“Amor, lembra que o Gabriel tem consulta hoje” Avisei assim que vi minha esposa se esgueirando pela porta. “Jura amor?” Ela veio me dar um selinho com a maior cara lambida. “Você não pode acompanhar ele? Hoje tenho uma reunião no escritório e você vai passar o dia inteiro em casa” “Trabalhando Juliana” gritei por cima do ombro já que ela já estava na porta. “Obrigada amor” ouvi ela gritando de volta. Respirei fundo e gritei pro meu filho que já estava na hora de ir para a escola e avisei que iria buscá-lo depois para levá-lo ao médico. “Mas pai, a minha mãe que vai me levar” Reclamou ele. “Ela tem uma reunião importante filho” Informei. “Agora vá logo se não vai perder o ônibus.” “Podemos marcar para outro dia, quando ela não tiver reunião” Ele falou abrindo um sorriso sem graça. “Eu quero fazer isso tanto quanto você amigão” Devolvi o sorriso. No consultório a secretária informou que eu poderia entrar na sala junto com o meu filho e antes que eu informasse que ele poderia entrar sozinho o médico enfiou a cabeça na porta e anunciou o meu nome. “Ah com licença” Falei empurrando meu filho na minha frente. “A consulta é pro meu filho.” “Fiquem a vontade” Avisou o medico abrindo a porta inteira e antes que eu conseguisse falar qualquer outra coisa já estava sentado ao lado do meu filho. “O que você está sentindo?” Perguntou o médico. “Responde Gabriel” falei dando um leve empurrão no ombro do meu filho. Ele provavelmente estava acostumado com a mãe respondendo as perguntas dos médicos. “Eu não consigo cagar” ele respondeu depois de um tempo, olhando para baixo. O médico segurou um riso, mas eu consegui detectar no olhar dele. “E a quanto tempo está com dificuldade de defecar? De ir ao banheiro” o médico completou quando percebeu que o Gabriel não conhecia aquela palavra. “Responde” novamente precisei estimular. “Um tempo” foi a resposta dele. “E você está sentindo alguma dor?” “Um pouco” foi a resposta dele depois do meu cutucão. “E está se alimentando bem?” “Eu como as porcarias que meu pai compra” respondeu ele repetindo o que a mãe falava. “Deixa que eu respondo” falei dando um sorriso pro médico e colocando uma mão na coxa do Gabriel para ele entender que era para ficar calado. “A minha esposa trabalha muito e eu acabo comprando delivery às vezes.” “Entendo” disse o médico sem parecer que tinha comprado a minha desculpa para a negligência alimentar do meu filho. Ele se levantou e fez sinal para o Gabriel se levantar também. “Tira a camisa… respira fundo… de novo.” O doutor prosseguiu com os exames, primeiro ouvindo a respiração dele, depois deu leves batidinhas na barriga dele. “É um pouco gelado” avisou o doutor colocando um gel na mão e percebi o Gabriel se contraindo com o toque, o médico prosseguiu alisando a barriga do meu filho fazendo ele me olhar meio nervoso já que o doutor ia alisando em direção à virilha, algumas vezes avançando que foi baixando a bermuda dele que levou a mão com a camisa para a frente e manteve ali. “Dói quando eu toco aqui?” Perguntou o médico, olhando para o Gabriel nos olhos. “Sim” concordou o meu filho com a voz meio grave. Notei mais uma vez aquele olhar divertido nos olhos do doutor, enquanto o Gabriel mantinha um olhar de pavor, mas balancei a cabeça já que o incomodo poderia significar que ele estava sentido dor na região e não por causa de um homem alisando-o. Quando o doutor se sentiu satisfeito com o exame liberou o Gabriel que se sentou imediatamente ainda segurando a camisa na frente da virilha e só depois de um tempo perguntou se poderia vestir a camisa novamente. “Algumas mudanças precisam ser feitas pai” informou o médico olhando para mim. “Ele precisa seguir uma dieta rica em fibras e beber muita água.” “Eu mando ele beber água, não mando?” Tentei me defender chacoalhando o Gabriel que mantinha a visão para