O pintor dominador tamanho mini - segundo dia

O dia seguinte chegou. E o pessoal daqui de casa já tinha saído logo cedo, só tava eu, esperando dar a hora pra João chegar. O café já tava na garrafa prontinho. Banho tomado, dente escovado e perfume pra receber meu pintor.


7.15h ele chega, fazendo barulho de propósito no corredor para dizer que tinha chegado. Eu tava de short de academia sem cueca, sem camisa e chinelo, e assim fui lá no apartamento da vizinha. Com duas xícaras na mão e a garrafa de café na outra, abri a porta da sala e entrei, ele tava lá me esperando, sorrindo e dizendo bom dia.


Ele já foi tirando a camisa e a sandália e ficando só de bermuda e descalço no meio da sala. Eu servi o café pra ele, ele já foi apertando minha bunda, e dizendo:
- Nem comi minha esposa pra guardar pra você. Vai tomar leitinho de novo hoje, vai?


- Já tá aqui pra você, pega nele.

Ali na sala mesmo, mesmo sem as cortinas, eu fui pegando na rola dele. Fomos pro banheiro pra eu sentar na privada e mamar. Dei uma bela chupada nele. O cara gemia. Ele torcia o corpo, ficava na ponta dos pés e depois baixava, só gemendo e mandando eu chupar mais. Eu chupava e o cara delirava, eu ia e voltava na cabecinha da rola, engolia até o talo, apertava o lábio lá no talo, no final da rola dele, e depois voltava devagarzinho mamando e apertando com os lábios até chegar na cabeça da rola. Ele teve uma hora que segurou minha cabeça e mandou eu parar:


- Para, para, para! Eu ainda tava sentado na privada, olhando a cara dele, e ele do nada, assim, ele suspira fundo e abaixa a cabeça, dobra o corpo, e me dá um beijo delicioso.


Que merda doida! Pensei na hora. Nunca teria imaginado que aquela cara, macho da porra, fosse fazer isso! Tomasse aquela iniciativa. Buguei.


Que beijo foi aquele! Que vontade de beijar danada foi aquela assim do nada. Eu me levantei da privada, ainda colado boca com boca, beijando e abracei João com meus braços e apertei, continuei beijando (óbvio!), só um tempinho depois que conseguimos desatar a "briga".


Por essa eu não esperava mesmo. Meu cérebro bugou, mais por causa da iniciativa dele do que do beijo em si.


Aí ele cortou o climão com a frase:
- Quero meter agora!


Colocou a camisinha ligeiro, passou sabonete. Me puxou pro box do banheiro e mandou eu colocar as mãos na parede e empinar a bunda. E começou a meter, meter, socar.


Começou a me bater, socar na mão na minha bunda e dar um monte de palmada com som alto, ele estalava a mão mesmo, puxava minha cabeça, meus cabelos, e ali mesmo ele encheu a camisinha.


Tomamos banho juntos, e conversando no chuveiro, ele perguntou se eu podia voltar mais cedo naquele dia, pois o serviço dele ia durar no máximo até meio dia, e que ele queria meter de novo. E se eu podia ajudar ele a levar as 2 bolsas enormes de equipamentos que ele tinha trazido, se não ele ia ter que carregar no ônibus.


Traduzindo, ele queria uma carona no meu carro pra levar as tralhas dele de volta. Eu não gostei muito não, mas seria a oportunidade de ver onde ele morava. Curiosidade é foda. A tal da curiosidade é que acaba com a gente.


Voltei pro meu apartamento, o medo era só algum outro vizinho abrisse a porta na hora, e me visse saindo dali.

Fui trabalhar, fiz um malabarismo danado, inventei história no trabalho, tudo pra levar rola de novo. Nem almocei. Oportunidade a gente não pode perder, sabe-se lá quando aparece um hétero desses de novo.   Voltei umas 13.30h e fui logo pro apartamento da vizinha.


Ele tava lá me esperando no apartamento, deitado no chão da sala, as bolsas arrumadas e prontas do lado dele, João já tinha descido pra almoçar e estava descansando. O folgado foi logo me pedindo:

- Me leva lá agora.


Eu não gostei muito da atitude dele não, mas... logo ele corrigiu:

- Bora pegar um motel agora, na cama a gente fica mais confortável, depois vc me deixa lá perto de casa.
Agora sim. Trato feito.


Passei em casa antes e coloquei short, camiseta e tênis pra parecer que tinha ido academia. Coloquei perfume pro meu macho também.
Colocamos as bolsas no carro. Partiu motel. Dando aquela pegada básica na rolinha dele durante o caminho.


Chegou motel, carro estacionado na vaga, nem desliguei o carro e antes de qq outro movimento meu, o cara puxou minha cabeça na direção da boca dele e me tacou outro beijão daqueles e disse:

- Quero te comer dentro do carro.


