O que você faria, se por um dia pudesse realizar suas fantasias mais loucas? Bom, nem em sonhos eu imaginava que naquele dia eu teria a chance de realizar tais coisas... Como de costume me arrumei para o trabalho, eu pegava o plantão ás 19h. Recepcionista de um hospital, meu uniforme consistia em uma saia lápis á altura do joelho, um salto baixinho e uma camisa de alfaiataria em um tom azul claro. Já era habitual ir bem maquiada e com meus cabelos em um rabo de cavalo alto, sempre impecáveis. Decidi ir de ônibus pois estava com tempo, e seria ótimo cochilar um pouco, já estava de plantão havia três noites e o ritmo acelerado estava cobrando um preço alto com a exaustão. Eu tinha 40 minutos para dormir um pouco a caminho do hospital, o ônibus estava estranhamente lotado para um domingo, mas consegui um lugar na janela. Foi fácil me encostar e logo pegar no sono. Parecia que eu apenas havia piscado os olhos, e então eu acordei, já não havia ninguém nos bancos, o ônibus estava vazio, exceto por mim e um rapaz ao meu lado... Que seguia dormindo. Olhei para fora da janela e estávamos muito no alto, foi então que percebi, era um tipo de guincho, com certeza o ônibus havia quebrado e o motorista não nos viu nos bancos do fundo. Agora eu não sabia se devia acordar o moço ao meu lado. Felizmente, não precisei. Ele acordou um pouco surpreso, olhando ao redor. - parece que ficamos presos aqui, tudo bem? Sabe o que aconteceu moça? Que voz... - bom, acho que o ônibus quebrou, fomos guinchados e o motorista não nos viu aqui no fundo... Será que dá pra chamar o motorista do guincho? Não sei se ele nos escutaria daqui. Então começamos a tentar sair dali, o que logo ficou claro que só conseguiríamos quando o guincho parasse, e chegasse ao lugar que deveria estar indo. Mandei mensagem pro trabalho e expliquei que não conseguiria ir, com fotos e vídeos do guincho nos carregando, seria cômico se eu não estivesse preocupada, sem internet as mensagens não foram enviadas para minha chefe. Acho que o rapaz, que eu descobri se chamar Vicente, percebeu que eu estava quase hiperventilando e tentou puxar algum assunto. - moça, conseguiu algum sinal? Acho que de qualquer forma vão notar a gente aqui quando o ônibus parar, está tudo bem? Posso ficar lá na frente se você se sentir mais confortável. – ele tentou me acalmar e acho que ficou preocupado com minha respiração fora do compasso e meus olhos arregalados. O que Vicente não sabia, era que eu não estava com medo dele, ou de ficar presa com um homem desconhecido em um ônibus sem sinal algum... Eu estava nervosa por conta do trabalho. Mas parando para pensar, aquela situação era tudo que eu imaginava lendo contos eróticos e fantasiando a adrenalina que seria transar em um lugar público, o exibicionismo, era tudo que eu sonhava. Eu já havia realizado muitos dos meus fetiches, mas me mostrar assim ainda estava em minha lista. Minha mente automaticamente ia por esse caminho, eu não tinha como evitar. Comecei a planejar e induzir a situação ao meu favor. Para mim, uma mulher bonita, cheirosa e bem apresentável, aquilo seria fácil. Vicente era alto, negro e forte... Um sorriso bonito com covinhas e estava ali tentando me acalmar, o que mais eu poderia pedir? - acho que estou bem, não se preocupe, só um pouco de calor, e sei que logo vai anoitecer e eu não sou muito fã de escuro... Só continue falando comigo por favor. Vicente, tão gentil, perguntou meu nome e engatou logo em um assunto chato, e após um tempo, o interrompi. - você estava indo pra casa? – perguntei abrindo três botões da camisa, meus seios fartos praticamente pularam, quase como se dissessem “oi”... O que não passou despercebido por ele. - sim, trabalhei o dia todo, e você? – percebi seus olhos passeando por mim, mas ele ainda estava tentando ser respeitoso. - indo pro trabalho, mas pelo que vejo vou faltar hoje, estamos indo na direção contrária e não conseguiria chegar a tempo. - Ah Ana, eles podem justificar, afinal não foi sua culpa nosso ônibus ser guinchado. – ele disse sorrindo. – conseguiu avisar alguém? Seu namorado... Ah, o truque mais velho do mundo para saber se uma mulher é comprometida. Acho que estamos indo no mesmo rumo. - não tenho namorado. – disse firme, olhando em seus olhos. Não fazia sentido me fazer de santa ou fingir alguma inocência, provavelmente ele já havia notado minhas intenções. - acho que prefiro casuais. – completei. Ele pareceu pensativo. Mas logo sorriu. - isso é algo que preciso aprender. Foram poucas as vezes em que me permiti algo casual. – ele disse, e me surpreendeu, um homem bonito assim... não era comum. - posso ensinar você... – já parti para o ataque, sabia que ele não era bobo. - aqui? – ele respondeu sorrindo ainda mais. - claro, é o que vai tornar tudo mais excitante! – disse, já desabotoando o restante da camisa fina, deixando a mostra todo meu abdômen e sutiã. – obviamente não quero te obrigar a nada... - acho que essa fala seria minha não? – ele perguntou já com seus olhos grudados em mim. - sou um pouco dominadora, algum problema? Ele balançou a cabeça, em negativa. Abriu as pernas jogando a mochila no outro banco. Aquele era meu aval. Sentei em seu colo, a saia levantada até minhas coxas, conseguia sentir a rigidez dele, que nem precisei de muito para conseguir. Ele veio em direção á minha boca, ávido por