Então vou começar com a mais recente, que aconteceu há 2 semanas.
Apresentação: me chamem de D. Tenho 1,70 metros de altura, 75 kg, pele branca, olhos castanhos, cabelo curto preto, barba média e uma rola na qual muitas elogiam. Vou adicionar fotos no final.
Moro fora do Brasil já há um tempo e trabalho como engenheiro de rede de computadores. Por esse motivo, estou sempre na estrada viajando entre projetos. Estou neste atual projeto desde dezembro de 2025 e, desde então, minha rotina era ir ao trabalho, academia e hotel.
Mas tudo mudou duas semanas atrás. Resolvi sair em uma sexta-feira à noite e ver como seria o centro da cidade. O local onde estou é bem distante de grandes centros, então é uma cidadezinha bem pequena, porém em grande desenvolvimento por conta de empresas estarem vindo para cá por conta de atrativos fiscais.
Cheguei no centro e notei que tinha um bar em específico que tinha uma certa fila, totalmente diferente dos outros que pareciam estar vazios. Logo fui informado por alguns locais que era um bar novo e eles estariam inaugurando naquela noite.
Entrei na fila, paguei a taxa de entrada e logo me dirigi ao bar para pedir uma cerveja. Pedi uma Corona e fiquei ali no bar observando o movimento, tentando entender a dinâmica do ambiente e ter uma noção de quem estava sozinho vs acompanhado para não entrar em nenhum tipo de problema.
Logo percebi que havia uma mulher sentada sozinha em uma mesa de canto. Logo em seguida, eu me movi de posição no bar para que eu conseguisse ter uma visão daquela mulher.
Olhei para ela e ela olhou de volta, porém eu não desviei o olhar e esperei até que ela finalizasse o contato visual, deixando claro que eu estava no controle da situação.
Ela desviou o olhar com um sorriso muito sexy, e a deixava ainda mais atrativa o fato de usar aparelho dental.
Quando percebi que ela sorriu e desviou o olhar, ali foi minha deixa. Fui ao bar pegar outra cerveja e ficava reparando nela pelo espelho para ver se ela me procurava, e de fato ela ficava olhando em volta como quem procurava alguém. A bartender me deu minha bebida e logo em seguida eu voltei para minha posição privilegiada daquela linda mulher.
Fiquei ali por alguns minutos encarando-a (nota: aprendam a olhar uma mulher com os olhos de dominador e não com uma cara de psicopata). Nossos olhares se cruzam e ela acenou para mim. Eu apontei o dedo em direção ao meu peito como um gesto de confirmação e ela acenou de volta, me chamando.
Fui até sua mesa e a cumprimentei dizendo meu nome e com um aperto de mão (sim, aperto de mão, estou em outro país, então tem outros costumes).
Vou chamá-la de Índia, pois não lembro o seu nome e vocês irão entender o motivo pelo qual dei esse nome.
Logo perguntei se ela era da cidade. Ela respondeu que não, que ficaria na cidade apenas por dois dias a trabalho, e eu disse que estava na mesma situação, na cidade a trabalho. Ela me informou que trabalhava como oftalmologista e estava fiscalizando um novo laboratório que iria inaugurar. Achei bastante interessante.
Logo ela me perguntou de onde eu era por conta do meu sotaque. Disse que não sabia identificar, pois eu não me parecia com hispânicos, porém também não parecia ser europeu. Eu apenas sorri e falei: tem algo que fica no meio entre esses dois povos. Ela riu e eu respondi que era brasileiro, mas que morava aqui nos EUA há 9 anos.
Ela tinha os olhos puxados, então eu pensei que ela tinha alguma origem asiática, então perguntei sua origem. Disse: você tem os olhos puxados como uma asiática, mas tem o tom de pele mais moreno. Agora estou na dúvida.
Ela riu com aquele sorriso maravilhoso e pegou na minha perna, dizendo que tinha origem de uma tribo indígena americana.
Logo em seguida, ela me disse: “Uau, nunca tive um date com um brasileiro, minha primeira vez.”
Eu: “Isso então é um date? Não sabia, achei apenas que estávamos bebendo juntos. Espero então não decepcionar a sua experiência.”
Ela: “Realmente, agora você tem uma responsabilidade grande, pois está representando a sua nação. Espero que você não me decepcione hoje à noite.”
Eu: “O seu sorriso vai ser algo totalmente difícil de esquecer. Quero saber se, além de bonito, ele também é gostoso?”
Nesse momento ela apertou a minha perna e eu puxei a nuca dela e comecei a beijá-la.
Ficamos nos beijando por alguns momentos e eu notei que minha cerveja e a dela estavam acabando. Então perguntei se ela queria mais, e ela disse que sim.
Fui ao bar e pedi duas Coronas, mas mudei de ideia e pedi um balde com 6. Voltei para a mesa com o balde e ela me olhou como quem já havia entendido a minha maldade.
Ela disse: “Se você acha que vai conseguir me deixar bêbada com essas cervejas para depois me levar para a cama, você está enganado, vai precisar de mais bebidas.”
Eu: “Eu acho que não preciso das cervejas para te levar para a cama e, além disso, eu tenho uma regra: não durmo com mulheres bêbadas, porém vamos ver o que a noite nos leva.”
Ela sorriu e me beijou.
Dessa vez o beijo foi mais intenso e ela começou a passar a mão na minha perna e logo em seguida segurou meu pau pela calça. Eu retribuí o gesto apertando sua coxa e indo com a mão em direção à buceta pela parte interna da coxa.
(Uma descrição dela: 25 anos, aproximadamente 1,60 de altura, pele parda, cabelos pretos, longos e lisos, um corpo não magro, mas também não gordo, um “padrão normal de mulher”, porém com as características indígenas bem marcantes.)