- Tira essa roupa toda. Quero te comer aqui dentro peladinho.


Meio assustado com o pedido, eu saí pra fechar a porta da garagem do motel e quando voltei, ele já tinha tirado a roupa dele praticamente toda. Tirado a camisa e arriado a bermuda junto com a cueca e tava lá pelado. Nunca vi tão rápido. kkk


Eu entrei no carro, fiquei peladão, puxei os bancos dianteiros pra trás pra me preparar pra levar rola e me posicionei entre os 2 bancos, tipo galeto, os pés pro alto, um no vidro, o outro no teto. Uma graça só. kkkk. Tava todo sem jeito, mas foi assim mesmo. Oportunidade a gente não perde, amigos!!


O cuzinho tava visível, e João já tava de camisinha e mandou rola pra dentro. O cara olhou no fundo do meu olho e veio me puxar pra beijar de novo.
Depois comecei a apanhar, era tapa na cara, tapa na coxa, me xingou de frango, de viado, de comedor de rola, de tudo. E eu não tava achando ruim não. Pois mentira não era. kkkk. Naquela hora ali eu me sentia assim meio que incorporasse a rapariga da zona. Eita macho bom.


Eu sei que a baixa estatura de João colaborou pra dar tudo certo, ele conseguia se movimentar bem dentro do carro. Ele jura que tem 1,64m, mas não tem mesmo.


Primeira gozada foi na camisinha dentro do meu cuzinho. Estávamos suados mesmo com o ar do carro ligado. Bora subir a escada pro quarto.
Subimos pelados a escada e fomos pro chuveiro e depois cama.


Voltamos pro clima, filme pornô rolando, aquela mamada básica pra rola subir, e bora lá. Mandou eu logo ficar de 4 na cama. Bem melhor que no dia anterior que foi no chão, e fudeu foi meu joelho.

O cara acertou o alvo e começou meu espancamento com aquela mãozinha pequena que nem doía, mas eu dizia:
- Bate, bate! Bate!


Cachorrada só presta assim. Ainda tava de 4 na cama, e ele puxou meu tronco pro alto, me abraçou por trás, me fez carinho, passava a mão nos meus pneuzinhos, segurava apoiando neles, segurava na minha cintura e metia rola. Gostoso pra caramba. Começou a movimentar rápido de novo, ele gozou na camisinha.


O cara era bom. Puta merda. Era bom.
Paguei a conta do meu machinho. Partimos pra levar as coisas pra casa dele que era ali perto. Fomos conversando no carro.


Do nada ele me perguntou:

- Toma uma cerveja comigo?


Eu disse que tava com vontade também. E paramos num boteco de esquina que fica bem perto da casa dele. Um bairro mais popular. Eu até perguntei se não era sujeira pra ele não, e ele me disse que gostou de mim porque eu não dava pinta nenhuma, era assim igual a ele.


Dito isso, estacionei e bebemos 4 garrafas naquele pé-sujo. Ele cumprimentou alguns conhecidos dele que passaram lá na frente, terminamos de beber e a vida seguiu de boa.


Isso que eu adoro quando 2 machos que não dão pinta, casados, sigilosos se encontram. É mais que sexo, é uma camaradagem, ainda que dure só 1 ou 2 ou 3 encontros, essa camaradagem é legal.


Poder sentar e tomar uma cerveja com seu camarada. Num bar, num lugar qualquer, sem dar bandeira, tranquilão. Depois cada um parte pro seu lado. Sem envolvimento, sem pegar no pé, sem cobrança, nem ter que ficar explicando, sem dor de cabeça.

Ele ficou com meu zap e disse que ia querer mais. Ele disse que nunca ia mandar mensagem falando putaria e que só ia me mandar msg nos dias da semana e, ainda assim, somente no horário comercial. O mesmo acordo padrão de sempre que todo macho casado faz entre si. Nenhuma novidade.


Tinha acabado de ter 2 dias incríveis. Com um macho incrível.

Podia ter uma rola maior???   Podia sim, mas, como se diz, "é o que tinha pra hoje", e o cara sabia fazer. Tem muito cara com rola bem maior que a dele que não fode bem assim, e como tem.
Sorte minha que mesmo morrendo de medo, sutilmente, eu dei o primeiro passo (descrevi no conto anterior).


A história segue, meus leitores. Quase esquecia de dizer. Eu peguei ele quando largava do trabalho em várias outras vezes, pra gente ir pro motel, e bebi lá no boteco com ele, em algumas das outras vezes, sempre depois que metemos.

Vou contar depois pra vcs.
Obrigado por terem lido até aqui.


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260520 - O pintor dominador tamanho mini - primeiro dia - Categoria: Gays - Votos: 5

Ficha do conto

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Nome do conto:
O pintor dominador tamanho mini - segundo dia

Codigo do conto:
260548

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/04/2026

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2

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