Caros leitores, esse é meu primeiro relato, então gostaria de começar falando um pouco de mim. Me chamo Marcelo (nome fictício), tenho 43 anos, tenho um 1,80m e peso proporcional, sou um cara bem afeiçoado. Gosto muito de esportes, principalmente academia, treino todos os dias, pelo menos 1 hora. Sou leitor assíduo dos contos publicados aqui, e agora tomei coragem de publicar meu relato. Não sei se no futuro terei muito o que publicar, mas de momento gostaria de compartilhar algo que aconteceu comigo na minha infância. Lembrando que o tudo que vou contar é real, nenhuma parte do conto é fictícia. Pode ser que eu precise dividir a história em 2 ou 3 partes pra não me prolongar demais. Sou de uma família bem estrutura, pais presentes, uma boa vida familiar, então tive uma infância bem feliz, apesar de ficar boa parte do dia sozinho por que meus pais trabalhavam fora. Sempre fui uma criança normal, com hábitos normais. Quando eu tinha 9 anos nos mudamos para uma cidade no interior de São Paulo, bairro novo ainda com poucas casas, na minha rua tinha no máximo 10 casas. Ao lado da minha casa não tinham casas, eram terrenos vazios tanto na esquerda quanto da direita. Mas logo abaixo tinha uma casa bem grande, era verde, tinha uma árvore grande na frente e um banco de madeira debaixo dela. Nela morava um casal com 2 filhos e 2 filhas. Uma das garotas devia ter uns 16 ou 17 anos, e os demais praticamente na minha faixa de idade, e um senhor que vou chamá-lo de Sr. Antonio. Ele devia ter entre 50 e 60 anos. Sempre fui muito extrovertido, e aproveitando que estávamos em época de férias escolares, logo fiz amizade com as crianças dessa casa e sempre brincávamos na rua, pique esconde, guerrinha de mamona, andar de bicicleta, etc Passadas as semanas fomos ficando amigos, todos na casa eram muito receptivos, inclusive os pais deles e o Sr. Antonio, que fui saber que era o avô deles. Certo dia me convidaram para conhecer a casa deles, era uma casa bem grande com vários quartos, tinha um corredor na lateral que levava até os fundos do terreno, onde tinha o que parecia uma oficina de marcenaria e um cômodo com banheiro. Essa parte ficava separada do restante da casa. Os meninos disseram que ali era a oficina e o quarto do avô, e que ele não gostava que mexesse nas coisas deles, mas que eles iriam pedir pra ele me mostrar as coisas que fazia ali. Um dia eles me chamaram pra ver o avô trabalhar, ele fabricava gaiolas para pássaros, e consertava pequenos móveis. Então o Sr. Antonio me falou: - Venha ver que coisa legal eu consigo fazer. Pegou um pedaço de madeira, colocou numa máquina que ficava rodando (que hoje sei que é um torno) e com uma ferramenta foi moldando, até num passe de mágica ele tinha fabricado alguns piões. Fiquei encantado com aquilo. Ele finalizou um deles, arrumou uma fieira e me ensinou como fazê-lo rodar. Em dado momento ele se abaixou e passou a mão por baixo do pião, e ele ficou rodando na palma da sua mão. Então ele me perguntou se eu queria aprender a fazer, mandou que eu rodasse o pião novamente, veio por trás de mim, se agachou e meio que me fez sentar no colo dele, pegou no meu braço e me ajudou a pegar o pião na mão. Ficamos nessa posição um certo tempo, e acho que ele estava me cheirando e me apertava contra o corpo dele, mas na época, na minha inocência, não vi nada demais nisso. O Sr. Antonio tinha uma brasília azul, e sempre que ele saia para fazer algo ele nos chamava pra ir com ele. Era uma festa dentro dentro do carro, eu e os 2 netos dele bagunçando no banco de trás. As vezes ele nos levava pra uma mata próxima pra colocar armadilhas de pássaro ou pescar em um pequeno riacho que tinha no local. Numa dessas caçadas capturamos 2 canários, que o Sr. Antonio colocou em gaiolas e me deu de presente. Ele sempre dizia que tinha um rancho de pesca na beira de um rio que ficava num bairro próximo, que lá pegava peixes maiores, e que um dia iria me levar pra pescar lá. Com a volta as aulas, acabou que durante a semana ficava um pouco afastado dos meus novos amigos, eu estudava de manhã e eles estudavam a tarde. O Sr. Antonio