o chão. “Você vai precisar aplicar essa medicação uma vez ao dia” avisou o doutor tirando uma caixa da gaveta e empurrando em minha direção. “Isso é…?” Não terminei a pergunta olhando da caixa para o doutor. “Sim” respondeu ele com o mesmo olhar no rosto e empurrando um sachê na sequência. “Eu aconselho usar isso para facilitar.” “Eu não… isso é… certeza que não tem nenhuma medicação oral?” Perguntei gaguejando. “Pelo grau apenas via reto mesmo.” Ao ouvir aquilo o Gabriel arregalou os olhos em direção a caixa e o sachê, provavelmente entendendo o que aquilo significava. “Por isso a sua mãe que tem que te acompanhar nessas consultas” falei quando já estávamos no carro. “Pai não, por favor para de falar.” “Ela que vai te ajudar a aplicar…” “Por favoooor” ele gritou puxando a camisa para esconder o rosto e se encolhendo no banco. Como tinha se tornado um hábito, a Juliana chegou tarde naquele dia e já nos pegou prontos para ir para a cama. “Como foi a consulta?” Ela me perguntou, me dando um selinho e se deitando ao meu lado. “Vai ter que aplicar esse remédio nele” avisei, pegando a caixa que estava no criado mudo ao meu lado e passando para ela. “Eu imaginei” informou ela lendo o rotulo. “Já que os laxantes que demos pra ele não resolveram, imaginei que o doutor iria passar um supositório.” Ela esticou a mão para me devolver a caixa, mas eu ergui as mãos para o alto em resposta. “Quê? Você precisou de ajuda para passar a pomada de hemorroida” ela acusou jogando a caixa no meu colo já que eu tinha me recusado a pegar de volta. “Não acha que ele vai conseguir aplicar isso sozinho.” “Não, mas achei que você poderia ajudar com isso.” Desabafei. “Isso é coisa de mãe fazer.” “É, mais adivinha só” ela se virou arrogante para o meu lado, com um tom ácido na voz. “A mãe está sustentando a casa, o que é coisa do pai fazer.” “Eu já te falei que…” “Eu não quero brigar agora Rodrigo” avisou ela. “Amanhã preciso acordar cedo por que tenho uma viagem pra fechar…” “Uma viagem?” Interrompi ela levantando a voz. “Uma viagem? Você me avisa agora e não quer brigar?” “Não achei que precisava pedir permissão” ela disparou. “Não precisa, mas se somos um casal…” “A gente é?” Ela vomitou as palavras em cima de mim. “Por que pra mim parece mais que eu sou uma mãe sustentando duas crianças.” “Juliana…” “Vou dormir na sala” disse ela se levantando e levando o travesseiro e edredom com ela. Nos casamos há 11 anos enquanto ainda estávamos na faculdade de publicidade, mas o namoro começou quando ainda estávamos na escola. Vivíamos bem, ambos entregando projetos avulso e trabalhos freelancer por que passar tempo juntos enquanto criávamos nosso filho era mais importante do que qualquer coisa. Mas ela resolveu aceitar uma oferta em uma agencia e foi pegando mais responsabilidade com o tempo e agora a promessa de virar sócia parecia mais importante para ela. “Onde está a minha mãe?” O Gabriel perguntou assim que chegou da escola, olhando desconfiado ao redor. “Ela precisou viajar a trabalho” avisei tentando deixar a voz calma como se aquilo não tivesse muita importância. “Vá almoçar e tomar um banho para aplicar a sua medicação.” “Pai” ele protestou com o olhar arregalado. “Você quer explodir em bosta?” Zombei tentando manter o clima tranquilo. Mas almoçamos em silencio, com uma tensão pairando no ar. Deixei ele no tempo dele, fui para o meu escritório adiantar uma arte que iria entregar no dia seguinte, mas com o coração acelerado toda vez que lembrava do que iria precisar fazer, até que criei coragem para acabar com aquilo de uma vez, até porque não era grande coisa aquilo, era apenas aplicar uma medicação. Peguei a caixa junto com o sachê e fui para o quarto do Gabriel. “Pronto?” Perguntei dando uma batida na porta aberta. “Tudo bem” falou ele revirando os olhos. “Baixa a calça.” Falei