continuou com a voz mais suave, quase carinhosa:
“Eu tô muito molhada, amor… tô com muito tesão. Minha buceta tá babando tanto que tá escorrendo pela coxa. Ver você assim, tão excitado e submisso… tá me deixando louca.”
Enquanto falava, ela deslizou uma mão entre as próprias pernas, abriu delicadamente os lábios da buceta com dois dedos e mostrou pra mim o fio brilhante e grosso de tesão que escorria devagar pela entrada inchada.
“Viu só? Tá pingando… tudo isso por causa de você.”
Mas não fechou as pernas. Antes de começar a foder minha esposa, o Luiz pegou o cinto da minha calça que estava no chão, virou-se para mim com um sorriso safado e disse:
“Corno, você vai assistir quietinho. Não quero ver essa mãozinha pequena tocando nesse pauzinho enquanto eu como ela.”
Ele me mandou sentar de volta na poltrona, puxou meus braços para trás e amarrou meus pulsos firmemente com o cinto, prendendo-os no encosto da poltrona. Eu fiquei completamente impotente, pau latejando e babando no ar, sem conseguir me tocar de jeito nenhum. Ele deu um tapinha no meu rosto e riu:
“Agora sim… fica aí babando como um bom corno.”
O Luiz segurou minha esposa pela cintura com firmeza e a deitou de barriga para cima na cama. Seus seios grandes e macios balançaram com o movimento, os mamilos duros e arrepiados apontando para cima. Ele se posicionou entre as coxas dela, segurou seu pau grosso pela base e apontou a grande cabeça melada e roxa na entrada do bucetão inchado e molhado dela.
Devagar, ele começou a entrar. Centímetro por centímetro, a cabeça grossa foi abrindo caminho, esticando os lábios dela. Minha esposa soltou um gemido longo, profundo e cheio de tesão, mas logo depois veio um suspiro trêmulo de culpa. Seus olhos se fixaram nos meus, cheios de amor, vergonha e conflito. Enquanto o Luiz metia devagar, ela me olhava diretamente, com lágrimas se formando novamente.
“Ahh… amor… ele tá entrando tão devagar… tá me abrindo toda…”, gemeu ela, sem tirar os olhos de mim, o sorriso misturado com uma expressão de dor emocional. “Eu te amo tanto…”
O Luiz continuava empurrando devagar, mas firme, fazendo o corpo dela tremer a cada avanço. Ela arqueou levemente as costas, os seios balançando, e soltou outro gemido rouco, ainda me olhando com aquele misto de prazer e culpa profunda:
“Ele é tão grosso… tô sentindo cada centímetro… meu Deus… o que eu tô fazendo com a gente?”
Ele começou a meter com ritmo, primeiro devagar, depois mais fundo e mais forte. Os peitos dela balançavam a cada estocada. Eu me contorcia na poltrona, puxando inutilmente o cinto, pau babando tanto que escorria pela cadeira. No começo ela evitava meu olhar, mas conforme o prazer aumentava, não conseguiu mais. Seus olhos se fixaram nos meus, cheios de lágrimas de prazer e culpa.
De repente ela arqueou as costas, as coxas tremendo forte, e gozou intensamente, olhando direto pra mim com os olhos vidrados. A voz saiu rouca, entregue e cheia de prazer, mas ainda carregada de conflito:
“Ahhh… porra… tô gozando! Tô gozando forte no pau dele… pra você, meu amor! Olha o que você fez… seu corno… seu corno safado! Eu tô te fazendo de corno bem na sua frente… Meu Deus, eu tô te fazendo de corno e tô gozando como nunca gozei antes! Nunca senti um pau me enchendo tão fundo, tão grosso… ele tá latejando dentro de mim, pulsando forte… eu sinto cada jato quente e grosso de porra dele explodindo bem no fundo da minha buceta… tá me inundando toda, amor… quente, pegajosa, jorrando sem parar… Ele tá me enchendo de porra enquanto você assiste…”
Enquanto ela gemia essas palavras, o Luiz deu um gemido rouco, apertou os quadris dela com força e gozou junto, soltando jatos pesados e quentes que ela sentia pulsando dentro dela no exato momento em que descrevia. Ele continuou metendo devagar durante o orgasmo, prolongando o prazer dos dois, até que finalmente deu algumas estocadas finais e tirou o pau devagar, deixando a buceta dela aberta, inchada, vermelha e pingando o gozo dele misturado com o dela.
Minha esposa ainda estava ofegante, o peito subindo e descendo rapidamente, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto olhava para mim com uma mistura devastadora de amor, prazer e culpa profunda.
Minha esposa ainda estava ofegante, mas o tesão não havia diminuído. Ela olhou pra mim com um sorriso safado e disse:
“Não acabou ainda, corno… vem cá.”
Eu me aproximei da cama, ainda com os pulsos marcados pelo cinto. Ela abriu bem as pernas e puxou minha cabeça para sua buceta inchada e pingando. Enquanto eu lambia tudo com vontade, limpando cada gota da porra do Luiz misturada com o mel dela, o Luiz, que ainda estava duro, se posicionou novamente atrás dela. Ele segurou os quadris dela e meteu de novo, dessa vez com força.
Eu sentia tudo na minha boca. A cada estocada forte que o Luiz dava, o bucetão dela estufava contra minha língua, as paredes inchadas pressionando meu rosto. Meu nariz batia no clitóris dela enquanto ele metia fundo, fazendo a buceta dela abrir e fechar ritmadamente ao redor do pau grosso dele. Eu lambia a mistura de gozo anterior, saliva e o novo tesão dela, sentindo o pau do Luiz passar logo acima da minha língua, só separado por uma fina camada de carne quente.
