Mas, à noite, quando voltava do trabalho, eu havia me tornado amante do meu pai. Já nem saía mais pra pegar mulher. Só pensava em chegar logo em casa e cair de boca no pau dele. E meia hora depois de me saciar com a sua porra, eu tava de quatro na cama, sendo penetrado por ele. Acho que meu cu já tava até acostumado.
Não que tivesse já tivesse me sentindo meio gay. Na verdade, do mesmo jeito que eu adorava sentir o pau dele dentro de mim, eu tinha todo prazer do mundo em meter no cu dele. Adorava quando ele vinha cavalgar no meu pau, e quando fazia ele gozar, depois de meter muito.
Então, depois de uma semana, finalmente o assunto surgiu entre nós. Era apenas uma questão de tempo. E no carro, voltando pra casa, ele me perguntou o que eu achava da relação dele com o vovô. Eu disse que foi o que despertou o tesão em mim, quando descobri por acidente sobre os dois.
"Quer dizer que isso te excita?", ele continuava a me olhar. "Saber que temos a mesma relação?"
"Claro, ainda mais com o pauzão dele! Como aguenta aquilo dentro de você?"
"Ah, já tô acostumado", ele sorriu. "Então, sobre isso... você topa se juntar a uma brincadeira a três?", meu pai me perguntou com um olhar sedutor. "Eu, você e ele..."
Parei um instante para pensar em como lidar com isso. Depois que ele se revelou, tudo aconteceu meio de repente entre nós. E agora eu ia ter a chance com meu avô, o que me intimidava um pouco.
A coisa entre eles começou há muito tempo. Meu pai ainda era jovem, e no meio de um boquete com um amigo, o vovô pegou os dois no flagra. Mas, em vez de ficar furioso, meu avô disse que não contaria nada pra minha avó, mas confessou que morria de vontade de também provar um pau. Devia ser coisa antiga, que ele nunca revelou.
A partir dali, o vovô pegou gosto de chupar um pau, e especialmente de ser fodido de quatro. Os dois passaram a dividir o seu prazer secreto com o amigo do papai. E depois de um tempo, quando perderam contato, meu avô e meu pai continuaram fazendo entre eles. Mesmo depois, quando o papai casou, eles continuaram a se encontrar escondidos.
"Sim, com certeza", eu respondi excitado.
"Ok. Ele deve chegar logo. Mas primeiro, deixa eu conversar com ele, depois você bate na porta do banheiro. Vou deixar aberta."
"Já tô ficando excitado!", disse quando terminamos a conversa.
Chegamos em casa 15 minutos depois e fui direto pro meu quarto. Troquei de roupa rapidamente, vestindo uma camiseta larga e um short pra ficar mais confortável. Instantes depois, ouço a campainha e, pela voz grave, identifico meu avô conversando com meu pai na sala. Até que os dois vão pro banheiro.
Abri a porta do quarto com cuidado e fui até a cozinha, tentando me preparar. Peguei uma cerveja na geladeira pra me acalmar enquanto imaginava em possíveis cenários de como aquilo ia terminar.
Será que era uma péssima ideia ou uma boa ideia? Isso eu descobriria em poucos instantes.
Então, respirei fundo e fui até o banheiro, batendo três vezes na porta. Em seguida, entrei já meio excitado, e finalmente me deparei com os dois debaixo do chuveiro. Observei meu pai de pau duro acariciando meu avô, com seu pauzão enorme numa das mãos.
Enquanto me olhavam, os dois pareciam qualquer coisa, menos pai e filho. e a julgar pelo ereção, a excitação entre todos era evidente. Nossa, a imagem dos dois ali juntos foi inesquecível.
"Meu filho sabe tudo sobre nós. E ele tá querendo saber tudo o que a gente faz", disse meu pai ao meu avô.
Sorri meio sem jeito pro meu avô, e ele me puxou para um abraço.
"Acho que podemos te mostrar um pouco do que fazemos. E, se quiser, pode participar também", sussurrou ele no meu ouvido enquanto deslizava a mão esquerda para dentro do meu short, acariciando minha bunda, bem na vista do meu pai.
Assenti com a cabeça, recuei um pouco e comecei a tirar a roupa, toda ensopada, jogando no chão do banheiro.
