Tia Fátima - Reencontro Matou Sua Fome no Sobrinho - [ Parte 01 ]
19/10/25
Minha tia Fátima que não me via a mais de 8 anos e está sem marido se lavou em mim igual uma virgem se molhando toda.
Vou contar um caso que tive com a minha tia, tenho muita vergonha, eu achei uma falta de respeito da minha parte então não ia contar, mas se tem uma coisa que me lembro e fico de pau duro é dela.
Minha mãe tinha uma amiga chamada Fátima que me conhecia desde pequeno, eu fui acostumado a chamá-la de tia, ela é casada com o Cláudio, um filho da puta da pior espécie, eles têm uma filha chamada Sara.
O Cláudio vivia aprontando com a tia Fátima, o que eu não entendia porque ele é um escroto sem graça e ela é uma negra linda com um corpo de dar inveja nas mulheres, ela tem pernas grossas, bunda grande, peito médio e uma boca carnuda vistosa.
Meus pais sempre ajudaram a tia Fátima de várias formas e ela sempre estava em casa com a minha mãe, elas faziam as unhas juntas, preparavam a ceia de natal e outras coisas mais e enquanto isso eu brincava com a Sara, com isso a tia Fátima por diversas vezes cuidou de mim e da Sara, até mesmo para os meus pais poderem sair algumas vezes.
Depois que meu pai colocou fora da fazenda por eu não quer seguir um curso ligado agricultura. Eu fui morar com o meu avô e perdi contato com a tia Fátima e com a Sara, depois de uns 8 anos eu reencontrei a tia Fátima. Eu a convidei para tomar um lanche e lá ela me contou um pouco da sua vida e uma das coisas mais impactantes foi que o Cláudio abusou tanto de cerveja e cigarro que teve um AVC e estava paralisado parcialmente e que agora ela tinha que sustentar a casa sozinha, depois de um tempo eu a convidei a minha casa para conversar melhor.
No sábado tia Fátima chegou em casa, ela estava vestida com um conjunto de saia e blusa branca, uma bolsa e sandalinha preta e com aquele corpo lindo e muito bem maquiada ela estava maravilhosa.
- Tufão eu morria e não sabia que você morava aqui.
- O meu avô vendeu a sua casa e comprou essa casa por ser mais próxima da herdade.
- Mas essa casa é muito mais bonita que a do seu avô.
- É mais moderna tia.
- Meu filho eu estou tão feliz de te ver de novo, você agora é um homem tão bonito, minha filha ia gostar de te ver também.
- Porque a senhora não a trouxe?
- Ela está em aula no cursinho.
Eu disse que mais tarde eu a buscaria com a tia Fátima para almoçar connosco. Continuamos conversando e eu sugeri algumas coisas para ajudá-la, ela gostou e depois de falar de coisas sérias eu fui mostrar algumas fotos no celular para ela, ficamos coladinhos a ponto de eu sentir o seu cheiro, passei a mão nas suas costas e comecei a beijá-la no pescoço e brincar com o seu cabelo.
- Tia a senhora não envelhece, está tão linda quanto eu me lembro.
- Que isso meu filho a tia envelheceu muito, eu era bonita mesmo, mas agora a tia tá acabada.
- Que nada tia, a senhora da show em muita menina novinha, e o teu cheiro é tão gostoso que dá vontade de te agarrar.
Ela se arrepiou todinha deixando se corpo todo durinho e o bico do seu peito quase furando sua blusinha.
- Menino para com isso, olha o que tu fizeste, você sempre gostou dessa tua tia né?
- Vem cá, deixa eu te ver melhor.
Eu segurei sua mão e a girei, aquelas pernas grossas com pelinhos dourados me deixaram louco.
- Você fala de mim, mas olha o homem lindo que você se tornou meu filho, deve ter um monte de gata atrás, cheio de músculos, tudo duro. Quem está linda também é minha filha, você vai ver, ela está parando o trânsito, ela está muito parecida comigo quando era jovem.
Eu a puxei para o meu colo e tocando seu rosto encarei sua boca carnuda e disse:
- Eu tenho certeza que ela está linda, mas quero muito essa tua boca gostosa.
Ela ficou de boca entreaberta surpresa toda vermelha de vergonha e com uma voz melosa em um estado de reação lenta me chamou atenção.
- Tufão tu não respeitas a sua tia menino?
- Claro que sim, mas e você ama o seu sobrinho de verdade?
- Sim, mas...
Eu a interrompi em um beijei alucinante, sua boca gostosa me deixou com vontade de morde-la e quando paramos ela suspirou com uma das mãos no meu peito e a outra ao redor do meu pescoço.
- Tufão não faça isso, eu sou uma mulher carente e você não é para mim meu filho.
- Tia mete a mão dentro da minha camisa e sente meu coração como está disparado.
Ela colocou a mão e encostou o rosto no meu pescoço.
- Meu filho não faz isso com a tia, a muito tempo eu não sei nem o que é sentir o cheiro de um homem.
- Se quiser eu paro de te chamar de tia, mas eu te quero todinha.
