Na fazenda com o primão

Oi, sou o Miguel, tenho 22 anos, 1.75 de altura, faço academia, mas ainda não estou no meu corpo dos sonhos, mas tenho um belo conjunto de pernas e uma linda bunda de modéstia parte kkkk.

Bem, essa história aconteceu lá em minas, bem no interior, aonde meu avô morava. Todo ano viajávamos pra lá, antes dele falecer. Adorava ir pra lá, a comida, os amigos de lá e lógico a fazenda dos meus tios, quase todos tem uma fazenda ou pelo menos um sítio lá.

Naquele ano, 2018, íamos ficar 15 dias lá, chegaria no dia 24 de dezembro e iríamos embora no dia 7 de janeiro, iria eu, minha mãe, duas dias e minha prima, tudo junto, foi uma resenha incrível a viagem, alugamos uma vã e o motorista era um gatinho, fizemos umas 4 paradas (para vocês terem uma ideia, é mais perto a cidade de lá em Salvador, do que aqui da minha cidade até lá). Durante a segunda parada sentei no banco da frente pra ver a pista, adoro viajar, então ia olhando os carros e a vista já que estava escurecendo. Eu cochilei e quando acordei já era 2 da madrugada e todo mundo estava dormindo, comecei a reparar o motorista, não era feinho, era moreno, era mais baixo que eu e magro. Ele percebeu e começou a pegar na rola, e fiquei olhando aquele volume, até que ele falou:

- quer me ajudar aqui? - ele apertando o volume.
- Quero sim - chegando mais perto e abrindo o zíper.
Olhei pra trás e todos dormindo, minha família tem um sono profundo.
Não pensei duas vezes e comecei a punhetar ele, bem devagar, aproveitando o momento e ele seguiu dirigindo, quando percebi que ia gozar coloquei a boca na pica e comecei um boquete, ele gozou muito, muito mesmo, foi uns 4 jatos fortes e grossos de leite, parecia que não gozava faz tempo. Quando ele gozou invadiu a pista ao contrário e quase saímos dela, mas ele voltou a tempo e minha família acordou no susto e ainda bem que não pegou nós. Ele pediu desculpas e focou na pista. Depois disso não tocamos no assunto, mas a pica ainda estava dura kkkkk.

Chegamos na cidade do meu avô, todos conhecem ele e quase todos são parentes, literalmente, cidade pequena, sabe né.

Foi um choro na chegada, tudo mais e tals. Só tinha meu avô na casa da cidade, arrumamos nossas coisas, organizamos tudo e fomos para a feira, que é um espetáculo aparte, adoro minas e os mineiros, todos gostosos e com aquele sotaque maravilhoso… amo caubóis kkkkk. Bem fomos na feira e meus tios e tias tem as áreas deles e vendem o que produzem, eu fui com um shots verde curtinho coladinho e uma regata branca também colada, todos olhavam, acredito que seja por dois motivos, o primeiro que sou forasteiro e o segundo, um viado kkkkk

Chegamos na barraca do meu Tio Francisco, tem uns 58 anos uma barriga enorme e negro alto estava junto com minha Tia Cida, casada com ele, baixa negra é bem simples, um amor de mulher, incrível mesmo. E tinha meu primo, a história é de nos dois kkkkk o Leandro, um negro de 1.85/1.90 não era malhado, mas forte por conta do esforço da roça, cabelo cortado pretos e olhos castanhos, usando calça jeans, polo vermelho e chinelo azul.

- Oi Leandro, tudo bem? - cumprimentei ele.
- Oi primo, bem eocê? - falou me abraçando e com a mão na minha cintura apertando.
- Estou bem, também graças a Deus.

Minha mãe e tios estavam conversando pra onde iríamos passar o natal, foi aí que meu Tio Francisco falou pra ir lá, pois já matou uma vaca e iríamos comemorar lá. Fiquei feliz, pois já queria ir pra fazenda e montar nos cavalos que lá tinham.

Arrumamos as coisas e montamos encima da pampa e fomos pra fazenda, foi todo mundo, até meu avô que é teimoso e outros familiares, então estamos em 9 pessoas dois na parte da frente do carro e o restante na carroceria, foi incrível o passeio até lá, muita resenha, família engraçada lkkkkk.

Chegamos, colocamos as coisas no quarto do Leandro e fomos andar pela fazenda, eu, ele, minhas duas primas, fomos na plantação e no rio, e ele sempre pra trás e toda vez que olhava pra trás via ele olhando pra minha bunda. Mas aí tudo bem, pois já estava acostumado com meus primos olhando para mim.