Ficamos abraçados os três por uns instantes, quando meu pai se inclinou pro meu lado e me beijou, enfiando a língua na minha boca. Em seguida, se virou pro meu avô e fez o mesmo. Depois dividimos um beijo a três, cada um segurando o pau do outro.
Havia mãos por toda parte, e eu não conseguia tirar os olhos do pau do meu avô. Até que ele me pegou de surpresa, conduzindo a minha mão pelo seu corpo e me deixando tocá-lo. Claro que eu não resisti e segurei o seu pau e comecei a masturbá-lo, mesmo vermelho como um pimentão.
"Você acha que aguenta...?", meu avô disse depois de alguns instantes, enquanto considerava foder o próprio neto.
Fiquei ali segurando o seu pau e tentando imaginá-lo dentro de mim. E acho que estava mais do que disposto a experimentar, pra descobrir por mim mesmo.
"Então... O que acha, filho?", disse o meu pai, piscando pra mim e acariciando o meu pau.
Ele me olhava com a maior luxúria que eu já vi no rosto de alguém. Não era por menos, ele estava querendo transar com o pai e o filho ao mesmo tempo. E eu não queria fazê-lo esperar mais.
Depois de nos enxugarmos, caminhei lentamente atrás dos dois em direção ao quarto do meu pai, onde ambos me aguardavam sentados na cama. Eu não queria perder tempo, e fui direto ao objeto do meu desejo. Então, quando meu avô tirou a toalha da cintura, deixando de lado, eu me ajoelhei entre as suas pernas. Observei suas coxas peludas, que levavam até seus testículos não menos cobertos de pêlos, e seu pau duro apontava pro meu rosto.
Com a mão na minha cabeça, me acariciando, ele foi me guiando, enquanto eu começava a lamber seus testículos e a subir pelo seu enorme pau. O gosto salgado fez o meu pau endurecer mais ainda, me deixando envolver pelo seu cheiro.
Olhei pro meu avô, depois pro meu pai, enquanto segurava o pênis enorme e levava a cabeça à minha boca.
Um gemido incontido escapou do meu avô. Minha saliva quente cobriu a ponta do seu pênis enquanto eu o massageava com a mão direita. Estendi a mão pro lado e esfreguei o pênis do meu pai, que nos olhava admirado. Ele também estava duro como pedra, com seu pau apontando pra cima, enquanto eu levava o pênis do meu avô mais fundo na minha garganta.
Enquanto eu acariciava o pênis do meu pai, ele moveu a mão para a minha nuca, pressionando-a com mais força contra o pênis do meu avô. Engasguei um pouco e mais saliva escorreu dos meus lábios, e ele empurrou com mais força até que eu engasguei e meus olhos lacrimejaram. Chupei o pênis do meu avô por um tempo antes que meu pai anunciasse a sua vez.
Ele deixou que eu me ajeitasse entre as suas pernas. E mesmo o seu pau não sendo tão grande, eu o recebi igualmente na minha boca. Seu pênis quente estava pulsando, talvez de ver o meu trabalho no meu avô. Eu estava com a boca molhada, cheia de saliva, tão excitado que o engoli de uma vez, deixando deslizar pela minha língua até o fundo da garganta.
Não demorou e o seu pau estava encharcado com a minha saliva enquanto eu o abocanhava o mais fundo possível. Então, voltando com a língua deslizando por baixo, eu lambia toda em volta a cabeça do seu pau, até começar a chupar de novo. Fazendo uma forte sucção, eu massageava a haste com meus lábios enquanto minha cabeça subia e descia.
Fiquei sem fôlego de tanto chupar e precisei fazer uma pausa. Arfei ao tirar o pênis duro do meu pai da minha garganta e respirar fundo.
"Muito pra você, garoto?", brincou meu avô.
Em seguida, ele se levantou e se posicionou atrás de mim, acariciando as minhas costas. Ele então me fez subir na cama, de forma que eu ficasse de quatro, com o rosto colado ao do meu pai.
Olhei pro meu pai enquanto minhas nádegas se abriam e sentia que ficavam úmidas. E, no primeiro contato quente e úmido na entrada do meu cu, eu soltei um suspiro no rosto do meu pai, fazendo-o me puxar para um beijo profundo e apaixonado. Nossas línguas se entrelaçavam em nossas bocas enquanto eu sentia meu ânus sendo massageado e lambido pelo meu avô.
