Era fim de tarde quente, sol batendo forte, eu suada da lida na roça. Chamei os primos pro riacho escondido atrás dos morros:
— Vem tomar banho comigo, seus safados.
Chegamos, água clara rasa, ninguém por perto. Tirei a roupa devagar — blusa fina mostrando peitinhos com bicos já duros pelo tesão, saia caindo, calcinha colada na xana úmida. Nua total, magrinha brilhando no sol, entrei na água até a cintura, peitinhos boiando leves.
— Uau, Adriane, corpo lindo — João, o mais velho e forte, babou, tirando a camisa malhada. Pedro, novinho, pau já meia-bomba na sunga.
— Vem mamar esses peitinhos, primos — provoquei, saindo da água, água escorrendo pelas coxas grossas apesar de magra.
Eles pularam pelados, pauzão de João veiudo e grosso, Pedro mais fino mas duro. João mama meu peitinho esquerdo com fome, sugando bico forte, língua rodando na auréola rosada; Pedro o direito, mordiscando leve, mão apertando a bundinha. Gemi alto, xana latejando na água fria:
— Chupa gostoso, ai que delícia de boca!
Sentei na pedra lisa rasa, pernas escancaradas, água batendo no grelo:
— Lambe minha xana agora, abre ela boa.
João mergulha primeiro, língua nos lábios inchados, chupando grelo inchado, dois dedos enfiando devagar na xana apertada, fodendo com barulho molhado.
— Que xana suculenta, melzinho doce — lambe voraz.
Pedro mama meu peitinho enquanto deda o cu devagar:
— Teu cu é quentinho, Adriane.
Trocaram: Pedro chupa xana, João lambe cu, línguas alternando, dedos na xana e cu juntos. Coxas tremem, água espirrando:
— Lambe mais forte, tô quase gozando, caralho!
João enfia língua no cu, Pedro três dedos na xana batendo no ponto G — gozo rasgando, corpo convulsionando, mel jorrando na cara dos dois:
— Gozando na boca de vocês, engole meu mel!
Eles se levantam, pauzão de João na minha cara, Pedro punhetando do lado.
— Mama um, punheta o outro — engulo João gulosa, língua na cabeça babada, mão rápida no pau de Pedro apertando bolas.
— Chupa forte, priminha puta — João fode minha garganta.
Puxam pau pra fora:
— Goza na minha cara aberta — abro boca, língua pra fora. João explode primeiro, jatos quentes grossos na cara, boca, escorrendo queixo; Pedro logo depois, leite misturado lambuzando tudo. Engulo o que cai na língua, lambendo restos dos paus:
— Porra delícia de primos, mas xana fechada pra sempre.
Rimos sujos na água, limpando o leite. Saímos do riacho com tesão saciado, mas querendo mais brincadeiras. Aquela tarde no riacho foi o pico das nossas safadezas leves.
Quem nunca aprontou assim na juventude?
adrianesmk