Mais um conto real que aconteceu durante as férias com minha namorada Paula.
Depois que voltamos da praia, passamos dois dias em casa e fomos acampar. Escolhemos um camping no interior de SP. Como estávamos de férias e queríamos sossego, resolvemos ir no meio da semana. Reservei de terça até sexta-feira, nada de feriado, era uma semana normal de trabalho para quem não estava de férias. Arrumamos nossas malas, barraca e fomos, já havíamos planejado isso.
Chegando no camping e tivemos uma boa surpresa: ninguém lá, só nós dois, era o que queríamos. Descanso e sossego total. Escolhemos o melhor local e armamos nossa barraca, isso por volta das 10hs da manhã. Coloquei uma sunga e ela um biquíni minúsculo como sempre, ficamos bem a vontade e fomos para a piscina.
Estávamos só nós, ninguém pra incomodar. Nos beijamos dentro da piscina, comecei a passar a mão nela e ela em mim. Coloquei o biquíni dela pro lado, enfiei meu pau e fizemos amor ali, ela gozou junto comigo na piscina. Foi uma delícia, mas essa não é a parte principal do conto.
Depois de um tempo voltamos para a área da nossa barraca, ficamos tomando uma cerveja, preparamos um almoço e ficamos conversando e relaxando. Depois, tomamos um banho juntos no vestiário feminino porque o acampamento era só nosso, um privilégio. Almoçamos e fomos para a barraca tirar um cochilo.
Mais ou menos uma hora depois acordamos com barulho de roçadeira de grama, olhei pela "janela" da barraca e vi um homem de uns 45 anos mais ou menos cortando a grama, ele estava a uns 50 metros de nós. Falei para a Paula: amor, temos uma "vítima ". Quem leu o conto anterior sabe que a gente chama de "vítima" aqueles que a gente quer seduzir para ver a gente fazendo sexo. Ela olhou e achou ele interessante. Perguntou como a gente poderia fazer ele assistir a gente transando se ele estava um pouco longe. Falei para ela sair da barraca enrolada na toalha para ir ao vestiário tomar banho. Quem sabe ele olha ela assim e vai atrás. Eu já ia tomar banho com ela mesmo, até porque o acampamento era só nosso, totalmente vazio.
Aí ela me disse: quero ir pelada, amor. Daqui até o banheiro. Fica vendo se ele vai olhar e vc vem logo depois. Nessa hora meu pau já ficou duro, acenei pra ela, ela tirou o shortinho e a blusinha, saiu pelada da barraca e foi no varal pegar a toalha dela. Eu olhei e vi o cara que estava cortando a grama... Demorou uns 5 segundos para ele reparar nela, mas reparou. Na hora que ele viu ela pelada, ele desligou a máquina e ficou olhando pra ela. A Paula pegou a toalha no varal do quiosque sem pressa nenhuma, pelada, tirou uma cerveja do cooler e foi andando lentamente para o vestiário feminino.
Eu estava espiando, o cara estava pegando no pau por cima da calça olhando aquela delícia de mulher andando peladinha pelo camping. Ele deixou a roçadeira no chão e foi andando em direção ao vestiário. Saí da barraca, fingi que não estava vendo nada e fui pra lá também. Olhei de canto pro lado dele, ele deu uma diminuída nos passos, mas continuou andando em direção ao vestiário. Continuei andando de boa e entrei. Eu já imaginava que ele iria até la ver o que estava acontecendo. Quando entrei, a Paula já estava se masturbando no chuveiro com a porta aberta . Era um vestiário com uns 5 chuveiros, todos separados e com portas para maior privacidade. Mas privacidade era o que a gente não queria. O vestiário tinha um espelho bem grande na horizontal na parte das pias. E bem de frente do espelho são os chuveiros. Então, se alguém entrar no vestiário fica de frente para o espelho. Se a porta do chuveiro está aberta, quem ola no espelho vê a pessoa tomando banho.
A Paula me perguntou: Cadê a "vítima"?
Respondi: acho que está vindo.
Entrei no banho com ela e começamos a nos pegar. Beijo longo, ela pegando meu pau, eu com a mão na bucetinha dela e a outra no peito. A água do chuveiro caindo sobre nós e o tesão a flor da pele. Parei de beijar ela e pedi para ela chupar meu pau. Foi quando olhei para o espelho e vi a "vítima" na porta do vestiário olhando a gente pelo espelho. Cochichei no ouvido dela, ela olhou no espelho e deu um sorriso malicioso.
Aí a coisa ficou melhor aínda. A Paula ajoelhou e começou a chupar meu pau. Chupava com gosto, engolia tudo, ficou doida de tesão de saber que o cara estava olhando. Teve uma hora que ela parou de me chupar e olhou para o espelho, diretamente pra ele. O cara estava de pau duro, calça abaixada batendo uma. Era um pau médio, mas estava bem duro. Ela falou: "tá vendo, amor?" Acenei que sim e empurrei a cabeça dela pro meu pau de novo, voltou a chupar e eu fiquei olhando no espelho o cara se masturbando.
Ela levantou, me beijou e disse "me fode!". Na hora coloquei ela de costas, encaixei me pau e meti forte. Ela gemia alto olhando para o espelho e vendo o cara batendo uma. Eu batia na bunda dela e chamava ela de puta safada sem vergonha. Ela falava "sou sua putinha safada, toda sua, me fode gostoso". Eu metia forte. Nós dois estávamos olhando pro espelho e vendo o cara batendo uma. Depois de uns dois minutos ele gozou e a gente ficou olhando enquanto fazíamos gostoso fingindo não ver.
O cara ficou ali olhando até eu gozar dentro dela e depois saiu. A gente se abraçou, rimos, conversamos sobre aquilo e tomamos banho. Saímos de toalha normalmente e fomos para nossa barraca. O cara estava lá cortando a grama naturalmente, como se nada tivesse acontecido.
Não sabemos se ele sabe que a gente sabe que ele viu tudo kkkk
Mas os três agiram como se ninguém tivesse visto nada.
Essa é a foto da Paula se masturbando quando entrei no banheiro.

Que delícia de conto... Que experiência... Meu sonho ter essas experiências com minha esposa... Sortudo kkkk
delicia de buceta
Delicia, delicia, delicia de conto, bem curtinho mais muito bem escrito e bem gostoso de ler, bem direto ao que interessa, ao que importa, ou seja, ter muito tesão se exibindo, isso é uma delicia, saber que alguém está vendo as nossas sacanagens, as nossas safadezas e não pode fazer nada a não ser uma punhetinha, que maravilha, parabéns casal. votado e aprovado