Fui para a porta do quarto dele e fiquei olhando pela
fresta. Nessa hora, Seu Joca, papai, disse, demorou por quê? Mateus falou, ah, demorei porque
o seu filho estava lá conversando comigo, acho que o seu filho é que nem você, viu? É meio
viado, acho que ele gosta, ficou olhando muito para o meu pau.
Seu Joca, não, aí é garanhão pega mulher. Nunca teve nada assim, nem quando era novinho,
duvido muito que vai ter agora. Mateus olha para o meu pai e fala, mas você foi casado, e virou uma bichona agora, todo mundo que chega aí come esse cu.
Aí Seu Joca olhou sem graça e falou, não é bem assim, não, agora você que é o dono dele,
vem, põe logo, dá logo esse pau para eu chupar agora. Nisso, eu fiquei em choque, vendo o
meu pai implorando pica, o moleque introduzindo na boca dele aquele pau enorme, duro, cada
vez mais duro, e o meu pai gemendo, engolindo aquela pica, e o moleque dando tapinha na cara
dele. Mateus olhava e falava, é, lá na corporação é machão, grosso, aqui é minha cadelinha.
Meu pai enquanto chupa, rebolava, piscava o cuzinho.
Meu pai todo depilado, todo raspado, sem um pelo no corpo, aquela bunda brilhando. Aí o meu
pai foi e falou, Mateus, bora, me come logo, aí, me arregaça logo. agora não goza
logo não, demora para gozar, que eu quero gozar também. Mateus olhou e falou, você nem fica
de pau duro mais, viado, você está um viado velho, vira aí, vai que eu vou te pegar de quatro, mas
vou demorar a gozar, só para socar bastante no cacetão do seu rabo.
Nisso, meu pai obedeceu, abaixou, Mateus, sem a menor cerimônia, meteu de uma vez só,
Um misto de de vergonha, ódio, raiva e tesão, me bateu.
Eu não entendi, o meu pau estava duro, igual uma
pedra. Eu, com raiva de meu pai, com vergonha de Mateus, tudo ao mesmo tempo.
Uma cena muito louca, Mateus socava mo meu pai, fingia que ele era igual uma menininha, pedia
no pica, pedia a mais. Mateus virou ele de frango assado.
Deu, para ver o pau do meu pai,
murcho.
Mesmo assim, ele meia bomba se masturbava e falava. Me engravida Mateus.
Mateus falou, tá brincando com o grelinho puta. Você gosta de que??. Joca: pica, quero pica. Faz um filho em mim.
Faço mas tem uma condição. Quero fuder vc amanhã usando a sunga do seu filho. Suja de praia. Aí claro. . Vem , quicar na minha rola puta.
Nisso pensei, cara folgado, quer comer meu pai usando minha sunga. E ele concordou.
Nessa altura gozei ali mesmo. Mas o pau duríssimo.
Aí papai lá, o velho Joca, quicava com vontade. Sem dó.
Mateus ria, pegava no peito de papai, dava tapa na cara. Nisso Mateus anúncio que ia gozar.
O meu pai, pediu para ele segurar um pouco. Segura um pouco, Mateus, eu gosto de gozar
por favor. Aí ele, cara, calma, vou segurar um pouco, mas não vai dar para segurar
muito não, esse cuzinho é muito gostoso, você fica piscando nele quando eu estou metendo .
Joca: Aí ele pisca sozinho. Se eu soubesse, eu tinha começado a dar antes.
Mateus olhou e falou que
eu era viado, deu um tapa na cara dele. Você sempre deu. Safada.
Joca: sim mas era no sigilo. Mete, mais. Preciso de pica.
Olha Matheus, meu grelinho vai gozar. E gozou farto.
Meu pai virou puta e eu com tesão.
Nisso, meu pai, mesmo com o pênis dele meia bomba, gozou bastante e farto.
Mateus foi e gozou na cara dele, enfiou o pau na boca dele e fez ele beber. Nessa hora, ele olha
para Mateus e fala, põe o pau de novo no meu cu, vai, suja o meu cozinho de porra.
Matheus o fez, nisso
foram para o banheiro no quarto, não deu para ver mais nada, masestavam conversando e não deu para o
escutar no banheiro do quarto do meu pai.
Daqui a pouco sai Mateus com o roupão, meu pai com o roupão, meu pai, vai dormir aqui hoje,
não?
Ele, não, seu filho está aí, pode desconfiar, vou para a sala. Se você quiser mais pica é só
chamar, viu, viadão? Ele, daqui a pouco você volta. E ele riu, vou abrir outra garrafa de vinho lá, vai comigo, velho.
Ele, não, vou não.
Matheus : só pra lembrar, amanhã e dia do meu vale night, vou sair com o carro pra pegar novinha. Mas quando eu voltar, quero vc aberta aqui viu bicha. E vai vir dois broders pra apagar seu fogo.
Joca: poxa, mas meu filho.
Matheus: é combinado, prós cara ganha um troco e guardar segredo.
Você que se queimou viado.
Nisso, corri para o meu quarto. Fiquei no meu quarto lá, me masturbando, me
lembrando da cena.
E Mateus ligou a televisão e ficou no quarto. Eu estava me masturbando, não parava de pensar
naquela cena, com nojo do meu pai, mas com tesão em Mateus. Acho por ele ter dominado um
coroa que eu sempre achei ser um garanhão, eu fiquei sem reação e estava com tesão nele
agora.