Ficamos assim por uma hora entre conversas, flertes, beijos, passadas de mão e bebendo. Até que a cerveja chegou na última garrafa para os dois.
Eu perguntei: quer mais uma rodada?
Ela: acho que poderíamos terminar essa e ir dançar, o que acha?
Eu prontamente matei minha garrafa e ela fez o mesmo. Estávamos nos direcionando para a pista de dança e eu puxei o seu braço e disse no ouvido dela: tenho uma ideia melhor, me segue.
Saímos pela porta dos fundos do bar, que dava em um beco pouco iluminado.
Ela disse: lembre-se, você não pode me decepcionar!
Eu empurrei ela contra a parede e comecei a beijá-la de uma forma inexplicável. Meu corpo queria comer ela ali mesmo. Acelerei o ritmo do beijo e ela respondia bem, me puxando contra ela. Eu então enfiei a mão dentro de sua calça e já estava inchada, uma buceta que ao toque me parecia ser bem carnuda e com os pelos bem ralos.
Ela disse: vamos continuar essa noite no meu hotel ou no seu?
E ela me deu a chave do seu carro e falou: você escolhe, mas vamos no meu carro e deixamos o seu no estacionamento.
Respondi que sem problemas e seguimos em direção ao seu carro, que estava no estacionamento ao lado do bar, no final do beco. Entramos no veículo e começamos a nos amassar ali mesmo. Nossos corpos estavam em transe e não queríamos perder o tesão indo até um de nossos hotéis.
Logo em seguida, puxei a alavanca do banco e fui para cima dela. Abri o zíper de sua calça e comecei a dedilhar aquela buceta que estava totalmente encharcada e pedindo para ser fodida. Ficamos assim por alguns minutos, até que ela disse: por favor, me fode, eu não estou mais aguentando.
Tirei o seu tênis, calça e calcinha. Abaixei as minhas calças e comecei a pincelar meu pau na entrada da sua buceta e comecei a beijar os peitos dela. E ela implorando para eu parar com a tortura e enfiar minha rola dentro dela.
Até que uma hora ela não aguentou mais e cruzou as suas pernas no meu quadril e me puxou. Meu pau entrou de uma vez, ela deu um gemido que na hora eu achei que as pessoas que passavam em volta poderiam ter ouvido. Abafei a sua boca e comecei um vai e vem enquanto eu chupava e mordia o bico do seu peito, que estava totalmente enrijecido.
Nesse momento eu perdi a noção do tempo. Ela ficou totalmente fora de si, dizendo que meu pau era muito grande e ela estava sendo totalmente arrombada. Eu novamente meti a mão em sua buceta enquanto metia, procurando o seu grelo. E comecei a meter nela bem forte enquanto chupava aquele peito e dedilhava sua buceta. A Índia começou a gemer igual a uma cadela no cio e, alguns momentos depois, comecei a sentir as suas pernas tremendo e ela dizendo que iria gozar, que não era para mim parar.
Aumentei o ritmo e ela gozou, ficando totalmente mole, em puro êxtase.
Ela olhou em meus olhos e disse: enche minha buceta de porra, me fode mais com essa sua rola, quero que você me coma a noite inteira.
Eu apenas acenei com a cabeça e continuei metendo. Nesse momento aconteceu o pior na vida de um traidor.
Minha esposa começou a me ligar querendo saber onde eu estava. Logicamente, ela sabia bem onde eu estava, pois compartilhamos nossa localização e, além do mais, ela consegue me rastrear pela AirTag na carteira e o relógio.
Eu apenas ignorei as ligações e continuei metendo, mas com a porra do telefone tocando enquanto eu estava metendo e tentando encher a buceta daquela Índia de porra. Não durou muito e eu anunciei que iria gozar. Nesse momento ela me prendeu com suas pernas e disse: isso, me enche com seu leite.
Gozei horrores naquela buceta carnuda. O calor no carro estava insuportável. Coloquei minhas calças de volta e saí do carro com a desculpa de que precisava de um ar fresco. Ela olhou para mim e disse: não demora, pois quero ir para meu hotel e quero que você me coma a noite inteira.
Nesse momento meu telefone toca novamente. Olho pelo meu relógio e vejo que é minha esposa.
Ela me manda uma mensagem perguntando: o que você está fazendo nesse estacionamento?
Nesse momento eu olho para a Índia, ela está com a cabeça virada de lado para o banco do motorista, como quem está esperando eu sentar novamente. Eu, com a adrenalina do momento, faço uma breve checagem em meus bolsos para ver se tudo estava lá e saio correndo do estacionamento em direção ao meu carro, deixando aquela Índia toda arreganhada, gozada e de calça arriada.
Entro no meu carro e começo a dirigir em direção ao meu hotel e minha esposa me liga perguntando: D, onde você estava?
Eu: no bar, como havia lhe dito que iria.
Ela: sua localização estava mostrando que você estava em um estacionamento.
Eu: o GPS deve ter bugado pelo fato de eu estar no bar e estava apenas mostrando a localização próxima. Como o estacionamento fica ao lado do bar, deve ter sido isso que aconteceu.
Ela: acho que foi isso mesmo. Dirija com cuidado e me manda uma mensagem quando chegar no hotel. Eu estava te ligando pois estava com tesão e queria me divertir com você por vídeo. Estou com saudades.
Eu: não seja por isso, quando eu chegar no hotel eu te ligo.
Desliguei o telefone, cheguei no hotel, tomei uma ducha e fui para o segundo round com minha esposa pelo FaceTime.
Enfim, esse foi meu primeiro relato. Espero que gostem e comentem o que acharam. O próximo que irei contar foi do dia em que comi a minha cunhada na casa dos pais dela.