Ele metia cada vez mais forte, as bolas batendo contra ela. Eu mamava a buceta dela com fome, chupando o clitóris inchado enquanto ele a fodia. De repente o Luiz gemeu alto, apertou os quadris dela com força e gozou novamente dentro dela. Jatos quentes e grossos explodiram fundo na buceta da minha esposa. Eu senti o calor da porra dele jorrando diretamente contra minha língua — quente, espessa, escorrendo em abundância enquanto eu continuava lambendo e mamando tudo. O sabor forte e salgado invadiu minha boca misturado com o mel dela.
Minha esposa gemia alto, segurando minha cabeça com força contra sua buceta enquanto recebia a segunda carga dele.
Só então o Luiz tirou o pau devagar, deixando a buceta dela aberta, vermelha e transbordando porra fresca. Ele se afastou um pouco, respirando pesado.
Enquanto eu lambia tudo com dedicação, o Luiz já estava se vestindo ao lado da cama, colocando a calça e abotoando a camisa. Ele olhou pra mim com um sorriso debochado e disse rindo:
“Olha só esse corno frouxo e submisso… lambendo toda a porra que eu deixei na buceta da esposa dele. Que patético, hein? Mas faz direitinho o seu trabalho, corno.”
Ele terminou de se arrumar, pegou as chaves e, antes de sair do quarto, ainda deu uma última olhada e completou:
“Boa noite, corno. Cuida bem dela.”
Assim que a porta da frente bateu e o Luiz foi embora, eu continuei lambendo até deixar a buceta dela limpa e brilhante. Quando terminei, subi pelo corpo dela e a beijei profundamente. Ela retribuiu o beijo com vontade, sentindo o gosto forte da própria buceta misturado com a porra do outro na minha boca.
Depois de alguns minutos, ela me puxou pra perto, ainda nua e suada. Olhou nos meus olhos com um misto de carinho e excitação residual e disse baixinho:
“Foi uma experiência maravilhosa… eu resisti tanto, mas no final… admito que me deixou muito molhada ver você tão excitado e submisso. Não sei se repetiria… mas foi intenso pra caramba.”
Em seguida, ela deslizou a mão até meu pau, que ainda estava duro e babando. Como ele é pequeno, ela usou apenas a ponta dos dedos, fazendo movimentos leves e provocantes. Com a outra mão, ela molhou dois dedos na própria buceta ainda melada e, devagar, começou a brincar com meu cuzinho, circulando e pressionando suavemente a entrada enquanto continuava a masturbar meu pau com a ponta dos dedos.
Ela fazia tudo bem devagar, provocando, prolongando meu sofrimento. Eu gemia baixo, o corpo inteiro tremendo, tentando aguentar o máximo possível. Ela sorria safada, sussurrando no meu ouvido:
“Calma, corno… ainda não… aguenta mais um pouco pra mim…”
Só depois de vários minutos de tortura deliciosa, quando eu já estava à beira do limite, ela acelerou levemente os movimentos. Seus dedos entraram um pouco mais no meu cuzinho enquanto a outra mão trabalhava na cabeça sensível do meu pau.
Eu não aguentei mais. Gozei fartamente, jorrando muito, o orgasmo tão intenso que meu corpo inteiro convulsionou, as pernas tremendo, a visão escurecendo por longos segundos. Jatos grossos e quentes saíam sem parar, sujando a barriga e os dedos dela.
Enquanto eu ainda pulsava e gozava, ela aproximou os lábios bem perto do meu ouvido e sussurrou com a voz baixa, rouca, carinhosa e ao mesmo tempo cruelmente safada:
“Shhh… goza pra mim, meu corno… Olha quanta porra você tá soltando… Goza enquanto eu tenho o dedo enterrado no seu cuzinho e seu pauzinho duro lateja na minha mão. Você é meu corno agora. Meu corno pra sempre. Eu adoro te ver assim… tão fraco, tão patético, gozando feito um idiota depois de lamber toda a porra que outro homem deixou dentro de mim. Sente meu dedo te abrindo enquanto você jorra… Você vai ser corno pro resto da vida, entendeu? Toda vez que eu quiser, você vai assistir caladinho… vai limpar tudo depois… e vai agradecer por eu te dar esse lugar. Esse é o seu lugar agora… debaixo de mim, lambendo o que sobra.”
Depois disso, tomamos um banho juntos. A água quente escorria pelos nossos corpos enquanto nos abraçávamos em silêncio. Ela lavou meu peito com cuidado, eu lavei suas costas e seus seios com carinho. Não falamos muito. Apenas trocamos olhares suaves, beijos leves e sorrisos tímidos. O ar estava leve, quase doce, como se tivéssemos atravessado uma tempestade juntos e saído ilesos do outro lado.
Saímos do banho, nos secamos e fomos para a cama. Apagamos as luzes e nos deitamos de conchinha. Eu abracei ela por trás, meu peito colado em suas costas, o braço envolvendo sua cintura. Ela segurou minha mão contra o seu peito e entrelaçou nossos dedos. Seu corpo estava quente, relaxado e feliz.
“Foi intenso… mas eu gostei mais do que imaginava”, sussurrou ela no escuro, a voz baixa e serena. “E você… realizou sua fantasia. Estou feliz por ter te dado isso.”
Eu beijei sua nuca e apertei o abraço um pouco mais forte.
“Eu te amo”, respondi.
“Eu também te amo… meu corno”, ela disse com um sorriso na voz, apertando minha mão.
Assim, abraçados, felizes e exaustos, adormecemos juntos. A fantasia tinha sido realizada, e, pelo menos naquela noite, o amor entre nós parecia ainda mais forte

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Venci pela insistencia

Codigo do conto:
260451

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
26/04/2026

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