Chegamos novamente na casa da fazenda e fomos nos arrumar, meu tio fez churrasco e fizemos a reza até bater meia noite, nisso ficamos em círculo e alguns sentados e outros de pé, meu primo ficou de pé e atrás de mim, pois a área não tinha tanto espaço para a quantidade de gente que tinha, acho que tinha umas 30/35 pessoas.
No meio da reza ele começou a sarrar e esfregar em mim, comecei a perceber a safadeza dele, mas fiz um sinal para parar, pois estamos em público e tals.

Terminou a reza, fomos dançar e festejar. Chegou na hora de ir dormir, tinha 3 camas, duas no quarto do Leandro, que ficou pro meu avô e minha tia mais velha junto com minha mãe, e no outro quarto estavam meus tios, eu não iria tirar eles dela né, a casa já eram deles kkkk. Na sala havia dois sofás, ficou com as outras duas primas, então no chão da sala ficou colchão de casal, em ficou Leandro e eu. Arrumamos e falei que iria tomar banho por último, e assim fiz, cheguei na sala e todos já estavam deitados e a luz apagada, coloquei um pijama leve e ele estava coberto com a coberta e só tinha uma. Deitei e adormeci.

No meio da noite acordei sentindo meu shots abaixando, fiquei parado, fingindo que estava dormindo ainda, comecei a sentir uma respiração ofegante na nuca, tudo está muito escuro. Não sei como ele percebeu, mas falou:

- acordou priminho?
Balancei a cabeça com um sim.
- fiquei o dia todo pensando em você e nessa bunda gostosa sua.
- Foi? E o que você queria fazer com ela? Perguntei.
- Queria comer, lamber, leitar ela todinha, você quer priminho?
- Quero sim - numa reação joguei minha bunda pra trás, sentindo aquela pica fora do shots dele.
- Deixa eu lamber antes seu cu, pra ficar mais fácil, mas não faz barulho.
E assim fiquei, quietinha sem fazer nenhum barulho só empinando mais a bunda. Estava tão escuro que não dava pra ver um palmo a frente.

Depois de uns 5 minutos chupando meu cu, ele subiu e falou:
- agora é hora de comer você, não faz barulho.
Ele colocou a cabeça da rola que tinha uns 19 cm mas era grossa igual uma lata de coca cola e a cabeça um cogumelo. Ele forçou a entrada e tentei fugi, ele me segurou e disse:
- foge não porra.
Pegou minha cintura segurou, pegou o travesseiro e colocou na minha cara e e ficou a cabeça de uma vez, eu segurei meu grito tão forte e apertei a rola dele com meu cu que ele gemeu que as primas no sofá mudou até de posição de dormir.
Ele esperou um pouco e do enfiando mais e mais da pica, até chegar no talo, ficamos de ladinho pra isso acontecer.
Depois de alguns minutos assim, começou a bombar suave, mas firme. Fui acostumando e gemendo caladinho no ouvido dele.
- Gosto de putinha igual você priminha, que aguenta rola, você vai ser só minha né?
Balancei a cabeça com um sim, pois não tinha mais força pra falar nada.
Ele fez um sinal na minha perna pra mudar de posição, ficamos de mamãe e papai.
- vou socar forte, quer leitinho?
- Que… quero - em meio de gemidos - fode sua priminha, fode meu macho.
Ele começou a socar forte e firme, comecei a gemer mais alto, ele começou a me beijar para disfarçar os gemidos. e socando mais forte, fazendo o colchão se mexer, até falar que ia gozar.
- vou gozar, v…o…u… gozarrrr…. -falou no meu ouvido - que cu gostoso.
Ficamos assim por alguns minutos e depois voltamos de ladinho e dormimos de conchinha.
Acordamos como nada tivesse acontecido, com o cu ardendo e arrombado.

Tomamos café, ele estava na área de fora e fui até lá e disse.
- adorei essa noite, falei pra minha mãe que vou ficar mais dois dias, então posso ser mais tempo sua putinha, né primão?
- Vou adorar comer você todos esses dias, já vamos começar indo na plantação.

Esse foi o final de ano mais gostoso que tive, transamos em vários lugares da fazenda e juro que achei que ia sair prenha dela.

Vou tentar achar alguma foto da fazenda.

Bjs na cabeça da pica kkkk

Foto 1 do Conto erotico: Na fazenda com o primão

Foto 2 do Conto erotico: Na fazenda com o primão


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Na fazenda com o primão

Codigo do conto:
260573

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/04/2026

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