Porque eu nunca tinha sentido tesão por homem. Nisso, fingi que ia no banheiro, vim Mateus lá.
E aí, Mateus, não vai dormir não?
Me perguntou.
Eu já dormi, acordei, acho que é ressaca, vou beber uma água. Passei para a cozinha, estava
ele lá. Não sei se foi de propósito, mas ele botou para fora o roupão, aquele pauzao
dele.
E deixou. Eu passei, olhei. E aí, vai ver TV?
Não, eu não, não.
Amanhã quero ir para a praia, quero ver as gatinhas, quero pegar umas periquitas. E aí, bora
comigo, Mateus? À noite, acho que seu pai vai marcar uma
resenha com o pessoal da polícia aqui, com os novos que chegaram,
alguns que são mais chegados da gente.
Mas vou sair pra pegar buceta e seu pai na resenha.
Tranquilo, beleza. Nisso, fui
para o quarto, terminei de bater uma pensando em tudo.
Acordei no outro dia, meu pai tinha feito café da manhã, Mateus estava lá
tomando café, meu pai. Acordei meio sem graça com ele, ele veio e me deu um beijo no rosto.
Parecia que dava para sentir o cheiro da gala no rosto dele ainda, embora de banho tomado.
Cumprimentei Mateus, sentei para tomar café, ficamos conversando, meu pai
perguntou se eu ia sair à noite. Eu falei que iria sair.
Ele falou que iriam vir uns colegas do exército aqui, vai vir mais um colega para ficar aqui. Eu
queria saber se você ia chegar à tarde.
Falei que iria sair, não sei nem se volto, se voltar é
pela manhã.
Falei, beleza.
Fui para a praia, saí, Mateus ficou lá com ele, não sei o que aconteceu quando voltei. Já era de
tarde, tomei meu banho, comi alguma coisa, e ia sair por volta de 10 horas.
Daqui a pouco chegam outros dois caras de lá da polícia. Nota-se que era recruta. Todos
novinhos, cabelo batidinho, dois negões, até bem apessoados.
Não tão bonitos quanto o Mateus, porque o Mateus era um cabra verde, mas era bem
apessoado, dava para ver que era grande. Olhei logo no meio das pernas, dava para ver o
volume. O Mateus olhou para a minha cara, olhou para a cara do seu Joca, meu pai, e aí fui me
arrumando.
No que eu estava me arrumando, o Mateus falou, e aí, vai sair mesmo? Eu também tô saindo. Seu pai me emprestou o carro. Vou pegar uma mina ali, mas volto.
O Mateus pega na pica, por cima do short e fala. Hoje é buceta. E riu.
Falei: então eles vão ficar. Tá bom. Bora descer juntos. E deixamos meu pai com os dois.
No elevador perguntei: Matheus estes dois aí são de boa.
Mateus sim. Recrutas, a cada 15 dias vem pra resenhar com seu pai. Tudo brother.
Perguntei: o que rola aí? Vem mulher?
Mateus: não sei, nunca fiquei pra resenhar com eles aqui. Mas deve rolar.
No outro dia no quartel eles me falam que foi ótimo. Deve rolar.
Falei: porque me preocupo por drogas sabe.
Matheus riu: e disse. Só álcool. E riu. Chegamos, ele pegou o carro de meu pai. Eu a moto e saímos.
Altas madrugadas, peguei uma morena levei pro hotel e fudi. Mas a rola de Matheus não saia da minha cabeça.
Ao voltar para casa. Não havia ninguém. Só eu. Fui pro banho e dormir a manhã toda.
Acordei a tarde, já com meu pai feliz conversando com Matheus. Pareciam amigos de longa data.
Cumprimentei, meu pai;
Dormiu fora? Bagacou uma mina?
Falei, claro pai.
Matheus: todo mundo gozou feliz aqui.
E riu pra meu pai.
Nem me atrevi a perguntar com quem. Rs
Mas continua depois.
Daqui a pouco eu faço besteira. Às vezes a besteira é boa, fica aí, eu não tenho que ir. Me
arrumei, saí, deixei eles lá.
Mas, nisso, eu dei um tempo na garagem, não saí com o carro imediatamente do prédio, porque
a casa do meu pai era no prédio, era o 15º andar de um prédio muito chique. Fiquei lá, uma hora
no carro, daqui a pouco voltei pela porta dos fundos. Quando entrei, estava todo mundo no
quarto.
Estava um quarto trancado, e eu só escutava o gemido e barulho, eles batendo na bunda do
meu pai, e eles falavam, rebola, Joca, rebola, e com música no quarto, e Jocatê. Pelo visto, ele
estava rebolando, e os meninos falavam para rebolar, e aí o sexo rolou um som no quarto.
Aquele barulho que estavam botando ele para chupar, para dar, para fazer tudo que tinha direito.
Eu, meio assim, com tesão, batendo, resolvi sair embora logo antes que eu acabasse batendo
no quarto para a higiene ficar taxada. Não estava nem me reconhecendo mais. Nisso, saí, deixei
eles lá, Joca gemendo e boa putinha, e os meninos dentro do quarto.
E aí, só iria retornar de manhã, mas aí é outro conto.
isaias14101972g