Fudendo com o "peguete" da minha irmã

Minha irmã, Ellen, foi passar alguns dias comigo em Brasília. Durante um fim de semana, saímos nós três — ela, meu marido e eu — para um barzinho. Ela havia se separado recentemente e ainda estava com o filho mais velho, que era apenas um bebê.

Depois de algum tempo, um homem se aproximou, perguntou o nome dela e pediu permissão para sentar-se conosco. Eu e meu marido olhamos para Ellen, e ela sinalizou positivamente com a cabeça. Assim, permitimos que ele se juntasse à mesa.

Conversamos por um tempo e, quando decidimos ir embora, pedimos a conta. Nesse momento, ele se inclinou e sussurrou no ouvido da minha irmã: “A noite ainda está só começando. Quero te levar para um lugar mais interessante. Topa?”. Ela ficou interessada, mas também hesitante por se tratar de um desconhecido.

Após pensar um pouco, aceitou. Então, chamei-a de lado e disse: “Tudo bem você sair com ele, mas peça para que nos acompanhe até em casa primeiro, para deixar seu filho.”

Ele nos levou até o nosso apartamento. Quando chegamos, assim que minha irmã subiu para colocar meu sobrinho na cama, fui até o carro do homem, pedi seu número de telefone e, em tom irônico, disse: “Agora tenho seu contato e também vou anotar a placa do seu carro. Espero que traga minha irmã de volta em perfeito estado.”

Depois que eles saíram, não consegui evitar meus pensamentos: achei curioso que ela tivesse aceitado sair com alguém aparentemente mais velho, pouco atraente e que ainda parecia ser comprometido.

Ela voltou por volta das seis da manhã, entrou silenciosamente e foi dormir. Mais tarde, ao ver o semblante dela — claramente satisfeita — não resisti e perguntei: “E então, a noite foi boa?”. Ela respondeu, sorrindo: “Maravilhosa. Ele me levou para um motel incrível, uma suíte com teto panorâmico… enquanto ele me fudeu gostoso eu olhava as estrelas. Fazia muito tempo que não sentia um tesão tão intenso.”

Curiosa, perguntei mais: “E por que você está andando meio diferente?”. Ela riu e respondeu, sem rodeios, que a experiência tinha sido marcante em todos os sentidos, e que o pau dele era enorme e deixou ela toda arregaçada!

Ouvir aqueles detalhes mexeu comigo mais do que eu esperava. Naquela noite, já em casa, fiquei pensando na história dela, imaginando cada cena. Aquilo despertou em mim um desejo inesperado.

Com o passar dos dias, essa curiosidade não desapareceu. Pelo contrário, só aumentava. Minha irmã voltou para sua cidade, mas continuava falando com ele, Rogério, e demonstrava estar envolvida emocionalmente. Enquanto isso, eu via naquela situação algo completamente diferente: uma oportunidade de viver algo fora da rotina, algo que trouxesse emoção à minha vida.

Dois meses se passaram, e eu ainda não conseguia tirar da cabeça tudo o que ela havia contado. Coincidentemente, meu marido precisou viajar a trabalho. Foi então que me lembrei: eu tinha o telefone dele.

Resolvi ligar.

Quando ele atendeu, me identifiquei: “Olá, Rogério, aqui é a Allice, irmã da Ellen. Lembra de mim?”. Ele respondeu prontamente, com entusiasmo. Aquilo me deu confiança para ir direto ao ponto. Disse que tinha ouvido sobre o lugar onde ele levou minha irmã e que gostaria de conhecer também.

Houve um breve silêncio, mas logo ele aceitou.

Naquela noite, ele me buscou e me levou ao mesmo lugar. A experiência foi exatamente como eu havia imaginado — intensa, diferente, envolvente. Voltei para casa pela manhã, exausta, mas com uma sensação de realização que há muito tempo não sentia.

Ao acordar horas depois, ainda tentei racionalizar tudo aquilo, como se pudesse ter sido apenas um sonho. Mas não era, pois assim que passei a mão na minha buceta percebi que ela estava toda arregaçada e ardida, meu corpo e minha boca estavam repletos de porra do pau dele.

Naquele momento, entendi que, embora estivesse satisfeita com meu casamento, havia em mim um desejo por experiências novas, por emoções que fugissem da rotina. E, de alguma forma, eu sabia que aquela história ainda não tinha terminado.

Atualmente, ele ainda se encontra com minha irmã. Minhas suspeitas se confirmaram: ele é realmente casado. Ainda assim, nossa relação continua acontecendo de forma frequente e em total sigilo. No final da história, minha irmã sofre porque ele não a assume de forma integral, a esposa continua no casamento por não ter conhecimento das aventuras do marido ou por causa das condições financeiras e eu que fiquei com a melhor parte, onde a minha única preocupação é setar no pau dele gemer igual um puta!!
Segue o desenho de uma foto que ele tirou no momento em que eu ia cair de boca no pau dele, reparem que tive que segurar com as duas mãos, rsrs!!!

Foto 1 do Conto erotico: Fudendo com o


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fudendo com o "peguete" da minha irmã

Codigo do conto:
260691

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
29/04/2026

Quant.de Votos:
4

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