A experiência com o meu primo quando criança não foi a única. Parece que eu estava destinado a ser puta de macho, pois o prazer sempre me encorajava a fazer loucuras. Desta vez, eu já era adolescente e vivi experiências com um outro primo que mora em outra cidade, mas que nos visitava frequentemente durante férias e feriados. A primeira lembrança foi quando estávamos assistindo um filme, mas não estávamos a sós. Outras pessoas estavam com a gente. Não eram muitas pessoas, mas estávamos acompanhados. Eu estava ao lado dele, em só sofá que só cabia nós dois. O outro sofá ficava um pouco distante da gente. Ele pegou um travesseiro e o deixou "em pé" para cobrir toda a região de sua cintura. Com a outra mão, ele pegou a minha mão e levou até o seu pau, que já estava duro. Eu, ao perceber a malícia e a intenção dele, não pensei em outra coisa. Eu tirei devagarinho o seu pau pra fora e vi que era enorme. Começamos tudo isso de maneira disfarçada enquanto assistíamos o filme e conversávamos com os que estavam próximo. Depois de eu me sentir mais confiante, comecei a bater uma punheta pra ele, bem devagar. Minutos depois, eu senti algo quente escorrer pelas minhas mãos enquanto eu estava olhando para a tv. Quando olhei para o seu pau, ele estava todo gozado e a minha mão estava junto. Usamos o short dele para tentar limpar tudo. Em um outro dia, estávamos na sala de casa novamente, mas desta vez estávamos a sós. Meus pais estavam dormindo no quarto. Com a liberdade sussurrando, começamos a fazer o proibido em um lugar completamente comprometedor. Ele aumentou o volume da tv e colocou o pau pra fora. Eu desci do sofá e me abaixei pra chupa-lo. Minutos depois, ele pediu pra eu levantar e tirar meu short. Eu fiz o que ele pediu, em seguida, ele pede pra eu sentar de costas no pau dele e de frente pra tv. Comecei a sentar devagar pra tentar penetrar até que, de repente, minha mãe aparece na sala com o rosto inchado de sono e logo em seguida com a reação de susto. Incrédula, ela chama pelo meu nome e pergunta o que eu estava tentando fazer. Imediatamente, ao ver ela, levantei e fui para meu quarto. Minha mãe, apesar de sua reação incrédula, não fez alarme ou brigas. Minutos depois eu saí de casa e o primo estava por perto fazendo outra coisa. Cheguei perto dele e ele perguntou: "Ela brigou contigo?" - "Não", respondi ele A vida seguiu e essas foram as últimas experiências sexuais que tive (tentei) com alguém do mesmo gênero. Tenho certeza que ele tem essas lembranças na memória, assim como eu.
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