um beijo, com meus dedos o parei. - ainda não tem permissão para me beijar, meu bem. Abre a boca pra mim. – falei, um tom manhoso, deixando minha ordem implícita. Ele hesitou, e bastou uma rebolada com os quadris para que ele me acatasse. Abri seus lábios carnudos e pedi que lambesse meus dedos, os quais levei imediatamente ao meio de minhas pernas, me tocando, gemi o mais apelativa possível, e o ouvi gemer junto. - Ana... – ele disse fechando os olhos, quando voltei a rebolar, tentou guiar meus quadris e eu neguei mais uma vez. - hmmm, acho que esse menino mau está merecendo um castigo... – e então comecei a verdadeira tortura. Me ajoelhei e tirei seu membro para fora, era enorme, escuro... Cheio de veias, chegava a ser bonito. Acho que ele ficou confuso, sem perceber que tipo de castigo receberia. Lambi sua extensão, segurei suas bolas e as beijei, estava tão duro que brilhava, o instiguei até... - eu preciso, ah, eu posso segurar seu cabelo? Ah, coloca na boca, por favor... – ele estava ofegante e eu me sentia satisfeita por proporcionar isso a ele, logo assenti. - duas regrinhas amor, só pode gozar quando eu deixar, e se desviar alguma vez dos meus olhos, não vou deixar. – ele riu nervoso, mas concordou. Seus olhos eram bonitos e intensos. Eu sentia o tamanho do seu desejo e queria satisfazê-lo. Assim que o coloquei na boca, o guincho deu uma freada, logo ele foi parar inteiro na minha garganta, sem aviso. Continuei a chupar e movimentar suas bolas, indo e voltando por todo seu comprimento e o levando ao limite. Ele gemia e ás vezes fechava os olhos, mas quando os abria, logo os cravava nos meus rapidamente. Segurei seus quadris para me apoiar e o engoli inteiro, o pau gigante deslizou por minha garganta e eu senti que ele estava perto. - Ana, deixa... Eu vou... – assim que me alertou, fiz não com os dedos. Tirei seu membro da boca, e por estar bem lubrificado foi fácil deslizar para dentro dos meus peitos. Sorrindo e movimentando seu pau numa perfeita espanhola, eu disse: - agora pode meu bem. Goza pra sua dona! – abri meu melhor sorriso e Vicente não aguentou. - meu deus... – foi a única coisa que disse enquanto gozava horrores, jorrando leite nos meus seios, colo, rosto... Era um banho de porra! Acho que devia estar guardando aquilo há um tempinho. Lambi e o limpei inteiro. Peguei um lenço em minha pasta e também me limpei o melhor que conseguia. - recuperado? – perguntei sorrindo. Mas já havia escurecido, acho que não dava pra ele ver meu rosto mais. Olhei pela janela e percebi que estávamos do outro lado da cidade, deveria ter alguma garagem por ali, poucos postes de luz passavam para nos iluminar. Eu teria que terminar rápido. Ele quis retribuir o boquete, mas não deixei, eu queria sentar naquele mastro desesperadamente. Enquanto ele colocava uma camisinha, que não sei de onde ele tirou, eu abaixei minha calcinha, levantei minha saia até a barriga e tirei meus peitos pra fora do sutiã. Estava tão molhada, sentei em seu colo e ele já estava duro novamente, o guiei até minha entrada e sentei de uma vez, senti a dor me abrindo de dentro pra fora e gritei de prazer. Sentir dor era uma das minhas coisas favoritas no sexo, mas causar ainda ganhava. E logo dei um tapa forte em seu rosto, cravei as unhas em seu maxilar bonito, e o fiz olhar em meus olhos. Aquilo o fez gemer alto. Acho que finalmente encontrei um hétero submisso, pois ele pareceu ficar ainda mais excitado. Comecei a me movimentar, contrair e sugar seu pau para dentro de mim, eu o sentia batendo no colo do útero, forte como eu gostava. Ele tentou ditar o ritmo dos meus quadris, mas apenas com um olhar ele entendeu que era eu quem controlava ali. Eu o sentia indo e voltando, entrando e saindo forte, me abrindo inteira pro seu tamanho. A cada contração ele gemia e estava quase rugindo, a cada sentada eu gemia alto e gargalhava de prazer, determinada a gozar somente quando ele pedisse. Arranhei suas costas, mordi seu pescoço e seus lábios, enquanto esfregava meus mamilos em seu peito. - eu tô perto, m-muito perto Ana... – e assim comecei a contrair como se ordenhasse seu pau com minha buceta, cravei as unhas em seus ombros e aumentei o ritmo. Duramos poucos segundos depois disso, gritei alto e caí pra frente em seu peito enquanto gozava, ainda tremendo e tentando respirar. Só então percebemos que estávamos parados há um tempo, e sendo assistidos pelo motorista do lado de fora. Um senhor baixinho e gordinho, que segurava as calças enquanto nos olhava sem desgrudar os olhos. Eu ri, Vicente riu também, e logo me vesti rapidamente para sair dali. - obrigada, foi ótimo. – agradeci, enfiei minha calcinha em seu bolso e comecei a descer. Já com sinal, consegui chamar um Uber. O motorista eu não via mais em lugar nenhum, fiquei com um pouco de medo dele chamar a polícia, mas consegui descer e sair pelo portão da garagem sem problemas. Provavelmente ele devia estar pesquisando como hackear as câmeras do ônibus para assistir ao show completo, ri comigo mesma. Acho que Vicente ainda estava atordoado, pois demorou a sair pelo portão. Agradeci mentalmente por isso, pois quando ele estava saindo eu estava entrando no Uber. No fim, ganhei uma folga do trabalho e ainda realizei minhas fantasias com um gostoso. Realmente, uma noite perfeita!
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