me sentando na cama, ele veio até mim e se virou de costas, parecendo hesitar até respirar fundo e baixar até a coxa. É claro que como pai já tinha visto ele pelado muitas vezes, mas chega uma certa idade que não se espera mais que o filho fique pelado na frente do pai, então demorei um pouco para me acostumar com a bunda branca do meu filho na minha direção e hesitei na hora de pegar na banda para abrir e revelar o ponto que seria aplicado a medicação. Senti um calafrios percorrendo com corpo quando senti a maciez da pele dele, e talvez ele tenha sentido também já que tremeu levemente com o meu toque. Precisei usar as duas mãos para abrir a banda e revelar o botãozinho rosado, um botãozinho que eu tinha limpado muitas vezes, mas que certamente eu não deveria estar acessando mais. “Você vai precisar segurar pra mim” informei. “Não vou não.” Respondeu ele sem graça. “Ok, deita aqui no meu colo então.” “Quê?” Perguntou ele virando o rosto para me olhar e ter certeza de entender o que eu estava propondo. “O que eu posso fazer?” Informei o óbvio. “Tem que estar aberto para eu conseguir enfiar” “Paaaai” gritou ele protestando e levantando a calça constrangido. “Ah vamos acabar logo com isso” falei racionalizando aquilo, puxei ele com tudo em minha direção. “Não tem nada aí que eu já não tenho visto, vou só aplicar a medicação, não tem nada de mais.” Ele se deitou com a virilha no meu colo, deixando a bunda empinada e sem reclamar quando eu baixei a calça dele para revelar novamente sua bunda branca. Abri o sachê de lubrificante com os dentes e vi que ele me acompanhava de canto de olho. “Talvez seja melhor você cobrir o rosto” sugeri, apontando o lençol. Ele concordou com a cabeça e jogou o lençol por cima do rosto. Minha mão cobria a bunda dele inteira, e fiquei um tempo apenas com a mão ali admirando aquela cena, até balançar a cabeça para afastar aquele pensamento e abri a bunda dele, deixando o cuzinho rosado dele à mostra, apliquei o lubrificante em cima e passei o dedo ao redor para espalhar, mas por algum motivo eu estava prendendo a respiração enquanto alisava aquela parte enrugada dele. “Ok, vou enfiar agora viu, vou colocar devagar, se doer você avisa” informei. “Paaaai” ele choramingou. “Cala a boca”. Peguei um supositório da caixa e levei a ponta até o cuzinho dele, a ponta tinha uma formato que facilitava ser inserido e com o tanto de lubrificante que tinha esfregado ali, a ponta entrou sem nenhuma resistência. Senti ele abafando um gemido conforme ia enfiando o bastão, era mais fino que meu dedo e não era tão longo também, mas aquilo parecia que estava cutucando partes dele que nunca tinha sido cutucadas antes. “Está tudo bem?” Perguntei quando ele se contorceu levemente em cima de mim. “Sim” ele respondeu com a voz abafada. Antes que eu percebesse, já estava apertando a nádega dele, sentindo a maciez na minha mão e antes que eu perdesse o controle borrifei o liquido do supositório e puxei de uma vez, fazendo-o dar quase um pulo por causa da fisgada. “Pronto” informei dando um tapa na bunda dele para manter o clima brincalhão como se aquilo não fosse nada demais. “Pai” ele protestou, dando um pulo do meu colo e erguendo a calça, se virando para se afastar de mim, mas quando ele chegou na porta se virou para mim, meio encurvado e com a mão na frente da virilha tentando esconder a ereção. “Na verdade esse é meu quarto.” “Ah verdade” falei balançando a cabeça e me levantando, os olhos dele vieram diretamente em direção ao meu pau duro marcando na bermuda e ele decidiu que eu poderia ficar com o quarto, se virou e foi brincar com o cachorro no quintal. —— Nota: Esse é um conto fictício com personagens fictícios. Não mencionarei as idades dos personagens deixando ao critério da sua imaginação.
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