Ele a quis. Ela foi. Não havia retorno - Desejo, tesao…

Ninguém nunca me escolhe duas vezes com o olhar.
E isso sempre foi parte do meu próprio jogo.
Eu sei exatamente como existir sem ser percebida demais, e ainda assim ser lembrada por quem realmente presta atenção.
Por fora, eu sou quase comum demais pra levantar qualquer suspeita.
Bonita, cabelos escuros e longos, pele clara, cintura fina, seios médios, bumbum grande, não passa despercebida por completo.
E roupas que seguem o mesmo princípio: simples o suficiente pra parecer inocente… estratégicas o suficiente pra não serem.
Naquela noite, eu sabia exatamente o que usar, um vestido de cetim preto, curto porém não muito, algo que marcasse as minhas curvas naturais, por baixo somente uma calcinha fio dental também preta, os bicos dos seios ficavam em evidência no tecido molinho do vestido.
Não era sobre mostrar.
Era sobre saber.
Sobre sentir a diferença entre quem eu sou no mundo…
e quem eu me torno quando ninguém está olhando.
O hotel era discreto.
Luz baixa, quente. Um tipo de iluminação que não revela, sugere. Que não expõe, provoca.
O silêncio no corredor parecia planejado.
Cada passo meu ecoava mais do que deveria.
Ou talvez eu é que estivesse ouvindo demais.
Quando a porta se abriu, ele já estava ali.
Mais velho, cinquenta e poucos anos, postura calma, presença pesada. Não havia pressa nele. Não havia dúvida.
Só uma certeza silenciosa de quem já chegou antes.
Ele não sorriu.
Não precisava.
O olhar dele fez todo o resto desaparecer.
E eu senti isso imediatamente.
Aquele tipo de olhar que não percorre… ele fixa.
Ele lê.
Ele reconhece.
E isso me desmontou antes de qualquer palavra.
Ele: Você veio!
Não foi uma pergunta.
E eu odiei o quanto aquilo fez sentido.
Eu entrei.
E a porta fechou atrás de mim com um som baixo demais pra ser inocente.
O quarto era simples.
Mas a luz… não.
Tudo ali parecia mais lento. Mais denso. Como se o ambiente inteiro estivesse esperando algo acontecer sem nunca admitir.
Ele não se aproximou rápido.
Isso seria fácil demais.
Ele só me observou.
Como se estivesse decidindo exatamente o ritmo que eu ia seguir.
E eu percebi, com uma clareza irritante…
que eu já estava seguindo.
Sem ordem.
Sem toque.
Só pelo jeito como ele ocupava o espaço.
Quando ele finalmente se moveu, foi devagar.
Controlado.
Como se cada passo tivesse um propósito definido antes mesmo de ser dado.
Ele não encostou em mim de imediato.
Primeiro, o silêncio entre nós foi preenchido por algo mais pesado que palavras.
Depois… o olhar.
Sempre o olhar.
Era nele que tudo começava.
Era nele que tudo era decidido.
Eu já estava no completo tesao o desejo escorria pelas minhas pernas.
Quando ele chegou mais perto, não houve invasão.
Houve permissão.
Arrepio dos pés a cabeça espécie de medo, tensão e desejo.
Como se meu corpo entendesse antes da minha mente.
Ele levantou a mão e, por um instante, não tocou.
Só ficou ali.
A poucos centímetros.
E esse quase foi pior do que qualquer contato.
Porque eu esperei.
E eu percebi que eu estava esperando.
Quando finalmente houve toque, não foi brusco.
Foi exato.
Controlado.
Como se ele soubesse exatamente onde eu perderia a resistência sem precisar testar.
E eu perdi.
Não em um movimento.
Mas em uma sequência de pequenos abandonos silenciosos.
O controle não foi tirado de mim.
Foi retirado como se nunca tivesse sido meu.
A luz do quarto parecia mais baixa agora.
Ou talvez fosse só a forma como eu já não via o resto.
Só ele.
Só a presença.
Só o ritmo que ele impunha sem dizer nada.
E o mais perturbador não era o que acontecia.
Era o quanto eu não queria interromper.
Ele tirou meu vestido devagar, como alguém faminto por me fazer sua, mas sem pressa, deixando-me apenas de calcinha. Olhou para mim e me beijou por completo, conduzindo até a cama, e percorreu com a língua cada centímetro do meu corpo. Tocava, chupava meus seios como um faminto que precisava se alimentar, e eu, em completo tesao por estar ali, vivendo aquele momento.
Sem pressa, após muito desejo, ele arrancou minha calcinha e me devorou como nunca fui devorada por um homem. Minha buceta estava completamente entregue, encharcada de desejo, ele me chupou devagar, como quem explora cada canto, como se aproveita um banquete, e eu gozei em sua boca. Os espasmos em meu corpo eram incontroláveis, como os de uma virgem se descobrindo mulher. Ele me olhou ainda mais faminto do que antes, depois da cena, e disse que, a partir daquele dia, eu era sua propriedade. Me dominou por completo, tirou o pau para fora e o enfiou inteiramente dentro de mim, fazendo-me delirar ainda mais, se é que isso era possível. E eu delirei. Ele me penetrava com vontade, com desejo, como um caçador e sua presa delicada. Eu já havia encharcado a cama por completo, e então ele gozou. Gozou com um urro de quem está em êxtase intenso. O gozo escorreu pela minha perna, que tremia de tanta intensidade e tesão. Ele sabia, ali, que eu seria dele para sempre. E me beijou deliciosamente.
Após alguns beijos intensos, enquanto eu me recuperava de tudo aquilo, ele voltou a me preencher, mas agora queria um pouco mais, me queria por completo. Enfiou os dedos na minha buceta encharcada e, então passou no meu cuzinho. Depois de bem lubrificado e de me excitar intensamente, ele enfiou o pau com força, com raiva, cheio de tesao em me possuir toda. Foi a dor mais intensa que já senti; gritei, acho que até uma lágrima escorreu naquele momento. Mas assim que o grito passou, a sensação de pertencer a ele se tornou ainda maior. Então ele disse: "Eu sei que você gosta, e eu sei como fazer." E me deu um tapa tão forte que, logo, se transformou em prazer intenso, eu não parava de gemer que nem uma cadela no cio, Ele me comeu até gozar novamente, dessa vez deixando meu cuzinho todo melado dele do seu desejo é tesao em mim.
Não queria mais sair dali.
Não queria lembrar de mim como alguém que pensa demais.
Ali, eu não pensava.
Eu seguia.
Até que tudo começou a perder contorno.
O quarto.
A luz.
O tempo.
E então…
o silêncio.

Eu abri os olhos.
Estava de volta.
Sentada.
No meu quarto.
Na frente da tela.
Sozinha.
Nada havia mudado.
Nada havia acontecido.
Não de verdade.
O hotel não existia.
Ele não existia.
A porta nunca abriu.
Mas o meu corpo… ainda lembrava de algo que não aconteceu.
E foi aí que o pensamento veio, mais claro do que qualquer fantasia:
eu não inventei ele.
Eu só inventei o cenário.
O resto…
já estava em mim.
E agora eu sei o pior de tudo:
não é mais só imaginação.
É preparação.

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Nome do conto:
Ele a quis. Ela foi. Não havia retorno - Desejo, tesao…

Codigo do conto:
260617

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
27/04/2026

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