Histórias que não se conta nem para o espelho

Nasci e fui criado em um bairro de classe média de Salvador (BA). Numa época em que havia poucos prédios e as residências eram casas e muitas com quintal e havia muita área para as crianças brincarem.
Uma época em que vivíamos na rua, não havia celular, videogame, construíamos nossos brinquedos: carrinho de rolimã, guiador (um ferro com um gancho na ponta pra fazer rolar uma roda de borracha qualquer), badogue (atiradeira), além das brincadeiras como garrafão, picula, os babas (futebol) no asfalto, esconde-esconde. Nos divertíamos muito.
No esconde-esconde começou a rolar umas brincadeiras mais ousadas. Sempre ia com um amigo mais próximo pra um local que ninguém nos achasse e ficávamos muito próximos um do outro a ponto de rolar umas encoxadas. Com isso, passamos a revezar quem ficava atrás do outro e os dois ficavam com os pintinhos durinhos. E a coisa foi evoluindo e passamos a um tocar no pau do outro, um bater punheta pro outro, até um chupar o outro.
Nunca houve penetração, mas era muito excitante e sempre que me masturbava no banho, imaginava eu chupando esse amigo.
Passado um tempo, quando tinha 14 anos, nos mudamos para outro bairro. Era mais distante do Centro, um bairro novo. Fiz novas amizades, mas já não rolava essas brincadeiras. Nunca houve espaço para isso acontecer.
Já por volta dos meus 16 anos, o bairro já com bem mais moradores, veio morar uma família que tinha dois irmãos que eram homossexuais, já eram adultos e gostavam de garotinhos. Todo mundo sabia. Um deles tinha carro e vivia dando agrados para os garotos para satisfazer seus desejos. Ele gostava de chupar e dá a bunda. Não demorou muito aconteceu dele me abordar e eu aceitei. Foi maravilhoso tomar uma chupada de verdade e gozar na boca dele. Como também foi muito bom comer o cuzinho dele.
Isso passou ser rotina. Sabem como é garotão, depois que aprende o que é gozar, quer todo dia. Punheta, eu batia umas cinco por dia. Batia até não sair mais nada, chegar o pau doer. E em muitas dessas punhetas eu imaginava estar fazendo um troca-troca. E isso também passou a ser uma constante. Eu imaginava o cara me chupando e eu comendo ele primeiro e depois era minha vez de assumir o papel de passivo. Eu deixava pra ser passivo depois, porque era o momento de eu gozar. Eu só gozava imaginando chupando ou sendo penetrado.
Nesse novo bairro ainda havai muita mata e ótimos locais para fazer essas putarias, até que um dia quando estava comendo o amigo viado, estávamos no mato, ele escorado numa árvore e eu engatado nele, segurando pela cintura, tomei coragem e peguei no seu pau e comecei a bater uma punheta pra ele. Gozamos juntos e isso virou nosso segredo. Porque outros amigos também comiam ele.
A partir desse dia, eu sempre batia uma pra ele, mas não tive coragem de fazer o que eu mais queria: chupar uma pica. Isso rolou por um bom tempo até eles se mudarem e eu perdi o contato.
Aos 18 anos, entrei para o Exército. Foi uma barra, porque eu já trabalhava e ganhava razoavelmente bem e tive que passar a viver com o soldo miserável que é pago aos recrutas. Além de que era uma tortura. Tomávamos banho todos juntos, um festival de picas balançando e eu tendo que desviar totalmente o foco para não me excitar e não dá bandeira. Era cada lasca de pica, uma coisa de louco. Mas consegui disfarçar bem e nunca rolou nada.
O que rolou é que um colega de farda era michê, corria atrás de viado para ganhar dinheiro e ele me chamou porque um queria fuder com dois e rolou umas putarias gostosas. Mas não houve nada entre nós dois. Só comíamos o viado da vez.
CONTINUA...

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Ficha do conto

Foto Perfil luciano1966
luciano1966

Nome do conto:
Histórias que não se conta nem para o espelho

Codigo do conto:
261110

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
03/05/2026

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