Sua cabeça estava enterrada entre as minhas nádegas, sua língua deslizando fundo em meu orifício enquanto ele me provava pela primeira vez. Meu pau ficou mais duro do que nunca enquanto eu sentia gotas de líquido pré-ejaculatório escorrerem. Meu ânus foi repentinamente exposto ao ar fresco enquanto meu pai me encarava fixamente, e um gemido escapou de meus lábios enquanto meu avô me penetrava com a língua, deixando meu rosto vermelho enquanto lutava para controlar a sensação incrível que percorria o meu corpo.
Me virei e vi meu avô batendo o pau na minha bunda, enquanto nossos olhares se cruzavam. Ele então colocou a cabeça do seu pau na entrada do meu cu, depois a cobriu com saliva, antes de pressioná-la contra o meu ânus. Observei enquanto ele pressionava o seu pauzão contra o meu orifício úmido. Ele pressionou a saliva quente dentro de mim antes de empurrar o pênis contra o meu orifício novamente, dessa vez conseguindo me penetrar.
Gemi quando o ar escapou dos meus pulmões. Meu cu se abriu de um jeito que eu nunca senti. Acho que estava perdendo minhas últimas pregas naquele momento. Eu me sentia sendo rasgado ao meio, enquanto o pauzão do meu avô entrava mais alguns centímetros. Podia sentir meu cu se abrir como uma flor, os músculos se dilatando mais do que eu jamais imaginei.
Olhei pro meu avô enquanto me inclinava levemente para trás. Seu pau se adaptou à posição e ele o enfiou mais fundo dentro de mim, enquanto eu impulsionava os quadris para trás.
Seu rosto era a própria imagem do êxtase. Parecia que ele havia recebido o melhor presente, segurando a minha cintura e me mantendo no lugar, enquanto me fodia. Seu pau entrava e saía do meu orifício em um ritmo tão extremo que comecei a me sentir dormente. E seus testículos batendo contra a minha bunda criavam um som alto que ecoava pelo quarto.
Enquanto eu me esforçava para suportar a foda intensa no meu cu, olhei pro rosto do meu pai, e acho que ele não queria ser deixado de fora. Ele se ajeitou melhor na cama, abrindo as pernas com seu pau apontando pra cima. Então me agarrou pelos cabelos e me puxou para baixo, me fazendo de novo chupar o seu pau.
Um buraco em cada extremidade era algo que eu só tinha visto em filmes pornôs. Mas é claro que eram mulheres nos vídeos. Nunca imaginei que um dia eu estaria naquela posição,m com um pau no meu cu e outro na boca. Mas confesso que estava adorando.
Gritos aleatórios escapavam da minha boca enquanto eu engasgava com o pau que me invadia até a garganta, sendo fodido com força pelo meu pai. Meu corpo estava em total estado de submissão, com os dois paus enormes dentro de mim, um pela frente e o outro por trás.
"Ai, filho, tô quase gozando!", meu pai gritou enquanto uma dor aguda me atingia.
Até que, num gemido mais forte, ele não aguentou mais e começou a gozar na minha boca. Ele enfiava o pau cada vez mais fundo na minha garganta, enquanto seu esperma quente escorria do canto da minha boca.
Eu tentava engolir tudo, mas acho que aquela noite ele tava mais excitado que o normal, porque não parava de gozar. Um jato após outro da sua porra me invadiam a boca, enquanto ele se afundava no travesseiro, com a cabeça jogada para trás, acariciando o meu cabelo.
Em seguida, foi a vez do meu avô gozar dentro de mim, ele continuava me penetrando, fazendo seu pau sumir quase que completamente no meu cu. Então, com um gemido forte, ele parecia perder as forças, soltando jato após outro de porra dentro de mim.
Ele me segurava firme, sem parar de me foder. E continuava gozando, com uma quantidade de esperma que me surpreendia. Pra quem diz que a gente envelhece e vira um velho brocha, meu avô mostrava uma disposição pra foder que deixava para trás qualquer garoto. E eu logo descobriria que era o que mais o enchia de tesão... foder um garoto.
Ele se inclinou e beijou meu pescoço, enquanto seu pau permanecia dentro de mim, seu líquido quente inundando meu interior e seu pau sendo a única coisa que impedia que transbordasse.