ficava boa parte do dia sentado no banco em frente a sua casa, e sempre que eu chegava da escola ele me perguntava se eu já tinha cuidado dos pássaros, se estava dando comida e água pra eles, e eu dizia que sim, que os meus pais cuidavam deles antes de ir trabalhar. Certa vez ele me falou que os pássaros gostavam de comer jiló, eu disse que não tinha e ele prontamente entrou na casa dele pra pegar. Voltou com o jiló cortado ao meio, entramos na minha casa e fomos colocar pros pássaros. Como as gaiolas ficavam penduradas um pouco altas, ele falou que iria me ajudar a colocar, me pegou no colo e me levantou colocando uma de suas mãos na minha bunda ficando com um de seus dedos praticamente na porta do meu cuzinho, e forçando por cima do short. Parecia que ele estava suportando meu peso somente com esse dedo. Pedi pra ele para por que estava machucando, e quando ele foi me descer começou a cheirar e beijar meu pescoço. Ele saiu e foi embora como se nada tivesse acontecido, e eu sinceramente nem sei o que pensei, ou se pensei algo, sobre o que tinha acontecido. Sempre depois que eu almoça e fazia os deveres, saia pra rua e acaba ficando boa parte da tarde sentado no banco conversando com o Sr. Antonio. Me falou que sua esposa tinha morrido a alguns anos, e que ele não quis mais se casar, então foi morar com o filho e netos. Ele me contava coisas da vida dele, dizia que trabalhou muitos anos numa grande empresa da região e que se aposentou lá, que recebeu homenagens, prêmios, etc, e me chamou para entrar que ele iria me mostrar. Entramos pelo corredor e fomos direto para o seu quarto nos fundos do terreno, era um quarto bem grande e arrumado. Tinha uma cama, um guarda roupa com espelho, sofá, TV e uma geladeira, também tinha um banheiro dentro do quarto. Entramos, ele fechou a porta e falou pra que eu sentasse na cama, pegou um pequeno baú, se sentou do meu lado e começou a mostrar as suas coisas. Em dado momento ele começou a passar a mão na minha perna e foi subindo pra dentro do meu short, eu fiquei sem reação, não sabia o que fazer. Ele começou a acariciar meu pintinho e meu saco, e dizer que eu era muito gostosinho, foi empurrando mais a mão até que seu dedo chegou na porta do meu cuzinho e ele começou a forçar a entrada. Eu pedia pra ele parar, mas ele continuou, começou a me beijar no pescoço, na orelha e até na boca, e cada vez forçava mais o dedo tentando entrar no meu cuzinho. Ele me chamava de Marcelinha, dizia que eu era gostosinha, e que eu ia ser a namoradinha dele. Ele foi ficando cada vez mais ofegante e eufórico, até que tirou a mão de dentro do meu short, pegou minha mão e colocou no pau dele, sobre a roupa, e disse: - Olha como você tá me deixando! Senti aquela coisa dura, e ele ainda segurando minha mão foi me forçando a fazer um movimento de vai e vem por cima da roupa, até que ele soltou um suspiro forte e parou. O que antes estava duro foi diminuindo, ele pegou minha mão e colocou dentro do short dele, dizendo: - Olha que gostoso que você fez! Senti seu pau quente e uma coisa melada e grudenta. Quando tirei a mão, estava coberta de uma coisa branca e melequenta. Fiquei assustado, nunca tinha visto aquilo, nem sabia do que se tratava, eu nunca tinha tido uma ereção, aliás eu nem sabia que o pau podia ficar duro daquele jeito. Tudo aquilo era completamente novo pra mim. Pedi pra ele abrir a porta por que eu queria ir embora, mas ele disse que ainda não, que era pra eu ficar mais um pouco. Ele foi pro banheiro, provavelmente pra se limpar, depois falou pra eu lavar as mãos. Veio se sentou na cama, e começou a conversar como se nada tivesse acontecido. Aos poucos eu também fui me tranquilizando, e voltamos a falar das coisas do baú. Depois fui embora pra casa, e não contei nada pra ninguém. Passados alguns dias, acho que nem me lembrava mais do ocorrido, ou se lembrava, não era algo que me preocupava, tanto que continuávamos conversando normalmente. Como já tinha antecipado, a história é longa. Em breve vou continuar contando o restante pra vocês. Espero que tenham gostado!
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