Chamo-me Isabel, tenho 64 anos, casada, 2 filhos, 1,67m 62kg, mamas medias ainda tesas, apesar da idade ainda estou bem conservada e como o meu marido diz, faco inveja a muitas jovens.
Vivemos no Porto / Custóias, quando conheci o meu marido em 1982 ainda era virgem, começamos a namorar em Maio de 1982, na altura eu era telefonista numa empresa onde o meu actual marido tinha um dos armazéns da empresa do pai.
Quando comecei a trabalhar na empresa uma colega disse-me que há hora de almoço costumava ir tomar café com o Teixeira ( o meu marido) se eu quisesse tambem podia ir, aceitei, nos primeiros dias fiquei com a impressão que ele e ela andavam juntos, havia muita á vontade um com o outro, mas passadas umas semanas percebi que eram só bons amigos, passadas algumas semanas comecei a perceber algum interesse dele por mim até que no dia 30 de Abril depois de sair do trabalho e ele como já o tinha feito muitas vezes ofereceu-me boleia e fomos para o castelo do Queijo, ficamos no carro a ver o mar, a certa altura ele chega-se a mim e beijamo-nos, foi o começo do namoro.
No dia 06 de Junho de 1982 deixei de ser virgem, desde esse dia e até ao dia 21 de maio de 2025 ele foi o unico homem a tocar-me e foder-me.
Em 2021 ele teve um problema grave de saúde, esteve 10 dias em coma, teve de fazer 2 cirurgias urgentes, esteve 47 dias internado no hospital.
Recuperou bem, mas desde essa altura nunca mais conseguiu entesar a piça, apesar de tudo sempre tentou consular-me sexualmente com sexo oral, brinquedos, manualmente, mas e para ser sincera faltava qualquer coisa, ele apercebeu-se e numa noite depois de me fazer vir com a língua disse-me que eu estava á vontade para foder com outro, na altura fiquei irritada e disse que estava muito bem que não precisava de ninguem, aquilo passou.
Mas a verdade é que aquilo não me saía da cabeça, inconsciente ou não dei por mim algumas vezes a apreciar homens e a ficar excitada, chegando algumas vezes a ficar mesmo com a cona encharcada.
Eu três vezes por semana ( segundas, quartas e sextas ) faço voluntariado no Hosp.de St° António,entre as 14h e as 18h geralmente o meu marido leva-me e depois á tarde volto de autocarro.
Quem conhece o Porto e anda de transportes públicos, sabe em certas linhas nas horas de ponta os autocarros circulam completamente cheios, os que eu apanho são uns desses.
Apesar de já me ter acontecido muitas vezes, só ultimamente comecei a ter mais atenção e a perceber que algumas coisas que pensava ser normais por causa das pessoas estarem apertadas dentro do autocarro, mas comecei a perceber que muitas vezes certos encostos, certos toques eram desnecessários, que eram propositados para apalpar, roçar, provocar, excitar.
Naquela hora geralmente eram sempre as mesmas caras, durante umas 2 ou 3 semanas fui reparando que haviam 2 fulanos um com uns 30 anos e o outro com uns 50, que entravam sempre na mesma paragem que eu e que geralmente ficavam sempre perto de mim, e que geralmente era um ou o outro que se encostava a mim, que com a desculpa de se segurar no barão tocava-me varias vezes com as costas da mão nas mamas, ou nas coxas ou no rabo, ou simplesmente se encostava de maneira a que sentia a piça dura contra as coxas ou o rabo, a verdade é que comecei a ficar excitada com a situação e mesmo inconscientemente dei por mim uma vez ou outra a fazer força contra a mão do fulano com as mamas ou contra a piça com as coxas ou o rabo.
