Era uma sexta-feira, final do ano, final do terceirão, e tava rolando uma resenha em comemoração. Eu fui com uns amigos meus da escola, sem pretensão nenhuma de fazer nada, apenas beber e ficar doidão – diferente de boa parte do público da festa, que estava fazendo uso de meia dúzia de carros reservados como espécies de dark rooms. O público-alvo da festa era jovens e adolescentes, mas por algum motivo, acabou furando a bolha e apareceu muita gente mais velha, papo de 30 até 40 anos. Obviamente o clima lá ficou bem tenso, mas alguns alunos mais velhos e repetentes ficaram lá na porta fazendo a segurança e achando que iam resolver se desse algum problema. Lembro que eu já estava bêbado e, com meu padrasto me mandando mensagem perguntando como estava a festa, acabei não só soltando a informação de que tinha gente mais velha aparecendo lá como também CHAMANDO ele para ir. Eu não estava com nenhuma segunda intenção, era apenas brincadeira, mas como ele sempre foi fechamento e “da galera” de uma forma que sempre quis se enturmar com jovens, além de estar numa fase de querer superar a o término com a minha mãe, disse na mesma hora que ia aparecer lá, na surdina.
Lembro de não ter comentado com nenhum dos meus amigos de ter chamado Rodrigo, até porque nem era de bom tom algo daquele tipo. Apesar disso, eu já na onda do álcool ficava elogiando boa parte dos caras mais velhos que apareciam lá, embora fossem todos héteros procurando meninas novinhas, e meus amigos ouviam tudo. Por volta das onze, Rodrigo apareceu na festa, entrou normalmente e não me falou nada. Só lembro de olhar para um dos lados e ver Rodrigo beijando uma das meninas mais delicadas da turma de uma forma que eu jamais poderia imaginar. Na hora, fiquei horrorizado porque era algo realmente grotesco, mas acabei me acostumando com a ideia depois de me ligar em onde estava. Logo, saquei a intenção dele quando decidiu ir pra uma resenha de ensino médio, só não pensei que EU também estivesse nos planos dele.
Por volta de uma da manhã, quando a pista já estava no auge e todos estavam na onda máxima, um dos meus amigos me “apresenta” a Rodrigo (como eu disse, não contei a ninguém que tinha chamado meu padrasto e nem falado com ele na festa). Rodrigo tinha dito que também ficava com caras, algo que eu já desconfiava mas que não tinha certeza e nem criava tantas expectativas a respeito. Só sei que, como se não me conhecesse, ele chegou em mim e me deu um beijo. Foi um beijo rápido e delicado, mas caralho, foi o melhor beijo da minha vida até então. Depois do beijo, saímos de perto um do outro e fomos curtir a festa, como se nada tivesse acontecido.
Ficamos dançando na pista por um bom tempo, até que, lá pras três da manhã, quando o local já estava esvaziando, Rodrigo aparece de novo e começa a me sarrar no ritmo da música. Eu, apenas querendo socializar, sarrei ele de volta, e ficamos dançando e sarrando pinto com pinto. Em determinado momento, ele me empurra contra a parede e me dá outro beijo. Puta que pariu, nessa hora, eu realmente senti o que era tesão de verdade. Aquele beijo dura um bom tempo, agora sim posso dizer que foi o beijo mais gostoso da minha vida até então. Ficamos lá, nos beijando ininterruptamente por uns longos minutos, até que de repente ele tira a própria camisa. Caralho, nessa hora eu já estava explodindo de tesão. Em seguida, ele tira a minha camisa, e larga assim no canto do salão, como se não fosse nada. Continuamos nos beijando, dessa vez mais ferozmente, e vamos descendo a boca até o pescoço. Rodrigo chupava meu pescoço com vontade, e eu estava me acabando de tesão. Ele deixou 3 marcas roxas no meu pescoço (o que me proporcionou bons esporros depois) e mandou eu chupar o pescoço dele. Nossa, foi uma sensação e tanto, aquela pele suada dele com aquele gosto salgado de macho, eu me contorcia de tesão. Fui descendo aos poucos, até chegar no peitoral, e chupei o peito dele com vontade. Eu engolia o mamilo dele e soltava, como se estivesse saboreando a coisa mais gostosa do mundo (e realmente era), enquanto ele demonstrava estar sentindo um tesão descomunal. Quando parei, ele foi logo me levantando e abrindo o cinto, tanto o meu quanto o dele, e abrindo os zíperes de nossas calças.
Continuamos o beijo, eu punha as mãos nas costas dele até a bunda, e puta merda, que bunda grande e deliciosa! Enquanto isso, ele enfiava a mão dentro de minha cueca e punhetava meu pau, que já estava durasso. Um dos meus amigos apareceu e interviu, dizendo que já tínhamos passado do ponto e que estava feio, muita gente olhando com tom de desaprovação e com um certo nojo. Ele recomendou que, se quiséssemos continuar, que fôssemos pra um dos carros do lado de fora em que o pessoal tava usando para transar. Sem nem pensar duas vezes, fomos direto, os dois sem camisa e com os zíperes abertos aparecendo a base do pênis com alguns pentelhos saltando para fora. Fomos de mãos dadas e, só de segurar aquela mão gigante daquele homem já aumentava meu tesão, até porque se a mão já era daquele tamanho, imagina o pau?
Bom, o resto da história vai acabar ficando pra parte 2, rs. Já adianto que tá muito gostoso e selvagem.
fel27