A boqueteira que escrevia contos - Pt 2 - uma tarde de boquete.

(...) Continuação do conto anterior da série, é essencial que leiam o anterior para compreender este.
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"Você já não me chantageou o suficiente"

Disse com o rosto melado, cabelos longos grudando na bochecha depois do tratamento facial

-Eu vou criar mais e mais evidências pra acabar com seu namorinho e sua fachada de boa moça, até você aceitar que quero você como minha putinha particular e colocar essa boquinha pra trabalhar com vontade.

Eu sentia o conflito dentro dela, seu histórico de contos deixava obvio que ela adorava uma aventura, mas eu ainda era um estranho e ela sentia um pouco de medo.
Ela me olhou de cima a baixo como se avaliasse e acenou com a cabeça

"Sua putinha particular ? Tem como pelo menos avisar que vai gozar da próxima vez ?"

-Você não tá em posição de negociar, eu vou aceitar esse ponto só como uma oferta de paz, agora volta aqui que a reserva do quarto dura até amanhã e estamos só começando, minha bezerrinha.

Ela assentiu e ajeitou as costas como se
tentasse recuperar algum resquício de dignidade
Eu dei alguns passos para trás e me ajeitei numa poltrona e a chamei com um sinal de mão, ela engatinhou até entre minhas pernas e arrumou o cabelo, e pôs devagar a língua para trabalhar de novo.
Era um sonho realizado pra mim, um fetiche que estava no fundo da minha cabeça desde o despertar da minha sexualidade, ali estava uma gracinha de garota que iria me mamar sem pudor, sem interrupções, eu não tinha de controlar meu orgasmo nem sequer pensar em nada, só sentir aquela putinha sugar cada gota de semem de mim até eu me satisfazer, e de novo e de novo, e não só hoje, eu teria ela na palma da mão sempre que quisesse, só esse pensamento já me deixaria duro em qualquer momento do dia.
E então senti a língua dela descer até meu saco, me despertando do transe do próprio fetiche, ela deu um, dois, três beijinhos e chupou um lado de cada vez
Sua mãozinha deslizou pela minha perna e alcançou meu pau e começou a punhetar, primeiro devagar e depois mais rápido, a boquinha dela sem nunca parar de chupar meu saco, eu delirei de tesão.
Sua língua subiu hábilmemte por toda extensão do meu pau e ela me engoliu, primeiro tudo de uma vez e depois ela parou com só a cabeça do pau na boca e fez pressão de chupar forte enquanto girava a língua, abriu a boca soltando um estalo e beijou como se fosse o namoradinho dela.

-Que delícia garota, que boquete apaixonado você faz pra alguém que estava toda receosa até agora pouco.
"Tô sendo boazinha e entrando na brincadeira com você"
-É, tô vendo que vc sabe se comportar como boa menina

Ela segurou meu pau e começou a falar entre beijos e lambidas

"Tá gostoso é?"
"Minha boca é gostosa pode falar"
"E do jeito que você me encara eu sei que você sempre quis uma novinha mamando você assim"

Segurei o cabelo dela e guiei para que me engolisse de novo, e quando senti o fundo da garganta dela eu soube que eu tava acabado.

-Sobe e desce vai, vou gozar, tô quase...

E ela segurou firme na lateral das minhas coxas e começou a a foder a própria boca contra o meu pau, deve ter sentido os espasmos do meu corpo e sabia que eu ia gozar
E eu explodi, um dois três e sei lá quantos jatos de gala começando atingindo o fundo da garganta dela, e depois ela parou com a pontinha na boca e ficou paradinha sugando até eu terminar de me contorcer, ela me olhou com os olhinhos que até pareciam ter orgulho, e então abriu a boquinha, com leite enchendo a língua toda, me mostrou como se fosse um troféu, fechou a boca e engoliu de uma vez só.
Eu estava completamente derretido na poltrona, pisquei os olhos repetidamente pra desembaçar a visão e olhei pra ela que me encarava como se quisesse saber o que viria a seguir.
Aquele orgasmo foi tão forte que eu queria fechar os olhos e dormir imediatamente, mas antes tinha que dar um jeito da putinha não fugir daquele quarto de hotel, eu levantei e fui até a porta, peguei as chaves e coloquei dentro desses cofres que os guarda roupas de hotel tem, ela ainda me assistia fixamente.

-Tem o que comer e o que beber no frigobar, eu vou pegar no sono logo mais e a gente continua depois do meu cochilo
"Mas eu preciso ir pra casa, eu ia sair com meu namorado hoje"
-Não vai mais, e sem chororô que se eu estalar os dedos vc nem namorado vai ter mais, vê se colabora, vc tava se comportando bem até agora.
"Mas eu tinha combinado com ele, poxa não posso só desaparecer assim ele vai suspeitar de mim"
-Então liga pro corninho, mas liga enquanto lambe meu pau, eu vou tirar um cochilo e você invente uma desculpa pra ele.

A pobrezinha nem discutiu, ela mesma já estava se convencendo de que talvez queria e devesse só fazer o que eu digo, pegou o celular na bolsa e ligou, eu a chamei enquanto me deitava na cama e me ajeitava nos travesseiros
Ela não veio de primeira, mas o corninho atendeu e ela olhou pra mim, que já chamava ela com a mão para que voltasse ao seu trabalho sujo mesmo em ligação com o namorado

-Ah então amor....imprevisto....tá tudo bem eu juro....eu te amo desculpa tá....sim claro a gente vai semana que vem....

A putinha falava sem nem mudar a expressão facial, inventava a história mais mal contada ao telefone, enquanto se ajeitava na cama comigo, entre minhas pernas e começava a lamber devagar meu pau que ainda estava desacordado devido ao orgasmo recente.
O corno falava demais ao telefone, eu até gostei da sensação dela me lambendo bem devagarinho pra não fazer barulho, a garota era perfeita demais pra ser verdade, e quando finalmente desligou, eu olhei pra ela e disse:
-Eu quero tirar um cochilo de uma hora só, ajeita o seu celular pra despertar, e quando der a hora quero que me acorde com a boca você já sabe onde, combinado ? Vai cooperar ?

Quase pude ver um sorrisinho no fundo do rosto dela, ela assentiu e eu só fechei os olhos, vendo uma última vez ela passar a língua no meu pau e se levantar em direção ao banheiro me deixando pra apagar sozinho na cama.


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260104 - A boqueteira que escrevia contos. - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mmego

Nome do conto:
A boqueteira que escrevia contos - Pt 2 - uma tarde de boquete.

Codigo do conto:
260736

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/04/2026

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