Isto repetiu-se praticamente todos os dias durante uns 3 meses com um ou com o outro, até que no dia 21 Maio de 2025, o meu marido estava de viagem profissional a Madrid durante 5 dias e eu nesse dia fui para o voluntariado, contra o normal nesse dia levei uma saia um pouco acima do joelho, e uma blusa fina, como sempre no regresso a casa fui para a mesma paragem de sempre e como sempre tambem os dois fulanos estavam lá, entramos no autocarro e como sempre tambem tivemos de ficar de pé, se havia dia em que o autocarro estava mesmo lotado, aquele era um deles, fiquei junto da porta de saída naquela parte larga sem assentos, um deles pos-se como habitualmente atrás de mim e contra o normal o outro á minha frente, fiquei entre os dois, mal o autocarro arranca o mais novo que era o que estava por trás encosta-se a mim, além de sentir algo duro contra as minhas nádegas, sinto uma mão a tocar-me na coxa direita, olhei, era a mão dela a apalpar-me, ainda pensei em tirar a mão, mas deixei ficar, ele reparou que eu tinha visto a mão e que não tinha reagido, naquele momento sinto ele a encostar ainda mais, a piça devia estar bem tesa, sinto-a a forçar a saia e a minha cueca para o rego das nádegas, o mais velho que estava mesmo de frente para mim, apercebe-se do que o outro estava a fazer e sobe um braço entre mim e ele e toca-me na mama esquerda, mal a mão toca na mama ela encosta-se todo a mim, fico prensada entre os dois, o mais novo continuava com a piça no meu rego e a mão na coxa, eu estava perdida de tesão, o mais velho com tods a lata desaperta-me um botão da blusa e mete dois dedos por debaixo e toca na mama direita passa o dedo por baixo do soutien e toca no bico, estremeco toda, olho para ele , ele sorri, naquele momento não sinto o outro s por acaso outra mão por baixo da cintura da saia e da cueca e a tocar-me nos pentelhos da cona, fico completamente desvairada, o mais novo diz-me ao ouvido ( comia-te toda) entretanto o mais velho tira a mão da minha mama e pega na minha mão, leva-a às calças dele e pousa -a sobre a piça, sinto uma coisa bem grossa e dura, não resisto e aperto-lha, que saudades eu tinha de agarrar uma piça tesa, ele diz quase no meu ouvido, ( se quiseres é tua ) naquele momento a minha cabeça fica a mil á hora, olho para ele e num rebate de consciência tiro a mão da piça, empurro-o um pouco, saco a mão do outro de dentro da saia empurro-o tambem toco para sair e saio na paragem seguinte.
Fico uns minutos largos parada encostada a uma parede a pensar no que se tinha passado, a verdade é que estive a muito pouco de lhe dizer que queria aquela piça, sentia a cona toda molhada, os bicos das mamas estavam estupidamente duros, apanhei o autocarro seguinte e fui para casa.
Jantei e deitei-me, por volta das 22h o meu marido ligou-me, notou logo que algo se passava, pergunta-me o que se passava, fico uns segundos a pensar se lhe devia contar, decido não o fazer, falamos um bocado e desligamos.
No dia seguinte andei o dia todo a matutar naquilo, eu sabia que se voltasse a acontecer algo idêntico com um ou o outro o mais certo era eu ceder.
Á noite o meu marido volta a ligar, eram umas 20h, pergunta se já estava tudo bem, fico uns segundos sem responder, ele diz ( amor diz o que se passa estás a deixar-me preocupado ), ganho coragem e começo a contar o que se andava a passar á já algum tempo e como ontem tinha ficado descontrolado, contei os pormenores todos, durante todo o tempo que falei ele não disse uma palavra, ao ponto de eu perguntar se ele ainda estava em linha, ele com uma calma fantástica, diz-me ( amor, sabes que te amo acima de tudo, para mim a unica coisa que interessa é que sejas feliz, que possas gozar a tua sexualidade em pleno, ja te disse que podias estar com quem quisesses, mas agora vou dizer outra coisa, quero que estejas com outro homem, se quiseres um desses ,meu amor aproveita) fiquei sem palavras, falámos mais de uma hora no fim ele diz ( amo-te muito e por isso quero que gozes muito) deligamos.
Fiquei quase até às 02 horas da manhã a dar voltas á cabeça, eu andava mesmo desejosa de levar com um caralho de verdade, levar a esporradela bem no fundo da cona, acabei por adormecer .
