Certo dia ele me mandou mensagem no Instagram elogiando meu perfume. Eu me fiz difícil no começo, respondi seco, demorei pra dar atenção. Mas ele não saía da minha mente. Depois de uns dias eu não aguentei a tortura de não ter aquele homem na minha cama e aceitei me entregar.
Quando entrei no apartamento dele, mal fechei a porta e ele me olhou de cima a baixo como quem já sabia o que ia fazer comigo. Ele me puxou pela cintura, colou o corpo grande no meu e me beijou. Caralho, que beijo. Profundo, faminto, língua dominando a minha boca enquanto as mãos grandes apertavam minha bunda.
No começo eu fiquei travada, sem saber direito como reagir. Meu coração batia forte, as mãos tremiam um pouco. Mas o beijo dele era tão bom, tão dominante, que aos poucos fui relaxando.
Sem pensar muito, eu desci devagar, ajoelhei na frente dele e abaixei seu short. Quando tirei o pau pra fora, fiquei impressionada. Era grosso pra caralho, pesado, veias marcadas. Eu segurei com as duas mãos e comecei a chupar. Fiz o boquete mais delicioso que eu conseguia dar naquele pau grosso. Lambia da base até a cabeça, passava a língua em volta, enfiava o máximo que cabia na boca, chupava com vontade, babando tudo. Ele gemeu rouco, segurando meu cabelo, e eu me esforcei pra descer o mais fundo possível, sentindo ele latejar na minha garganta.
— Caralho… que boca gostosa — ele rosnou.
Ele me carregou no colo até o quarto, me jogou na cama e subiu em cima de mim. Nossos corpos ardiam e sem paciência ele com as duas mãos, rasgou a lingerie fina num puxão forte, o tecido cedendo fácil. Me deixando completamente nua e exposta. Eu ainda estava um pouco tímida, mas o tesão já tinha tomado conta.
Ele abriu minhas pernas e desceu a boca. Caralho… ele chupava minha buceta de forma que me fazia delirar. A língua dele circulava meu clitóris devagar, depois sugava com força, puxando ele pra dentro da boca quente. Eu gemia alto, rebolando contra o rosto dele. Ele não parava. Sugava, lambia, chupava meu clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos grossos bem fundo.
Ele achou meu ponto G como se já conhecesse meu corpo há anos. Os dedos dele faziam aquele movimento certinho, curvados pra cima, pressionando forte enquanto a boca não soltava meu clitóris. Eu tremia inteira. Era uma sensação absurda, como se ele soubesse exatamente onde e como tocar. Em poucos minutos eu gozei pela primeira vez, jorrando na boca dele, gemendo o nome dele sem controle.
Ele subiu, me beijou com gosto da minha própria boceta e sorriu:
— Deliciosa…
Sem tempo de reação ele socou fundo e forte dentro da minha buceta e eu senti cada centímetro daquele grosso pau enterrando e rasgando minha buceta me fazendo gozar mais uma vez naquela pica dura e latejando de prazer.
O beijo dele era uma delícia. Enquanto ele vinha por cima, ele me beijava com fome, mordendo meu lábio, enquanto continuava metendo fundo em minha buceta. O toque dele era firme, dominante, mas ao mesmo tempo tinha uma conexão surreal. Parecia que ele conhecia meu corpo melhor que eu mesma. Cada estocada, cada chupada em minha buceta, cada pressão no ponto G… era perfeito.
Em certo momento ele me puxou, me pegou no colo como se eu não pesasse nada e ficou de pé no meio do quarto. Segurando minha bunda com as mãos grandes, ele me fez sentar no pau grosso e começou a socar forte pra cima. Cada estocada era violenta, profunda. Eu sentia o pau dele batendo bem no fundo, me abrindo inteira. Meus seios pulavam no ritmo enquanto eu me segurava nos ombros dele, gemendo alto no ouvido dele. Ele me fodia de pé com uma força absurda, como se quisesse me quebrar de prazer.
Até que ele me virou de quatro na cama. Eu empinei a bunda pra ele. Senti a cabeça grossa do pau pressionando minha entrada molhada. Quando ele meteu tudo de uma vez, eu gemi alto. O pau dele era tão grosso que parecia que estava rasgando minha boceta ao meio. Ele socava fundo, forte, sem piedade e quanto mais fundo ele ia mais fundo e forte eu queria que ele metesse.
Enquanto me fodia, ele dava tapas fortes na minha bunda socando de leve minhas costelas eu estava totalmente dominada e entregue aquele homem.
Senti o pau dele latejar dentro de mim e, de repente, jatos quentes e grossos de porra enchendo minha boceta. A sensação foi incrível, quente, pulsando forte, me inundando por dentro. Ele gozou bastante, me enchendo até transbordar. Eu tremia inteira, gozando junto com ele, sentindo cada jato batendo no fundo da minha boceta.
Quando acabou, eu estava destruída de prazer. Minha boceta latejava, inchada, marcada pelo pau grosso dele. Porra escorria pelas minhas coxas. Eu mal conseguia fechar as pernas.
Ele me puxou pra perto, me deu um beijo mais calmo e disse baixinho:
— Da próxima vez eu vou te foder ainda mais forte.
Eu só consegui sorrir, ainda ofegante.
Aquela mulher tímida que tinha chegado no apartamento dele tinha desaparecido. No lugar dela, surgiu uma conexão tão forte, tão intensa, que eu só conseguia pensar em uma coisa:
Eu queria mais.
E mais.
E mais vezes.


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