Olá amigos!! Depois de algum tempo fora resolvi contar esta história de quando comi meu primeiro cu. Como falei nos primeiros contos, quem me ensinou a transar foi minha madrasta, depois que à comi a primeira vez, passei a comê-la quase que todos os dias de manhã, pois estudava a tarde e de manhã todos saiam para o trabalho ou escola, assim eu invadia seu quarto e dava uma rapidinha, eu tinha uns 16 para 17 anos e ela na casa dos 50 anos, tão safada que já me esperava sem calcinha, ela baixinha e socada, com as coxas grossas e uma bunda bem arrebitada. Eram duas casas, uma de madeira onde os filhos dormiam e a outra de material onde o pai e ela dormiam e moravam, porém só tinha uma televisão que ficava na casa de material, era um sábado a noite, uns foram para balada, eu e meu irmão mais novo ficamos em casa, na época passava filmes toda a madrugada, ficamos nós três assistindo a tv, minha madrasta, eu e meu irmão, o pai já estava dormindo. Passou o primeiro filme da Primeira Exibição e viria Sessão de Gala, meu irmão disse que iria dormir e foi pra outra casa, disse que estava sem sono e olhei pra madrasta, que fez que não ouviu. Tão logo ele saiu, dei um tempo e parti para cima dela, começamos a nos beijar, fui descendo até seus seios e mamei a vontade sem pressa, apenas com a luz da televisão, ela gemia baixinho no meu ouvido enquanto mordia seus bicos do seios, quando minha mão foi tocar na sua buceta, ela disse que estava menstruada e hoje não teria como fazer nada. Levantei e ficando na frente dela, com o pau duro e já babando de tesão, então pedi para ela me aliviar num boquete, ela me olhando e cheia de tesão começou a me chupar com muita calma, passando a língua na cabeça do meu pau, foi engolindo aos poucos e me olhando, cada ida para frente ela engolia mais um pouquinho, meu pau não era grosso mas já era cumprido, quando voltava batia uma punheta e voltava a sugar e engolir em uma investida única ela engoliu puxando meu corpo pra frente e foi até a garganta tirando lagrima dos olhos e quase se afogando ela sabia o que fazia com a boca, eu me controlando até ela pedir para foder a boca dela, comecei um movimento de vai e vem, ela gemendo abafado, anunciei que iria gozar, ela então segurou minha cintura parando meu movimento e começou a sugar a cabeça do meu pau, com a língua embaixo, explodi em um gozo farto enchendo sua boca, tentando engolir tudo mas não conseguiu, caindo no chão um pouco misturado com a baba de sua boca. Ela estava louca para foder também, pegando fogo, foi no banheiro se limpar e percebeu que não havia descido a menstrução naquele momento de excitação, voltou pra sala sem calcinha, dizendo que queria me sentir e não tinha sangue. Ficou de quatro no sofá, apoiada no encosto, pedindo: me come, põe um pouquinho quero gozar também. Pincelei meu pau que já estava pronto, meti até o fundo numa estocada firme, ela grunhiu e começou a rebolar e ao mesmo tempo que esfregava seu clitóris com uma mão, quando dei uma tirada tinha um pouco de sangue na cabeça do meu pau, foi a ai que ela disse hoje você vai experimentar meu cu. Ainda se masturbando pediu mete este pau no meu cuzinho, enche de leite meu cu, safado. Segurei meu pau e fui encostando a cabeça na entrada do seu cuzinho, que ela mesma lubrificou com sua saliva, eu nunca tinha experimentado, ela foi conduzindo, dizendo põe a cabeça e tira para ir abrindo aos poucos, assim o fiz, ela gemia baixinho, cada entrada enfiava mais, mas já não tirava mais todo, quando senti o primeiro anel de resistência se abrir, comecei um movimento lento de vai e vem, até que ela não aguentou o tesão e empurrou sua bunda contra meu pau enterrando o que faltava, ai meus amigos, aumentei os movimentos, socando forte e firme, como tinha acabado de gozar, demorei mais tempo, já ela pediu para chupara meus dedos, enquanto segurava pelo ombros, anunciou que iria gozar, senti seu corpo tremer, seu cu apertar meu pau e gozo vir, gemendo e apertando meus dedos com a boca, ela ficou mole, mas com meu pau ainda enterrado no seu cu, se concentrou em me fazer gozar, falando come a tua madrasta... guri safado´... mete e me dá leite no cuzinho...quero teu leitinho... me fode caralho....rápido vai deixa esse cu bem aberto. Aquilo soou como um mantra na minha mente, aumentei o que pude as estocadas e explodi em gozo que não esqueço até hoje, meu pau foi amolecendo dentro dela e ao sair vi minha porra escorrendo daquele cu aberto e avermelhado de tanta metida. Depois deste, toda vez nas nossas fodas rolava buceta e um cuzinho, mas é assunto para outro conto. Espero que tenham gostado, até a próxima.
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