No dia seguinte acordei por volta das 08h pouco depois recebo um mensagem do meu marido a dizer ( bom dia amor, quero que fodas com outro, amo-te), andei o resto da manhã a pensar no que fazer, depois de almoçar mudei de roupa, vesti uma cueca fio dental, uma saia mais curta que a da outra vez e uma blusa de seda preta e á hora normal fui para o hospital
A tarde correu normalmente, as 18h como sempre fui para a paragem do autocarro, passados uns 2 ou 3 minutos o mais velho aparece fica ao meu lado, a certa altura olha para mim e em voz baixa diz ( tás muito gira hoje ) olho para ele e sorrio, entretanto chega o autocarro, entramos, fui para o local habitual, ele fica atrás de mim, mal o autocarro arranca ele encosta-se a mim , sinto a coisa dura a pressionar e a saia a meter-se no rego das nádegas, logo de seguida uma mão na coxa direita , faço força com o rabo contra ele, na paragem seguinte uma fulana que estava do meu lado esquerdo sai e um fulano que também ía naquele autocarro muitas vezes fica no sítio dela, pela cara dele conseguia perceber o que o outro me estava a fazer, continuo a fazer forca com o rabo contra ele, ele sobe a mão que tinha na minha coxa, passa -a por baixo da blusa e quando chega á cinta da saia passa a mão por baixo do elastico e desde até á cueca , toca -me nos pentelhos, desce mais um pouco e toca-me no clitóris, estremeco e encolho-me um pouco, sentia os dedos dele na entrada da cona, ele encosta a boca á minha orelha e diz ( humm tas molhadinha) o que tinha chegado olhava e começa tambem a acariciar a coxa esquerda, naquele momento o telemóvel dele toca, ele muito chateado tira a mão de dentro da saia e atende o telemóvel, desencosta-se um pouco,o outro aproveita e encosta-se ele á minha coxa esquerda, põe as mãos na minha anca e vira-me de costas para ele, o que falava ao telefone olhava, o fulano mete a mão por baixo da saia e sobe um pouco toca-me nas nádegas, não desencosta-se um pouco e abre a carcela das calças, sinto a piça do fulano a meter-se entre as minhas nádegas, fico quieta e atrapalhada, se alguem visse ía ser um problema, sinto a cabeça da piça a encostar ao meu cu, faço força, o fulana agarra-me pela anca e roça-me o cu, aquilo estava a deixar-me louca, de repente sinto algo mais quente e líquido, o fulano tinha-se esporrado, sinto a esporra dele a escorrer-me pelas pernas, fico atrapalhada, o fulano desencosta-se de mim e sai na paragem logo a seguir, o outro que já tinha desligado o telefone volta a por-se atrás de mim, eu sentia-me desconfortável com a esporra a escorrer por mim abaixo, empurro um pouco o fulano e toco para sair na próxima paragem que era na Repsol do Monte dos Burgos, saio do autocarro, o fulano sai comigo, repara que eu tinha a esporra do outro a escorrer pelas pernas, com toda a lata diz ( se quiseres mais eu dou-te), olho para ele, ele sorri e diz ( queres ) olho em volta, ele chega-se a mim, dá-me a mão e leva-me para uma rua sem saída, entre a VCI e um prédio de escritórios, passei ali milhares de vezes e não sabia que havia ali atrás do prédio aquele local, vamos para debaixo do beiral do primeiro andar e uns arbustos ainda altos do lado da rua, estávamos bem escondidos , eu estava completamente dividida, se por um lado queria dar-lhe por outro estava a sentir um sentimento de culpa, ele resolve a questão com facilidade, levanta-me a saia e toca-me na cona, esfrega-me o grelo, faço um esforço louco para não gemer, ele abre a cancela e põe a piça de fora, vira-me de costas para ele dobra-me um pouco, seguro-me na parede, ele afasta a cueca d começa a roçar a piça na cona, dou um gemido, ele dá uma estocada e penetra-me, agarra-me pela anca e fode-me forte, tenho de fazer um esforço louco para não desatar aos gritos e a gemer, ele diz ( foda-se és tão apertada, que delícia ) eu estava louca de tesão, era a situação que era, e o finalmente em tanto tempo levar com uma piça, ele dá mais uma dúzia de estocadas e esporra-se dentro de mim, desencava-me endireito-me, ele pega num lenço de papel e dá-me, limpo-me o melhor que consigo, ajeito a roupa, ele diz ( adorei, quando quiseres mais diz ) voltamos á rua do Monte dos Burgos, ele tira do bolso do casaco uma caneta e um papel , escreve o nr de telefone e o nome, dá-me, chamava-se Pedro, pede o meu nr dou-lhe, apanhamos o autocarro e continuamos a viagem.
Como sempre eu saí primeiro, mal cheguei a casa fui tomar um duche, estava excitadissima nao só sexualmente como emocionalmente, saí do duche, jantei e deitei-me, eram 21h20 m quando o meu marido liga, contei tudo o que se tinha passado, ele ficou radiante, falamos mais de uma hora, desligamos e adormeci.
No dia seguinte levantei-me por volta das 08h, tomei o pequeno almoço, tomei um duche, vesti-me e fui ao supermercado.
No fim da manhã o meu marido ligou, perguntou se eu estava bem, respondi que estava óptima, que tinha dormido muito bem, ficamos um bocado na conversa, como séria de esperar o que se tinha passado veio á baila, ele pergunta se eu tinha tinha prazo, respondo que sim, que tinha sido bem excitante, falamos mais um pouco e desligamos.
O domingo foi muito calmo, o meu marido ligou-me 3 vezes.
