Chegamos no clube de swing sem ideia de que a noite ia virar daquele jeito. Nossos amigos, Marcelo e Solange, eram casados havia anos com algumas interações na casa e nós, César e Cláudia, só tínhamos ido outras vezes na casa mas nunca conhecido ninguém. Entramos em contato com eles pela internet, eram iniciantes como nós, na verdade, já tinham ao menos interagido com outros casais, mas nada de sexo. Era um casal amigo que podíamos ter para descobrir esse mundo juntos.
Conversamos, rimos, tomamos umas bebidas, conhecemos um pouco as pessoas e o clima do lugar. Tudo ainda parecia leve, bem-humorado, sem pressão. Foi então que alguém sugeriu o labirinto. Curiosos, fomos juntos.
Dentro do labirinto já dava para sentir que lá era outra coisa. Pegação geral. Gente amassando, beijando, tocando, alguns casais já bem mais à vontade. Em um canto, parei com a Cláudia, baixei o top dela devagar e fiquei ao lado, beijando o pescoço, o ombro, o peito. Seios pequenos, rosados e bicudos em uma mulher de 1,75m, muito branca e magra, tinha 30 anos na época.
Quando levantei os olhos, vi que o Marcelo estava ali, agora próximo demais. Ele chupava um seio dela com jeito, enquanto a mão deslizava por dentro da saia, acariciando sua buceta. Percebi porque quando minha mão quis acariciá-la por baixo da calcinha, o "local" já estava ocupado. Não vi a Solange nesse momento.
Cláudia me olhou, sussurrou baixinho e com cara de prazer:
— Tudo bem?
Assenti com a cabeça.
— Tudo bem — respondi num fio de voz.
Me afastei um pouco, só o suficiente para ficar de fora da ação, mas não da cena. Fiquei olhando nosso novo amigo, Marcelo, chupando os seios da minha esposa, com a mão sob a saia e beijando sua boca com vontade e tesão. De repente, outro homem chegou perto. Ele pegou o outro seio da Cláudia com a boca, encaixou o corpo, beijou na boca dela, e os dois, Marcelo e o outro homem, começaram a mamar e tocar nela ao mesmo tempo. Cláudia gemia baixo, as mãos escorregando pelos corpos deles, as pernas meio abertas, apoiada na parede. Outras mulheres apareceram e a cena se dispersou. Fiquei imaginando meu amigo comendo ela ali mesmo, em pé.
Foi quando ela veio até mim, me pegou pelo pulso, me puxou para um reservado mais afastado.
— Vem — murmurou, puxando minha mão.
Sentou em mim, de costas primeiro, depois virou de frente, encaixando o corpo. Nunca a vi tão molhada. O jeito que ela mexia, como se buscasse cada pedacinho de prazer, como se liberasse algo que estava preso havia anos. Foi nossa primeira vez em algo assim, corpo e mente misturados, sem regras, só desejo. Gozei muito nela, sem tirar aquela cena da cabeca.
Quando acabou, ela encostou a testa na minha, respirando fundo.
— Que loucura ! — sussurrou.
— Essa trepada podia ser com o Marcelo — respondi.
Ela riu.
E, naquele canto escuro do clube, ficou claro: a gente tinha acabado de entrar em um capítulo novo da nossa vida.
Muito gostoso de ler!! Esperendo a continuação...