Deito na espreguiçadeira, ajusto os joelhos dobrados e abro as pernas naturalmente, como se fosse só para pegar sol. Mas o tecido molhado do biquíni marca cada detalhe – meus lábios grandes, o volume redondo da minha buceta, o triângulo úmido que já nasceu de tanto pensar besteira. Começo a sentir meu grelinho pulsando forte, exigindo. Estou louca para passar o dedinho por cima da calcinha, só pressionar uma vez, mas me seguro. Coloco o óculos de sol e finjo que estou relaxando, enquanto lá dentro eu já estou fervendo.
Então começo a imaginar cenas que me deixariam com tesão naquele momento. Podia ser um cara me assistindo siriricar enquanto toca punheta para mim, sentado numa cadeira à minha frente, com as pernas abertas e o pau duro na mão, gemendo baixo enquanto eu mostro minha xoxota melada para ele. Uma língua grossa e quente brincando com meu grelinho até eu esguichar, fazendo movimentos lentos primeiro, depois circulares, depois sugando como se fosse a última coisa que ela fosse fazer na vida. Mãos grandes me dedando com força, dois dedos inteiros entrando e saindo sem dó, enquanto me seguram pelos quadris. Cada fantasia sobe mais a temperatura entre minhas pernas. Eu me pego rebolando devagar na espreguiçadeira, abrindo e fechando as coxas, roçando os lábios da bucetinha um no outro. Brinco com os biquinhos dos meus peitos por cima do biquíni, belisco um, depois o outro, finjo que é a boca de alguém ali beliscando e chupando. Estou quase gemendo de verdade quando abro os olhos por baixo do óculos escuro.
E vejo ele.
No segundo andar, um cara só de bermuda, apoiado na sacada. Ele está tomando café – uma caneca branca na mão esquerda – mas o olhar está fixo em mim. Na minha buceta marcada no biquíni branco. Nas minhas pernas abertas. E a outra mão… ah, a outra mão dá para ver que ele massageia o pau por cima da bermuda. O tecido estufa, ele faz movimentos para cima, bem direcionados, como quem já conhece o próprio ritmo. Parece duro, grosso, daquele jeito que faz a gente babar de vontade. Fico tímida por um segundo – meu rosto esquenta, finjo que vou fechar as pernas – mas no fundo eu amo ser uma putinha safada. É disso que eu gosto. De ser vista. De provocar. De saber que meu corpo, minhas curvas, minha xoxota peludinha e meu grelinho estão deixando alguém de pau duro num domingo de manhã.
Então tomo uma decisão. Com o olhar fixo nele – ele não desvia o meu – eu levo as duas mãos à parte de cima do biquíni branco e abro. Solto os biquinhos já duros pra fora. Ele termina o café de um gole, coloca a caneca na janela, e começa a acenar com a cabeça para eu continuar. Devagar, como quem diz "isso mesmo, vai, não para". Agora não tem mais volta.
Já são 10 da manhã e eu não tinha gozado nenhuma vez ainda. Com um pauzudo me assistindo da sacada, eu não podia perder a oportunidade. Levo a mão devagar até minha buceta, abro bem as pernas – os joelhos caem para os lados – e começo a passar a pontinha do dedo por cima da calcinha. Bem de leve. Mal encostando. O tecido fininho do biquíni branco molha na hora, fica transparente, e eu sei que ele está vendo a sombra do meu grelinho por baixo. Pressiono só com a polpa do dedo médio, fazendo círculos minúsculos, e um choque de prazer sobe da buceta para o baixo-ventre. Ele mora logo no segundo andar, pertinho – consigo ver até os pelos da perna dele, o jeito que a mão massageia o pau com mais força agora. Ele não tira os olhos de mim. Eu finjo que não olho, mas vejo tudo pelo canto do olho enquanto mantenho o rosto inclinado para o sol.
A siririca vai ficando mais ousada. Já não é só a pontinha do dedo – enfio dois dedos por dentro da lateral da calcinha, puxo o tecido para o lado, e deixo minha xoxota meladinha e inchada inteira à mostra. O ar quente da manhã bate direto no meu grelinho saltado, e eu gemo baixo – só para ele ouvir. Ele para de massagear por um segundo, como se quisesse ver melhor, e depois volta com mais vontade. Começo a me dedar de verdade. Um dedo inteiro entra fácil, porque estou escorregando de tesão. Depois dois, empurrando vagar mas com força, curvando a ponta para achar aquele lugar que me faz perder o chão. Minhas coxas grossas tremem. Eu rebolo contra minha própria mão, entorto o quadril, e sei que estou criando um espetáculo só para ele.
Ele acelera os movimentos em cima. O pau dele deve estar doendo de duro. Imagino a cabeça arroxada, a pele brilhando com o líquido que escorre, as bolas pesadas e balançando enquanto ele se toca ali, a poucos metros de mim, vendo minha buceta aberta e pingando. A fantasia se mistura com a realidade. Na minha cabeça, ele larga a sacada, desce as escadas correndo, atravessa o jardim e me pega pela nuca. Não fala nada. Só enfia os dois dedos em mim com força bruta, do jeito que eu pedi, e me deda até eu esguichar na espreguiçadeira enquanto o biquíni branco fica todo encharcado e as pessoas do condomínio assistem tudo da janela. Só de pensar nisso meu grelinho pulsa loucamente. Já não consigo controlar o ritmo – minha mão vai sozinha, rápida, molhada, os dedos escorregando nos lábios inchados. Pressiono o grelinho com força, giro a ponta do dedo na cabecinha dura, e o orgasmo vem como uma pancada.
Eu não grito – eu solto um gemido longo e rouco, quase um uivo abafado, enquanto o líquido claro escorre da minha buceta e na espreguiçadeira. Arqueio as costas, jogo a cabeça para trás, e quando consigo abrir os olhos, ele ainda está na sacada, só que agora ele parou de se tocar. Ele gozou também? Não sei. Mas a bermuda cinza dele está manchada na altura do pau, e ele está sorrindo. Sorrindo para mim. Levanta a mão num gesto devagar, como quem diz "obrigado". Eu ainda ofegante, com um peito para fora, a calcinha toda torta e os dedos brilhando de mel, aceno de volta.
Depois disso, ele some para dentro do apartamento. Eu fico mais dez minutos na espreguiçadeira, o sol batendo na minha buceta exposta, sem nem arrumar a roupa. Ninguém mais apareceu na piscina. Quando volto para o apartamento, já sei que o dia não acabou – vou tocar mais umas 10 siriricas, pensando em deixar meu grelinho bem vermelho e ardendo.
Deixei uma foto da minha xoxota tomando sol com bastante pelinhos e outra depiladinha. Qual vocês preferem?


Que siririca deliciosa! Adoraria ser uma inspiração para lhe fazer gozar. Sou apaixonado por mulheres que se masturbam e sabem dar prazer a si mesmas com as próprias mãos.
Hummmm goza mais gostoso
Deliciaaa!!! As duas fotos estão maravilhosas. Adorei o conto.