Na segunda seguinte como normalmente às 14h fui para o voluntariado, por volta das 16 h recebo um sms a dizer ( Olá, se quiseres e poderes podemos estar um pouco juntos no meu escritório depois das 17h30 ) fico indecisa se havia de responder ou não e se devia responder, lá me decidi, respondo-lhe ( Olá, ok pode ser, manda o endereço) passados uns 5 minutos ele mandou o endereço, era perto do hospital, respondo que por volta das 17h 45m ía para lá, às 17h 30m saí e fui para o local.
Quando lá cheguei toquei na campainha, a porta abriu, subi ao 1° andar, para minha surpresa quem me abre a porta era o fulano mais novo que costumava tambem Ir no autocarro e que na quarta me tinha roçado, fiquei indecisa, mas logo aparece o Pedro diz-me para entrar, apesar de estar atrapalhada entro, ele diz ( trabalhamos juntos, é o Rui, se quiseres podemos estar os 3 ou se preferires um de nós vai embora) fico uns segundos a olhar para eles, era muita mudança tão de repente, em 5 dias passava de só conhecer uma piça para de repente estar com 2 homens ao mesmo tempo, mas a verdade era que eu estava excitada com a ideia, respondo que estava tudo bem, eles sorriem, vamos para uma sala onde havia uma mesa grande, com 8 cadeiras, uns armários cheios de pastas, dois sofás grandes e dois individuais, pouso a carteira na mesa, o Pedro chega-se a mim e começa a acariciar-me, o Rui chega-se tambem a mim mas por trás, começa a tocar-me nas coxas, levanta-me a saia até á anca, o Pedro começa a desapertar-me a blusa, tira-ma, o Rui desaperta-me a saia que cai no chão, fico só de soutien e cueca, os dois ficam a apreciar-me, o Pedro diz ( és muito boa ), os dois despem-se tambem, o Rui volta a chegar-se a mim, desce-me a cueca e desaperta-me o soutien, fico completamente nua, o Pedro põe-se atrás de mim, abraça-me e aperta-me contra ele, a piça encaixa direitinha entre as minhas nádegas, o Rui põe-se á minha frente e começa a chupar-me as mamas, o Pedro enquanto me roçava o cu esfregava-me a cona com a mão, o Rui continuava a chupar as mamas, eu estava toda derretida, sentia a cona bem molhada e a palpitar, os bicos das mamas estavam estupidamente tesos, o Pedro diz ( queres foder com os dois ao mesmo tempo ou um de cada vez ) respondo que um de casa vez, o Pedro diz ( ok, e qual queres primeiro) respondo que era igual, o Pedro empurra-me até á mesa, dobra -me sobre ela, põe a piça encostada á cona, dá uma estocada e penetra-me, dou um gemido profundo, começa a foder-me lentamente, ao mesmo tempo apalpa-me as mamas, gemo, aos pouco vais dando estocadas mais fortes dou uns gritinhos, ele diz ( tens uma cona deliciosa, apertada, maravilha ), fode-me uns 5 minutos, venho-me aos berros, ele esporra-se dentro de mim, desencava-me, o Rui põe-se atrás de mim e penetra-me logo, começa a foder com força, agarra-me pela anca, beijava-me as costas, venho-me novamente, ele esporra-se tambem dentro de mim, desencava-me, indicam-me a casa de banho e vou limpar-me.
Quando regresso á sala o Pedro diz ( então gostaste) sorrio e respondo que sim, ele diz ( usas aliança mas és tão apertada, não te fodem) explico o que se passava, vesti-me e saímos do escritório, apanhamos o autocarro e fui para casa.
Tomei um duche, jantei e deitei-me, o meu marido ligou eram umas 22h, contei o que se tinha passado, ele ficou radiante, desligamos.
No dia seguinte foi tudo normal, às 15h fui para o aeroporto para ir buscar o meu marido.
Chegou pelas 16h30, fomos para casa, já em casa quis que lhe contasse os pormenores todos, contei tudinho, ele ficou excitadissimo mas infelizmente sem entesar, eu tambem estava super excitada, ele percebeu isso e quis lamber-me, foi uma das melhores lambidelas de sempre, vim-me 3 vezes quase seguidas, para o compensar toquei-lhe uma punheta ( mesmo com a piça murcha) para ele se esporrar, esporrou-se, beijamo-nos apaixonadamente.
Continuei ainda algum tempo a foder com os dois, algumas vezes o meu marido assistiu, mas nem nessas alturas conseguiu entesar.
Depois conto o que se tem passado até á actual data.
que delicia de conto tesão
casada-sem-pica-