No dia seguinte, o ambiente era outro.
Todos estavam eufóricos. O assunto era um só: o jogo. Simone e Rosana eram o centro das atenções, mas Simone carregava algo diferente — uma presença mais forte, mais evidente. Todos queriam estar perto, fazer parte do seu círculo.
Os rapazes observavam, pensavam, planejavam. Queriam encontrar uma forma de se aproximar, de conquistar um momento com ela. Porque Simone já não era apenas a craque — ela havia se tornado objeto de desejo. Mas alguém estava um passo à frente..... Emerson.
Aquele salto, os corpos pressionados, os deslizar do corpo dela ao dele, lhe dava uma grande vantagem em relação a todos, afinal, ele já tinha marcado território.
O reencontro aconteceu no corredor.
Eles se viram, e, naquele instante, tudo voltou — o pulo, o contato, o deslizar, o toque, e até a experiência no chuveiro que fazia tudo latejar, quando Simone se deixou levar pela lembrança dele.
Ele se aproximou.
— Parabéns pelo jogo…
— Obrigada…respondeu ela
O beijo no rosto veio, delicado, mas um pouco mais demorado. Os olhos dele permaneceram fixos nos dela, e aquilo foi suficiente para desorganizar tudo novamente.
— A gente podia conversar depois ??…
— Pode ser…
O acaso resolveu antecipar tudo.
Uma queda de energia encerrou as aulas mais cedo naquele dia. Os corredores se encheram rapidamente, com alunos saindo das salas, conversando alto, aproveitando o inesperado. Havia uma energia diferente no ar.
Emerson não pensou.
Saiu da sala quase que imediatamente, com o olhar inquieto, procurando como se estivesse caçando. Sabia exatamente quem queria encontrar. Simone.
No meio do corredor, cruzou com Rosana.
— Você viu a Simone? — perguntou direto, sem esconder a urgência.
Rosana percebeu na hora.
O tom, o olhar, a pressa....E resolveu provocar.
— Vi sim… — respondeu, segurando um sorriso. — Acho que ela foi embora com o Adelson.
O silêncio foi curto.
Mas pesado.
O maxilar do Emerson travou. O olhar endureceu por um instante.
E, sem dizer mais nada, ele saiu rápido descendo as escadas quase sem perceber os degraus, passando pelas pessoas, ignorando qualquer coisa ao redor.
Agora não era mais só vontade, era necessidade.
Simone já estava mais afastada, sozinha, caminhando pensativa com passos firmes… mas a mente longe.
Foi quando ouviu.
— Simone!
Ela parou, respirou e virou.
Sabia quem era.
Emerson chegou até ela ainda com a respiração levemente acelerada, mas tentando recuperar o controle.
— Posso ir com você?
Simone já veio pronta.
— Não precisa, Emerson… eu já tô indo embora.
— Eu sei.
— Então…
— Então deixa eu ir junto mesmo assim.
Ela cruzou os braços.
— Você sempre é assim direto?
— Só quando vale a pena.
Ela segurou o olhar.
— E você acha que vale?
— Acho que a gente já começou uma conversa ontem… e não terminou.
Ela desviou o olhar por um segundo, incomodada.
— Aquilo não foi uma conversa.
— Não… — ele respondeu, com calma — …mas também não foi qualquer coisa.
Silêncio.
Ela respirou fundo.
— Você tá forçando.
— Não tô. Se você quiser ir sozinha, você vai. Eu não vou te impedir.
Pausa.
— Mas se você ficou pensando no que aconteceu… — ele completou, olhando direto — …então talvez não seja tão simples assim ir embora.
Ela voltou o olhar para ele.
Agora mais firme.
— E você ficou?
Ele não hesitou.
— Fiquei.
Aquilo mexeu.
Mas ela não entregou fácil.
— Tá… e qual é a sua ideia?
— Caminhar com você. Só isso.
— Só isso? — ela quase sorriu, desconfiada.
— Por enquanto.
Ela percebeu.
E isso a incomodou… e atraiu ao mesmo tempo.
— Você é bem confiante, né?
— Não. Só não gosto de perder oportunidade.
Silêncio de novo, dessa vez, um pouco mais pesado. Ela ainda podia sair, mas não saiu.
— E pra onde você quer ir?
— Minha casa é aqui perto.
Ela reagiu na hora.
— NÃO!
Direto.
Sem espaço.
Ele assentiu.
— Justo.
Pausa.
— Então vamos fazer o seguinte… — ele continuou — …a gente anda até lá. Se você não quiser entrar, eu te levo embora.
Ela avaliou.
— E se eu não quiser nem ir até lá?
— A gente vira na próxima esquina e você vai embora.
Simone ficou em silêncio.
Agora não era mais pressão.
Era escolha.
E isso mudou tudo.
— É perto mesmo?
— Três quadras.
Mais um segundo.
Talvez dois.
Ela soltou o ar.
— Tá… mas não inventa coisa.
Ele deu um leve sorriso.
