Segredo entre Quatro Paredes

Meu nome é Rafael. Trinta anos, moreno, 1,79m, 96kg de pura vontade. Cabelo raspado, barriga de quem treina mas não abre mão de uma boa feijoada, bunda grande e empinada que sempre chamou atenção, e uma rola grossa de 18cm que eu quase nunca usava do jeito que realmente queria. De dia, eu era o Rafael tranquilo da empresa, aquele que ria das piadas, fechava planilhas e tomava café com todo mundo.
Mas à noite… eu tinha um segredo.
Tudo começou há três meses, quando a empresa contratou o Júlio para a segurança e manutenção. Ele era tudo o que eu sonhava e nunca tinha coragem de admitir em voz alta. Negro retinto, alto, corpo forte de quem já carregou peso de verdade na vida, criado na favela, com aquela pegada bruta e ao mesmo tempo calma. Voz grave, barba cerrada, olhar que parecia tirar minha roupa sem nem tocar. Tinha 34 anos e um jeito de homem que fazia minhas pernas ficarem moles.
A gente começou conversando bobagem no horário do almoço. Ele me chamava de “parceiro”, batia na minha costa com aquela mão grande. Eu sorria, disfarçava o calor subindo pelo corpo. Até que uma noite, depois do expediente, ele me ofereceu uma carona. No carro, o silêncio pesou. Ele colocou a mão na minha coxa e falou baixo:
— Eu sei o que você quer, Rafinha.
Meu pau endureceu na hora. Não precisei responder. Ele só sorriu de canto e dirigiu até um motel discreto.
Naquele primeiro dia ele me comeu pela primeira vez. Devagar, mas firme. Me fez chupar seu pau grosso e venoso enquanto segurava minha cabeça raspada com as duas mãos. Depois me virou de quatro, abriu minha bunda grande com as mãos fortes e cuspiu antes de entrar. Eu gemi alto quando senti ele me abrindo inteiro, me preenchendo como ninguém nunca tinha feito. 18cm meus latejavam duro enquanto ele metia fundo, batendo forte contra minha bunda.
— Isso… geme pra mim, namoradinha — ele sussurrava no meu ouvido, mordendo minha nuca.
Eu gozei sem nem tocar no pau, só com ele me arrombando. Júlio gozou logo depois, enchendo minha bunda quente e grossa. Depois me virou, me beijou com carinho e limpou meu corpo com a toalha, como se eu fosse algo precioso.
Desde então virou nosso ritual.
De dia, na empresa, éramos só colegas. Ele me chamava de “Rafael”, eu o chamava de “Júlio”. Ninguém imaginava nada. Às vezes ele passava por mim no corredor e só roçava a mão na minha lombar, um toque rápido que fazia minha rola pulsar dentro da calça.
Mas quando a porta do quarto fechava… eu virava a namoradinha dele.
Hoje era uma dessas noites.
Chegamos no apartamento dele, um lugar simples mas arrumado na periferia. Assim que a porta bateu, Júlio me prensou contra a parede. Sua boca veio pesada, língua invadindo a minha enquanto ele apertava minha bunda com as duas mãos grandes.
— Tava louco pra comer essa bunda o dia inteiro — rosnou ele, mordendo meu pescoço.
Me despiu devagar, beijando cada pedaço do meu corpo. Quando cheguei só de cueca, ele se ajoelhou, puxou o tecido pra baixo e engoliu minha rola inteira, sem pressa, me olhando nos olhos. Eu gemia, segurando sua cabeça. Depois ele me virou, me colocou de quatro na cama e abriu minha bunda.
— Olha como tá pedindo… piscando pra mim — ele riu, safado, e enfiou a língua fundo.
Eu tremia de prazer. Ele me lambeu, chupou, abriu com os dedos até eu estar molhado e gemendo feito uma puta. Só então ele se posicionou atrás de mim.
— Pede, Rafinha.
— Me come, Júlio… me fode gostoso. Quero ser sua namoradinha hoje.
Ele entrou de uma vez, fundo, até as bolas. Eu soltei um gemido longo, apertando o lençol. Ele começou a meter forte, segurando minha cintura, batendo aquela pelvis contra minha bunda grande. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. De vez em quando ele dava um tapa firme, depois passava a mão carinhoso, apertando minha carne.
— Essa bunda é minha agora, hein? — grunhia ele, metendo cada vez mais fundo.
— É sua… toda sua…
Ele me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo enquanto me masturbava. Eu estava no céu. Sentir aquele homem másculo, suado, cheiroso de homem, me possuindo por completo era o meu maior tesão. Ele me beijava enquanto metia, me chamava de “meu amor”, “gostosa”, “putinha do pai”.
Quando eu avisei que ia gozar, ele acelerou, batendo fundo e forte. Gozei jorrando no meu próprio peito e barriga. Júlio gemeu rouco e gozou logo depois, enchendo minha bunda com porra quente e grossa, pulsando dentro de mim.
Ficamos abraçados depois, ele ainda dentro de mim, passando a mão nas minhas costas, beijando minha cabeça raspada.
— Fora daqui a gente é só colega… mas aqui dentro você é minha namoradinha. Entendeu? — murmurou ele.
— Entendi — respondi, sorrindo, me sentindo completamente dele.
E assim era o nosso segredo. O melhor dos dois mundos.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico limaspzn

Nome do conto:
Segredo entre Quatro Paredes

Codigo do conto:
261232

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
04/05/2026

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