Eu estava no shopping no final da tarde, o movimento já diminuindo. Entrei no banheiro do último piso, daqueles mais discretos, quase vazios. Parei na pia lavando as mãos quando ele entrou. Um macho casado safado pra caralho: uns 40 e poucos, terno bem cortado, barba cerrada, aliança grossa no dedo, corpo de quem malha sério por baixo da camisa social. Olhar firme, daqueles que não pedem licença. Nossos olhos se cruzaram no espelho. Ele parou na urina ao meu lado, abriu o zíper devagar e tirou pra fora uma rola semi-dura já impressionante, grossa, pesada, com umas veionas saltadas, cabeça grande e vermelhona. Ele não escondeu que não estava me olhando e nem eu. Meu pau endureceu na hora dentro da calça. Ele balançou o dele devagar, como quem marca território, e abriu um sorriso de canto quando viu o volume do meu pau tb. “Gostou do que viu?”, murmurou baixo, voz rouca. Não respondi com palavras. Só me virei de lado, mostrando o pau latejando na calça. Ele guardou o dele ainda meio duro e veio pra perto com uma mão grande apertando meu volume por cima da calça. “Vem”, eu disse baixo. “Moro bem em frente. Da pra agente dar uma brincada rápida na escada de incêndio do prédio que eu moro, ninguém usa. É mais tranquilo do que aqui” Ele não pensou duas vezes. Saímos do banheiro separados, mas eu sentia ele logo atrás. Cruzamos a rua, entramos no meu prédio. Subimos direto pela escada de incêndio, aqueles degraus de concreto frios e mal iluminados, cheiro de poeira e umidade. No décimo terceiro andar, entre dois pavimentos, parei. Ninguém passava ali nunca. Ele me prensou contra a parede de concreto sem dizer nada. Me deu um beijo bruto, barba raspando, língua dominadora. Mãos grandes descendo, abrindo minha calça com pressa. Meu pau pulou pra fora, duro, babando. Ele segurou os dois juntos — a rola dele já completamente erguida, monstruosa, grossa pra caralho, quente como ferro, muito maior que a minha. Roçamos uma na outra, pré-gozo misturando, mãos punhetando devagar. Ele me virou de frente pra parede, puxou minha calça e cueca até os joelhos. Cuspiu na mão duas vezes, passou na minha entrada e na própria rola. Senti a cabeça enorme pressionando, larga demais. Ele segurou meus quadris com força e empurrou devagar mas firme. A rola grossa foi abrindo caminho, centímetro por centímetro, ardendo gostoso, esticando meu cu ao limite. Gemi baixo por causa dos vizinhos, mordendo o braço pra não fazer barulho. Ele não parou até enterrar tudo — bolas pesadas encostando nas minhas, o pauzão pulsando quente e fundo dentro de mim. “Caralho… que cu guloso”, ele rosnou no meu ouvido, mordendo minha nuca. Começou a meter. Estocadas firmes, profundas, ritmadas. Cada metida fazia aquele monstro sair quase todo e voltar com força, batendo no fundo, acertando minha próstata sem dó. O som molhado ecoava na escada vazia. Ele segurava minha cintura com uma mão e tapava minha boca com a outra quando eu gemia alto demais. O pauzão dele era tão grosso que eu sentia cada veia deslizando dentro de mim. Mudei um pouco a perna, empinando mais a bunda. Ele acelerou, metendo mais forte, mais bruto, o corpo colado nas minhas costas, suor do peito dele molhando minha camisa. A aliançona dele brilhava conforme o movimento de cada estocada, e isso me fazia eu me lembrar o tempo todo que ele era um macho casado me arrombando na escada do meu prédio. Eu não aguentava. Meu pau latejava sem nem tocar, gozei forte contra a parede, jatos grossos escorrendo enquanto ele continuava metendo, prolongando meu orgasmo até eu tremer. Ele rosnou baixo, apertou minha cintura com as duas mãos e enterrou tudo. Senti o pauzão inchar ainda mais dentro de mim e então começou a jorrar — porra quente, grossa, jatos potentes enchendo meu cu até transbordar, escorrendo pelas minhas coxas e pingando no degrau de concreto. Ele ficou lá dentro um tempo, pulsando, esvaziando até a última gota. Quando saiu devagar, a porra dele escorreu pra krlho pela minha perna. Ele me virou, deu um beijo suado e safado, ainda com a rola meio dura roçando na minha. “Ainda tô duro”, murmurou, olhando pra baixo. “Pode passar seu telefone ?” Eu sorri, sentindo o cu latejando, cheio da porra dele, e já louco pra levar mais daquele pauzão grande, grosso e quente do macho casado safado então passei, mesmo sendo casado.
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