— Não vou precisar inventar nada.
Ela olhou de lado.
— Não começa.
Mas começou a andar.
Chegaram à casa do Emerson.
Silêncio....Nenhum barulho, Nenhuma presença, somente eles
Então vem um convite:
- Um copo da água não fará mal né?
Demonstrando muita segurança ela responde:
- Um copo de água e saímos!!
- Vc manda! – respondeu Emerson
Entraram e foram direto para a cozinha. Ele, com uma calma que contrastava com tudo o que estava acontecendo, pegou um copo.
Simone assentiu. Mas não era sede. Era tempo.
Tempo para tentar organizar o que já não estava mais organizado.
Ele entregou o copo.
Os dedos se tocaram por um instante, curto, mas suficiente.
O olhar veio junto e não saiu.
Simone já não estava mais na mesma posição de antes.
A resistência ainda existia… mas já não era sólida.
Era uma linha fina, fragilizada.
— Você tá pensando em ir embora? — ele perguntou, baixo.
Ela não respondeu de imediato.
— Tô pensando… — disse, olhando para ele — …em não ficar muito tempo.
Ele deu um meio sorriso.
— Justo.
Deu um passo à frente, Devagar, sem invadir, mas encurtando a distância.
— Então a gente não pode perder tempo.
O silêncio veio pesado mais uma vez.
Simone respirou fundo.
— Você fala como se soubesse exatamente o que tá fazendo.
— Eu sei o que eu quero. – respondeu ele
Ele já estava perto, muito perto.
Simone não recuou.
E foi ali que ele percebeu.
O primeiro beijo não foi brusco, Foi preciso e direto, como quem já sabia que ela não iria fugir.
Simone respondeu sem hesitar.
O que começou controlado… rapidamente ganhou intensidade.
Os beijos vieram mais fortes. Mais profundos. Mais longos.
A respiração se perdeu no meio deles.
As mãos dele começaram a se mover.
Primeiro na nuca, puxando ela para mais perto.
Depois desceram pelas costas, firmes, sentindo cada movimento.
Subiram novamente, Desceram outra vez, Sem pressa… mas sem parar.
Simone sentiu e o corpo respondeu.
? Os beijos ficaram mais urgentes.
? Mais desordenados.
? Mais intensos.
? Ele a puxou mais contra si.
As mãos já exploravam mais espaço, passando pela lateral do corpo dela, descendo pelas pernas, voltando, subindo novamente.
? Um ritmo.
? Um controle.
? Uma condução.
Simone já não organizava mais os pensamentos, só reagia.
O que era resistência… agora era entrega parcial.
Ele a guiou, sem interromper os beijos, sem quebrar o ritmo, levando-a até o quarto.
A porta ficou aberta, Mas o mundo já não importava. Ele a deitou na cama, com cuidado. Os beijos não pararam e as mãos também não. Agora mais presentes, mais firmes, percorrendo o corpo por cima da roupa, reconhecendo cada curva, cada reação.
Simone ainda tentou resistir.
? Um gesto leve.
? Uma pausa.
— Calma… sussurou ela tentanto recuperar o controle. Mas não havia firmeza nesta frase. Era mais um reflexo… do que uma decisão.
Ele percebeu.
E não recuou.
Apenas diminuiu o ritmo por um segundo. O suficiente para olhar nos olhos dela.
— Você quer que eu pare?
Silêncio.
Respiração acelerada.
Olhar preso no dele.
Ela não respondeu.
Mas também não se afastou.
E isso foi a resposta.
Ele voltou, Mais intenso e Mais seguro.
As mãos continuaram o caminho, agora com mais liberdade, explorando, sentindo, provocando respostas que vinham imediatas.
Simone fechou os olhos.
O corpo reagia a tudo
? Cada toque.
? Cada beijo.
? Cada aproximação.
? A lembrança do banho voltou.
? Com força.
? Misturada com o presente.
? Agora não era mais imaginação.
? Era real.
E isso fez tudo crescer, a intensidade, o desejo, a entrega.
Simone já não tentava mais controlar.
As mãos dele percorriam e o corpo dela respondia.
Os beijos tiravam o fôlego e ali, naquele quarto…Ela percebeu que tinha cruzado um limite e que não queria voltar.
O calor aumentava, espalhado, presente, Tomando conta de tudo e, no meio de tudo aquilo, havia algo mais profundo… mais concentrado…o calor que vinha do que já era fruto do desejo do Emerson.
Uma preparação crescente, pulsante, fluía dentro dela… avançando por um território que até então existia apenas como promessa — agora prestes a ser tocado, invadido e conquistado.
Um calor que não era apenas físico.
? Era resposta.
? Era consequência.
? Era construção.
? E aquilo intensificava tudo.
? Uma preparação crescente.
? Sensível.
? Viva.
Quase impossível de conter.
Simone sentia, de forma intensa e nova o escorrer pelas sensações, atravessando o corpo, misturando tudo — memória, toque, presença.