Ela levantou os olhos me encarando, nós beijamos e entre beijos ela disse:
- Eu mereci ser chamada de tia, não faça isso.
- Então hoje você é minha tia e eu vou te possuir.
Levantamos tirando a roupa um do outro, e quando estávamos totalmente nus eu fiquei parado segurando sua nuca enquanto ela me beijava, puxei seu cabelo e olhei nos seus olhos.
- Se eu fosse sua tia de verdade isso seria pecado.
- Você é minha tia de verdade, nunca duvide disso. Você cuidou muito bem de mim, esse direito é seu vem me lamber, sacia a tua fome em mim. Vem pecar como uma vagabunda, chupa a picha do teu sobrinho.
Ela se sentou no sofá, chupou meus ovos e subiu lambendo todo o meu caralho, ela estava com tanta vontade de ter um caralho duro que beijava meu caralho, batia na sua própria cara e enfiava na boca engolindo o máximo que conseguia antes de engasgar.
- Mama vagabunda, a partir de hoje não vai te faltar caralho, teu sobrinho voltou para te dar amor e te deixar jogada na cama, você mereceu.
Eu me sentei no sofá e a deixei sentar no meu caralho duro, sua buceta é muito grande, preta como a noite somente quando se abriu no meu caralho eu pude vê-la por dentro em um vermelho vivo. A cada sentada ela me molhava como se estivesse deixando escapar pingos de mijo, segurei sua bunda e falei no seu ouvido.
- Peca no caralho do teu sobrinho sua vagabunda, acaba com essa tua sede, senta bem firme.
Quando ela me beijou de novo eu a senti se tremendo igual uma virgenzinha se gozando.
- Ai filho, ai filho, gozei, gozei muito, que delícia sua picha.
- E porque parou, acaba com essa buceta na minha picha, bora, continua, eu te dei essa picha agora se acaba, vamos continua.
Eu a segurei pela cintura e a botei para voltar a sentar, ela estava parando para descansar, eu a soquei na picha novamente e a fiz gozar de novo sem descanso.
- Meu filho, meu filho, a tia está, eu vou, eu vou, ÃHHHH, ÃHHHH, filho da puta, tu me fez gozar de novo, tu me fez gozar, ãhhhh, ãhhhh, que homem delicioso.
- Está gostoso meu amor.
- Muito.
- Então vamos gozar mais uma vez né?
- NÃO, não filho, não dá eu vou morrer, meu coração está a mil.
- Você vai gozar sim, vamos, senta mais um pouco.
- Filho, filho, olha para a titia, eu não aguento.
Ela segurou meu rosto e olhando nos meus olhos pediu para deixa-la descansar, encostou sua cabeça a minha e depois me deu um beijo, eu a tirei de cima de mim e a coloquei em cima da mesa, abri suas pernas e enfiei bem fundo e forte na sua buceta, e a cada metida eu falava pausadamente.
- Você, Vai, Gozar, de, novo, vai, gozar, vai, gozar, goza, vaga, bunda, goza, goza.
Ela ficou gemendo como se estivesse apanhando, de repente acelerei para maltratar aquela buceta, fodi tão rápido que a cabecinha dela sacudia igual uma boneca.
- Gooooooza vagabunda, goooooooza, goza, goza, vamos, goza, PUTAAAAA, PUTAAAAA, goza nessa picha, eu estou mandando.
- Gozeeeeeiiiiii, gozeeeeeeiiiiii, puta que pariu minha buceta, minha buceta, eu gozei, eu gozei, tu és muito filho da puta moleque.
- Eu estou fodendo minha titia linda não vou fazer feio, vou comer sua bunda.
- Não filho, na bunda não.
- Vira essa bunda meu amor, não vou deixar de comer a sua bunda, vamos vira.
A coloquei de quatro com uma perna em cima da mesa e a outra no chão, passei saliva no meu caralho e no seu cuzinho.
- Devagar filho por favor, aiiii filho devagar, meu cu, meu cu.
- Relaxa tia, com um rabo desse tamanho você aguenta meu caralho todinho.
- Tu és um filho da puta, come caralho, fode minha bunda, mas faz devagar, faz com carinho na tia.
Eu já estava com muito tesão e minha gala estava quase jorrando então com umas poucas bombadas tirei meu caralho e banhei suas costas de gala, coloquei de volta o caralho na sua bunda e fiquei fodendo sua bunda devagar, eu estava puto que acabei gozando muito rápido, então fiquei aproveitando devagar sua bunda.
- Caralho meu filho você me gozou toda, tira meu amor.
- Não tia me deixa foder mais um pouco, teu cuzinho é lindo com meu caralho dentro.
- Você gosta dessa tua tia né, fode meu amor, fode a bunda da tua tia, mas devagarinho que tua picha é muito grossa e meu cu não é acostumado.
- Tá bom
Depois de foder sua bunda devagar até meu pau amolecer tomamos um banho juntos e fomos buscar a Sara no colégio, quando eu a vi fiquei impressionado com a semelhança das duas, parecia a versão nova da minha tia.
Continua...