O corpo era magro, mas bem distribuído, e aquela calça de sarja azul-marinho deixava o que ele tinha de melhor em evidência: um rabudinho empinado e firme que balançava de um jeito metidinho toda vez que ele atravessava o pátio.
Nos falamos no app e o clima já estava pesado. Marcamos no bloco de humanas, num andar onde as salas de pós-graduação deixavam o corredor mais parado à noite. O box dentro do banheiro que era PCD era o lugar: amplo, reservado e com aquele cheiro de desinfetante de pinho.
Assim que a porta travou, a marra de "doutor" dele caiu. Ele me prensou contra a parede e o beijo era voraz, com gosto de energético e vontade. Sem eu precisar pedir, ele se ajoelhou naquele chão de granilite. Abriu meu zíper com uma pressa nervosa. Quando meu pau pulou pra fora, ele deu aquele sorriso de canto, um olhar de safado, e começou.
A mamada era técnica e profunda. Ele caprichava, usava a mão para estimular enquanto a boca trabalhava com pressão. Eu puxava o cabelo dele, forçando o rosto dele contra mim, e quando a tensão subia, eu tirava o pau e dava aquele tapa estalado na cara dele. A bochecha branquinha ficava marcada na hora, e ele voltava com ainda mais sede, os olhos lacrimejando pelo reflexo da garganta.
O Quase-Flagra: De repente, o barulho do carrinho de limpeza parando na porta. Vraap... vraap... O som do rodo passando. Congelamos. Ele ficou imóvel, com o rosto colado na minha coxa, a respiração quente e curta. O faxineiro testou a maçaneta, viu que estava ocupado e ficou ali fora esperando. Aproveitamos a brecha quando ele foi buscar algo no carrinho, fora do banheiro eu saí primeiro, fui lavar a mão rápido, e ele saiu logo atrás, ajeitando o cabelo no espelho com uma calma forçada, passando pelo cara da limpeza com aquele olhar de "não aconteceu nada", mas com os lábios vermelhos.
O tesão estava no pico. O susto só deixou a gente mais elétrico. Mandei a mensagem: "Escada de emergência, 7º andar. Agora."
Lá é o lugar perfeito: concreto bruto, luz de emergência e zero câmeras. Ele entrou pelo 5º pavimento, eu subi pelo elevador até o 8º e desci um lance. Nos encontramos no patamar do 7º. Ali não teve conversa.
Dessa vez eu nem abaixei a calça, só baixei o zíper por segurança. Ele começou a trabalhar não só no pau, mas focou nas minhas bolas, lambendo com uma vontade absurda. Ele olhava para cima enquanto mamava, aquele rosto de playboy todo suado, a mão apertando minha bunda enquanto a dele ficava ali, empinada no degrau da escada. Perguntei se ele ia liberar o cuzinho pra mim ali mesmo, mas ele deu o drible:
Aqui não dá, não tô preparado pra isso hoje... foca aqui na minha mamada.
Ele acelerou. O vácuo que ele fazia era de outro mundo. Quando avisei que ia gozar, ele não parou. Pelo contrário, segurou meu quadril com força. Eu descarreguei tudo na boca dele. Foi muito. Ele se lambuzou todo acabou se sujando de porra.
Ele recuou na hora, limpando fazendo aquela cara de "não acredito que você fez isso".
Ele: "Porra, na boca não... olha o que você fez, sujou tudo."
Eu: "Ué, meu querido, faz parte. Quem mama quer leite, certo? Quem mandou caprichar na mamada?"
Ele ficou "boladão" por uns dez minutos, fazendo o tipo ofendido enquanto se limpava, mas o olhar dele entregava que ele tinha adorado.
Depois desse dia, a barreira caiu. Virou vício. A gente combinava carona no final da aula. Ele ia com o carro dele e parava em alguma rua perto da faculdade. Com os vidros filmados, a marra dele sumia de vez. Aquele estudante de Direito metidinho, branquinho e rabudo, se enfiava debaixo do volante e mostrava que, na prática, ele gostava mesmo era de perder o controle e servir de brinquedo.
Entendo a dele. Gosta, mas não quer sair do armário, também sou assim. Se entregar ao momento é dever, sempre.
Necessidade pura que se materializa no prazer intenso. Ótimo conto.
Maravilha adorei e também quero?!
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