Me envolvendo com os braços, ele se levantou, me segurando firme para que seu pênis permanecesse dentro de mim enquanto se virava e me deixava cair sobre os travesseiros, com minhas pernas para o ar.
Meu avô então se acomodou entre as minhas pernas, empurrando-as para os lados do seu torso. Inclinando-se sobre mim, ele enfiou mais uma vez seu pau no meu orifício, usando o próprio esperma como lubrificante. Isso o ajudou a me penetrar com mais facilidade, mas essa posição pressionava minha próstata com mais força, e seu pênis deslizou até o fundo na primeira tentativa.
Me surpreendia que ele permanecesse duro feito pedra. E só mais tarde eu descobriria que isso tinha a ver com uma certa pílula azul que ele tomava toda vez que ia visitar o meu pai.
Ele se inclinou sobre o meu corpo e passou uma mão em volta do meu pescoço enquanto recomeçava a bombear seu pênis no meu cu. Os sons úmidos e viscosos que se ouvia no quarto eram do seu esperma cobrindo o pênis e os seus testículos, enquanto ele me penetrava.
Meu rosto ficou roxo enquanto ele me fodia com força. Ele ofegava a cada estocada, fazendo aquele barulho de carne contra carne enquanto metia no meu cu. Observei a luxúria em seu rosto enquanto ele me penetrava, e não imaginava que alguém naquela idade podia ter tanta energia... sem falar no tamanho do seu pauzão.
Seus gemidos preenchiam o ambiente ao meu redor. Eu suspirava ofegante enquanto meu orifício era literalmente arrombado. Mas estava adorando ser fodido de um jeito mais intenso.
Meu avô segurou minhas pernas em seus ombros e usou isso como alavanca pra me foder com mais força. Ao lado, meu pai observava o seu pau deslizar fundo dentro de mim e a mistura branca e espumosa de esperma cobrindo-o enquanto ele saía. E com um sorriso em seu rosto, meu avô metia até o final, satisfeito com a submissão em meu rosto, enquanto ele me possuía.
Pressionando minhas pernas sobre meu torso, ele usou seu corpo como alavanca e não me deu trégua, enquanto me penetrava com mais força do que nunca. Eu não conseguia mais conter meus gritos enquanto implorava para que ele me fodesse com mais força.
Seu pau batia contra a minha próstata com tanta força que eu podia sentir uma agitação dentro de mim. Até que meu pau engrossou e ejaculou uma carga branca e poderosa por todo o meu corpo, escorrendo pela minha barriga.
Olhei pra cima e vi meu pai parado sobre mim, acariciando seu pau duro acima de mim. Eu podia ouvir os sons úmidos das carícias e os gemidos suaves enquanto ele se masturbava. Até que me disse que ia gozar de novo.
Mantive meu olhar fixo nele enquanto meu corpo se movia a cada estocada do meu avô. Meu orifício apertado o forçou a acelerar enquanto ele me penetrava com força. E quanto mais fundo ele chegava, eu sentia uma onda avassaladora dentro de mim.
Então, quando ele retirou seu pênis encharcado e espumoso de dentro de mim, um jato de esperma escapou do meu orifício. Meu pai acariciou seu pênis pela última vez antes de apontá-lo pro meu rosto. E quando ele finalmente gozou, seu esperma se espalhou em volta da minha boca, me fazendo estender a língua e lamber tudo.
Ao final, eu fiquei ali deitado, exausto, enquanto meu pai e meu avô se beijavam, brindando a nossa primeira vez, todos juntos. Os dois ofegavam, e eu estava exausto, sentindo meu cu em brasas, mas estava satisfeito, e ainda querendo um pouco mais.
Quando fomos pro banheiro tomar uma ducha, debaixo do chuveiro ainda continuou rolando alguma sacanagem. E, com os dois agarrados em mim, um pela frente e o outro por trás, eu descobri a delícia que era um beijo a três.
Depois, voltamos pra cama, e logo já estávamos de novo de pau duro, cheios de tesão e dividindo uma cumplicidade nova. Na próxima eu conto tudo o que rolou a noite inteira, em que eu, meu pai e meu avô começamos o nosso triângulo incestuoso.
Continua