Os beijos continuavam as mãos também. E ela já não separava mais o que era imaginação… do que estava acontecendo. Tudo era uma coisa só e tudo… era demais.
As mãos de Emerson deslizavam sobre a calça de Simone com precisão, O tecido já não era o mesmo. Havia algo ali, sutil, quase imperceptível… mas presente. Uma umidade que não vinha apenas do ambiente, nem do calor do momento. Era resposta do corpo dela se revelando antes mesmo de qualquer decisão consciente. E isso a atingiu de uma forma diferente. Porque não era só sensação…Era percepção.
Ele não parava, mas também não se precipitava. Havia controle em cada movimento. E era isso que mais desarmava Simone.
A habilidade do Emerson com as mãos era algo quase surreal. Ele não tocava por acaso. Cada movimento parecia pensado… sentido… ajustado à reação dela.
As mãos deslizavam sobre a roupa de Simone com precisão, encontrando pontos onde o corpo já denunciava o que sentia. Lugares mais quentes, mais sensíveis, mais entregues.
Simone percebeu. E o corpo respondeu antes que qualquer pensamento pudesse interferir.
? A respiração falhou.
? Um som baixo escapou (Um pequeno gemido).
? E ele entendeu.
Sem quebrar o ritmo, sem interromper os beijos, os dedos dele se moveram com naturalidade — quase como um truque de mágica. O botão da calça é aberto, simples assim, sem anúncio, sem pausa. E, naquele instante, algo mudou. Não era mais só intensidade, era vulnerabilidade.
A roupa já não oferecia a mesma barreira e a mesma pressão de antes, mão dele avançou, não de forma brusca, mas com presença, com intenção, ultrapassando uma linha invisível que até então ainda existia. O contato com a pele veio, direto e quente, o toque no seu quadril, pele com pele e aquilo percorreu Simone como um choque.
Ela reagiu, o corpo inteiro respondeu, um arrepio, um movimento involuntário, uma respiração que já não encontrava controle.
Cada toque agora carregava outro peso, já não era só provocação era ocupação, era avanço, era território sendo descoberto… e lentamente conquistado pelo Emerson.
Simone já não resistia, não havia mais espaço para isso, só sensação, só resposta e entrega crescente.
Os beijos continuavam, mais intensos, mais profundos e as mãos dele acompanhavam...Explorando, sentindo, voltando exatamente onde o corpo dela respondia mais.
Ela sabia mas ao mesmo tempo, duvidava. Sentia… e tentava entender o motivo de algo ali embaixo pulsar tanto.
E essa dúvida…Instigava, provocava, aumentava ainda mais a entrega.
Simone respirou mais fundo, o corpo reagia. A mente tentava acompanhar, mas já estava atrasada, porque aquele pequeno detalhe…o furor da lubrificação em meio as pernas....dizia muito mais do que qualquer gesto.
Emerson percebeu que a entrega era certa, não com palavras, mas com as reações do corpo da Simone.
Os dedos continuaram, seguindo o caminho que já não era mais incerto. E então… encontraram, um tecido diferente, mais leve, mais delicado, era renda de sua calcinha. Fina, quase transparente ao toque. Como se não estivesse ali para impedir… mas para anunciar. Para revelar que havia algo além.
Ao encontrar repouso naquele ponto, os dedos permaneceram por um instante, sentindo aquilo que poderia ser o último obstáculo para chegar ao objeto de desejo de tantos homens!
Os dedos permaneceram explorando, reconhecendo, como quem chega a um lugar agradável… e decide não ir embora tão rápido.
Mas a pausa não durou, logo vieram os movimentos, lentos no começo, exploratórios. Até que algo surpreendente é presenciado.
Era como alcançar um território completamente diferente, um volume macio, um espaço já preparado, um território enxarcado…sensível… entregue, onde a calcinha estava completamente molhada com o furor do desejo da Simone e alí por cima, os dedos eram espetados pelos pêlos de sua vagina, que eram cortados bem rente.
Como se o próprio corpo tivesse antecipado aquele momento, tornando tudo mais acessível, mais receptivo, mais vulnerável à exploração, sem reservas, sem barreiras, apenas resposta do corpo dela denunciando a entrega
E então…Após ultrapassar a delicadeza da renda…os dedos desceram um pouco mais, com cuidado, descendo um pouco a calcinha com intenção, seguindo a lógica daquele caminho que já não precisava ser descoberto… apenas continuado.
E aquilo transformava tudo, o toque já não encontrava resistência, encontrava entrega, imediata e profunda.
Simone reagiu, começou a morder seus próprios lábios e respirar da forma mais ofegante possível, Porque naquele instante…o clitóris dele foi tocado e invadido. Era o momento mais erótico da sua vida!!
SE VOCÊ GOSTOU, COMENTE!! QUANDO CHEGAR A 500 COMENTÁRIOS E CURTIDAS, COLOCAREI O FINAL DESTA HISTÓRIA REAL COM FOTOS QUE COMPROVAM ESSE MOMENTO!!
